Não devia blogar a estas horas mas não resisto. No meio do nevoeiro que é a minha percepção à distância dos jogos do Benfica, o Nietzsche e Schopenhauer representa um farol por onde me oriento. O que eles escrevem é muito divertido, culto e sintético. Juro que não pensei que houvesse benfiquistas assim. Os adeptos do meu clube, em geral, perderam há muito o princípio da realidade. No setezero, ao contrário, têm-no em excesso. Para lá das aparências, eles são como os patriotas que estão sempre a dizer mal de Portugal: amam furiosamente aquilo em que desancam. O Frederico e o Artur são os maiores benfiquistas.
Publicado por andrebelo em | TrackBack