A Suécia disse que não ao Euro. Não foi nacionalismo, foi bom-senso. A moeda de troca era a segurança social e, felizmente, ainda há na Europa quem queira defender o que conquistou. No dia em que a União Europeia resolver seguir outro caminho, o oposto ao que está escrito no projecto de Constituição Europeia, talvez o Norte da Europa – que conquistou para os trabalhadores o que o socialismo real nunca se atreveu a sonhar – se sinta bem nesta UE. Talvez então este clube de eurocratas diga alguma coisa aos europeus.
é o chamado socialismo surreal. por mim, ainda bem - eu gosto das coroas loiras e empertigadas.
Afixado por: para-quedista em setembro 16, 2003 12:01 AM