As minhas preces foram ouvidas no convés de uma embarcação inesperada! O Pedro, meu companheiro secreto, TRADUZIU o poema sobre a história, de Montale, que, via Abrupto, pus ontem aqui. Muito, mas muito obrigado, parece-me uma excelente tradução. O poema de Montale, apercebo-me agora melhor, é de uma beleza terrível: anti-humanista, anti-materialista, anti-funcionalista, anti-todo o sentido. A história não salva ninguém; não é justa, não ensina, nem sequer vinga (o que seria pelo menos uma forma de ter sentido). É um caos em que ninguém é livre e em que ignoramos tudo.
Por outro lado, se a blogosfera funciona assim, como é que algum dia terminarei a minha tese? Aproveito e mando um grande abraço de boas-vindas ao Jacinto, que conheço por um grande amigo que temos em comum.