Houve iraquianos que não gostaram da nova bandeira do Iraque, decidida por “lideres” escolhidos pelos Estados Unidos, ainda antes da transferência de poderes ou de qualquer eleição. Bolas, até foi feita por um artista. Gente esquisita, esta.
Publicado por danieloliveira emJá postei sobre isto
Afixado por: Alex do blog em abril 28, 2004 10:26 AMÓ Oliveira, depois de fugires à questão essencial da redução da pobreza, a nível global, que é bandeira mais conhecida dos comunas do Bloco, venho agora pedir-te mais uma posição pública.
Julgo ter lido, a páginas tantas, que não devias nada à direita pela tua Liberdade. Num sectarismo lamentável, só talvez por desconheceres a verdadeira História de Portugal da segunda metade do Século XX, ou mais propriamnete o 3ª quartel.
Na altura deixei passar, pois andavas com a cabeça na lua, perdão, entusiasmado em celebrar a (r)Evolução. Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! E perante a tua sentida excitação por esta data (normalmente só celebra datas de um modo extremo quem durante o ano se olvida dela, num momento de expiação. Espero que não sejas como esses, que se inspiram no catlocismo. Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! ), como dizia, perante o teu quase-extase, gostaria de saber se acreditas mesmo que só a esuquerda é que contribuiu para a tua Liberdade.
Recorro a dois blogues para exmplificar o quanto de sectário existe na tua cabecinha, partindo do pressuposto que disseste o que acredita ou não era apenas mais uma boutade para angariar votos num determinado extremo do nosso arco íris político.
Um, é este: http://almocrevedaspetas.blogspot.com/
Se não tens medo da maçonaria, lê isto:
"Ninguém saberá. Regista-se, apenas, que se caminhou, com o esgotamento do modelo salazarista em 58, para uma maior radicalização de grupos sociais, políticos e de reflexão. Que não foi por mero capricho que surgiram as crises estudantis de 62 e 69, as greves da Carris, Lisnave, Bancários, TAP, etc…, ou as movimentações de alguma parte do clero, aqui e nas colónias. E que frente à impossibilidade de qualquer abertura politica e eleitoral, os sectores católicos (O Tempo e o Modo, sectores Sergianos, a JUC e a JOC, são disso exemplo), os economistas liberais, os da tertúlia em torno da filosofia portuguesa (perseguidos e expulsos do país), o Movimento Republicano Português, os movimentos oposicionistas de tendência socialista e comunista, os dissidentes do PC, a ala liberal sempre perseguida e vilipendiada, a SEDES, etc., todos eles sentiram, subitamente, a necessidade de mudar a sua praxis politica e radicalizarem o discurso e modos de actuação. Assim sendo, de quem se fala quando se fala em "nova geração de políticos" durante o Marcellismo?"
Depois, este blogue:
http://jaquinzinhos.blogspot.com/
De onde se recolhe alguns extractos da "verdadeira" liberdade que os comunas desejam implantar em Portugal.
Um nova Albánia! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Só registo este bocado de pérolas dos bloquistas comunas e fascistas de então:
"Requerimento
1) Considerando que Portugal tem que avançar decididamente numa política de independência nacional, para o que a aliança com os países do Terceiro Mundo é uma questão fundamental, como já têm reconhecido alguns elementos do MFA;
2) Considerando que à frente da luta dos países do Terceiro Mundo pela independência nacional e pela paz se encontram a República Popular da China e a República Popular da Albânia;
3) Considerando o apoio que esses dois países têm dado a vários povos com a sua política de internacionalismo proletário e de não intromissão nos assuntos dos outros países;
4) Considerando a gloriosa e heróica luta travada pelo povo albanês, que, sob a direcção do Partido do Trabalho da Albânia e da Frente Democrática, derrotaram o fascismo, varrendo o capitalismo, e travaram uma dura luta contra a miséria do povo, transformando a Albânia num país próspero e independente;
5) Considerando que logo a seguir ao 25 de Abril o Governo estabeleceu apressadamente relações diplomáticas com o governo da União Soviética e dos países que estão sob a influência da política expansionista de Brejnev;
6) Considerando os mais variados exemplos de entreajuda dados pelos povos do Terceiro Mundo, e mais em particular o recente apoio prestado pela China à República Popular de Moçambique, que se traduziu num empréstimo de 1 500 000 contos, sem juros, e só reembolsável a partir de 1990;
7) Considerando que a política do governo fascista de constante ultraje ao povo chinês e ao povo albanês, obriga a que seja o Governo Português a, energicamente, tomar ele a iniciativa de estabelecer contactos com esses países;
8) Considerando que numa política de aproximação com o Terceiro Mundo é intolerável que um membro do Governo, o Dr. Mário Soares, fale do perigo da 'albanização' em Portugal, atacando assim o povo albanês e a sua forma de poder - a Democracia Popular;
A União Democrática Popular requer que o Governo informe sobre:
1) Esforços desenvolvidos e contactos havidos com a República Popular da China com vista ao estabelecimento de relações diplomáticas.
2) Esforços desenvolvidos e contactos havidos com a República Popular da Albânia com vista ao estabelecimento de relações diplomáticas.
3) Qual o sector do Ministério dos Negócios Estrangeiros encarregado destes assuntos.
4) Passos já tomados e estado actual dos contactos.
5) Lista dos países com os quais Portugal actualmente mantém relações diplomáticas.
Américo dos Reis Duarte
Deputado da UDP na Assembleia Constituinte em 5 de Julho de 1975"
Na altura, os azelhas de então não mudaram muito a forma de estar, no tocante aos caminhos a seguir por Portugal.
Muitos jovens de hoje até nem sabem que o que defende o BE é o comunismo encapotado ou "à paisana", diferente do estalinista, mas no essencial igual ou pior.
Mais tocante e imperodável é esconderem, os bloquistas, a sua verdadeira agenda política, usando os eleitores como verdadeiros "carneiros", ou carne para canhão.
O vosso fascismo não engana muita gente, ao contrário do que parece. Só engana os incautos ou fanáticos radicais. Daqueles que aderem facilmente a movimentos contra-cultura, do géneros beatniks ou até "panteras negras".
Concluo esta questão com o seguinte texto do Cunha Leal, descrevendo algumas coisas que o Portugal democrático deve, mas que a esquerda-caviar esconde:
Cunha Leal, na AR:
"Permite-me V. Ex.ª que lhas recorde:
Houve uma revolução em 3 de Fevereiro de 1927, no Porto, em que não entraram comunistas;
Em 7 de Fevereiro de 1927 eclodiu, em continuação dessa mesma revolução, uma outra em Lisboa, em que se inundaram de sangue as calçadas da capital;
Em 20 de Julho de 1928 houve outra revolução, onde não participaram também comunistas.
Em 4 de Abril de 1931 sucederam-se as revoltas dos Açores e da Madeira, com reflexo em Inhambane, em Moçambique, e também na Guiné, revoltas que não foram, outros sim, comunistas;
Em 26 de Agosto de 1931 rebentou um outro movimento; outro ainda em 10 de Setembro de 1935, este último chefiado pelo comandante Mendes Norton e pelo Dr. Rolão Preto, não sendo qualquer deles de natureza comunista;
Em Setembro de 1936 verificou-se uma sublevação a bordo dos navios de guerra Dão e Afonso de Albuquerque, sublevação a que foi estranho o Partido Comunista;
Manifestação na sala e expressões diversas que não foi possível registar.
Cunha Leal "Em 11 de Outubro de 1946 teve lugar a chamada revolta da Mealhada, que não foi, igualmente, comunista;
Em 10 de Abril de 1947, houve uma intentona, não comunista, chefiada pelo capitão Henrique Galvão;
Em 12 de Março de 1959 verificou-se uma intentona a que o Partido Comunista foi também alheio;
Em 1 de Janeiro de 1962, houve o assalto ao quartel de Beja, do mesmo modo não comunista, assalto este onde veio a perder a vida um pobre rapaz que já havia participado na revolta do 12 de Março; e cujo nome um Sr. Deputado do PCP não gosta de ver confundido com ele - esse pobre homem, esse pobre chauffeur, chamava-se qualquer coisa como Correia Vilar.
Em 22 de Janeiro de 1961 teve lugar o assalto ao Santa Maria, chefiado também pelo capitão Henrique Galvão.
E quantas, quantas mais intervenções eu não poderia relatar para evidenciar o seguinte: é que neste país houve homens puros, que pretenderam instaurar um regime de liberdade, que não era só para elas mas que era para todos, ao passo que ...
Aplausos e pateada da Assembleia e da galeria.
Cunha Leal "... ao passo que o Partido Comunista, como se está provando actualmente, deseja apenas uma liberdade «dirigida» contra nós. Tenho dito."
Arnault, actual deputado e mação muito conhecido arrematou, apoiando Cunha Leal:
"Queria dizer ao Sr. Deputado Cunha Leal que também houve o 25 de Abril e não foi comunista."
Ou quererás reescrever a História, como já vi aqui suceder em relação ao papel vergonhoso dos trotskistas em relação à ascensão ao poder do execrável Hitler?
Afixado por: anti-comuna em abril 28, 2004 04:11 PMGente esquisita mesmo...voces podiam era ir lá por Iraque fazer de escudos humanos. Já que falam tanto e só sabem dizer mal...
Afixado por: LMG em abril 28, 2004 04:33 PMO cúmulo do cinismo do imperialismo americano esta da bandeira do Iraque "libertado".
Que outro destino senão o fogo para este ultraje?
Que mais podem os iraquianos fazer ?
LMG, tens razão. Esta gente (eu incluído) é tão destrutiva com a guerra, não é? É só bota abaixo, bolas. Nem uma palavrinha de incentivo aos bombardeamentos. Assim nem dá gosto andar a trabalhar lá fora.
(Anti-comuna: já ninguém o lê. Digo isto por amizade, só para não estar a perder muito tempo. Eu, por exemplo, não faço a mais pálida ideia do que você anda a escrever há dias)
Afixado por: Daniel Oliveira em abril 29, 2004 06:26 AMEu leio. E não vejo porque não há-de ser lido. Ainda não vi ninguém a desmentir o anti-comuna com argumentos a sério... Só o despacham como fascista (é tão fácil...) e pronto, arrumam o caso.
Quem cala consente? E quem ignora? No fundo, acabam por ser tão fundamentalistas como quem acusam de o ser... Nem tentam fazer a diferença...
Afixado por: Necrophorus em abril 29, 2004 07:36 AMCaro Necrophorus,
Eles lêm. Eles lêm.
Mas julgam ser mais fácil fazer de conta que me ignoram.
Aliás, é típico do que ensinava Goebbels. Ele dizia que se deve ignorar os argumentos que desmentem as mentirolas mil vezes repetidas, para não vir a ser falhada a tentativa de intoxicação da opinião pública.
Aqui os barnabés tentam fazer a mesma coisa. Mas resulta?
Olhando para os hits. Olha que não! Olha que não Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E uma coisa dizes com todas as palavrinhas: "Ainda não vi ninguém a desmentir o anti-comuna com argumentos a sério... "
Eles não o fazem porque não o podem. E quando o tentam levam cada bordoada de factos e argumentos que os desmisitificam. Este é o verdadeiro problema deles.
Mais. E quanto mais se desenrolasse as discussões podia ser que começasse a "desclassificar" alguns personagens do BE, das suas pretensas atitudes democráticas, a tentativa de controlo de meios de vivulgação pública e mais umas coisas curiosas, sobre o BE.
O JPPereira já aflorou o assunto, quando se referiu às "jogadas" dos comunas em França, questionando até, -E o BE?"
Por mim, começava por interrogar e a todos os quanto nos lêm, de onde são as fontes de financiamento do BE? Como estão as contas no TC? Serão mesmo verídicas?
Olhando para o mundo esquisito dos financiamentos das máquinas partidárias... Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Depois temos o Oliveira, fazendo de "conselheiro matrimonial". Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Diz ele: "Anti-comuna: já ninguém o lê. Digo isto por amizade, só para não estar a perder muito tempo."
"Por amizade"? "já ninguém o lê"? "Não faço a mais pálida ideia do que você anda a escrever há dias"?
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Ó Oliveira, desculpa lá, mas eu costumo escolher os amigos. Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Quanto a ninguém não me ler, eu sei que não é assim. Não confundas desejos com realidades. Gostarias que não lesse? Olha que o que escrevo, directamente e indirectamente, começa a ser escarrapachado noutros sítios.
Algumas pessoas já se perguntam: "- Será o BE um partido comuna? O Que é este BE? Será verdade o que o anti-comuna afirma?"
Ora, para mim basta-me o prazer de "deitar cá para fora os meus arrazoados". Mas tenho o prémio especial de saber que há muitas pessoas que começam a duvidar da bondade de um partido, que não se diz comuna, mas que se comporta como tal, escondendo a sua verdadeira agenda política.
Depois, ó Oliveira, se ninguém me lesse não havia uns cromos comunas que me insultam e só não insultam mais porque não podem ou não querem que se estrague o vosso espaço.
Mas a forma pavloviana como reagem ao que escrevo é sintomática. Não faz mal. Já tive matilhas atrás de mim, durante anos, logo após o ínicio do PREC, que não acabou com o 25 de Novembro.
Talvez por eu conhecer muito bem o BE eu seja adversário temível. Talvez. E quando assim é...
Pronto. Uma Lança em África, é o que é! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Afixado por: anti-comuna em abril 29, 2004 02:29 PM