Os reaças andam todos desorientados.
Afixado por: Luis em julho 2, 2004 07:27 PMO Jardim foi o primeiro a apoiar a candidatura do actual presidente do PSD. Por aqui se pode ver o que é que a casa gasta...
Neste momento, creio que a Nova Democracia de Manuel Monteiro, ficou de facto o partido da direita que ainda tem mais credibilidade...
Afixado por: Morcego Vermelho em julho 2, 2004 07:43 PMA melhor pérola da verborreia do jardim é dizer que Portugal está a ser enganado pelos bandos de Lisboa
Onde estará o seu (dele) amigo Santana?
Afixado por: João Norte em julho 2, 2004 08:04 PMNé !!! Tás a ver mal !!! Os reaças sempre souberam aquilo que querem. Vcs canhôtos é que andam desesperados pela perspectiva do Santana subir a PM. Já levaram a enrabadela do Durão no Directório Europeu ( aonde o vosso Miguel terá que prestar vassalagem) e se Deus e o Jorje quiserem .....
Afixado por: Reaça em julho 2, 2004 08:39 PMSe bem entendi, se calhar não, o argumento de quem pretende que se realizem eleições antecipadas é o seguinte: a CRP, no que às eleições legislativas concerne, não traduz a realidade eleitoral, pelo que os eleitores não votam tendo em vista a eleição de um parlamento para uma legislatura de quatro anos, mas sim num candidato a primeiro-ministro que se vê nos cartazes da campanha eleitoral; nas últimas eleições legislativas quem votou no PSD votou Durão Barroso e não em Santana Lopes, sendo que este, desta forma, carece de legitimidade para formar governo.
No entanto, os entusiastas das eleições antecipadas são, sobretudo, o BE e o PCP (que não elegeram Durão Barroso nem a maioria parlamentar). Ora, quem teria legitimidade activa para exigir eleições antecipadas seriam os eleitores do PSD, os eventuais ludibriados. Mas estes estão maioritariamente sossegados (apesar de, como sempre e em tudo, haver vozes discordantes)…
Então, como se podem sentir defraudados os eleitores do BE e do PCP, se estes não votaram no PSD?... Ou estão com pena dos eleitores do PSD, sendo que estes não se manifestam?...
Eu partilho da generalidade das críticas que vocês fazem ao Santana e também não gosto de o imaginar a governar o país, mas entendo que também falta legitimidade a quem invoca o argumento da falta de legitimidade!
Afixado por: mondrian em julho 2, 2004 08:55 PMEstá enganado mondarin. Nas últimas eleições legislativas votei no psd porque era votante do psd de longa data e porque pensei que o país estava a ser mal gerido pelo Guterres e os xuxalistas. Mas no entanto, na minha opinião o governo do burroso foi ainda pior pois conseguiu tranformar uma dificuldade orçamental numa recessão económica muito profunda com muito desemprego. Mas, na minha opinião, e o que mais me chocou foi o apoio deste desgoverno à invasão terrorista do Iraque e aquela palhaçada nos Açores. Assim, para punir o pêpêdê e o burrão, nas Europeias votei no Bloco de Esquerda. Agora, quero eleições antecipadas, e votarei novamente no Bloco de Esquerda. Assim, lá se vai a sua tese...he he he
Afixado por: João em julho 2, 2004 09:02 PMAqueles que dizem que as eleições parlamentares são em grande medida eleições para “primeiro-ministro”, em que o “candidato” é determinante, estão a prestar um maior serviço ao “populismo” e um maior ataque à democracia parlamentar do que todos os discursos de Santana Lopes juntos.
Afixado por: JMA em julho 2, 2004 09:03 PMA incoerência intelectual da maioria da esquerda portuguesa é notável. Durante a guerra do Iraque, a “legalidade” (os famosos “direito internacional” e o Conselho de Segurança, lembram-se?) era o único critério para definir a legitimidade política da guerra; por isso, diziam, a guerra era ilegítima por ser ilegal. Agora, em Portugal, apesar da manutenção de um governo da coligação ser legal e constitucional, já não é “legítima”. Desta vez, já não é a legalidade que confere legitimidade política, mas sim critérios subjectivos. Há, além disso, uma diferença crucial: nenhum documento de direito internacional tem a força “legal” da Constituição Portuguesa.
Afixado por: Carlos C em julho 2, 2004 09:04 PMDe repente, segundo as boas consciências deste país, para além de Paulo Portas, Pedro Santana Lopes é o único político português “populista”. Os cartazes do Bloco de Esquerda com padeiros e a chamar mentirosos a chefes de Estado não são nada populistas, pois não? As idas às lotas de Matosinhos, muitas delas com custos elevadíssimos, são uma medida de combate ao populismo, não são?
Afixado por: Toini em julho 2, 2004 09:05 PMJoão, eu escrevi: «Mas estes estão maioritariamente sossegados (apesar de, como sempre e em tudo, haver vozes discordantes)…»
De resto, és um caso excepcional e não significativo, quanto mais não seja pela flutuação da tua intenção de voto: do PSD para o BE... Andavas muito enganado, pelos vistos!!! Mas ainda bem que te encontraste!
E fica sempre a possibilidade de tu seres um falso exemplo: eu, se quisesse sustentar a minha tese da mesma forma que tu, sempre poderia agora redigir dezenas de comentários a passar-me por eleitor do PSD e a dizer que queria Santana...
Afixado por: mondrian em julho 2, 2004 09:11 PMpelos vistos há aqui pessoal convencido de que só nomear santana PM é legal. esquecem-se que convocar eleições também é legal. e que também seria legal formar um governo de iniciativa presidencial com quem o PR quisesse.
portanto seria justo que deixassem de se apresentar como defensores da legalidade. defensores da legalidade constitucional somos todos.
Afixado por: rui tavares em julho 2, 2004 09:23 PM
Eu não quero saber da constituição para nada. Quero é o PP/PSD na Rua e já.
É pá espera lá, afinal sempre quero saber da constituição
A reclamada legitimidade assenta no princípio da legalidade. O PSD foi efectivamente o partido vencedor das últimas eleições legislativas, mas representado pelos deputados que constavam da lista que foi sufragada e por conseguinte foram
eleitos. Não é compreensível que se possa aceitar que ascenda a primeiro ministro um militante do partido só pelo simples facto de ser o seu lider, sem tenha sido eleito deputado, não pode ser constitucionalmente legal um tal acto.
todas as democracias, todas as monarquias, todas as ditaduras têm sempre
UM BOBO!!
Na notícia que vi na SIC, à hora do almoço, Alberto João Jardim foi muito mais longe: disse que o problema não era entre «esquerda e direita» mas entre «os bandos odiosos de Lisboa» que querem oprimir o resto do país e os mencionados restantes. Fez mais: apelou ao todos os oprimidos do resto do país a levantarem-se contra «o bando odioso de Lisboa» no caso de Sampaio convocar eleições antecipadas.
De duas uma: ou estas declarações de Alberto João Jardim são para levar a sério ou não são. Se são para levar a sério e houver eleições antecipadas, ele que venha cá se é homem que eu já tenho um pau de marmeleiro à mão.
Se não são para levar a sério, eu, apesar de não conhecer em pormenor a legislação portuguesa sobre racismo e xenofobia, quero crer que, num Estado de Direito que protege os direitos individuais, ninguém pode ofender outra pessoa só por esta pertencer a um país, a uma cidade ou a uma cor racial.Logo o que há a fazer é processar o Alberto João (a não ser que alguém o decrete inimputável).
Ò mondrian, a julgar pelos resultados das últimas eleições, não sou assim um caso tão "excepcional e não significativo" como desejaria. Além disso, conheço mais casos "excepcionais e não significativos" como eu. Mas...é a Democracia não é? Eu não voto de acordo com a cor da camisola mas sim pragmaticamente em quem eu penso melhor representará as minhas ideias e ideais no momento. Felizmente há muitos mais "excepcionais e não significativos" como eu que "se encontraram" nas últimas eleições (Europeias) e continuarão a encontrar-se até os autores da vergonhosa carta dos oito e do apoio à invasão de um país soberano e consequente ocupação (incluindo mandando GNR's na ajuda ao império) serem devidamente punidos. E se a Democracia Representativa resume-se a votar em quem nos representará, vamos ser democratas e vamos a votos e vamos ver o quanto "excepcional e não significativo" eu e muitos mais somos. Eu gosto mais de me adjectivar como um espinho no pé do império bush-sharon através da recusa ao apoio dos seus bois locais, como o são/foram, bliar, burroso, azno, berluscamorroni, howard, o polaco, etc.
Afixado por: João em julho 2, 2004 09:51 PMEste caquetico-fascista só emite opiniões pq a comunicação social precisa de um palhaço rico para vociferar as merdas q alguns n conseguem fazer...
Porco mesmo esse jardineiro...Taõ porco quanto o seu amante Fascistazeco de merda Santana...
Se o Presidente n marcar eleições, será pior do q estes fascistas...
Se o Presidente fossse o Cavaco, o santana nem sequer se punha em bicos de pés
Se o fizessem soprar o balão devia bater o record daquele gajo que acusou 6 ou lá o que foi!
Afixado por: ognid em julho 2, 2004 10:54 PMRazão, paixão, partidarite, amizade, compadrio, etc...
Tudo isto se vê nos discursos/opiniões sobre este assunto, quer nos chamados "fazedores de opinião", quer nos cidadãos anónimos.
Para mim esta situação só têm uma saída possível, eleições antecipadas já. Com esta afirmação estou certo que ganhei o apoio de uns e o "vai-te embora ó melga de outros". Mas isto é a democracia. Se eu pretende-se saber se tinha mais ou menos apoios para esta minha tese recorria a uma votação e ficava com a situação esclarecida.
Se existem duvidas sobre a "qualidade" de um novo governo, nada melhor que as eleições para que sejamos todos nós a decidir, para que depois não possam vir estes nossos políticos da "loja dos trezentos" dizer, que o povo se alheia dos problemas do país.
só mesmo o balufa do AJJ para fazer estes cúmentadores sairem todos da toca!
Afixado por: cachorro em julho 2, 2004 11:38 PMNa discussão em torno da legitimidade(legal vs política) "Mondrian" defende que só os votantes dum determinada candidatura podem, agora, contestar a alteração dos seus protagonistas.
Nada de mais errado:Todos devemos poder apoiar/contestar qualquer mandato de representação, que é universal e não só exclusivo dos eleitores que concederam esse voto maioritário.
Se assim fosse, os vencidos teriam o pretexto de se desresponsabilizar dos destinos da coisa pública, não podendo a oposição, apesar de respeitar a legitimidade da maioria,contestar o que quer que fosse, enquanto os papéis não se invertessem: passar de minoria a maioria.
Como há, felizmente o direito e dever de participação e de oposição, qualquer minoria tem a obrigação de manter as suas convicções e opções divergentes.
O facto de uma maioria dispor de legitimidade formal(legal e mesmo política)não é garantia de dispôr da Razão, daí o ter que aceitar o contraditório que a realidade se vai encarregar, cedo ou tarde de aclarar.
Num argumento, o mérito ou demérito não são atributos dos arguentes, mas inerentes à substância do que é objecto de arguição.
Num processo de decisão colectiva, a responsabilidade é individual(porque livre e intransmissível), mas é também e sobretudo colectiva, pela responsabilidade solidária que as consequências implicam.
Quem é que pode ser PM?
"Congeminações" cogitou uma norma legal que não existe: Veja-se o Artº 190 da CRP e nada lá aponta para que haja a obrigação de ser deputado para fazer parte de qualquer, digo qualquer, cargo governativo.
Só faltava agora que se caísse na tentação de não contrapor com a lucidez e o rigor, à manipulação, desinformação e mesmo conta-informação que círculos da maioria estão a fomentar por todos os meios.
MLPintassilgo tem razão em defender que este é o incidente político mais grave desta República, porque,digo eu, pela 1ª vez em 30 anos as dicisões vão exigir dirigentes e cidadãos audazes e atentos.
Qualquer que seja o desfecho, um ciclo teremos que enterrar: o dos dirigentes políticos medíocres, acomodados, conformistas; O novo ciclo vai exigir outro tipo de cidadão:informado, culto, responsável e empenhado.
Nunca votei PSD! Jámais voterei em arautos da liberdade de pensamento. Assumem-se certos! E todos os outros vivem ainda na caverna de Platão... Acho que não existem razões objectivas para eleições...só as que advêm do oportunismo politico!!! Porém, se essa for a solução (e assim espero) vamos ter um verão muito divertido, vamos ter muita democracia... e "Sangue de politico" a correr nas valetas! E no Natal já a PT trocou o SAPO por uma Rã... porque os sapos foram todos engolidos!
Viva Portugal! ViVa a Eleições!
"Maria da Fonte II", qualquer eleitor tem o direito de pretender que haja eleições, de não querer o Santana no governo, de se manifestar em determinado sentido para que o PR sinta o que pensa o povo, etc.!
No entanto, continuo a pensar que só quem votou no PSD se pode sentir enganado...
É a minha opinião, tão só! E como não tenho a presunção de que a minha opinião é melhor que a tua, prescindo de qualificar a tua tese como "certa" ou "errada"...
Afixado por: mondrian em julho 3, 2004 01:03 AMLembro um facto comezinho, talvez indiferente para os blogueiros da esquerda caviar, mas que entra directamente no bolso dos portugueses, sobretudo dos mais desfavorecidos: caso sejam marcadas eleições antecipadas, o Orçamento de Estado para o próximo ano só entrará em vigor, na melhor das hipóteses, em Abril ou Maio de 2005. A serem convocadas, o PR terá que marcar as eleições num prazo de 55 dias, ou seja, para meados de Outubro. Somem-lhe 15 dias para a contagem e o apuramento dos votos. Para a Assembleia da República iniciar o novo mandato, é preciso adicionar-lhe mais três dias, a que se seguem consultas do PR aos partidos. Teríamos assim novo Governo, caso se registasse uma maioria estável, no início de Novembro. No prazo máximo de dez dias após a posse do novo Governo terá que estar entregue o seu programa, para ser debatido e votado. Já o prazo para preparar o Orçamento é de três meses, normalmente cumpridos, sendo que, depois de entregue no Parlamento, os deputados têm 45 dias para o discutir e votar. Aprovado que estiver, ou não, acrescenta-se a necessidade de publicação e a respectiva promulgação, e são mais 15 dias. Enfim, eu sei que se tratam de pormenores que não interessam mesmo nada a quem vive no afã da instabilidade e do "quanto pior, melhor". Mas era só para saberem.
Afixado por: PPM em julho 3, 2004 01:19 AMA Esquerda quer eleições antecipadas exactamente pelas mesmas razões que a Direita as não quer. Uma quer o poder que não tem. A outra pretende manter o poder que lhe resta. Estão bem uns para os outros e querer ver virtudes onde não as há é pura ingenuidade do observador.
O que dizer então dos méritos de cada uma das posições?
A Esquerda tem obviamente o trunfo da legitimidade política. Vale o que vale. Na minha opinião vale bastante e pode, como qualquer trunfo que se preze, ser jogado a qualquer altura. Agora, forçando eleições antecipadas. Ou daqui a dois anos se as não houver em clamando pela violação da vontade popular. É óbvio que vale mais agora do daqui a dois anos quando se calhar o baralho já tiver mudado e o trunfo for outro. Por isso é que a Esquerda está desesperada por jogar o seu Ás agora.
É justamente por isso mesmo que a Direita resiste. A Direita tem o trunfo da legitimidade constitucional. Vale poucochinho aos olhos dos media e dos nossos analistas políticos mas (salvo uma revolução ou golpe de Estado) permite exigir que se complete um ciclo, que se respeite uma legislatura, que uma maioria parlamentar tenha o seu governo e faça o seu trabalho. Permite-lhe por exemplo dizer que a convocação de eleições viola os resultados eleitorais de há dois anos e que interrompe um ciclo político antes da sua conclusão desvirtuando as regras do jogo. A Direita vai destrunfar nesta toada até que o Às da Esquerda saia sem causar grandes estragos podendo então prosseguir com o seu próprio jogo.
O PR é o árbitro. Garante último da Constituição e, consequentemente, mais sensível em teoria ao trunfo jurídico da Direita do que ao trunfo político da Esquerda. Mas o Rei é assim mesmo, vale pouco e pode ser levado no meio de uma mão mal jogada pelo parceiro de mesa.
Afixado por: mondrian em julho 3, 2004 01:29 AMSpathaire, não se preocupe que eles também não votariam em si. Em dois parágrafos, você consegue a proeza de dar mais "sapatadas" no português do que as vezes que o Barnabé escreveu a exigir eleições antecipadas...
Ps: Tão positivistas que eles eram durante a intervenção no Iraque.
Afixado por: Drovskoviskyilovich em julho 3, 2004 01:29 AMMaria da Fonte II, seria prudente da sua parte esclarecer-se quando ao espírito da Constituição e logo concluiria que a indigitação de um 1º. ministro não se determina por uma simples eleição interna de um dirigente partidário. Ontem
na RTP1 decorreu um debate com a presença entre outros participantes de um professor de direito constitucional e ele foi peremptório nessa matéria.
Os detractores da antecipação de eleições apresentam sempre o mesmo argumento: foi o partido que foi sufragado e não o PM. Ora, lendo o programa eleitoral do PSD (disponível no site do mesmo) este é apresentado na primeira pessoa e assinado por José Manuel (ex) Durão Barroso.
Portanto, ELEIÇÕES.
Todos procuram definir a legalidade para o assunto em questão, segundo as suas preferências pessoais.
E se calhar passa-se o mesmo comigo.
Mas não posso ocultar a repugnância que sinto pelo político execrável que é Santana Lopes.
E como sei que fazerem-se eleições antecipadas não é ilegal, veria nesta acção uma forma de nos vermos livres de tão inútil parasita no Governo, que só persegue cargos políticos por vaidade e ambição. Um autêntico lixo.
Vejam o que o PSD - e SANTANA - disseram em 2001!
Lindo, não???????
"Aconteceu que, com tão significativas votações contrárias às candidaturas do partido do Governo, e uma diferença percentual tão grande, levaram a que o primeiro-ministro sentisse que tinha perdido a confiança da maioria do povo. Os partidos da oposição, compreensivelmente, chamaram a atenção para o significado político desse resultado tão impressivo. Foi o primeiro-ministro, ele próprio, quem mais vincadamente declarou essa consequência. A partir desse momento, ninguém pode estranhar que o Presidente da República convoque novas eleições uma vez que, como já foi dito em legislaturas anteriores, foi esse primeiro-ministro, António Guterres, que mereceu a confiança de uma maioria (não absoluta) do povo português."
Pedro Santana Lopes
Significados e efeitos
DN, 20/12/01
Afixado por: Carlos Esperança em julho 3, 2004 07:30 PMO "bando de idiotas de Lisboa" devia exigir ao energúmeno que se chegasse à frente com os milhões do buraco orçamental. É que quem ñ tem dinheiro ñ tem vícios...
Afixado por: lucrecia em julho 4, 2004 03:29 AMO MISERÁVEL GOLPE DE ESTADO DE SANTANA LOPES, CONHECIDO PELO CEAUSESCU DO PPPD-PSD
1) O ex-MRPP Durão Barroso deu um golpe pessoal de génio ao fugir para Presidente da Comissão Europeia, face à derrocada eleitoral do PSD e do PP, bem pior que a de António Guterres que, segundo Durão Barroso e Santana Lopes «fugiu» de primeiro-ministro.
2) O ex-fascista Santana Lopes aproveitou o triunfo pessoal do ex-MRPP Zé Manel, para organizar um Golpe de Estado palaciano, que já começou – o ex-fascista da Faculdade de Direito da UNCL, Pedro Lopes já tomou o poder no PSD, ao estilo do sempre falso marxista Ceausescu. Pedro Lopes conseguiu a quase unanimidade no PSD, salvo honrosas excepções. Uma unanimidade ditada pela febre do poder, à Ceausecu.
3) Irá o Presidente da República Jorge Sampaio, eleito com os votos da esquerda, antigo Secretário-Geral do PS, ratificar o Golpe de Estado Palaciano daquele que foi um fascista da Faculdade de Direito da UNCL?
4) Tudo o que é esquerda (e direita, claramente, anti-fascista) deve dar tudo por tudo para impedir o sucesso do miserável Golpe de Estado Palaciano de Pedro Santana Lopes
a) Abaixo assinados
b) Artigos de opinião
c) Entrevistas
d) Declarações públicas
e) Manifestações de rua como será em 6 de Julho de 2004
f) Textos na blogosfera PT
g) Manifestações por SMS, como já foi feito
h) Outras ideias criativas
Está a nascer o Sol – é o alvorecer da Esquerda e da Direita antifascista ou do proto-fascismo em Portugal?
Afixado por: j.silva em julho 4, 2004 06:47 AMSERÁ QUE O SAMPAIO AINDA NÃO PERCEBEU QUE APENAS EXISTE UMA SAÍDA PRÁ CRISE?
ELEIÇÕES!!
JÁ QUE O HOMEM NÃO ME CHAMOU A BELÉM PARA O ACOSELHAR AQUI FICA O CONSELHO.
JUSTIFICAÇÃO:
1. PIOR QUE O SAMPAIO NA PRESIDEÊNCIA DA CML E DO JOAOZINHO FILHO DO PAI SÓ O SANTANINHA.
2. SE ELE NEM A MERDA CÁ DO BURGO ELE CONSEGUE LEVAR PRÁ FRENTE , O QUE SERIA COM O GOVERNO?
1. NÃO NÃO É ENGANO É MESMO 1. POR TÃO IMPORTANTE. O GAJO -SANTANINHA- É FACHO!!! SÓ ISSO JUSTIFICA AS ELEIÇÕES.
3. SÓ PRA VER O MERDOSO DO JARDINEIRO AVANÇAR COM AS TROPAS PRÓ CONTENENTE COMBATER A CORJA DE LISBOA JUSTIFICAVA AS ELEIÇÕES