Acabei ontem de ler Contra Todos os Inimigos (Against All Enemies: Inside America's War on Terror), o livro do antigo responsável pelo combate ao terrorismo, Richard Clarke. É um documento interessantíssimo. Clarke é um burocrata experimentado, que passou pelas administrações de Reagan, Bush pai, Clinton e Bush filho. Teve, durante duas décadas, um papel de destaque na segurança e na política externa americanas. Clarke está longe de ser um idealista. Burocrata pragmático, Richard Clarke participou activamente em todas as manobras de bastidores de apoio indirecto a Saddam Hussain e aos mujahedin afegãos, que aceitaram nas suas fileiras homens como Bin Laden. Muito menos será um pacifista. Pelo contrário: indignou-se inúmeras vezes com a moleza das sucessivas administrações. O primeiro valor deste livro é ficarmos a conhecer de perto o pragmatismo dos jogos de guerra e as suas perigosas consequências.
Mas o mais interessante do livro é a confirmação da obsessão da nova Administração em relação ao Iraque. Cheney, Rumsfeld e Wolfowitz, ainda antes do 11 de Setembro, repisavam permanentemente o tema da necessidade de invadir o Iraque, sem que ninguém entendesse a origem de tamanha paranóia. Logo no dia 12 voltaram à carga. De nada valeu todas as garantias dadas por todas as agências e especialistas de que nenhuma informação credível ligava o Iraque de Saddam à Al-Qaeda. A decisão estava tomada. Os diálogos reproduzidos por Richard Clark são deliciosos, tal é a obstinação dos homens fortes da Casa Branca.
O laxismo em matérias de segurança interna, a incompetência do risível Ashcroft, os sucessivos erros depois da invasão do Iraque, que vão da desmobilização dos militares iraquianos ao afastamento de todos os militantes do Baas, a utilização despudorada do combate ao terrorismo como arma política, tudo isto é tratado no livro.
Clarke acaba por explicar o que já todos sabemos: que os perigos vêm do Paquistão, Afeganistão e Arábia Saudita; que não há solução para o terrorismo que não passe pela resolução do conflito israelo-palestiniano e que a ocupação do Iraque não foi apenas uma enorme perda de tempo e de energias, foi sobretudo o tremendo erro político, que apenas reforçou a base de apoio da Al-Qaeda e isolou os EUA em relação ao Mundo Árabe e às opiniões públicas europeias.
O que motivou Richard Clarke para revelar a sua experiência na Casa Branca? Um ajuste de contas, sobretudo com outros burocratas e serviços de segurança. Nem isto, nem o facto do Clarke nunca pôr em causa o status quo da política externa americana tira mérito ao livro, como um testemunho muito esclarecedor da vida internacional pós-Guerra Fria.
Também ontem, fui ver o Fahrenheit 9/11. É um somatório de informações vindas de várias fontes – algumas descritas no livro de Richard Clarke – em versão panfletária e com alguns momentos do melhor humor, que só a Administração Bush pode proporcionar. Tirando um momento confrangedor de utilização do sofrimento da mãe de um militar morto no Iraque, o filme é competente no seu objectivo: propaganda anti-Bush. Mais: propaganda pró-democratas. Não me choca. Perante a propaganda e a sucessão de mentiras dos neocons e do seu braço televisivo, a FOX, Michael Moore é um menino do coro. Mais competente, equilibrado e honesto. E está melhor do que em Bowling for Columbine.
As eleições americanas vêm aí e Bush continuará debaixo de fogo. Clarke e Moore deram o seu contributo para a derrota do pior presidente da história americana. O livro e o filme não se dirigem à comunidade internacional, mas aos cidadãos (e eleitores) dos Estados Unidos. Oxalá resultem.
Publicado por danieloliveira emVi o filme no início da semana e correspondeu ao que esperava, com a boa notícia de não achar o filme tão panfletário como andam a fazer crer. O filme é propangandístico, já sabemos, mas é sobretudo um filme de denúncia, de exposição de factos e de confronto com eles. Só papistas como Luíses Delgado, Nunos Rogeiros e os seus homólogos internacionais é que parecem ficar chocados por alguém muito assumidamente levar para o cinema aquilo que eles andam a fazer há anos (com muito mais malabarismos) nas televisões e nos jornais.
Até gostava de ver algum canal nacional aproveitar a onda e passar o The Big One, podia ser que se abrissem alguns olhos.
Ah, de facto a cena da mãe que chora é o pior momento do filme, também me pareceu um aproveitamento desnecessário.
Um dos momentos altos foi o convite que Moore dirigia aos senadores para que recrutassem os seus filhos para o Iraque. Pagaria os bilhetes que fossem precisos para ver mais hipócritas daqueles a serem denunciados a frio, como ver os nossos papistas todos a levarem os filhotes para o Iraque, ao lado da GNR e ajudarem a libertar o mundo.
Boa Daniel!
Eficaz, muito eficaz a táctica de usar o argumentário credível de Richard Clarke como muleta para o panfletarismo de Michael Moore. Começas por elogiar o primeiro - sublinhando que ele é tudo menos de esquerda, «passou pelas administrações de Reagan, Bush pai...» - e menorizas as asneiras do segundo. Fahrenheit 9/11 «é um somatório de informações vindas de várias fontes - algumas descritas no livro de Richard Clarke - em versão panfletária», dizes tu, para concluir «não me choca». Nem uma palavrinha sobre as alegadas deturpações de factos, mentiras e insinuações pelas quais o filme tem sido criticado. Não... é propaganda, dizes, nada mais. Já os 'neocons' são responsáveis por uma 'sucessão de mentiras'.
Daniel: sê bem-vindo de férias.
Ouvi Rogeiro dizer que é mentira que Bush se tenha encontrado com um talibã. Depois vi o filme e nunca tal é dito ou mostrado. Apenas a visita de um talibã ao Texas. As mentiras sobre as mentiras já começaram.
De resto, não usa a muleta de um para outro, porque são coisas bastante diferentes.
Afixado por: Daniel Oliveira em agosto 4, 2004 06:45 PM«As mentiras sobre as mentiras já começararam», dizes, metendo o Nunco Rogeio ao barulho. Mas continuas a passar ao lado da questão: o filme do Michael Moore distorce factos e faz passar mentiras por realidades.
Um exemplo, referido no 'Público' de ontem é o de uma primeira página de um jornal americano mostrada no filme que nunca existiu! O jornal, 'The Patagraph' diz que o título, que Moore põe como manchete (sobre as eleições que Bush 'ganhou') na realidade tinha aparecido como título de uma carta ao director...
Um bom artigo sobre as mentiras de Moore, de Christopher Hitchens, na Slate, pode ser lido em http://slate.msn.com/id/2102723
Daniel, em vez de continuar a contornar a questão, diz lá o que achas da credibilidade de Fahrenheit 9/11. Ou as mentiras e deturpações passam, purificadas, pelo epíteto eufemístico «propaganda»?
Afixado por: João Antunes em agosto 4, 2004 07:10 PMAgora que o Canção Nova passa a ser codificado a TV Cabo bem podia inserir a FOX News.
Então sim, os termos "propaganda" e "panfletário" ganhariam uma nova dimensão...
Afixado por: AlIllis em agosto 4, 2004 07:45 PMO que é que te deu para meteres um blogue tão comprido?
Deixaste de tomar os comprimidos?
Olha que com a saúde não se brinca.
Quando a Lista de Schindler saíu, houve logo uma data de gente a mostrar que Spilberg era mentiroso. Apresentaram argumentos muito sólidos e verdadeiros, como uma planta de Auschwitz, onde se provava que as instalações do comando do campo ficavam no ponto oposto à recriação feita para o filme. E batiam nessas e noutras pequenas teclas, tentando esmiuçar as coisas até que o essencial do filme passasse para segundo plano. Não conseguiram.
Hoje, em relação ao Fahrenheit, o barulho é mais ou menos o mesmo. Vai-se buscar detalhes, esmiúça-se as coisas pequenas, mente-se um bocadito pelo meio (como fez Rogeiro) e faz-se de conta que o essencial do filme é isso, as pequenas coisas.
O que está em causa, o que deveria ser discutido, são os pontos essenciais do filme:
1 -A polémica em torno da eleição de Bush
2 -O debate em torno das capacidades de trabalho e capacidades intelectuais de Bush
3 -As relações entre as famílias Bush e Bin Ladin
4 -As mentiras que justificaram a invasão do Iraque
5 -Quem é que realmente está a pagar e a sofrer com o Iraque e quem é que está a lucrar com isso.
Um debate a sério dos papistas para descredibilizar Moore teria que desmontar estes pontos.
1 -Não há polémica ou não se justifica a polémica em torno da eleição de Bush.
2 -Bush foi sempre um académico brilhante e um gestor de sucesso, com uma capacidade para o trabalho acima da média.
3 -Os Bush, os Sauditas e os Bin Ladin não se conhecem nem têm interesses comuns.
4 -A guerra do Iraque foi justificada com base em verdades inquestionáveis e provas conclusivas que o Iraque era uma ameaça comprovada, bem como os níveis elevados dos estados de alerta nos EUA eram todos justificados e não serviam apenas para gerar um sentimento de medo.
5 -Quem está a deixar a pele os ossos no Iraque são os filhos daqueles que vão beneficiar economicamente com a reconstrução iraquiana e não os filhos dos excluídos e dos pobres.
Seriam estes os pontos que queria ver debatidos pela malta que tanto critica Moore e as denúncias que ele faz.
Indo por aqui, ou seja, tocando nos pontos fundamentais, poderiamos descontruir o discurso e a veracidade do filme. Mas isso não interessa, o que interessa é desacreditar Moore e para isso vale tudo, tudo menos debater o que é essencial...
Estou plenamente de acordo com MBP. A maior parte dos factos referidos por Moore foram passados à lupa e mantiveram-se de pé. Propaganda foi o que andaram praticamente todos os grandes canais de televisão e jornais americanos a fazer até há pouco tempo antes de começarem a ser espicaçados por Moore e outros, a ponto do New York Times, se não estou em erro, ter vindo pedir desculpa aos seus leitores pela posição acrítica que teve durante muito tempo em relação à questão do Iraque.
Afixado por: josé sousa em agosto 4, 2004 09:00 PMDaniel,
o teu facciosismo não têm limite!
o Michael Moore é "Mais competente, equilibrado e honesto".
Claro, tirando o facto de ele insistir numa provocação despropositada, obsessivamente repetida, fundada na hipótese idiota de que soldados profissionais são crianças.
Daniel,
o teu facciosismo não têm limite!
o Michael Moore é "Mais competente, equilibrado e honesto".
Claro, tirando o facto de, entre outras manipulações, ele insistir numa provocação despropositada, obsessivamente repetida, fundada na hipótese idiota de que soldados profissionais são crianças.
Caralho lá para as repetições!!!
Afixado por: Heroi do Silêncio em agosto 4, 2004 10:48 PMCaro João Antunes, desde quando a Slate é um meio de comunicação credível!? LOL
Basta lembrar que é propriedade da Microsoft um dos grandes financiadores do Partido Republicano. Afinal de contas foram estes que livraram a empresa do desmembramento a quase foi sujeita, depois de ter sido condenada por práticas monopolistas.
Acho que chegou a altura de Bill Gates pagar os favores.
P.S. Quando quiser argumentar, tenha pelo menos o cuidado de escolher bem as suas fontes.
Afixado por: devnull em agosto 4, 2004 10:53 PMPois...as mentiras dos outros desculpam as nossas...
Afixado por: Rui Silva em agosto 4, 2004 11:03 PM"Uma das estratégias mais bem sucedidas de Michael Moore consiste em expor a própria figura na tela, seja atormentando executivos de grandes empresas ou políticos. Agora, ele está provando do próprio veneno.
Michael Wilson está finalizando o filme Michael Moore Hates America ("Michael Moore Odeia a América"), que parte da mesma idéia que moveu Moore no filme Roger & Eu, onde ele tentava entrevistar Roger Smith, presidente da GM, sem sucesso.
Agora o milionário assediado é Moore, a quem Wilson busca entrevistar e não consegue.
Desde que começou o projeto, o cineasta de 28 anos tem recebido ameaças de morte. Em seu site (www.michaelmoorehatesamerica.com )ele desabafou. "Os fãs de Moore podem ser as pessoas mais intolerantes do mundo. Recebi ameaças de gente que diz que tem de ser ouvida, mas que me manda calar a boca", afirmou."
Afixado por: Heroi do Silêncio em agosto 5, 2004 12:34 AMAssim como Wilson, quem está usando as mesmas armas para combater o queridinho da esquerda mundial é Bart Hook, um ex-estudante de cinema e webdesigner que perdeu o emprego após os atentados de 2001.
"A empresa em que eu trabalhava perdeu clientes depois do ataque ao WTC.
Especialistas estimam que pelo menos um milhão de pessoas perderam seus empregos devido aos ataques", afirma.
Hook batizou seu filme de Fahrenheit 411 (o telefone nos EUA para pedir informações).
Apesar de reconhecer Moore como um cineasta "extremamente talentoso", acha que a edição de Fahrenheit 9/11 é "mentirosa e manipuladora". Para demonstrar como a edição de um filme pode mudar sozinha o sentido dos fatos reais, Hook vai reeditar algumas imagens do filme de Moore:
"Percebi várias "edições criativas" em Fahrenheit 9/11. Moore pega pedaços das histórias e mostra fora do contexto. Não haveria problema se o filme não pretendesse ser um documentário. Eu só queria que o público pudesse ver todas as imagens para entender o nos levou dos atentados à Guerra no Iraque."
Afixado por: Heroi do Silêncio em agosto 5, 2004 12:37 AMQuando ao debate estamos conversados.
É mais fácil copiar os comentários sobre o trabalhito do Wilson (o moço não conseguiu entrevistar Moore porque nem sequer soube como o procurar...) do que pegar no assunto em causa e debater os pontos principais do Faherenheit.
Afixado por: MBP em agosto 5, 2004 01:52 AMAi sim?
Porquê, já viu o filme do Wilson?...
Boa Daniel! Depois de ler Clarke e ver Moore (eu li também o livro de Moore, é melhor que o filme) o mundo aparece-nos com uma face diversa. Principalmente a parte que defines como "pragmatismo dos jogos de guerra". Se lermos o longo testemunho de Clarke sobre as negociações para desencadear a primeira Guerra do Golfo não aparece em nenhum lado a justificação de libertar um país invadido, o Kuwait, só lemos debates e trocas de argumentos sobre os lençois de petróleo da Arábia Saudita, essa foi a grande preocupação. O cinismo de uma boa parte da política internacional americana dos últimos anos está bem patente nesse exemplo. Agora aconselho-te mais uma leitura interessante: o novo livro de Hans Blix "Irak les armes introuvables" (ando a ler a tradução francesa). No livro de Blix cruzamo-nos de novo com as denúncias de Moore, Clarke e de BH Levy e outra denúncias ainda mais interessantes.
Afixado por: Rui Curado Silva em agosto 5, 2004 11:32 AMNão vi o filme do Wilson porque o filme ainda nem sequer está pronto. O que vi foi o pobre Wilson à procura de Moore, procurava por todo o lado, mas esqueceu-se de coisas tão simples como procurar na lista telefónica... onde estava lá, na altura, o contacto de um dos gabinetes de Moore em Nova Iorque.
Em todo o caso nós não estamos a falar de Wilson, mas sim do Faherenheit, e quanto a isso ainda não vi debate, apenas calúnia e desvios de conversa.
Afixado por: MBP em agosto 5, 2004 12:39 PMOiiiiiiiiiiiiiiiiiii
( pelo menos eu cumprimento sempre a malta ! )
Então menino/as ??? como é ???? hãããããã ????
Quem é melhor ??
neville chamberlain ??? ou George W. Bush ???
Como já provei várias vezes , tudo pode ser ridicularizado!!!!!!( o melhor para mim é o que está no bde , no " Mais perverso dos labiritos " , quase a desaparecer ..)
Agora..., é preciso olhar a floresta para além da árvore!!!
O neville chamberlain ( e escrevo nome dele sem as iniciais em maiusculas de proposito) foi primeiro ministro inglês !!!
Era muito cordial !!!para ele todos os problemas podiam ser resolvidos pela diplomacia.
Fazia lembrar o chirac ( os franceses andam sempre atrás )ou o schroeder,ou jo jo fisher ou.....marocas, ou guteres, ou a maioria dos leitores deste blog. ( Por isso é que verborreio aqui , porque aqui é que é necessária a conversão !! ( nossa !! acho que me escancarei demais !! ) ( será que me vão começar a censurar lol ? cuf !! )). É uma missão dura eu sei , porque essencialmente vocês são duros também , de ouvido !! Podecê que pelos olhos o coiso penetre.O Belmirinho ( o das mercearias gigantes ) dizia há uns tempos que para a mensagem passar era necessário falar a linguagem do interlocutor , ou seja se ele for chinês fala-se chinês , se for malcriado ...,, se for surdo !! ou duro de ouvido usa-se a mimica e de preferência para manter um bom ambiente com umas macacadas pelo meio porque é assim como dar a papa a um bébé , distrai-se ..e depois a papa entra sem ele dar por ela.
Claro aqui é diferente , porque voçês já não são bébés são mais bebes !! Bebes ?? vai mais um cópito ???
Voltando á pregação ( não abuses Afonso !! ( ups !!desculpa queria dizer cruxificação !! ) )
porque é que o neville chamberlain não fez como George W. Bush ??? PORRA ????????
Acredito que haja gente que não saiba ou não entenda o que quero dizer ? essa gente está hoje contra George W. Bush .. A História é muito importante , ela repete-se continuamente , eu sei porque já de lá venho.
Agora vou fazer um picolo intervalo porque vou tentar descobrir umas pacientes do Freud umas tais NU VIRGO .É que apesar da idade sinto-me vigoroso como sempre. Vi um videoclip delas e passei-me ( a música é ligeira mas ali não é a musica que importa !!)
Pronto já me vim !!! ( fala o anjinho no ouvido do lado direito:Ó Afonso isso não se diz !!
fala o diabinho no ouvido do lado esquerdo e a espreitar para o anjinho : Ó anjinho ele queria dizer , que já veio !! ele não percebe é nada de ortografia! )
Rais parta estes animais que atazanam os meus ouvidos !! deixem-me em paz !! se vocês tivessem sexo entretinham-se mais !!
o neville chamberlain fez em 37 o que o chirac e o shroeder e toda a esquerda macarrónica estão a fazer agora ( exactamente a mesma coisa , rigorosamente !).
Fez de conta que não viu o hitler armar-se até aos dentes e recusou-se a intervir apesar de N avisos que recebeu.
Laissez faire laisser passer.
Viu-se o que foi.
Se o chamberlain tivesse agido preventivamente a tempo quanto sofrimento teria sido evitado?
Hoje , vivemos tempos diferentes , vivemos na época da miniaturização. Quem pode garantir que o bin laden não faça explodir uma bomba atómica em Londres ?? O objectivo dele é destruir a nossa civilização !!!
Então vamos lá deixá-los a trabalhar em paz !!!?? como fez o neville chamberlain , que preferiu não ter chatices!!, e como bateu a caçoleta em 1940 não pode vêr que o seu próprio país ia perdendo a própria independência !!!!
O ataque ás torres foi um tomar de pulso, para todo o mundo.
O erro de bin laden foi ter feito o ataque aos USA . Porque se ele tinha atacado por exemplo Londres , ainda hoje estava no afeganistão a curtir as papoila dormideiras e os haréns !!com a proteção dos "intelectuais " porque jamais os ingleses por si só teriam capacidade de resposta adequada, depois os outros europeus iam chorar muito sempre a olhar para o umbigo mas mais nada.
O bin laden poderia então nas calmas arranjar armas mais poderosas.
Por outro lado o escuteiro sadam se a iniciativa de Bush não tivesse sido a que foi ,iria começar a pensar hum !! Até que o Bin não é mau de ideias , que giro !! estas ideias até me estão a dar outras !! em vez de esconder bem escondidinhas as wmd até posso , humm , hum bem deixa cá ver ...
Então ? quem é melhor Bush ou chamberlain ?
Será que este pessoal vê a floresta para além da arvore ??
Afixado por: Afonso Henriques em agosto 5, 2004 01:08 PMÓ Dani'Libeira,
Folgo em ver que estás vivo então foste ao meu blog e acertas-te na adivinha ??
Qunado queres os mil contos !!!!! cof,cof.
Afixado por: Afonso Henriques em agosto 5, 2004 01:36 PMdaniel vai ao pais relativo e vê como ha gente à esquerda que não fica cega por odio ao bush
ele pode ser uma merda mas o filme do moore est´´a ap nivel de um documenrto panfletário e desprovido daquilo que um documentário deve ter isenção
Um documentário não tem de ter isenção nenhuma. Um documentário não é jornalismo.
Afixado por: Daniel Oliveira em agosto 5, 2004 05:53 PMEste é propaganda no seu melhor estilo não achas ? Dani sempre tenho razão !!
Afixado por: Afonso Henriques em agosto 5, 2004 06:36 PM"statu quo" se faz favor...
Afixado por: curioso em agosto 5, 2004 09:32 PMnão é statu quo é stratos, lancia.
lol ?? não sei porquê ? mas t´´a bem !!
Afixado por: Afonso Henriques em agosto 5, 2004 11:15 PMFAHRENHEIT 9/11
O Filme mais Chato após “Solaris”
Autor: Michael Moore , a criatura mais desonesta e mentirosa, que fez corar de vergonha o Louça.
Michael Moore manipula e mente durante todo o filme. Deu-me vontade de peidar várias vezes. Apesar das cadeiras serem confortáveis, o filme é tão chato que fiquei com o cu quadrado. Coisa que não me aconteceu nos 3 filmes do “Senhor dos Anéis”. Mas não podemos comparar os realizadores. É como o primeiro ser o Dino Meira e o segundo a Madona!
Para Michael Moore o Bush é um idiota (primeiro peido), é amigo da família real saudita (segundo peido), Saddam nunca fez mal a ninguém (um peido e um arroto) e Bush namorou com os Talibãs (três peidos, um arroto e uma carga de Litopol).
O senhor Michael Moore sai do filme como um Grande Pacifista, tipo Costa Gomes e pandilha quando faziam manifestações pela Paz, pagas pela União Soviética. Uma espécie de Miguel Portas e Louçã à americana!