
... mas a Obikwelidade anda lá perto.
Obrigado, Francis Obikwelu, por teres decidido ser português. Todos nós também o decidimos, mais tarde ou mais cedo, às vezes sem nos darmos conta. Tu decidiste-o mais tarde e de forma mais consciente do que eu, o que certamente não tem menos significado, bem pelo contrário. Espero que o teu país saiba aprender com essa generosidade que demonstras tu e muitos outros novos portugueses que não ganham medalhas nos 100m.
Parabéns Francis Obikwelu. Recorde nacional, recorde europeu, faltou um pintelhinho para recorde de mundo.
Boa sorte nos 200m. Dá corda aos sapatos e venha outra, de preferência dourada.
Afixado por: ccoelho em agosto 23, 2004 07:57 AMÉ verdade. Temos que agradecer. É o Eusébio da velocidade, o tipo parece uma pantera a correr. E aquela dança inicial... lindo! Os outros todos super stressados e ele todo contente, na boa, a dançar na pista 5, a curtir...
Só nos lembramos deles de 4 em 4 anos mas pelo menos deveria haver um centro de alto rendimento em Portugal para podermos ter mais atletas destes! De certeza que era mais barato do que um estádio inútil como alguns que foram feitos para acolherem 1 ou 2 jogos...
Afixado por: O Bom Selvagem em agosto 23, 2004 09:33 AMSem comentários para a manchete do Correio da Manhã...
Afixado por: Pedro Sá em agosto 23, 2004 10:56 AMEu trocaria Obikwelidade por Obiqwalidade....
Afixado por: Maria do Rosário em agosto 23, 2004 11:59 AMLINDO!!!
Belas palavras para começar o dia.
Ainda por cima os meteorologistas enganaram-se.
PS: Eu torci por ele como portuguesa.
Afixado por: Maria em agosto 23, 2004 12:19 PMÉ um grande português.
Para aqueles que acham que ele não sabe português experimentem a ouvir falar o ex-ministro Jorge Coelho.
Grande Chico.
Não sei ne não tem mais mérito que muitos portugueses que não escolheram ser portugueses. Ele escolheu!
- Obikwelo dedicou a medalha de prata conquistada em Atenas aos Deficientes Portugueses.
Trata-se de um gesto invulgar e de grande significado humano.
Num País denunciado pela ONU pela prática sistemática de actos racistas, esta atitude não deixa de constituir uma amarga ironia.
O Atleta veio para Portugal e começou por trabalhar nas "obras", por sorte alguém reparou nas suas faculdades para o Atletismo e proporcionou-lhe condições para treinar.
O curioso é que sendo um atleta de velocidade pura, tenha dedicado a medalha às centenas de milhar de portugueses que quotidianamente são obrigados a "correr" com barreiras e obstáculos, porque este país padrasto os ignora de maneira ignóbil e não lhes faculta condições de mobilidade.
Madail anunciou!
Derlei com as portas da Selecção abertas! Processo de naturalização quase terminado.
Bem haja.
Afinal o que as nossas selecções precisam é de estagios na obras... Talvez ganhassem educação e modestia...
Como é que os penteadinhos com gel, dos futebóis olimpicos,se sentirão?
No mínimo rubros de vergonha. Mas é coisa, que por aqueles lados não abunda. Por mim, mandava-os todos para as "obras".
Se puderem, leiam também a capa do DN de hoje, um bonito texto sobre o atleta. Há pouco ouvia uma entrevista que ele deu no ano passado, algures na Net. Há momentos em que me comovo e fico com um nó na garganta, ou à beira das lágrimas, como me sucedeu hoje. Obikwelu enche-me de orgulho e fico a pensar que este país pequeno pode, ocasionalmente, ser grande como o mundo, que um dia foi espreitar. Obrigada, Obikwelu, e viva Portugal.
Do DN, www.dn.pt
««Francis dá prata a Portugal»»
Rui Frias - Em Atenas
A «zorba» começou a entoar no Estádio Olímpico quando os finalistas dos 100 metros se perfilavam para a mais esperada corrida do programa olímpico. De repente, o ecrã gigante mostrava Francis Obikwelu. Divertido, na pista 5, o português brincava ao som daquela espécie de música nacional grega, acompanhava os aplausos das bancadas, puxava pelo entusiasmo do público... Francis sentia que este era o seu momento. O seu destino estava ali, a apenas 100 metros de distância. E quando o tiro de partida soou, Francis atirou-se a ele, correu até não poder mais, rápido como nunca. No fim, levantou a cabeça orgulhoso. Era o segundo homem mais rápido do planeta, a uma unha negra do olimpo, apenas um centésimo atrás do mais improvável dos norte-americanos, Justin Gatlin.
Os 9,86 segundos que o marcador electrónico anunciava são não só um óbvio recorde nacional como o novo recorde europeu, que pertencia ao lendário inglês Linford Christie. Tudo isto Obikwelu celebrou, numa volta entusiasta à pista, com a bandeira portuguesa pelas costas.
«Trabalhei para isto toda a minha vida», gritava no fim o luso-nigeriano aos microfones de todo o mundo que lhe puseram à frente da boca. Foi «para isto» que, por exemplo, desertou da selecção junior da Nigéria quando esta foi a Portugal disputar o mundial de pista coberta, em 1994. Foi «para isto» que andou a trabalhar clandestino, durante um ano, em várias obras de construção civil nos arredores de Lisboa. Foi «para isto» que foi bater às portas do Belenenses, em 1995, onde o treinador Fausto Ribeiro nem queria acreditar no «diamante» que lhe caía nas mãos. Foi «para isto» ainda que há dois anos rompeu definitivamente com a Federação da sua terra-mãe, uma Nigéria que não lhe reconhecia o talento, e passou a correr pelo país que o adoptou, Portugal. «Isto», a consagração como um dos melhores velocistas do mundo, chegou ontem no palco mais desejado por todos os atletas: os Jogos Olímpicos.
Um feito tão impressionante quanto a concorrência que Francis Obikwelu deixou para trás. Maurice Greene, norte-americano, campeão olímpico de Sydney; Shawn Crawford, norte-americano, tinha o melhor tempo do ano; Asafa Powell, jamaicano, considerado o único rival capaz de bater Greene nestes Jogos; Kim Collins, de St.Kitts, campeão do mundo; Obadele Thompson, de Barbados, medala de bronze em Sydney. Mais, Francis foi o único a intrometer-se entre os norte-americanos - atrás de Gatlin (ouro) e à frente de Greene (bronze) e Crawford (quarto). Elevou o escudo português entre as stars and stripes dos Estados Unidos. E Obikwelu o que diz? «Ganhar uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos não é fácil.» Só isso, da forma mais descontraída do mundo. Tão descontraída como a sua «cavalgada» pela pista do anfiteatro projectado pelo génio de Santiago Calatrava - o palco de todos os sonhos.
«I feel fantastic», anuncia a mais uma rádio, esta nigeriana. O recorde europeu? «É a minha medalha de ouro», exulta, como que incrédulo ainda. O primeiro lugar esteve quase, lembram-lhe. Mas Obikwelu encolhe os ombros: «Não quero ser ganancioso.» E despede-se, não sem antes cumprir uma promessa anunciada. «Esta medalha é para os deficientes portugueses», refere o homem que «jogava à bola com Kanu» nas ruas de Lagos. A Nigéria perdeu um futebolista. Portugal ganhou, para já, um vice-campeão olímpico. Mas os 200 metros começam já amanhã. Com Obikwelu.
Afixado por: Ana Miranda em agosto 23, 2004 04:31 PMO Obikwelo é o maior , parabéns !!!
Mas.....
Hoje !!!!!! faz exactamente 30 anos que o Nixon pediu a demissão !!!!! ( nem um post sobre este assunto !!! pudera !!! )
À trinta anos dois verdadeiros Jornalistas numa verdadeira Democracia conseguiram derrubar o homem mais poderoso do mundo !!!!! que exemplo !!!!!!!!!!!
Afixado por: Nuvem Negra em agosto 23, 2004 04:38 PMGrande post, Rui Tavares. Excelente.
Afixado por: Luís Lavoura em agosto 23, 2004 04:56 PMOs Barnabés estão contentes não só por um português ter ficado em 2º lugar, mas também assim, os EUA não terem ficado com as medalhas todas
Afixado por: IZDNJ em agosto 23, 2004 05:34 PMO Eusébio da velocidade só pela côr. É talvez o Carlos Lopes da velocidade pela outra.
E pensar que este medalha de prata passou fome na sua actividade de sobrevivência na construção civil....
grande post(a) rui
Afixado por: Mário Simões em agosto 23, 2004 06:25 PM... em contrapartida, um português nacionalizou-se italiano e ganhou (para a Itália, claro), uma medalha no remo ...
Afixado por: Isabel Coutinho em agosto 23, 2004 06:33 PMSim, muito bonito isso tudo, mas estão a ser injustos com o rapazinho da bicicleta que ninguém conhecia, e que estava lá para apoiar outro de nome "grande". Deu corda às canetas e tirou uma medalha de prata... este sim, português de sangue, coração e raça.
Afixado por: Reaça em agosto 23, 2004 07:46 PMAgora sim, tenho uma bandeira à janela.
Afixado por: thirdbacus em agosto 23, 2004 09:08 PM...e no entanto há outras maneiras de se ser patriota.
O atleta Manuel Silva que foi eliminado nos três mil metros obstáculos, disse no fim da corrida que o Comité Olímpico não lhe tinha dado as condições necessárias para se preparar e que até treinava com sapatos rotos.
Mais tarde emendou a mão ( ou terá emendado o pé!?) e pediu desculpa pelas declarações.
Ainda bem que o fez, porque aquela afirmação era sobretudo uma injustiça para as centenas de crianças Portuguesas, que trabalham nas fábricas de calçado do Vale do Ave e que diáriamente se esforçam para manter Portugal em primeiro lugar no ranking do trabalho infantil...
Medalha e recorde dão 33 250 euros que Francis vai doar a deficientes
Francis Obikwelu embolsou nada mais nada menso que 33 750 euros (7 750 contos na moeada antiga) que ele -- como já fez questão de revelar -- vai doar a instituições de segurança social de deficientes. Pela medalha de prata, Obikwelu ganhou 22 50 euros, enquanto o recorde europeu lhe valeu 11 250 euros.
http://www.ojogo.pt/20-184/artigo402190.htm
Afixado por: Esquecido em agosto 23, 2004 11:38 PMA maneira como os jornalistas televisivos portugueses têm feito as reportagens sobre o Obikwelu é um espelho do patético da mesquinhez que anda por aí. O que interessa é sentirmo-nos também vencedores com o sucesso dos outros. E não basta que esse outro homenageie a bandeira nacional, prestigie o desporto nacional. Não. É preciso mostrar que somos mesmo bons, tanto que tivemos visão para aproveitar um “desgraçado” que estava “magrinho” trabalhava nas “obras” e sentia-se muito sozinho e triste. É preciso mostrar “ a mãe adoptiva portuguesa” (querem maior simbolismo do que esse?) o “Pai adoptivo português” etc., etc. A mensagem subliminar é mais ou menos esta: Foi Portugal, nação generosa, visionária e grandiosa que foi arrancar Obikwelu de um destino cruel e leva-lo ao colo até ao podium dos jogos olímpicos de Atenas.
Ora se eu não eu estou enganado parece-me que foi Francis Obikwelu e o(s) seu(s) treinado(res) que, através de considerável talento, abnegado trabalho e grande motivação, levaram a bandeira portuguesa ao podium e não ao contrário.
Os portugueses podem e devem sentir-se felizes com o resultado de Obikwelu, por ter sido um português (orgulhoso por sinal) a alcança-lo. Só isso. Ponto Final.
A maneira como os jornalistas televisivos portugueses têm feito as reportagens sobre o Obikwelu é um espelho do patético da mesquinhez que anda por aí. O que interessa é sentirmo-nos também vencedores com o sucesso dos outros. E não basta que esse outro homenageie a bandeira nacional, prestigie o desporto nacional. Não. É preciso mostrar que somos mesmo bons, tanto que tivemos visão para aproveitar um “desgraçado” que estava “magrinho” trabalhava nas “obras” e sentia-se muito sozinho e triste. É preciso mostrar “ a mãe adoptiva portuguesa” (querem maior simbolismo do que esse?) o “Pai adoptivo português” etc., etc. A mensagem subliminar é mais ou menos esta: Foi Portugal, nação generosa, visionária e grandiosa que foi arrancar Obikwelu de um destino cruel e leva-lo ao colo até ao podium dos jogos olímpicos de Atenas.
Ora se eu não eu estou enganado parece-me que foi Francis Obikwelu e o(s) seu(s) treinado(res) que, através de considerável talento, abnegado trabalho e grande motivação, levaram a bandeira portuguesa ao podium e não ao contrário.
Os portugueses podem e devem sentir-se felizes com o resultado de Obikwelu, por ter sido um português (orgulhoso por sinal) a alcança-lo. Só isso. Ponto Final.
Fico feliz com esta grande vitória de Obikwelu. A vitória da humildade, do trabalho, do esforço, do sacrifício e da vontade de ganhar.
Será que nas selecções de futebol algum dos responsáveis conhece o significado destas palavras?
Para quando a demissão de Madaíl e o fim da vergonha que é o chamado "desporto rei" português!
Afixado por: miranda em agosto 24, 2004 05:34 PMFico feliz com esta grande vitória de Obikwelu. A vitória da humildade, do trabalho, do esforço, do sacrifício e da vontade de ganhar.
Será que nas selecções de futebol algum dos responsáveis conhece o significado destas palavras?
Para quando a demissão de Madaíl e o fim da vergonha que é o chamado "desporto rei" português!
Afixado por: miranda em agosto 24, 2004 05:36 PMFico feliz com esta grande vitória de Obikwelu. A vitória da humildade, do trabalho, do esforço, do sacrifício e da vontade de ganhar.
Será que nas selecções de futebol algum dos responsáveis conhece o significado destas palavras?
Para quando a demissão de Madaíl e o fim da vergonha que é o chamado "desporto rei" português!
Afixado por: miranda em agosto 24, 2004 05:36 PMAcabei de ver o apuramento para os 200 metros ... o homem podia pelo menos fingir que é um esforço para ele.
Afixado por: Maria em agosto 24, 2004 06:45 PMAcabei de ver o apuramento para os 200 metros ... o homem podia pelo menos fingir que é um esforço para ele.
Afixado por: Maria em agosto 24, 2004 06:48 PMlol Maria, tem toda a razão, o homem andava ali com um à vontade que metia medo, dava a impressão que corria mais 200m. Impressionante!
Afixado por: Eagle One em agosto 24, 2004 07:12 PMBom post, Rui.
Afixado por: Monty em agosto 25, 2004 11:09 AMReaça, não vejo qualquer diferença entre ambos os atletas em termos de pertença ao nosso país. Será que Obikwelu não é português? Português de raça? Mas há uma raça lusitana? Pensei que era somente de cavalos. Mas este comentário mostra bem as suas inclinações e opiniões, por isso nem vou continuar
Obikwelu deu uma lição de humildade, de vontade e generosidade, e por conseguinte, espirito olímpico a uma cambada de putos mimados, com os penteados da moda e os Porshes, que envergonharam o país e esse mesmo espírito com a prestação miserável no torneio de futebol.
Assim como o fizeram Rui Silva e Sérgio Paulinho.
Pessoas que treinam e se esforçam com um milionésimo dos apoios e capacidades que têm estes putos mimados, e que mostram o que é ser atleta e/ou desportista.
Parabéns Francis, Rui e Sérgio!
Afixado por: Stephen King em agosto 25, 2004 02:15 PMMais uma vez alguém nos fez sentir orgulhosos de ser portugueses, e deviamos? Por Francis sinto uma imensa alegria porque na verdade merecia a medalha de ouro, uma vez que a diferença do 1º lugar não é nada se compararmos as condições que os dois atletas têm. E são neste momento um pouco melhores para Francis porque treina em Espanha com uma treinadora Espanhola, ora digam-me o que há nisto tudo de lusitano, para mim apenas o reconhecimento de uma grande homem que optou por vestir as nossas cores. E que tal proporcionarem a atletas destes centros de estágios que os dignifiquem e já agora - a todos os portugueses - curvem um pouco a cabeça porque as bandeiras que estão nas janelas portuguesas não foram lá colocadas pelo Francis nem pelo Rui Silva, Emanuel Silva ou Sérgio Paulinho ( estes atletas nas vésperas das suas provas não eram vistos nas praias gregas como a selecção de futebol). Aos esforaçados atletas portugueses - Muito Obrigado!
Afixado por: dinha em agosto 25, 2004 03:21 PMNão é português quem quer. É português quem é filho de Portugueses. Por mais que se goste da China ou dos Incas, não se passa a ser chinês ou inca. Assim, Obikwelu não é nem nunca será português: nada tem em comum com os portugueses - nem etnia nem sequer raça. É inteiramente estrangeiro.
Por conseguinte, os Portugueses, até ao momento, só ganharam uma medalha de prata nestes Jogos Olímpicos: a do ciclista.
Quanto a quem «está muito confuso» sobre a identidade portuguesa, fica aqui o essencial: os Portugueses são um povo de raça branca e língua indo-europeia, pelo que pode ser classificado de «ariano». Nenhuma mistura com africanos ou com Mouros alterou essa verdade fundamental, e o sangue árico dos invasores Germânicos (Visigodos e Suevos, e Vândalos), bem como dos Alanos, só diversificou a raiz já de si ariana da fusão luso-romana, da qual resultou o essencial da Estirpe Nacional.
Portugal é pois um país branco ariano: ou então, não existe.
Afixado por: Caturo em agosto 25, 2004 06:24 PMEste "caturo" se não é parvo faz-se...
Afixado por: curioso em agosto 26, 2004 09:33 PMEste caturo mete-me nojo. São comentários como esse que me enchem de vergonha de ser português.
Afixado por: Pedro M.N. em agosto 26, 2004 10:06 PMTU é que metes nojo. E olha que não é pouco. Eu como verdadeiro Português é que lamento que tu ainda digas que és português. Leva o atrasado mental curioso contigo para África e não voltes.
Afixado por: Caturo em agosto 27, 2004 10:38 AMNão percebo porque hão-de as pessoas sentir vergonha pela existência de pessoas como caturo.
Vivemos em democracia para o bem e para o mal e faz sempre bem ouvir este tipo de opiniões para que as pessoas nunca esqueçam que existe sempre o reverso.
Aliás basta visitarem o blog anunciado por caturo ...http://gladio.blogspot.com/...para terem uma ideia das ideias perfilhadas por tal figura ( que consegue invocar Zeca Afonso para defender as suas ideias, só que os eunucos são outros...sinal de desespero?).
Ideias ou falta delas, uma vez que misturar conceitos como família, nação, raça é de uma vulgaridade atroz ( aliás só lê livros de J. Andrade Saraiva?)
Afixado por: Picor em agosto 27, 2004 03:18 PMCaturo... bem hajas... é com esse tipo de comentários que se consegue perceber que ainda temos muito que evoluir... Não há tempo para descansar... tu estás bem no fundo do pelotão!!!
Afixado por: HabeasCorpus em agosto 27, 2004 04:03 PMHabeas Corpus, mas tu sabes sequer o que é evolução para estar a falar no assunto, tu que, desde que te meteram a cassete do BE na bobina, dizes sempre a mesma coisa? Será que a gente como tu pura e simplesmente não pensa?
Compreendo que a «vulgaridade atroz» choque o Picor. É que o Picor, picado com a sua própria falta de argumentos, não cabe em si de «choque», isto é, de irritação.
Afixado por: Caturo em agosto 29, 2004 12:04 AMCaturo, não estou irritado nem chocado ( a vulgaridade está lá mas apesar de tudo a inteligência também ). Aliás até concordo consigo no facto de, também a mim, me causar um certo "nojo" ver as pessoas a adoptarem Francis Obikwelu apenas e "só" por ter ganho uma medalha nos Jogos Olimpicos.
Quanto à falta de argumentária, não tenho a presunção de mudar a sua maneira de pensar apenas discordo da teoria de que quem não é 100% branco não é Português ( muitos deram a vida pelo País que consideravam seu na Guerra Colonial ).
Discordo também quando clama por conceitos como a Verdade, Justiça, Honra e Virtude e os associa a conceitos como Nacionalismo e Racialismo.
Desculpe-me o politicamente correcto mas não resisto a esta frase feita, mas para mim não é justo nem honrado quem julga menor outrém apenas e só porque nasceu com uma cor diferente.
Onde estão os arianos puros?
Quem garante que alguma vez tenham sido puros?
Este «exemplar» quem foi?
Acho que o lugar dele será num caixote esquecido de um qualquer armazém de espólios ósseos de uma espécie hominídia sem qualquer interesse científico...