
É mesmo assim que é o principio e o fim dos amores que nunca se chega a saber se o são. Estrangeiro à volta, tudo fica como tem mesmo que ficar e nunca mais sai da memória o que podia ter sido. Lost in Translation é o melhor filme que vi desde há muito tempo.
Saúde-se este momento: estou contigo Daniel. Afinal, sempre há zonas de consenso entre bloquistas e liberais... :)
Afixado por: jcd em janeiro 30, 2004 11:24 AMDaniel, assino por baixo.
Afixado por: Turra em janeiro 30, 2004 11:37 AMFica cá dentro este filme, sem dúvida.
Afixado por: Rui MCB em janeiro 30, 2004 11:54 AMé bom ver que há sentimentos dentro desse ser frenético.
;)
Bolas Daniel, não me convidaste para ir contigo, porquê????
Afixado por: Renata em janeiro 30, 2004 12:37 PMParafraseando o carapauzinho jcd, também há zonas de consenso entre bloquistas pró e bloquistas anti-aborto.
Afixado por: CC em janeiro 30, 2004 01:53 PMCreio que o post afixado pelo Daniel caracteriza o filme de uma maneira eficaz e directa. É mesmo isso. Desde que o filme começa que o desfecho se torna previsível. Não por erro de argumento, mas pela frontalidade da situação. É a história de toda a gente... Uma relação inclassificável e uma saudade antecipada pelas circunstâncias. Mesmo nos momentos mais felizes do filme, a saudade impera. Todos sabíamos as opções que os intervenientes tinham, todos sabiamos como iam acabar por optar. Creio que toda a gente naquela sala de cinema se sentiu cúmplice daqueles dois simpáticos personagens, com uma constante e irritante sensação de "deja vú", transposto para realidade. Música excelente (a destacar o monumental "Just like honey" dos Jesus and Mary Chain a fechar o filme), fotografia soberba e um argumento genial com personagens do quotidiano, tão docemente lineares...
Não sendo ninguém em especial, todos podíamos ser Bill Murray, ou Scarlett Johansen, numa tarde chuvosa algures em Tóquio....
Eh pá também quero ver.
Afixado por: Major Alvega em janeiro 30, 2004 04:31 PMMais um ponto de contacto!
Sofia Coppola depois das Virgens Suicidas, volta a encantar-nos, a mostrar-nos que uma boa história, bons actores e boa realização dispensam espalhafatosos efeitos especiais e digitais. A ver e rever. Cá dentro ficou uma vontade enorme de conhecer Tóquio, sozinho...
E é uma injustiça inqualificável que este desempenho de Scarlett Johansson não seja candidato ao Óscar.
Ainda consigo ouvir "Alone in Kyoto" dos air, enquanto Scarlett passeia sozinha, com a sua beleza e a sua inocência juvenil por essa bela terra. Mais uma assinatura, daniel.
Afixado por: MLP em janeiro 31, 2004 09:56 PM