“Ser lésbica não é ser mulher na plenitude natural do termo, porque se assim fosse não haveria o problema da procriação natural". Público
Luís Villas-Boas, presidente da Comissão de Acompanhamento da Lei da Adopção portuguesa.
Esse "ser" que me venha a mim dizer que não sou homem na plenitude que lhe vou ao focinho de uma maneira que depois vai ser dificil é alguém dizer se "esse" é ser humano ou.. outra coisa qualquer irra!!!!
Afixado por: Boss em fevereiro 18, 2004 12:52 PMEntão! Não me vão dizer que não está "benito"!! Aquilo é a poesia a brotar da mentes dos loucos, no seu mais puro estado de insciência... :p
Afixado por: C. em fevereiro 18, 2004 01:15 PME ser como o Luis Villas/Boas é não ser inteligente e racional na plenitude natural do termo. E é dificil dizer mais sem ser mal educada, assim na plenitude natural do termo.
Afixado por: Sara Figueiredo Costa em fevereiro 18, 2004 01:21 PMDe onde é que terá saído esta arara?
Afixado por: J em fevereiro 18, 2004 02:18 PMO gajo está-se a passar? Ou quê?
E depois queixam-se que temos as instituições cheias de crianças para adopção...
Também com energúmenos destes...
Então o Boss é lesbica, ou mesmo gay?!? Sim, isso não invalida ser homem na sua (dele) plenitude. Realmente não... E, chega de discriminação!
Afixado por: Carlos em fevereiro 18, 2004 03:12 PMNO COMMENTS NO COMMENTS NO COMMENTS NO COMMENTS
Afixado por: CalmatitesJr em fevereiro 18, 2004 03:15 PMmais um tonto com poder que se torna perigoso pelo modo como atinge as pessoas... nestas coisas da vida parece mentira que haja psicólogos assim... mas a verdade é que é uma "infelicidade" ter psicólogos como estes em Portugal...
Afixado por: paulo jorge vieira em fevereiro 18, 2004 03:24 PMO Boss aqui é gay sr. Carlos, algum problema? Espero que não..
Afixado por: Boss em fevereiro 18, 2004 04:15 PMDe maneira alguma, Boss! Cada qual é como é e ninguém tem nada a ver com isso, embora cada um tenha a sua opinião sobre as coisas, não é?
Afixado por: Carlos em fevereiro 18, 2004 05:36 PMTanto comentário sobre as afirmações do Luís Villas-Boas e ainda não percebi porquê. Mas o homem dsse alguma mentira?? que eu veja, o que ele disse foi aquilo que até um miúdo de 10 anos vê, que vá contra os vossos ideais isso já é outra coisa.
Quanto a ti Boss não tenho nada a ver se és homo, agora já tenho a ver, e muito, que queiras que a sociedade encare como normal o facto de tu e do teu companheiro ( se o tiveres) serem pais de uma criança, e não me venhas dizer que isso é normal porque não é!!!
Sejam o que quiserem, mas não façam da homossexualidade uma ideologia, é isso que eu pessoalmente sempre combaterei.
Acho que o que o Villas-Boas queria dizer é que uma lésbica, do ponto de vista natural do termo, não poderá vir a tornar-se numa mãe natural, ou seja, cujo filho seja gerado de forma natural.
Considerar esta ideia como ofensica ou discriminatória talvez seja exagero. Considero-a mais como uma realidade, que porventura, possa custar a ser aceite pela comunidade gay...
Agora quem quiser falar de artificialismos, faça favor...
Não sei o que queria dizer, sei o que disse. Que uma mulher que não tenha filhos não o é na sua plenitude. Que a mulher se realiza na procriação natural. Isto é ofensivo para as lésbicas e não só. É ofensivo para as mulheres estéreis. É ofensivo para as mulheres que não querem ter filhos. É ofensivo para as mulheres. É ofensivo.
Afixado por: Daniel Oliveira em fevereiro 18, 2004 07:52 PMsr. Peixoto aposto consigo o que quiser assim como a maioria das lésbicas e homossexuais tem tudo no sítio para engravidarem e engravidar se assim o entenderem, não será com a sua parceira ou parceiro, mas com alguém do sexo oposto obviamente. Já se falarmos de muitos dos casais heterossexuais a coisa já não será assim.. muitos casais heterossexuais acabam por decidir adoptar precisamente por não conseguirem ter filhos, por estarem anatomicamente impedidos de o fazer naturalmente.. ok?
Afixado por: Boss em fevereiro 18, 2004 07:52 PMsr Rui Pereira, é óbvio que não faço da homossexualidade uma ideologia.. assim como não escolhi sê-lo, nunca tentaria convencer ninguém a sê-lo também.. até porque estas coisas nem se escolhem, nem se convencem...
agora nunca aceitarei que me chamem de anormal. nunca aceitarei que digam que tenho menos capacidade de educar uma criança porque sou homossexual.
E digo ainda que quem se preocupe minimamente com o bem estar das ditas crianças, preferiria vê-las amadas e protegidas numa familia homossexual, do que esquecidas num orfanato. E sim há mil e um estudos que demonstram o quão mais saudáveis são as crianças educadas por casais homossexuais, do que as educadas em orfanatos.
Afixado por: Boss em fevereiro 18, 2004 07:58 PMVocês falam, falam, e nós caladas, que treta.
1º que tudo, obrigada Daniel, efectivamente a afirmação do Luís Villas- Boas é ofensiva para as mulheres e .(ponto)
2º- Conviria ter noção do que é educar uma criança, acham mesmo que alguém perde noites de sono, que alguém se hipoteca durante anos ao bem estar daqueles seres que se tornam adolescentes resmungões, por puro show off??? Tipo “olhem para mim, sou gay e consegui educar uma criança???”, por favor NÃO SEJAM RIDÍCULOS !
Ah, outra coisa, para as minhas filhas(10/12anos), um par de namorados são duas pessoas que gostam uma da outra. CRESÇAM, ainda estão a tempo!
Pq diabo neste «site» tantos e tantos se dizem alegres (gay?) e que, ao que sublinham, são descriminados por isso?~
Mas qual o incómodo (?) de se ser alegre?
Qual é o problema de as pessoas alegres adoptarem crianças?
Não percebo nada.
Agora expliquem me. Uma mulher lesbica não pode ter um filho de maneira natural? Não tem vagina nem útero?
O villas-boas é passado dos cornos?
Bem, se fosse lésbica era o quê? meia-mulher? quarto-mulher 15avos de mulher?
(Nova Iorque, 13-12-2002) Alinhando o seu discurso com o de outras organizações de psicólogos e de médicos, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) tornou pública, na sexta-feira, uma declaração em que apoia o direito dos casais de gays e lésbicas a adoptarem crianças.
«A APA manifesta o seu apoio a medidas que permitam aos casais de pessoas do mesmo sexo a adopção de crianças e apoia a concessão de todos os direitos, benefícios e responsabilidades decorrentes da adopção que decorram de tais medidas», lê-se na declaração divulgada pela organização.
Esta tomada de posição surge na sequência de uma declaração da APA, divulgada em 2000, em que se apoia o reconhecimento legal das uniões de pessoas do mesmo sexo.
«Investigações realizadas nos últimos 30 anos demonstram, de forma consistente, que as crianças criadas por pais homossexuais têm o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual que as crianças criadas por pais heterossexuais», disse a APA.
A APA cita estudos que demonstraram repetidamente que são o afecto e o empenho dos pais -- e não a orientação sexual -- que constituem os factores decisivos para que as crianças cresçam e se tornem adultos estáveis e saudáveis.
«Embora alguns estados tenham aprovado legislação que permite a co-adopção», lê-se na declaração, «outras decisões judiciais e legislação proíbem as mulheres lésbicas e os homens homossexuais de adoptarem ou co-adoptarem».
Com a adopção por ambos os membros do casal, as «crianças podem beneficiar dos sistemas de assistência na doença de ambos os pais, do acesso a cuidados de saúde, a prestações por morte, de direitos sucessórios e do direito a receberem alimentos de ambos os pais em caso de separação»
A APA junta-se assim à Academia Americana de Pediatras, à Associação Americana de Psiquiatras Infantis e Juvenis e à Associação Americana de Médicos de Família na defesa do direito dos homossexuais a adoptarem.