fevereiro 29, 2004

A normalidade somos sempre nós

Hoje um senhor que se chama Henrique Monteiro escreveu no “Expresso” que acha normalíssimo que se diga que a homossexualidade não é normal. Depois de defender (com direito seu) que os homossexuais não devem poder adoptar crianças, tentou mostrar-nos até que ponto pode ser uma mente aberta: ele até nem é a favor que se retire a guarda dos filhos biológicos aos homossexuais. E diz isto como se estivesse a ser arrojado. Os homossexuais deverão então agradecer-lhe por tamanha generosidade.

Mas o grande problema de Monteiro é o totalitarismo do politicamente correcto, sobretudo o sofrido pelos heterossexuais. Tem razão. Ainda outro dia, ia eu a descer a Calçada do Combro, e um grupo de tipos gritou, à minha passagem: “dasse, ganda hetero, deves gostar pouco de gajas, deves”. Está sempre a acontecer-me.

Mas Henrique Monteiro quis escrever uma coisa mais analítica e profunda sobre esta doença que toma o país, de Faro a Bragança, do Corvo a Elvas, nos quartéis e nas fábricas, nas escolas e nas empresas: o politicamente correcto, a que ele, para simplificar, chama de PC. Diz-nos ele que só por totalitarismo PC se pode chamar a uma família com pai, mãe e filho, todos biológicos, de “família tradicional”. Não percebe porque não se chama apenas de “família”. Acha que quem usa esta expressão, no fundo, quer desacreditar este tipo de família.

“Tradicional”, diz a tradição, é o que há muito existe, por norma e hábito. Por isso, digo eu agora, diz-se “tradicional” não para dizer que é menos legítima, mas para afirmar que outras formas de família, menos habituais no passado, também são legítimas. Igualmente legitimas, mesmo quando a Lei não as reconhece. Mas a julgar pelo resto do texto (não há link, só mesmo pagando, o que não recomendo), desconfio que é disto que o senhor Monteiro discorda.

E não é o único. Não falta quem ache que quem tenha dois pais, ou duas mães, ou uma mãe e um padrasto, ou um pai e uma madrasta, ou meios-irmãos, ou filhos do padrasto que são quase irmãos, e por aí adiante, não tem bem uma família. Será, na melhor das hipóteses, uma família disfuncional. Acredito que muitas destas pessoas, senhor Monteiro incluido, aceitará que se trata da família possível. Mas duvidará, seguramente, que seja a família desejável. Eu, que não me dou ao direito de desejar nada para a vida privada dos outros a não ser aquilo que eles escolhem para si, discordo.

Estas pessoas, e desconfio que sejam a maioria, não aceitam que os afectos, a família, as relações amorosas, a paternidade e a maternidade, têm variáveis imensas. Que as crianças vivem melhor que os adultos com todas essas variáveis e que a família se constrói assim mesmo, de afecto quotidiano e não programado. Não se decreta. A lei apenas deve, protegendo os mais fracos, aceitar o que os afectos já construíram. É por isso que me farto de rir quando esta gente fala de liberalismo e de liberdade.

Não entendem que os homens e as mulheres fazem as suas leis, na cama e na cozinha, e que a normalidade somos sempre nós próprios. E esses homens e mulheres e crianças sabem que fazem família de cada vez que se gostam. Mesmo quando os outros duvidam. Assim como os homossexuais sabem que são tão normais como uma paixão aos 18 anos. Acontece e ainda bem para eles que acontece. E ainda bem para os outros que acontece de outra forma.

Por isso não aceito que me digam que família é apenas biologia, porque insultam a família que tive e a família que fui construindo, bem mais complexa do que aquela que se decreta ser “a família”. Incomoda-me que me neguem o direito à minha normalidade. E incomoda-me, pela mesmíssima razão, que a neguem aos milhares de homossexuais que neste país tentam defender o direito à sua normalidade. Por mais politicamente correcto que seja, nunca deixarei de me indignar publicamente de cada vez que alguém, também publicamente, defenda a anormalidade de um gay. Insulta milhares de pessoas. E são estes insultos que dominam o nosso país. Não é o politicamente correcto. Antes fosse.

Publicado por danieloliveira em | TrackBack
Comentários

Ó pá!! Tu escreves uma coisa destas a esta hora?!!! Mas... está uma ganda posta, sim senhor!!!

Afixado por: rodion em fevereiro 29, 2004 05:10 AM

Também dou os meus parabéns ao Daniel.
Mas agora uma coisa. Vocês não acham que o HM é tontinho a mais? Só um director daqueles pode ter um sub assim, para a bota poder condizer com a perdigota!!! E é o 'expresso' um jornal de referência... Só neste país!!!!!!!!!!!!!!!!

Afixado por: Ardelua em fevereiro 29, 2004 05:30 AM

É mesmo isso, saíram todos da toca agora, à custa do Villas-Boas. Insultam toda uma parcela da população, e acham que disseram algo inteligente, e acham que todos tem direito à opinião.. Também já foi assim com os discursos racistas, felizmente já não é, e um dia a homofobia será igualmente desconsiderada. Lá chegaremos.

Outro homofóbico saído da toca é o Jorge Freitas Sousa no DN Madeira, não resisto a citar a resposta que lhe deu o João Paulo do portugalgay.pt :

Foi com alguma supresa e indignação que li o artigo de Opinião 'Entre o "in" e o "out"' publicado no vosso jornal...

Antes do Sr. Jorge Santos classificar as coisas como normais e anormais não lhe ficava mal pensar sobre o que diz... não sei como se sentiria se eu lhe dissesse que ser Madeirense não é "normal" (visto que no total dos portugueses são uma minoria) e por isso não deviam adoptar crianças... afinal viver numa ilha não é "normal" é um "desvio" que pode limitar seriamente as possibilidade de desenvolvimento da criança.

Antes que me apelidem de "imperialista continental" convém informar que o meu companheiro de 8 anos (sim... sou homossexual e tenho uma relação estável de 8 anos) tem origem açoriana...

João Paulo

Afixado por: Boss em fevereiro 29, 2004 05:32 AM

ah e Daniel, mais uma vez parabéns por um excelente post.. pena que o seu Bloco não faça o mesmo, nesta questão villa-boana, o Bloco foi igual aos outros.. e esperava-se que fosse diferente.. uma desilusão.

Afixado por: Boss em fevereiro 29, 2004 05:37 AM

Está enganado. Terei o prazer de lhe enviar na segunda-feira a prova do erro. Já vi que corre essa informação. É pena e é injusto. Teria sido mais fácil perguntar.

Afixado por: Daniel Oliveira em fevereiro 29, 2004 05:41 AM

mesmo figuras ligadas ao Bloco se tem queixado disso.. de resto esperava-se uma reacção que fosse visível o suficiente para não ter que andar a procura-la ou a perguntar por ela...

Afixado por: Boss em fevereiro 29, 2004 05:57 AM

Este não é o espaço, mas saiba que ainda hoje, ao jantar, esclareci a pessoa a que se refere. Quanto à visibilidade, ela depende de quem a dá e no caso, e até compreendo a opção, a comunicação social decidiu dar aos movimentos gay. Mas a posição foi tomada e foi clara. Mas, como disse, este não é o espaço. Na se segunda-feira mando-lhe a posição em causa. Aqui, fiquemo-nos pela minha.

Afixado por: Daniel Oliveira em fevereiro 29, 2004 06:02 AM

A avaliar pelas reacções que se sucedem à prestação do sr. Villas-Boas, parece-me bem que vamos continuar a viver da mesma maneira nos próximos anos no que toca a direitos sociais por parte de quem não vive como o Roberto Carneiro. E é pena. Dá vontade de emigrar...

Afixado por: Sara Figueiredo Costa em fevereiro 29, 2004 12:04 PM

Não vou comentar o artigo do Henrique Monteiro nem o post do Daniel. Simplesmente porque acho que o post está excelente e porque não li o artigo em causa. E a razão de não ler o artigo está, simplesmente, no facto de, vivendo no estrangeiro, não ter acesso ao Expresso em edição impressa. Claro que poderia pagar, mas dada a qualidade que tem apresentado nos últimos anos (a qual tem vindo a decrescer notoriamente), entendo que não vale o custo. Seja como for, apenas a nota para, como disse o Daniel, ser pena que um "senhor" destes seja o escolhido para sub-director de um jornal com a história do Expresso. É que este não é o primeiro artigo de opinião que ele escreve em que, pelo menos do meu ponto de vista, não dá uma para a caixa. Infelizmente a possibilidade que existia no passado de ler o Expresso online completamente, e que, por enquanto, ainda existe para o Público e outros jornais, já não existe de forma total. E ainda há uns meses era possível ler os artigos de opinião gratuitamente. É pena ver para onde este jornal está a cair.

Afixado por: João André em fevereiro 29, 2004 12:45 PM

Estou de acordo com Ardelua. De facto, como é possível aquele manual de ódio chamado Expresso, ser a grande referência jornalística deste país. Safa-se o "Actual" e pouco mais. Quanto ao tal Monteiro, o melhor é combatê-lo e esquecê-lo.
Belo texto, Daniel.

Afixado por: José Teófilo Duarte em fevereiro 29, 2004 03:25 PM

Esta discussão em torno do conceito tradicional de família é, provavelmente, dos mais hipócritas a que já assisti!!!
Bem sei que os argumentos contra a própria pessoa não valem por serem falaciosos, mas ainda assim, gostaria de perguntar a todas estas vozes que se levantaram dos escombros ao sinal do Sr. Villas-Boas, como são as suas famílias! Se se reúnem sem exaltações todos os dias, se todos se falam, se todos os primos, tios e sobrinhos vivem casamentos harmoniosos há 20 anos?!!

Erigir o conceito "tradicional" de família a bandeira de guerra é simplesmente ridículo e falso! A menos que a ele venham associados todos os outros conceitos que sempre se lhe ligaram: adultérios, infelicidades e submissões!!!

A família é e será sempre, mesmo para os senhores linguisticamente puristas, um conceito que vai muito para além da noção jurídica! A família são os laços inseparáveis que se criam por amor... Tudo o resto é, aí sim, anti-natural, porque forçado e racionalizado!!!

Obrigada Daniel, por este post! Que palavras assim se multipliquem por cada nova barbaridade que se escreva ou se diga!

Afixado por: Assumida Mente em fevereiro 29, 2004 05:11 PM

Por vezes o politicamente incorrecto torna-se o politicamente correcto. Se temos uma opinião e ela é considerada politicamente correcta, então que o seja; o que interessa é o princípio. Se ele acha que a "família tradicional" é a "família", que lhe chame o que quiser, desde que não negue os direitos de ninguém. Quem é que está afinal a ser politicamente correcto?

Afixado por: Paulo Almeida em fevereiro 29, 2004 06:15 PM

A minha mãe contou-me que, quando andava na Universidade, houve um professor dela que gastou longo tempo a explicar aos estudantes a diferença entre "normal", "anormal", e "patológico".
No meu entender, e penso que no entender da maior parte das pessoas, normal é aquilo que a maior parte das pessoas faz. Neste sentido, ser heterossexual é normal, e ser homossexual é anormal.
Portanto, não vejo nada de mal em dizer que a homossexualidade é anormal (= minoritária). É tão mal como falar da família "tradicional". Ser anormal não é ser patológico, e também não é delito. Aliás, numa sociedade como a nossa, é muitas vezes uma benção ser-se anormal.

Afixado por: Luís Lavoura em fevereiro 29, 2004 06:30 PM

Ainda bem que pensa assim. Pena que a sua opinião seja anormal (=minoritária), já que para a maioria das pessoas anormal quer dizer patológico, e é interpretado como um insulto. E nesse sentido o Luís Lavoura é perfeitamente anormal (=minoritário). ;)

Afixado por: Boss em fevereiro 29, 2004 07:19 PM

Ena, até nem parecia uma entrada de DO!

Quando quer ele até sabe!

Afixado por: Mário em fevereiro 29, 2004 07:54 PM

Excelente. Já deixei de ler o Expresso há uns tempos. Aquilo é um autêntico pasquim de Direita. Não sei como o Mário Soares escreve lá. Quem se considere de Esquerda devia boicotar aquilo. Um artigo no Expresso? Não conheço... Como semanário de referência prefiro o Inimigo Público. Sempre é mais plural.

Afixado por: viana em fevereiro 29, 2004 10:41 PM

neguem aos milhares de homossexuais que neste país tentam defender o direito à sua normalidade

Creio ser este o motivo pelo qual os homossexuais tanto defendem o seu direito a adoptar crianças. Como o motivo não é o bem das crianças mas sim o desejo de serem plenamente aceites pela sociedade este não é um bom motivo. É um motivo egoista.
Por estas e outras razões sou contra a adopção de crianças por homossexuais.

Afixado por: Ana em março 1, 2004 12:28 PM

Daniel, muitos parabéns. Deu gosto ler este texto seu.

Afixado por: Rita Cacao em março 1, 2004 02:50 PM

Ana tem toda a razão, querer adoptar uma criança é das atitudes mais egoístas que se podem ter. Vê-se que a Ana pelo contrário é uma pessoa boa, sem preconceitos, que só pensa no melhor para as crianças.

Afixado por: Boss em março 1, 2004 04:14 PM

Ó Ana, e já agora o direito dos homossexuais co-adoptarem o filho do seu parceiro/a, também é egoísta?

Já agora um pouco mais de informação para si:

«A APA manifesta o seu apoio a medidas que permitam aos casais de pessoas do mesmo sexo a adopção de crianças e apoia a concessão de todos os direitos, benefícios e responsabilidades decorrentes da adopção que decorram de tais medidas», lê-se na declaração divulgada pela organização.»

«Investigações realizadas nos últimos 30 anos demonstram, de forma consistente, que as crianças criadas por pais homossexuais têm o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual que as crianças criadas por pais heterossexuais», disse a APA.

A APA cita estudos que demonstraram repetidamente que são o afecto e o empenho dos pais -- e não a orientação sexual -- que constituem os factores decisivos para que as crianças cresçam e se tornem adultos estáveis e saudáveis.

Com a adopção por ambos os membros do casal, as «crianças podem beneficiar dos sistemas de assistência na doença de ambos os pais, do acesso a cuidados de saúde, a prestações por morte, de direitos sucessórios e do direito a receberem alimentos de ambos os pais em caso de separação» A APA junta-se assim à Academia Americana de Pediatras, à Associação Americana de Psiquiatras Infantis e Juvenis e à Associação Americana de Médicos de Família na defesa do direito dos homossexuais a adoptarem.

Afixado por: Rita Cacao em março 1, 2004 06:22 PM

Eu concordo e acho completamente legítimo. Da mesma forma que concordo e acho perfeitamente legítimo os casais de macacos, chimpanzés, gorilas, e outros primatas, adoptarem crianças.
Afinal, não somos todos da mesma família primata?!...
Isto sim, até levaria por um lado a uma melhor preservação das espécies pensantes (não neguem aos macacos o pensamento, se faz favor, senão estarão a ser homocentristas e primatofóbicos, o que será, no mínimo, absurdo e suicidário); e, por outro lado, levaria a uma natural maior biodiversidade genética, naturalmente favorável, segundo as leis de Darwin, para o futuro poluidoramente incerto.
[Vingará desta forma o primata que tiver pulmões para respirar enxofre. Será este, concerteza, o super-homem anunciado por Nietzsche.]

Afixado por: António Duarte Bento em março 1, 2004 11:44 PM

publicar um livro que ninguém lê, nem ninguém compra é f***** não é?

pode sempre emigrar para o Congo, sentir-se-ia melhor por lá... e teria provavelmente mais leitores..

Afixado por: Boss em março 2, 2004 12:55 AM

"Da mesma forma que concordo e acho perfeitamente legítimo os casais de macacos, chimpanzés, gorilas, e outros primatas, adoptarem crianças."
Ó Alfredo, eu acho que você às vezes nem tem noção das coisas que escreve. Estou sem palavras.

Afixado por: Daniel Oliveira em março 2, 2004 05:23 AM

Respirar enxofre? Primatas? Nietszche? Estou estupefacto com este comentário. Sobre a adopção por gays? A que propósito?

Afixado por: Pagan em março 2, 2004 07:10 AM

Daniel Oliveira:

Obrigado pelo alerta. A leitura de um texto que vai intencionalmente pelo caminho do absurdo, nunca foi o seu forte, pois não? Também estou sem mais palavras.

Afixado por: O Alfredo em março 3, 2004 12:17 AM

Ó Boss!
Tu andas com uma obsessão por livros e leitores?... Não me digas que usas a terceira visão para ler!
Pareces um terceirovisionário.

Afixado por: Carta do Congo em março 3, 2004 12:26 AM

Daniel Oliveira:

Também tem memória fraca.
Os macacos e outros primatas adoptarem crianças não é novidade para ninguém. Foram descobertos por biólogos e outras pessoas não poucos casos de verdadeira adopção, com aleitamento materno incluído, de crianças humanas por outros primatas. E até, para além dos primatas, há casos conhecidos, bem documentados, de adopção de crianças humanas por diversos outros animais.
Todas as crianças humanas descobertas nestas condições de adoptadas por todos esses outros seres, tinham o comportamento e a linguagem dos seres que as adoptaram.
Percebe?... Ou quer que lhe explique mais?

[Não é nada difícil encontrar os documentos que referi. Terão sobremaneira interesse para a discussão sobre a adopção de crianças por "casais" de homossexuais. Sem qualquer homofobia, obviamente, da minha parte. Quem quiser ser homossexual que o seja. Somente acho estúpido o markting.]

Afixado por: O Alfredo em março 3, 2004 12:48 AM

isto não merecia resposta mas enfim..

1º o homem é um primata

2º há diferentes espécies de primatas, mas homens heterossexuais e homens homossexuais são de uma só espécie

3º 95% dos homossexuais foram criados por heterossexuais

4º existem centenas de artigos científicos que provam que a % de homossexuais que foram educados por homossexuais, é igual à % de homossexuais educados por heterossexuais (deixei uma extensa bibliografia aqui nos comentários do Barnabé há pouco tempo..)

5º a sexualidade de cada um é inata, ao contrário da cultura..

6º porque é que raio me estou a dar ao trabalho de lhe responder?

7º mesmo que a homossexualidade pudesse ser "ensinada" às crianças, isso não seria motivo para a não adopção, pq afinal q mal é q isso teria?

Afixado por: Boss em março 3, 2004 11:40 PM

Boss, disseste tudo no sétimo ponto. Esclareceste tudo.
Se uma laranjeira der limões..., que mal é que isto teria?..., de facto...

Afixado por: António Duarte Bento em março 5, 2004 12:53 AM

1º a comparação com o mundo animal, agora o vegetal.. não tenho pedalada para si, desisto!

Afixado por: Boss em março 6, 2004 05:16 PM

Concluindo e resumindo, foi uma boa caixa de comentário, desta vez, nem sei se acredito, só apareceu um atrasado mental homofóbico!
Hip hip! HURRA! Duarte Bento se houvesse um nobel para maior atrasado mental, eras de certeza candidato. E até acho a tua comparação com primatas muito fraca, afinal de contas, o homem é um mamífero. Suponho então que estás a favor do casamento entre baleias azuis e o homem. Mas porquê parar, o homem é um animal, VIVA AOS CASAMENTOS COM AS JIBÓIAS! Haja paciência para indivíduos como você. É que isso já nem se qualificam como posições conservadoras, questionar a sexualidade das pessoas está completamente ultrapassado. Isso é a chamada posição Cro-magnon!


PS Gostei da sua comparação dos homossexuais com as laranjeiras, contudo, acho que era bastante mais adequado comparar-se a si próprio com os chatos. Veja bem, você é um autêntico chato versão ampliada. Repare, apesar de ser insignificante e facilmente tratável, você chatei-a com' ó raio!

Afixado por: _achtung_ em março 6, 2004 07:32 PM

Com que então 95% dos homossexuais foram criados por heterossexuais? e o facto de 90% dos individuos criados por heterossexuais serem eles próprios heterosexuais?? Não lhes diz nada?

A mim, correndo o risco de ser chamado homofóbico, parece-me que hoje em dia o" homossexualidade, porque não?" é mais imortante do que "homossexualidade não, porque" isto porque meteram na cabeça que não faz mal praticar sexo de uma maneira diferente porque não se faz mal a ninguém nem se atenta contra nenhuma normalidade que tb não existe e portanto não passa de uma imposição de uma sociedade hipócrita e repressora. Bem já agora considerem o incesto normal, já que quem o pratica não faz mal a ninguém e o que importa é que sejam todos adultos e vacinados, já agora se é permitido a adopção de crianças por casais homossexuais porque não permitir a adopção por trios? ou 4, 5 ,6,,7,8 pessoas todas apaixonadas? Sim porque é isso que importa, muito amor e carinho, deixem as crianças crescer num ambiente em que todos se amam a todos!!!

O liberalismo devia tem limites e voÇês parecem uma cambada de hedonistas.

Afixado por: luson em setembro 24, 2004 03:14 PM
Comente esta entrada









Lembrar-me da sua informação pessoal?