Luís Filipe Menezes quer Belmiro de Azevedo como cabeça de lista ao Parlamento Europeu.
O Barnabé apoia a candidatura e já tem a campanha toda preparada:



Coligação Compra Portugal
Programa Eleitoral
PORTUGAL EM PROMOÇÃO



OLÁ DANIEL, PEDRO, RUI, CELSO!
SERÁ QUE PODEM AFIXAR ESTE APELO NO BARNABÉ? OU PARTE DELE...
Comunicado à População
A Associação dos Amigos e Utilizadores do Monsanto (AAUM), promotora da manifestação / concentração do dia 21/03/2004 (Dia Mundial da Árvore e da Floresta), à qual aderiram um conjunto de associações ambientalistas e outras que se constituíram numa Plataforma por Monsanto, manifesta publicamente a seu regozijo pela adesão de cidadãos anónimos ao passeio pedestre e de bicicleta, onde expressaram a defesa intransigente do Parque Florestal de Monsanto (PFM) contra o seu loteamento e transformação de uso público para espaços privados de acesso condicionado.
A concentração passeio foi bastante positiva e juntou pessoas dos mais variados estratos sociais, que a pé e de bicicleta patentearam o seu repúdio às ameaças de destruição do PFM. À acção foi dado relevo pela generalidade dos órgãos de comunicação escrita, que informaram que se concentraram no Parque da Serafina cerca de oitocentas pessoas, excepção ao jornal “O Público” que ridicularizou a iniciativa, ou seja, a jornalista viu a árvore mas não quis ver a floresta.
O Passeio/manifestação deu-nos mais força na defesa de um PFM de carácter público, que contribua directa e indirectamente para a melhoria da qualidade de vida da população da Área Metropolitana de Lisboa, rejeitando-se inequivocamente uma ocupação por empreendimentos privados vedados e de usufruto só para alguns privilegiados da sociedade.
A Feira Popular, o Centro Hípico e outros empreendimentos significam a transformação do PFM em mais uma área urbana, com poluição atmosférica, sonora, milhares de automóveis e impactes sociais negativos (prostituição, pequeno furto e criminalidade) que estavam a ser afastados gradualmente do parque pela autarquia/Direcção Municipal de Espaços Verdes.
Como pode coabitar o açor, coelhos, perdiz, coruja, raposa, esquilos etc. com feiras e centros hípicos, campo de tiro, pistas de gelo, open de ténis, etc. Na óptica da biodiversidade a dimensão do parque é fundamental, porque existem espécies que só habitam em grandes espaços.
Defendemos um espaço verde de lazer, recreio e desporto ao ar livre, onde as áreas impermeabilizadas sejam reduzidas ao mínimo mantendo-se o PFM como uma unidade ecológica e paisagística, que não pode ser loteada. O PFM é indispensável como estrutura ecológica da Área Metropolitana de Lisboa.
Atrair a população ao pulmão da cidade é de louvar, mas nunca à custa da sua destruição ou mutilação através de lotes que transformem o PFM em guetos privados.
A AAUM apela à população e à Plataforma que não deixe arrefecer o processo de luta contra a instalação da Feira Popular, do Centro Hípico e outras que se perspectivam. Na cidade desafectam-se espaços para no futuro provavelmente se instalar mais betão e despejam-se aquelas estruturas para o Monsanto, como se este fosse o vazadouro da cidade de Lisboa.
Será possível acreditar no senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quando diz que tem apenas intenções?.
Quando o Monsanto está cheio de cartazes a anunciar a catástrofe que será a Feira Popular como se deve entender o dinheiro gasto em publicidade?. Para se anunciar intenções, só isso?.
A AAUM é constituída por cidadãos que no uso pleno do direito de cidadania consagrado na Constituição da República Portuguesa tomam parte activa na vida pública da cidade de Lisboa, na defesa do direito do ambiente, e organizaram-se em torno da defesa do PFM para se oporem ao grave atentado contra a qualidade de vida dos habitantes da Área Metropolitana de Lisboa, contra a agressão que se perfila contra a flora e a fauna.
Para que as ameaças não se concretizem é necessário manifestar a nossa oposição das mais variadas formas e por isso a AAUM apela à consciência ecológica da população em geral e aos amigos da natureza e defensores do ambiente e qualidade de vida para que subscrevam o abaixo assinado que se encontra a circular.
Afixado por: gui em março 26, 2004 10:18 AMJá repararam que o CONTINENTE é a marca preferida dos portugueses, no que respeita a hipermercados?
Já repararam nos outdoors relativos a essa "distinção"? Serão mensagens subliminares? O que é que o Luís Filipe Menezes JÁ SABE, que nós não sabemos? Será que vamos ter uma campanha com distribução de géneros alimentares para combater a recém descoberta "fome em Portugal"?
Já dizia o bardo canhoto: "isto está tudo ligado".
Piada piada tem ele ao dizer que as Bases do PSD apoiam o Santana à Presidência, já as elites o candidato que virem que vai ganhar.
Bases à apoiar Santana?
Elites? Mas quem são as elites? Há elites?
Que grandes novidades... vou já telefonar para a sede a ver em que grupo está a minha ficha de militante.
Cá está o Barnabé no seu melhor humor.
Gostei nomeadamente do logo da "nova" coligação.
Bravo.
Este Luis Filipe Menezes é dos tais cromos nacionais autárquicos que já passavam de prazo de validade. Também os há nas outras forças politicas, polulam sobretudo no PSD e no PS. Isto só lá vai, no que concerne à democracia local quando a esta geração passar definitivamente de prazo e validade.
É evidente que estas boutades são apenas para chamar a atenção dos media sobre si próprio, porque deve achar que nao aparece em "causas nacionais" há muito tempo. De um mesmo passo pretende picar o Durão Sulista, Liberal e Elitista.
Ele, Popular, Nortista e Oportunista vem agora com esta arma do Belmiro como se isto tivesse sentido. Toda a gente sabe que isto é pura politiquice, vácuo politiqueiro. Belmiro nunca será candidato a coisa nehuma, porque é daquele tipo do empresário anti politico. Aqueles que por eles nem sequer havia Estado. As empresas governariam o país, mas não em listas conjuntas com politicos.
Acho que já era tempo de JPP se dedicar a analisar o papel destes cromos e das suas tiradas no seu partido e no país para se aperceber de como são um indicador claro do nosso atraso e da debilidade da nossa democracia, deixando os intelectuais de esquerda e a proto-história do marxismo-leninismo-anarquismo em paz.
Afixado por: Joseph Saint-Simon em março 26, 2004 12:56 PMComo o que o Menezes diz ou deixa de dizer não interessa nem ao ceguinho, gostaria de destacar a cedência do barnabé ao capitalismo. Já tem publicidade e tudo. ;-)
Afixado por: Rui Firmino em março 26, 2004 01:56 PM
AHAHAHAHAEHEHEHEHE essa é boa ahahah