
Isto parece estar mau? Morreram 600 de civis em Fallujah? Já ninguém se lembra o que os americanos foram fazer ao Iraque? O nosso general não é dos que vacila. Quer determinação na guerra. Quer mais tropas no terreno. Quer mais estrangeiros «simbólicos» a combater. Quer que os franceses não sejam uns empatas. Quer que a opinião pública não seja mariquinhas. Ele está na primeira linha. Pronto para o que der e vier.
Depois, José Manuel Fernandes desliga a PlayStation e vai-se deitar. Mais um longo dia na vida de um combatente sem medo.
Publicado por danieloliveira em | TrackBackanda tudo a roncar demasiado...
e quem anda a dorm ir mal com isto tudo? os autores dos blogues?
E vocês, então, estão sempre na primeira linha da barricada iraquiana em Fallujah, sempre a alvejar americanos e portugueses, não é? Não sejam presunçosos, rapazes, já têm idade para ter juízo, não têm?
Afixado por: Pedro Silva em abril 13, 2004 05:01 PMQuando fores grande queres ser como o JMF !
Sempre escreve melhor que um tal "DO" que no Expresso, descreveu o PREC como um período de Liberdade :(
e viva o nosso warmongo.
Afixado por: rui tavares em abril 13, 2004 06:26 PMHoje de manhã quando fui comprar o Público, só com a primeira página soube que a trégua (no jornal, claro) da Páscoa tinha terminado e que o Sr. Fernandes tinha voltado aos comandos.
sr. Carlos,
o PREC não foi só um período de Liberdade . Foi também um período Revolucionário ...com R !
nem todos gostararam...temos pena !
Afixado por: zippiz em abril 13, 2004 10:39 PMO JMF tem problemas hormonais, deixem lá o rapaz em paz.
Afixado por: lobomau em abril 13, 2004 11:02 PMPrevenindo ... sou leitor do Público, porque lá há mais que o JMF. Agora que esperavam ? Que o JMF recuasse perante as evidências, depois de ter sido mais papista que o Papa? Isso era o mesmo que pedir ao Barradas de Oliveira que, no Diário da Manhã (julgo que não me equivoco no nome), utilizasse o termo guerrilheiro em vez de terrorista, pugnasse pela abolição da censura, chamasse para cronistas o Cunhal, o Soares, mesmo um Sá Carneiro, entre outros 'traidores'. Melhor é assumir que, em cada época, a ela adaptado, temos sempre que gramar um qq Barradas.É o fado, é o destino. Apesar disso, viva a liberdade de expressão. Quem não gostaria de ter, para divertimento, os discursos completos e improvisos do Thomaz? Porque nem sempre se conseguem textos humorísticos que os suplantem ... e começa a ser o caso, no que respeita ao JMF. Encarem as coisas nessa perspectiva, sff.
Afixado por: ampinto em abril 14, 2004 12:31 AMDificilmentente o Belmiro Azevedo arranjaria um director com editoriais tão anedóticos. O engenheiro Belmiro quer os esquerdistas portugueses bem dispostos, porque são obrigados a ler o Público, porque os outros são todos mais p'rá direita. O Expresso é bom para deitar para o lixo antes de o ler.
Afixado por: j.silva em abril 14, 2004 12:44 AM