Os catedráticos jubilados já estão a pensar em temas para investigação.
Afixado por: Groucho em abril 14, 2004 03:01 PMÉ porreiro. Dizem que é para evitar a fuga de cérebros, mas os únicos que conseguem cumprir os critérios já fugiram há muito tempo.
Era o mesmo que dizer ao Figo que, agora que já foi Bola de Ouro, vencedor da Liga dos Campeões e vencedor do prémio FIFA, o deixamos voltar para Portugal com um salário mais elevado que os outros jogadores portugueses...
Ridículo. E o pior é que há muita gente que vai julgar que isto mostra o maior apoio do Governo à investigação.
Afixado por: João André em abril 14, 2004 03:26 PMHá muitos asnos, e novos, que preenchem os requesitos. Já os estou a ver a rabiar... Pois, que é assim a ciência avança, a metro, à martelada. De facto não faltam por aí bestas que escrevem artigos 'científicos' como mijam.
Afixado por: haja pachorra em abril 14, 2004 04:41 PMAcho que sim! Mas já agora, para manter a coerência, deviam passar a dar o rendimento mínimo garantido (que agora tem outro nome do qual não me lembro) apenas aos cidadãos que ganhem mais de 10000 euros (declarados) por mês e tenham várias contas espalhadas pelo exterior.
Afixado por: Sara Figueiredo Costa em abril 14, 2004 05:57 PME já agora podiam aproveitar para recompensar os que dão aulas a sério na universidade, em vez de vomitarem incongruências, viverem eternamente das mesmas fotocópias e passarem o tempo a repetir que são "exigentes" (ou seja, só passam 1/3 dos seus alunos nos exames, independentemente das notas destes).
Faltam "fait divers" à americana nas universidades portuguesas.. Mas também lá é fácil adquirir uma arma...
Afixado por: André Fernandes Esteves em abril 14, 2004 07:55 PMO risco é calculado. Deve estar identificado o universo potencial dos com mais de 100 artigos e a orientação de pelo menos 10 doutoramentos.
Mas parece que isto não foi publicitado, e seria necessário, pelo menos para comparar com as condições materiais a disponibilizar e que são o que se sabe.
Por outro lado, se nada se fizer quanto aos que estão em início de carreira, não se estará a começar a obra pelo telhado? Ou será que levam com o "cresce e aparece", obrigando-os ao exílio, para se lhes assobiar mais tarde? E a ser assim, com que taxa de sucesso num mundo cada vez mais globalizado?
ampinto: o risco é perfeitamente calculado. Não há nenhum!! Não há quase ninguém nestas condições. Eu estou a fazer o doutoramento (fora de Portugal e sem dinheiros a virem de Portugal) e o principal professor do meu grupo de investigação, que assina todos os artigos científicos publicados pelo grupo, precisaria de uns 10 anos para conseguir cumprir os critérios. E isto porque já tem outros 20 dedicados à investigação e que lhe permitem estar nesta situação.
Garanto que, se fosse português, nunca deixaria o lugar que tem para ir para Portugal de forma a conseguir a tal bolsa. Como trocar condições (de trabalho) excepcionais, um lugar fixo e (muito) bem pago pela indecisão de uma bolsa mais baixa e com condições (de trabalho) fraquíssimas?
Afixado por: João André em abril 15, 2004 09:28 AMEu imaginava e temia isso, João André.Por isso aí temos uma medida demagógica, a custo zero. Safa-se o défice. Este sim, é prioritário.
E a culpa será sempre de quem não preencheu os requisitos, claro.