Explicando o que pretende a Al'Qaeda:
«O terror. Estão empenhados numa jihad defensiva, contra os que atacaram o Islão. E a longo prazo querem restabelecer o estado islâmico, o califado. E converter o mundo inteiro.»
Publicado por ruitavares em | TrackBackRi-te, ri-te, que ainda choras! Olhe, Rui Tavares, eu agora é que estou bem necessitada de um cafézinho, para ver se consigo achar uma pontinha de graça nesta sua sequência de posts das quatro da manhã. Bem sei que muitas vezes a melhor forma de enfrentar o medo e a loucura é o riso, mas sinceramente, não consigo achar uma pontinha de graça a estes seus posts. E a falha deve ser minha: falta de humor, inteligência e também a tal falta de café. Contudo, curiosamente e sem demagogia, algo me leva a crer que desta feita não há nada por que rir, gozar ou brincar. E fico a aguardar que alguém com mais cafeína na veia e sobretudo mais neurónios do que eu, me explique esta sequência de posts e eu perceba que estou a exagerar e a entrar em espiral com uma lógica que nada mais é do que rísivel e que, consequentemente, não tem porque ser pensada ou analisada seriamente, mas pura e simplesmente gozada. E até acho que consigo ironizar com aquela entrevista. Mas curiosamente só me consigo rir de nós, as namoradas de rosto descoberto e os fornicadores. E pronto, se calhar estou a exagerar e tudo aquilo deva ser lido, como kafka lia os seus escritos aos amigos. Deixemos a perplexidade e o dramatismos, para os nossos filhos e netos.
Afixado por: Cat em abril 19, 2004 07:03 AMCat,
E ao presidente Bush, não acha piada? Não é ele que quer converter todo o mundo muçulmano à 'democracia', ao 'capitalismo', à 'globalização'? Não é ele que despreza as resoluções de Kyoto? Não é ele que financia guerrilhas armadas em países estratégicos? Não é ele que fabrica armas e carros blindados e armas de destruição massiva para vender a quem paga mais?
Entre a Al-Qaeda e os Americanos, que venha o diabo e escolha, caramba...
Afixado por: Pedro em abril 19, 2004 08:39 AMQualquer tipo que conheça minimamente o islamismo, mesmo o islamismo moderado, sabe que as aspirações profundas do islão são o restauro do califado e a conversão do mundo inteiro.
Mas isso não que aprovem o terrorismo.
Afixado por: nick em abril 19, 2004 08:54 AMNão teria sido preferível “postar” a totalidade da entrevista?
É que ela é tão assustadoramente homogénea e coerente. Um hino ao proselitismo islâmico que foi, é e será o mais eficaz e avassalador de sempre.
Também as testemunhas de jeová aspiram em converter o mundo inteiro. Desde que seja pacificamente, não tenho nada a apontar. Respeito todas as religiões em igual medida.
Agora o terror, aí já a questão muda de figura.
Afixado por: Pedro em abril 19, 2004 09:07 AMPedro,
Comparar um presidenteseco americano, temporal, que daqui a nada será história, com a imensa vaga islâmica é não perceber perspectivar estas coisas. Assumindo que tem razão, que o presidente Bush é uma grande ameaça para todos nós na actualidade, ele não passa de um gotinha de água quando comparado com a vaga islâmica. Pode querer que, com Bush ou sem Bush, a bandeira verde do islão será um dia hasteada no n.º 10 de Downing Street. Não tenha dúvidas. E, se necessário for, sobre os nossos cadáveres.
O Islão não é hipócrita. É muito claro. Qualquer descrente não tem santidade e, por isso, não vale nada. O que você diz (acaso não seja muçulmano), pensa ou é, não é nada. Nada vezes nada. Você, eu e todo o mundo não muçulmano, pelo simples facto de existirmos, somos uma afronta para eles.
E não me venham agora dizer que estou a ser racista ou coisa do género. Não estou a fazer mais nada senão a repetir o que esse Omar Bakri não se cansa de dizer.
Caro Pedro:
Imagina quais são as implicações para as empresas concretas, com pessoas concretas, do respeito pelo protocolo de Kioto?
Já se interrogou sobre quais as repercussões reais do cumprimento do protocolo de Kioto na evolução do clima?
Antes das respostas que lê nos jornais vá ao Google e digite Clube de Roma e veja as previsões que fizeram para o mundo em 1970... veja onde estamos hoje!
Nunca se interrogou porque é que no tempo de D. Afovso Henriques o mar chegava a Ovar? Nunca se interrogou porque é que no tempo dos romanos se cultivava a vinha na actual Suiça?
Afixado por: diogenes em abril 19, 2004 09:51 AMAgualusa, concordo com tudo o que dizes.
Mas o facto de serem fundamentalistas não nos dá o direito de não compreendermos as suas crenças. O Islão também é religião de amor, e não ataca se não for provocado.
Ao respeitarmos as suas crenças, a sua religião, o seu espaço, estaremos também a ganhar respeito, ainda que nos considerem 'infiéis'. Também a religião cristã e a apostólica romana consideravam os muçulmanos 'infiéis'.
A coexistência é possível, se para tal houver boa vontade. O que, claramente, não há.
Não com presidentes de potências que preferem fazer guerra, para justificar orçamentos de estado.
Não partilho das ideologias dos muçulmanos (algumas), mas aceito-as todas e respeito-as.
Afixado por: Pedro em abril 19, 2004 10:00 AMPedro,
Não há lugar à compreensão sobre valores que não admitem, de forma clara e sem qualquer ambiguidade, o meu direito à existência. Sou absolutamente intolerante para com essa intolerância. Por muito que goste da tradição e das culturas islamizadas não posso deixar de ser INIMIGO de quem me considera um zero. Mais. Quem diz e professa o que esse Omar Bakri diz, só deve ter uma resposta daqueles que ele coloca do outro lado: o combate.
Pedro,
Você escreveu “o Islão não ataca se não for atacado”.
Meu caro, o Islão é a religião mais proselitista de todas. O simples facto de se resistir àquilo que o islão entende ser o seu direito a difundir a sua fé e a converter o mundo não islâmico é considerado por ele como um ataque ao próprio islão.
Repare que Omar Bakri “só” exige duas condições para que haja paz entre o mundo muçulmano e o resto, depois de instaurado o califado:
1º - Que não sejam atacados (e como atacados entendem quer as acções de caracter militar como também a difusão, em terra islâmica, de valores contrários ao islão);
Repare por exemplo que Bakri entende como um ataque ao Islão, por exemplo, o desembarque de americanos na Somália. Operação essa que foi destinada apenas a impedir (e impediu) uma catástrofe humanitária naquele país (país sem petróleo, sem riquezas de qualquer espécie e com muito pouco interesse geo-estratégico no pós guerra fria).
Pior de tudo ainda é que essas ofensas têm efeitos retroactivos. O Islão (pelo menos o Salafita) entende que qualquer terra que tenha uma vez sido muçulmana sê-lo-á para sempre pelo que para eles é inadmissível que o Al-andaluz e parte da Palestina seja actualmente terra de infieis. Por isso, enquanto essa situação não for corrigida, o Islamita arroga-se no direito de se sentir ofendido e, por via disso, atacar o infiel.
2º - Que NÃO SEJAM IMPEDIDOS DE PROPAGAR A ISLAMIZAÇÃO AO RESTO DO MUNDO.
Repare que aqui existe uma clara falta de reciprocidade de direitos. Eles reclamam o direito de propagar a sua fé mas não reconhecem esse mesmo direito às outras crenças e muito menos às leis dos homens. Pelo contrário, consideram-no uma ofensa ao islão e um pretexto para a luta, em nome do tal profeta do massacre que mata rindo.
Cuidado com as generalizações(e esta é especialmente dirigida ao Agualusa), Omar Bakri não representa, longe disso e felizmente, todos os muçulmanos.
Quanto à questão do "humor" a que o primeiro comentário se refere... A forma como li os posts do Rui Tavares teve mais a ver com ironia e sarcasmo que com "humor" tout court.. Toda aquela entrevista é arrepiante, diria mesmo surreal, e isso fica claro (acho!) na forma como os excertos foram escolhidos.
Caros Barnabés
Não percebi se estranharam esta entervista. Parece que lhe alharam piada. Eu não. É que o que este senhor pretende é o mesmo que pretendem os dirigentes da al-Qaeda, do Hamas, da Jihad, e muitos dirigentes religiosos de todo o mundo islâmico: a propagação da lei islâmica a todo o mundo, se necessário através de métodos violentos.
E por isso pergunto-lhes se na vossa opinião, devemos combater estes grupos, ou se, pelo contrário, devemos rir deles, reconhecer a peculiaridade da sua cultura e deixá-los em paz. Em Londres, no Afeganistão, no Iraque, em Israel e, porque não, no al-Andaluz.
jcd
Deixá-los em Paz é, decididamente, a opção mais sentata que qualquer um pode ter.
Porquê propagar a violência com mais violência? Os que morrem não o merecem.
Afixado por: Pedro em abril 19, 2004 11:57 AMah ... se é ironia e sarcasmo, então, não era da falta de café. É mesmo ineptidão e falta de neurónios para destrinçar os conceitos. Ou talvez seja uma questão de paladar. Habituamo-nos a um tipo de ironia e sarcasmo e depois já não identificamos o género. Continuo pois a não gostar dos posts, mas nesse ponto, parece-me que cada uma come do que gosta. Se a deixarem e tiver carteira para isso, claro está. E se não fosse pedir-lhe muito, será que podia actualizar o seu blog? Bem que lá fui à procura de uma tão apreciada opiniãozinha sua, mas nada. Isso é que era trabalho digno de uma menina linda, embora nogud.
Afixado por: Cat em abril 19, 2004 12:03 PMTsk, Tsk...
E depois são os outros que são intolerantes...
Afixado por: Pedro em abril 19, 2004 12:13 PMuóte? meu blog? e eu tenho um blog desde quando? hum?
Afixado por: Shyznogud? em abril 19, 2004 12:14 PMNão? Peço desculpa. Confundi-a com alguém que não leio há algum tempo.
Afixado por: Cat em abril 19, 2004 12:19 PMNão generalizo as ideias de Bakri a todos os muçulmanos mas generalizo o expancionismo islâmico a todo o Islão. Bakri é apenas um instrumento, ainda pouco expressivo, desse mesmo expansionismo (embora, fazendo fé no que ele diz, o terror é um instrumento eficaz pois nunca houve tantas conversões como depois do 11/9). Os outros instrumentos, que são os dominantes de momento, são o proselitismo pacifico e a arma demográfica.
Uma coisa é certa, a progressão do Islão é constante, nítida e quase irreversível. Note-se que o Islão, desde que existe, nunca perdeu uma área de influência (a não ser pela guerra, limpeza étnica e conversão forçada como foi o caso quase único do al-Andaluz) e nas zonas de charneira do Islão este vai-se paulatinamente implantando, normalmente pela via demográfica e pacifica, mas também, quando necessário, pela via armada (veja-se o Libano, o Kosôvo, a Bosnia, o Sudão, a Cachemira, etc.).
Afixado por: Agualusa em abril 19, 2004 12:22 PMLembram-se do principio da contradição da tolerância?
A tolerância tem limites... não pode tolerar os intolerantes sob pena de a prazo inevitavelmente, ser derrubada pelos intolerantes.
Ó Tavares, 14 postas para glosar com o tipo? :-) Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Agora a pergunta sacramental: é possível negociar com estes assassinos fanáticos?
Sim? Não?
Prometeste 5 postas e meteste 14. Mas não respondes à pergunta sacramental, pois não?
Ou és dos que acreditam que se acorbadar perante estes fanáticos é a melhor opção? Eu também acredito no Pai Natal. E tu?
Aliás, a vossa incapacidade de responder a este tipo de questões só revela que não sabeis o que fazer com estes fanáticos religiosos. Puramente os usais para fazer propaganda anti-americana e anti-capitalista. Houve um chico-esperto que até invocou o Trotocolo de Qioto. Daqui a um bocado invoca o lobbye judaico americano, o "polvo sionista", o Bill Gates, e sabe-se lá mais o quê! :-)
O que este sheiq defende é apenas uma versão fanática dos terroristas islámicos, que vivem à grande e à francesa mas que usa as marionetas analbatetas, que foram vítimas de uma lavagem cerebral, para perpetrarem atentados contra qualquer um que lhes faça frente.
Mas o que defende este fanático é o que defendem a maioria dos radicais islámicos, com a gravidade dos terroristas islámicos ainda serem mais radicais que este fanático. Como o "pediatra", o "cadeirinhas-de-rodas" (o tipo até fez um milagre, pois quando viu o missil em sua direcção conseguiu levantar-se da cadeira e fugir na direcção oposta. Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Aqueles misseis são um bálsamo sagrado, concerteza. :-) ), e outros assassinos que juraram a morte a qualquer israelita e o fim do Estado de Israel.
Ora, é a própria Autoridade Palestiniana que os educa, protege, fomenta e apoia, nas suas actividades terroristas contra alvos israelitas, militares ou não. Mas no dia 14 de Março, enquanto muitos hipócritas se diziam madrilenos, mais de uma dezena de civis israelitas foram assassinados através de um atentado terrorista. E nenhum destes hipócritas teve coragem de dizer: "- Hoje sou israelita!".
Não. Nem uma palavra de condenação. De apoio aos familiares das vítimas, de condenação veemente contra os terroristas islámicos ou contra quem lhes apoia e dá guarida política. Como o "pacifista" Arafat, que na sua longa vida tem mais sangue israelita que se calhar o carniceiro de Bachau. Apenas andaram entusiasmados pelos resultados eleitorais castelhanos, com a derrota do Azanar. Com a vitória política em toda a linha dos assassinos radicais islámicos, do género este Osmar.
Aliás, até houve populistas comunas que fizeram declarações antisemitas infelizes. Escusado será dizer o seu vão nome, pois quem não merece respeito...
Voltamos a questionar os "pacifistas militantes": como negociar com estes fanáticos religiosos? Dar a outra face? (Cristo até é um Profeta islámico, sabias?)
Fico à espera das vossas "teorias sociológicas" para entender estes fanáticos e a melhor forma de os combater.
Mas aposto que será do género desta castiça amedota:
sociológica bloquista
Um homem foi encontrado na berma de uma estrada
por dois sociólogos do BE, minutos depois de ter sido violentamente espancado e apunhalado por um radical islámico, com "lenço à Arafat".
Um dos bloquistas, preocupado, disse para o outro:
— Temos que encontrar rapidamente o indivíduo que fez isto. É alguém que precisa de ser ajudado!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Afixado por: anti-comuna em abril 19, 2004 01:46 PMEh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Não há nada como vos pôr em pulgas para se entender verdadeiramente como sois e pensais. Por trás desse verniz politicamente correcto... Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
O que se ofereceu para me bater se calhar é dos que vai às manifs pró-pacifistas, que "compreende" estes fanáticos, que advoga a não-violência e outras coisas tais.
Mas no fundo, logo que lhe salta a tampa, já se esforça por me ameaçar, ao bom estilo nazi. Aliás, os fascistas foram perfeitamente descritos pelo Trotska russo: populistas socialistas demagógicos. :-0
Ó Pedro, tu deves ser dos que desejam ir para o Bairro Alto à procura de anti-comunas e direitistas para lhes tratar da saúde, não?
Vá lá que não te dá para ires á procura de pretos, judeus ou gays. Há para aí umas alminhas que eram capazes de se juntarem a ti para formar umas Brigadas Vermelhas Revolucionárias. ;-)
É assim esta nova-esquerda "pacifista"... Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Afixado por: anti-comuna em abril 19, 2004 03:51 PMO Omar é ali amigo do anti-comuna: é um fascista islâmico quimicamente puro, com o qual não há qualquer conversa possível, pelo menos enquanto ele continuar a poder atirar-nos à cara com os "nossos" comportamentos terroristas.
Não vou repetir aqui tudo o que escrevi no meu blog, mas repito que a única forma de combater o fascismo islâmico é através da promoção e do diálogo com o anti-fascismo islâmico, a faceta tolerante do islão, que está provavelmente mais em guerra com estes "anti-comunas" de turbante do que nós (eles têm de conviver uns com os outros diariamente; nós não).
E só se consegue dialogar com anti-fascistas islâmicos se renegarmos liminar e completamente os terroristas do "nosso lado": os que invadem terras alheias á revelia das leis internacionais, e os que "assassinam selectivamente" os líderes dos outros. Caso contrário, estamos só a fazer com que mais e mais anti-fascistas islâmicos desapareçam para dar lugar a mais e mais fascistas islâmicos.
Nós somos aliados dos moderados islâmicos. O Bush, o Sharon e o JMF são aliados da Al Qaeda e do Hamas. Os verdadeiros blocos nesta guerra são estes.
Afixado por: Jorge em abril 19, 2004 04:50 PMSubscrevo o ensaio sobre a tolerância do Diogenes.
Afixado por: Alfredo Vieira em abril 19, 2004 06:06 PMXi! Este blogue é um achado. Do politicamente correcto à mais pura demagogia... :-)
Eu não conheço o blogue do Jorge, mas deve seguir a cartilha cá dos camaradas barnabés. Pronto. Têm boas intenções, julgam saber mais que os demais comuns e sonham com uma vida melhor para os comuns mortais. ;-)
"a única forma de combater o fascismo islâmico é através da promoção e do diálogo com o anti-fascismo islâmico"
Se tu pensas isto só devias apoiar todos aqueles que abatem assassinos, como o Omar e demais facínoras. Desde o Bush ao Sharon. :-0
Porque, os americanos estão a tentar fazer uma transição política e entregar o poder aos moderados iraquianos. Mas que fazem os facínoras fascistas islámicos? Eliminam os seus rivais e os moderados para serem eles os interlocutores com os americanos. Como o actual jovem líder xiita.
E que fazem os politicamente correctos europeus? A extrema-esquerda pede a vinda de todos os soldados para casa, entregando o poder aos fascistas islámicos, apoiados pela Síria e o Irão!
É por isso que esta extrema-esquerda usa de uma pefídia hipócrita inacreditável. E até bate palmas ao cobarde sapateiro, que tem medo destes fascistas e deve estar pronto a negociar com os tipos.
E Israel? Israel, como bem nota Serge Frydman, hoje no JN, apoia o Sharon, que até diz que é pragmático. E o que faz Sharon? Sharon sabe que a Paz faz-se com moderados e não com radicais como os líderes do hamas que controlam a Autoridade Palestiniana, e abate os radicais fascistas.
Sharon, conmo qualquer mediano político, sabe que o poder na Palestina está entregue aos fascistas, que afastaram os moderados do poder e, até, estes os assassinou quando eles começaram a tornar-se incómodos e exigirem o respeito pelas Leis palestinianas.
Mas a extrema-esquerda europeia, num misto de avezsruz, num misto de ódio antisemita e anti-americano, julgando estar a defender os "pobrezinhos palestinianos" está amplificar os poder dos radicais fascistas contra os moderados palestinianos.
Das duas uma, ou mete a cachola na areia ou faz de propósito para ignorar o que se passa verdadeiramente na Palestina, com obejtivos ocultos de propaganda antisemita ou anti-americana. Pelo puro populismo socialista demagógico.
Como qualquer estudante de política mediano sabe, o vazio de poder com a morte destes fanáticos religiosos, será preenchido pelos moderados, que foram afastados da Autoridade Palestiniana, acusados de traição à pátria e de quererem fazer o jogo dos israelitas, ao pretenderem fazer a Paz e criar um Estado de Direito Liberal.
Sharon está a fazer a mesma política que Golda Meir, ou seja, abater e enfraquecer os movimentos palestinianos para se sentar à mesa das negociações com os moderados e implementar um processo de Paz.
Mas a extrema-esquerda europeia, ou é ignorante ou quer enganar os seus leitores e seguidores políticos ao escamotear estes dados. Não lhes deve convir a Paz entre Israel e um Estado de Direito na Palestina, ao estilo ocidental e liberal. Ou não será assim?
Da mesma forma sempre apoiaram como apoiam qualquer ditadorzeco que se oponha ao capitalismo, à globalização e aos americanos. "Fecham os olhos" ao camarada Fidel, como fecharam ao Saddam, ao Milosevic e outros taradinhos fascistas totalitários.
Estes tipos, totalitários, sempre foram socialistas. E revolucionários! :-0 Ou não sabemos o que quer dizer Baas? O próprio Arafat, um fascista da pior espécie, como sempre foi anti-capitalista, anti-americano e socialista/comunista, sempre teve, como tem, e como há-de ter, o apoio da esquerda do reviralho! ;-)
Depois vêm com a demagogia populista, comparando o Bush e o Sharon aos fascistas, quando estes são apoiados e defendidos pela nova-esquerda.
O populismo demagógico socialista dá para tudo, não dá? É o fascismo da extrema-esquerda no seu mais belo esplendor! :-/
PS Ó Jorge, oxalá, (não, não estou a invocar Deus em vão! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!) um dia, não estejas num campo de "reeducação religiosa", a mando do camarada Omar, por causa das tuas actividades pacifistas e, não venha eu, com uma uzi nas mãos, estilo rambo, libertar-te da morte. Olha que a história está repleta de exemplos destes. E não se diga: "desta água não beberei!". Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Afixado por: anti-comuna em abril 19, 2004 06:15 PMEste "anti-comuna" também dava uma entrevista engraçada na Pública. Depois das asneiras dos fascistas ilsêmicos, nada como as asneiras dos seus aliados fascistas europeus.
Ao menos assim as pessoas ficam a saber o que a canalha pensa.
Afixado por: Jorge em abril 19, 2004 06:42 PM"Ao menos assim as pessoas ficam a saber o que a canalha pensa." lolololol
Mais um intelectual pedante abatido perante a minha modesta pena parola. :-)
Pronto, diz qual o teu blogue que eu vou lá rir-me mais um bocadinho... Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
PS Descobre quem escreveu isto e dou-te um doce! ;-)
Sou humilde, sou modesto;
Mas, entre gente ilustrada,
Talvez me digam que eu presto,
Porque não presto p’ra nada.
Eu não tenho vistas largas,
Nem grande sabedoria,
Mas dão-me as horas amargas
Lições de filosofia.
Tu não tens valor nenhum,
Andas debaixo dos pés,
Até que apareça algum
Doutor que diga quem és.
À guerra não ligues meia,
Porque alguns grandes da terra,
Vendo a guerra em terra alheia,
Não querem que acabe a guerra.
Depois de tanta desordem,
Depois de tam dura prova,
Deve vir a nova ordem,
Se vier a ordem nova
Eu não sei porque razão
Certos homens, a meu ver,
Quanto mais pequenos são
Maiores querem parecer.
Vemos gente bem vestida,
No aspecto desassombrada;
São tudo ilusões da vida,
Tudo é miséria dourada.
Os novos que se envaidecem
P’lo muito que querem ser
São frutos bons que apodrecem
Mal começam a nascer.
Abatido?
Eu não tenho é paciência. As coisas são tão claras e foram ditas e repetidas tantas vezes que a esta hora quem ainda não as entendeu ou é burro ou tem interesse em não entender. Seja qual for o caso, bater mais no ceguinho é perder tempo e eu tenho mais que fazer.
Afixado por: Jorge em abril 19, 2004 07:25 PMTscc! Tscc! Tscc!
Ó Jorge, reconheço que sou burro. Afinal não li que "As coisas são tão claras e foram ditas e repetidas tantas vezes que a esta hora quem ainda não as entendeu ou é burro ou tem interesse em não entender."
Deves pensar que és primadonna para que te leiam. Não conheço o teu blogue e o que escreveste aqui representa o pior do fascismo da extrema-esquerda. O outro é que é burro! Se pudesses, como sempre fizeram comunas empedernidos, também me mandavas para um campo de reeducação ou trabalhos forçados.
Por baixo da vossa pseudo-intelectualidade vive o ódio aos que divergem e têm outras perpectivas de vida. Que olham para o mundo de um modo diverso. Mas os "engenehiros de almas" comunas é que são inteligentes e a corja ignorante é que é burra. Estorvam as acções do Estado comuna? Calaboiços com estes burros!
"Todo o burro come palha, o truque é saber como a dar!" ;-)
Até logo, einstein! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
PS Por isso é que querem uma revolução socialista. Numa Democracia, para ganhar o apoio, é necessário ter arte e engenho para explicar, para ter capacidade pedagógica, para poder ter o apoio político. Estas minorias fascistas, incapazes de "instruir o rebanho" preferem revoluções socialistas. Triste a sina dos democratas que terão que lutar sempre contra salazaristas bafientos. Era só trocar a União Nacional pelo Socialismo Revolucionário... :-0
Afixado por: anti-comuna em abril 19, 2004 09:10 PM"Nós" explicamos tudo a toda a gente. Explicamos, explicámos e explicaremos. Até eu, que não sou um movimento e sim uma pessoa, já expliquei. Mas há sempre os meninos nazis como tu, os provocadores de merda como tu, com quem vale tanto a pena discutir como com o Osama Bin Laden.
Quanto ao meu blogue, ainda bem que não o conheces. Gosto de ter lá ar puro.
Já que gostas tanto de quem abate facínoras, mete um tiro nos cornos, vá. De certeza que ficarás contente contigo próprio.
Ó Jorge, estás a ficar mal na fotografia, pá. Ó pá, sabes o que é a Democracia? É saberes debater, pá. É saber discordar, pá. É defenderes com convicção as tuas ideias mas ao mesmo tempo seres humilde o suficiente para nunca impor os teus pontos de vista aos outros. Para quem me acusa de nazi... :-0
Quando os vossos vernizes pós-modernos estalam descobre-se a podridão fascista, meu. Se explicaste e não compreendi, tens que te esforçar mais, pá. Não sabias que é assim que se ensina aos aprendizes, pá?
Não comungas das minhas ideias, pá? Contraria, explica o que pretendes, contrargumenta com lógica racional e não demagogia fascista, pá. Já não vivemos sob ditaduras onde dizes o que pensas e a carneirada segue os teus "sábios" conselhos, pá.
Estamos em Democracia, pá. Onde as lutas ideológicas combatem-se com inteligêecia, pá. E não com manias de quem se julga um "eleito", pá. No fundo, bem lá no fundo, o teu voto vale tanto o meu, pá. E as tuas ideias valem per si mesmo e não por te julgares um superhomem, pá. ;-)
Atina, pá. O mundo é a cores. Há quem goste do amarelo, do verde e do encarnado. Assim como das outras cores, pá.
Vá lá, esforça essa cabecinha e demonstra que tens razão, pá. Pela força das ideias, das convicções, da estrutura retórica, pá. Já não estamos nos tempos onde se mandava para o Tarrafal ou para o Campo Pequeno aqueles de quem se discordava, pá.
Vê lá bem, que até é possível ver na tv, um tipo que derrubou a ditadura e ao mesmo tempo tentou "albanizar" o nosso querido Portugal, pá. É a Democracia, pá. O gajo se calhar devia pagar pelos seus erros trágicos, pá. Mas como fez um grande favor aos democratas, pá. Nós até lhe perdoamos os desvairios revolucionários socialistas, pá.
É a vida, pá. Curte a vida, pá. Sonha com a concretização das tuas ideias, mas não contra as pessoas, pá. Mas com elas, pá.
Ou será que ainda estás acorrentado nas ideias? Onde o paradigma ditadura-liberdade te tolda as ideias, não sabendo dinstinguir uma da outra, pá?
Também odeias a evolução? Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Ó pá, evolução rima com revolução, pá! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
O teu blogue é mesmo fixe, pá. Vou já apanhar uma moca à pala da tua súmula tolerante, pá.
Curtes, pá? :-)
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 12:04 AMComovente, essa súbita conversão à democracia. É sempre bonito ver os nazis a utilizar a retórica democrática. A gente sabe que não é a sério, que à primeira oportunidade reabrem os campos de concentração, que é só fumaça para enganar o pacóvio, mas estes nossos coraçanitos utópicos não conseguem deixar se sobressaltar com a ténue esperança de ser desta que vão parar de insultar os líderes partidários que depois de ganharem as eleições tratem logo de cumprir as promessas eleitorais.
Mas é só por um momento.
Afixado por: Jorge em abril 20, 2004 12:29 AMÓ Jorge, gostavas que fosse nazi, não gostavas? :-)
Pois é, Jorginho, um fascista da extrema-esquerda quando não tem capacidade para contrariar os argumentos adversários acusa o seu interlocutor de nazi.
Está certo. Afinal o estaline condenou os trotskistas por actividades nazis, não foi? ;-)
Ok! Pá. És um gajo anti-nazi, pá. Fazes bem, pá. Mas o que te diferencia de um nazi? Apenas algumas lutas liberais. Porque no resto, desde a economia á função do Estado na Sociedade, desde a defesa do anti-capitalismo até ao ódio aos judeus e aos americanos, vós comungais de toda a paternáfila socialista. Ou não é assim? Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
De quem gostas mais? Da luta de classes ou de raças? Afinal sois ambos deterministas históricos socialistas... Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
De quem gostas mais? Do Owen ou do Saint-Simon? Queres sindicatos controlados pelo Estado ou livres dos partidos políticos? Queres corporativismos? À moda nazi ou comuna?
Ena, pá. Qual a diferença entre o BE e o PNR? Apenas uma questão de lutas: uns acreditam piamente nas raças outros nas classes. Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
De resto, são irmãos gémeos, pá. Tentam disfarçar, odiamdo-se uns aos outros, mas entende-se o porquê, pá. Afinal quase que defendem as mesmas coisas... Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Uma questão de mercado político, pá! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Actualiza-te pá. Afinal o Oscar, o camarada Otelo já fez a sua reconversão, pá. Mas vós continuais presos às ideologias revolucionárias socialistas, pá. Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Não sei se não comungais deste quadro propagandístico, mas aposto que sim:
http://www.partidonacional.org/imagens/prop/09.jpg
Pois é, pázinho, e eu é que sou nazi! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Qualquer dia o PNR faz uma OPA ao BE e ao PCP! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Ena, os nazis não apoiam os americanos? E tu?
Ena, os nazis estão contra Israel? E tu?
Ena, os nazis apelam ao fim do capitalismo? E tu?
Ena, os nazis apelam ao fim da globalização? E tu?
Ena, os nazis querem que se feche as fronteiras ao liberalismo económico? E tu?
Para os nazis se transformarem no BE só lhes falta admitirem a homosexualidade, a aceitação das diferenças entre os homens e admitirem que se pode fumar uns charritos não é tão prejudicial à saúde, como se diz para aí.
Mas no resto, é quase tudo igual. lololololol
É pázinho, as coisas são assim mesmo, pá.
Junta-te a eles e serás feliz! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Viva a América! Viva Israel! Viva o Capitalismo! Viva a Liberdade! ;-)
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 01:13 AMAs opiniões são como os cús... Cada um tem o seu e o dos outros cheira sempre pior que o nosso.
Não é com o "vai-te matar" ou o encorajamento ao estudo das entranhas dos galináceos que as conversas evoluem. Confesso, no entanto, que também já usei o "Não falo mais contigo!", devia ter prái 5 anos numa conversa acesa qualquer sobre piões ou berlindes.
Não é que esteja a insinuar que sou melhor do que alguém. Só acho que o argumento "Com pessoas assim não se fala" é o típico de quem já os esgotou e não tem pachorra para pensar em mais nenhum. Quem vem para um espaço de discussão devia estar mais preparado pelo menos em aceitar que os outros podem ter opiniões diferentes. Aceitar essas opiniões será outra história, mas aí é que entra o debate!
Afixado por: Necrophorus em abril 20, 2004 01:17 AMPedro, quando o leitão-à-bairrada ou as entremeadas forem simples recordações, quando o bom tintol ou a bejeca forem pecados imperdoáveis, quando as mulheres passarem a ser seres anónimos debaixo das burkas, quando tiveres que te ajoelhar virado para Meca mesmo que não acredites, talvez descubras a diferença entre a Al Qaeda e a América
Afixado por: Reaça em abril 20, 2004 02:10 AMSó ninguém me explica é porque é que a este animal salafita se permite pavonear-se pela velha Lugdunum, destilando o fel que quer, e não há um cabrão dum inglês que o foda. É o que se chama morder nas mão de quem lhe dá a comida. Vem para o ocidente, gozar dos pecados ocidentais (quase que aposto que se passeia de Jaguar) e sonha com um califado...
Afixado por: Reaça em abril 20, 2004 02:15 AMNecrophorus, suponho então que estejas disposto a conversar com o Bin Laden, trocar civilizadamente argumentos com ele? Que aches que a maneira certa de lidar com o velho Adolfo teria sido chamá-lo para uma boa conversa ao jantar?
Seja como for, quer aches ou não (eu, como é evidente, não acho), vou confessar-te uma pecado relacionado ali com o valente de aviário: eu nem li o que ele escreveu, para lá de uma leitura diagonal aqui e ali (e que bastou para me pôr os cabelos em pé). Um gajo que vem para caixas de comentários com um nick daqueles e aquele tipo de atitude não tem nada a dizer além de provocações.
As discussões, as trocas de ideias civilizadas, fazem-se com quem pretende discutir; com quem só pretende insultar e atirar provocações a torto e a direito pode-se fazer duas coisas: responder com o silêncio ou devolver os insultos. Trocar argumentos é que é impossível. A troca de argumentos exige um mínimo de boa-fé, coisa que não existe de todo naquele facho. Percebeste agora?
Por isso, aquele fascistóide cobarde que nem tem tomates para se apresentar com o seu próprio nome não leva troco. É uma inexistência. Uma inexistência com demasiado tempo livre entre as mãos, mas uma inexistência na mesma.
Anti-comuna:
Já lhe ocorreu que o seu raciocinio pode ser usado para pegar em qualquer 2 idealogias ao acaso e demonstrar que são iguais?
P.ex, vamos comparar os liberais com os nazis:
Os nazis eram contra a União Soviética, os liberais também (e ambos, por razões tácticas, se aliaram a ela em certos momentos)
Os nazis não gostam muito dos kibutzin israelitas, os liberais também não.
Os nazis são contra a gestão da economia e do estado pelos conselhos operários, os liberais também.
Os nazis são contra a monarquia absoluta, os liberais também.
Os nazis são contra o igualitarismo, os liberais também.
Os liberais são contra a luta de classes, os nazis também.
Os seja, tentar juntar idealogias com base no que ambas rejeitam é fácil: todas os pares de idealogias têm inimigos comuns.
Já agora, é um bocado disparatado escrever "Viva o capitalismo" e "Viva Israel" na mesma linha.
Afixado por: Miguel Madeira em abril 20, 2004 10:02 AMSr. Jorge, você é um triste! Triste argumentação, tristes conceitos, triste "ler na diagonal". Tristes chavões de um intelecto também ele distorcido numa diagonal. Triste exemplar humano de entrelinhas, vergonha para cerca de 346.456 seres de nome Jorge que habitam neste planeta. Nem dar a "cara" pelo nome o salva. Talvez Alá tenha compaixão de si. Faça-nos um favor: converta-se! O Islão merece-o.
Afixado por: Ricardo em abril 20, 2004 11:54 AM"...a bandeira verde do islão será um dia hasteada no n.º 10 de Downing Street. Não tenha dúvidas."
Este excerto do parágrafo escrito por Agualusa é no mínimo ridícula, ou alguém tem dúvidas que, se algum dia existir uma Guerra entre o Islão e o Ocidente serão os primeiros aqueles que irão sair derrotados?
Mais ainda, acredito que em breve todas as religiões irão acabar, possivelmente em 500 anos não mais.
Se as pessoas soubessem tanto de cultura cientifica como sabem de cultura artística (apesar de não saberem muito desta) as religiões já teriam acabado. A crença em um Deus (ou vários, a mim tanto me faz) é no fundo a primeira explicação "científica" da ordem (e às vezes desordem) do Mundo, será talvez uma proto-ciência em breve abandonada, no dia em que as Ciências da Vida derem o seu, tão esperado, GRANDE SALTO (os cientistas esperam que seja ainda este século); semelhante aquele que foi dado pela Física, com a Física Newtoniano, e pela Física/Química com a Física/Química Quântica.
E nem vale a pena tentarem demover esta ideia, pois o mesmo devem ter dito aqueles que acreditavam em mais de um DEUS. No fundo o que nos fez acreditar em apenas um DEUS? O que nos fez mudar tão radicalmente de ideias? Se bem me lembro, e lamento a falta de rigor histórico, foi o Faraó... porra não me lembro do nome... aquele que acreditava no Deus do Sol... olha esqueci-me (e também o que não falta aqui são historiadores que poderão explicar esta questão), o primeiro a pensar num Deus único omnipotente e omnipresente.
E agora se me apetecesse matar tudo o que fosse Religiosos, pior Agnósticos também iam, todos o que acreditassem numa entidade superior com vontades e ideias? Bem vou pensar no assunto, juntar uns amigos pôr umas bombas, pode ser que dê...
Afixado por: anti em abril 20, 2004 12:47 PMEh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Agora é que o debate está a aquecer. :-)
Ó Ricardo, não vale a pena "exigires" muito destes "tolerantes". Eles quando não gostam das "verdades alheias" escondem-se sob o seu pedantismo intelectual. E simplesmente viram a cara ao lado ou leiem na "diagonal". Uma tristeza, é o que é. É como querer resolver uma equação olhando só para um membro. Eles nem entendem o que é o Conhecimento. Deviam saber que o Conhecimento Liberta! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Aliás, todos os fascistas totalitários o fazem. Queres ver? Olha para estes excertos do sheiq Omar:
"PÚBLICA - Tem a casa cheia de livros. São todos sobre o Islão?
Omar Bakri Mohammed - Sim, todos os meus seis mil livros. Excepto aquele ("British Law"), que me foi oferecido.
P. Leu-o?
R. Por alto.
P.Que tal?
R. Pura e simplesmente patético."
Ora, este Jorge faz o que fazem os fascistas. Para eles só contam as opiniões que se "integram" na sua forma de ver o mundo. British Law? É patética? O que escreve este "valente galinácio"? Patético!!!
É assim o mundo da extrema-esquerda fascista. Ao longo dos meus longos anos a debater com totalitários, encontro sempre estes "génios" que se julgam mais inteligentes que os demais e comuns cidadãos. E que sistematicamente ignoram o que pensam as correntes políticas adversárias e diversas. E para quem se diz democrata... ;-)
Aliás, nada de novo nas hostes fascistas.
Reparem no que diz o Omar:
"P. Mas o que pode justificar matar deliberadamente milhares de civis inocentes?
R. Nós não fazemos a distinção entre civis e não civis, inocentes e não inocentes. Apenas entre muçulmanos e descrentes. E a vida de um descrente não tem qualquer valor. Não tem santidade."
O que diz este Jorge? Que as opiniões que não estão de acordo com a sua cartilha e visão do mundo não valem nada.
Mas este Jorge, incoerente como costumam ser todos os fascistas totalitários, diz a dada altura:
"Necrophorus, suponho então que estejas disposto a conversar com o Bin Laden, trocar civilizadamente argumentos com ele? Que aches que a maneira certa de lidar com o velho Adolfo teria sido chamá-lo para uma boa conversa ao jantar?"
Mas é dos que acusa Israel de perpetrar assassinatos contra estes hitlers e bin ladens, que segundo as suas palavras, não é possível conversar "civilizadamente".
Se este tipo diz isto, como pode apoiar as lutas políticas contra Israel e Sharon? Ou até o Bush?
Estes srs. são é fascistas demagógicos. Que usam a realidade polítiica e social para manipular a opinião pública e publicada.
Mas por trás daquelas "penas douradas" esconde-se um pobreza intelectual inacreditável. A minha pena parola desmascara-os, sem precisar de recorrer muito aos artíficios retóricos.
É mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo.
Mas depois dão loas ao fim da "ocupação do Iraque", ao fim do "Israel belicista" e até batem palmas aos desmandos ideológicos do Mário Soares.
Estes superhomens, na boa esteira fascista, talvez vindo das filosofias germânicas, detestam quem lhes diz na cara o que verdadeiramente são: fascistas. Que como bem demonstrou Trotsky, fascismo é o populismo socialismo demagógico. E é o que estes tipos são. Por trás daquele verniz pseudo-intelectual, de cariz pós-moderno, estão uma profunda intolerância sobre quem pensa d emaneira diferente. Julgam-se superiores. São a "raça-eleita". Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Uma chatice, é o que é.
Passando ao Ricardo. Caro Ricardo, a forma como o BE e os nazis pretendem usar o Estado é a mesma forma: controlo da Sociedade pelo Estado, seja para fazer o Homem Novo, seja a Utopia.
Os Liberais não querem transformar a Sociedade apenas com o Estado. O Estado é apenas um instrumento como muitos outros para a Sociedade melhorar, mas na crença que se melhora a Sociedade apostando nas capacidades individuais.
Por isso é que o que defendem os tipos do PNR também pode ser defendido pelo BE:
http://www.partidonacional.org/imagens/prop/folheto_03_g.jpg
Ou isto:
"Superar a angústia do desemprego
Aos Portugueses deve ser garantido o acesso a um posto de trabalho digno. O trabalho ilegal deve ser eficazmente punido. Os empregos dos Portugueses devem ser protegidos, através de medidas proteccionistas, contra a concorrência selvagem proveniente de países com baixos salários e fraca protecção social. A redução progressiva da exagerada carga fiscal (que visa somente sustentar um Estado burocrata e despesista) permitirá que as empresas se tornem mais competitivas e criem mais postos de trabalho."
"Milhares de Portugueses não têm habitação própria permanente e outros milhares vivem no limiar da pobreza. Grande parte dos jovens com menos qualificações profissionais está no desemprego. Defendemos que a preferência nacional, em matéria de ajuda social ou de atribuição de habitação social tem que ser instituída. Os baixos salários serão revalorizados de modo que a todos seja possível viver dignamente."
As bandeiras sociais dos nazis e do BE são muito semelhantes. Há aqui um padrão consistente. E é fácil de entender o porquê. Ambos bebem do socialismo. Só que uns acreditam na luta de classes, como motor da história. Outros é a luta de raças.
Não é preciso ir a Coimbra começar a estudar os padrões comuns entre estes dois grupos fascistas. ;-)
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 01:28 PMaonde é que o BE e o PNR têm bandeiras parecidas:
Pegando nos textos do PNR que cita, este defende restrições à emigração e a "preferencia nacional" (o BE defende menos restrições), o protecionismo (enquanto o BE defende uma espécie de Estado-providência mundial, ou europeu),e a rudução da carga fiscal (o BE defende mais impostos sobre o capital). Parece-me exactamente o contrário.
Afixado por: Miguel Madeira em abril 20, 2004 02:31 PMÓ Miguel Madeira, o que pretende o BE? Não é o fim da NATO? E os nazis?
E o BE não pretende taxar mais o capital e baixar os impostos aos trablhadores? E os nazis?
Quanto ao Estado-Previdência global ou europeu, o BE parece-me que não o defende. Á parte de algumas políticas "harmonizadas", toda a tónica baseia-se no Estado nacional de cada país. Ou não é por isso que são contra o Directório? Os nazis não diferem muito disto, pois as suas políticas protecionistas são bem mais aparentes que reais. há grupos nazis, por ex. em França, que defendem a harmonização fiscal e social entre todos os Estados, europeus e mundiais.
Mas no controlo da Sociedade pelo Estado? Quais as diferenças entre os nazis e o BE?
E o controlo dos sindicatos? Quais as diferenças entre os nazis e o BE?
E a forma de sistema político? Quais as diferenças entre os nazis e o BE?
Se visitares os sitios do BE, eles quase que encobrem as suas verdadeiras ambições políticas. Por isso, aquando da apresentação do Manifesto ao PE, os tipos convidaram um comuna italiano da 4ª Internacional Comunista, para ambos designarem os próximo passos do fascismo da extrema-esquerda: a Reevolução Socialista.
Aliás, a propaganda do BE e dos nazis é tirada da propaganda nazi, onde o Goebbels o teorizou muito.
Repara nestes dois cartazes do BE:
http://www.bloco.org/images/stories/elesmentem.jpg
http://www.bloco.org/images/stories/culpados1.jpg
Repara que estes dois cartazes são muito parecidos com aqueles que podes apreciar nos sitios nazis.
A linguagem "justiceira", moralista, demagógica, a raiar o populismo totalitário está aqui toda presente.
Termos no léxico político como "culpados" (no cartaz 2), "criminosos" (manif onde o Miguelito acusava o Fanhoso de ser um criminoso), traidores (aos trabalhadores, subentenda-se) são epípetos que quase só os fascistas, totalitários e anti-liberais, usam como forma populista de tentar sacar apoios políticos.
Há mais semelhanças, entre o BE e os nazis? Muitas mais. Mas ainda não compartilham toda a ideologia fascista. Mas é muito mais o que os une do que o que os divide.
Basta ler com olhos de ler, ouvir muito bem e raciocinar para entender estes totalitários.
PS E o apoio do BE (do PCP e até de parte do PS) ao nazi Milosevic? Os fascistas todos usaram do que puderam para tentar "defender" o nazi, que além de socialista usava as mesmas "regras" e métodos dos nazis alemães, da II Guerra Mundial. O ódio destes fascistas aos americanos, à OTAN até fizeram com que andassem sob a pata do nazi Milosevic, que matou dezenas de milhares de pessoas em campos de concentração.
Mas para estes fascistas, a Liberade não tem qualquer valor, desde que um ditadorzeco seja anti-americano ou anti-capitalista.
Os bloquistas deviam estar em Haia a responder por darem apoios políticos a esta corja totalitária e se oporem ao fim dos regimes nazis e comunistas daquela região.
Mas hoje, sabendo-se o que se sabe hoje, eles estavam do lados dos nazis. Como sempre estiveram, sempre que a Liberdade tenta derrubar ditaduras socialistas, nacionalistas ou não.
Mas os gajos passam a página e... "No pasa nada!"
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 03:12 PMMais sobre o fascismo do "nossos" camaradas bloquistas.
O JPP, ex-comuna e com um fascínio sempre presente pelos comunismos, que conhece muito do como funciona o totalitarismo fascista comuna, e neste caso, trotsquista, fez um maravilhoso e interessante artigo.
Pena é que não seja mais específico, nas conturbadas suspeitas actividades de muitos bloquistas. Seja nos sindicatos controlados pela CGTP ou UGT. Seja no controlo sobre jornalistas e sua chantagem. Há todo um mundo por descobrir, que, cremos, a Liberdade mostrará à saciedade a natureza destes grupos fascistas.
Antes de mais. O BE está para o nazismo, como o comunismo soviético está para o comunismo chinês.
Do José Pacheco Pereira ( http://abrupto.blogspot.com/2004_04_01_abrupto_archive.html#10824684245090580 ):
"PAPEL DOS TROTSQUISTAS EM FRANÇA
Um filme muito interessante sobre os trotsquistas passou na televisão francesa. Ou melhor, apenas sobre um grupo trotsquista, a ex-OCI / Parti des Travailleurs, os "lambertistas", e ficaram de fora os trotsquistas do grupo de Krivine, a que está ligado o PSR de Francisco Louçã, na IV Internacional.
Os "lambertistas" têm uma fama muito própria e uma "cultura" de partido que lhes vem da conjugação de serem um grupa ultra-conspirativo, muito fechado e sectário, com uma prática de "entrismo" nos sindicatos e partidos "burgueses", sem revelarem as suas reais convicções ideológicas. Os "lambertistas" tiveram a sua hora de glória quando se soube que Leonel Jospin, então primeiro ministro, tinha mentido sobre a sua pertença ao grupo e, já secretário geral do PS, reunia clandestinamente com Lambert para lhe passar informações e receber instruções.
A reportagem da televisão mostrava as extensas relações, pactadas ou escondidas, entre o PSF, o sindicato Force Ouvriére, e o grupo de Lambert, e o modo como este actuava fornecendo serviços de segurança, "limpando" as salas de opositores, organizando grupos para vaias, etc., etc. Não em 1968, mas hoje. O Parti des Travailleurs tem uma face menos simpática do que a LCR de Krivine, mas os métodos e as tradições não variam muito. Em Portugal, ninguém faria uma reportagem deste género sobre o amável Bloco."
E como diria o Rocha: Mai nada! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! :-)
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 04:06 PM"Quanto ao Estado-Previdência global ou europeu, o BE parece-me que não o defende. Á parte de algumas políticas "harmonizadas", toda a tónica baseia-se no Estado nacional de cada país. Ou não é por isso que são contra o Directório? "
Do Manifesto do BE:
http://www.bloco.org/pdf/manifestoeuropeias.pdf
"No Parlamento Europeu, o Bloco de Esquerda defenderá:
O fim das políticas proteccionistas, em particular as que na Política Agrícola
Comum condenam milhões de camponeses do Terceiro Mundo à fome e à miséria.
A criação unilateral de uma taxa sobre as transacções financeiras (taxa
Tobin) destinada a financiar os programas de combate à fome e promoção do
desenvolvimento no Terceiro Mundo.
Um mega-programa público europeu de cooperação no combate à
tuberculose, à malária e à sida em África, libertando este continente da criminosa
política das multinacionais farmacêuticas e invertendo a trágica progressão destas
doenças.
O perdão mundial das dívidas externas que amarram os orçamentos de estado
dos países pobres ao pagamento de juros."
"Prioridade no combate à pobreza
Todas as pessoas que vivem na Europa, independentemente da sua situação ante o
trabalho, idade ou lugar de nascimento, têm direito inalienável a viver com dignidade.
Deve ser criado um Rendimento Mínimo Europeu ponderado sobre os diferentes
salários médios e seu poder de compra. As leis restritivas sobre a imigração têm que ser
mudadas e aos imigrantes devem ser reconhecidos direitos sociais e
políticos. O orçamento comunitário deve passar a co-financiar os sistemas de
segurança e protecção social mais débeis, de modo a acelerar a sua convergência
com os sistemas mais fortes. E um novo Fundo Europeu para a Regeneração
Urbana deve ser criado com o objectivo de apoiar as políticas de reabilitação das zonas
urbanas degradadas, combater a desertificação dos centros históricos e promover a
criação de novo emprego social e ambiental nas cidades.
Uma política para o emprego
Todos os homens e mulheres em idade activa têm direito a trabalhar. A Europa deve
subordinar a política do Banco Central Europeu ao objectivo do pleno emprego.
Um novo Pacto, desta feita para o emprego e o crescimento, deve libertar o
investimento público das amarras do défice, favorecer os países com menor
endividamento público e promover a redução do horário de trabalho para as 35
horas. Um novo Fundo Europeu de Emprego, para acorrer às regiões em crise e
reconversão industrial, deve ser criado.
Aposta na investigação, no conhecimento e na cultura
A Europa precisa de uma forte política comum que promova a investigação e o
desenvolvimento científico e cultural. Para combater a crise do emprego e aumentar o
nível das qualificações, somos favoráveis ao investimento prioritário na educação, na
formação e na reinvenção da escola pública, bem como apoiaremos todos os programas
que estimulem a mobilidade de estudantes, investigadores e criadores
culturais. Contra a desigualdade de oportunidades mercadorização dos serviços
públicos, sustentamos a criação de grandes programas de investigação paneuropeus
nas áreas do conhecimento que - em particular nos sistemas de ensino,
saúde, transportes, comunicações e ambiente - permitam à Europa defender as
vantagens de um modelo social para a democracia e para a partilha do conhecimento
em escala planetária.
Defesa dos serviços públicos em escala europeia
A lógica privatizadora, criando mercados onde antes existiam serviços de natureza
pública - do conhecimento à saúde e dos recursos naturais às comunicações – está a
destruir as capacidades de escolha democrática sobre os modelos de desenvolvimento. A
regulação pública dos sistemas financeiros, os fundos de pensões, o serviço nacional de
saúde, o fornecimento de energia ou de água, ou os correios, passam a estar submetidos,
não às necessidades das pessoas, mas à economia de casino. Ao invés, defendemos o
desenvolvimento qualitativo dos serviços públicos de saúde, educação e protecção social
em escala de cooperação europeia. A viabilidade de uma política social contra a
crise e de uma refundação democrática da União dependem deste combate pelos
direitos.
Orçamento em benefício das regiões e países mais débeis da União
A Europa deve ser um espaço de equilíbrio económico e social entre todos os seus
países, sem excepções. Os custos da interioridade e também os da insularidade
devem ser compensados. Todavia, os governos dos países mais ricos querem reduzir os
orçamentos comunitários para 1 por cento do PIB europeu. Ao invés, sustentamos que
os actuais níveis orçamentais devem ser duplicados nos próximos anos, de
modo a evitar que o alargamento se venha a traduzir numa Europa ainda mais desigual.
Esse crescimento não deve ser suportado pelas contribuições dos diferentes Estados,
mas pela emissão de dívida pública europeia e por uma política de progressiva
harmonização pan-europeia dos impostos sobre o capital.
Equilíbrio ecológico e poupança de energia
A Europa deve bater-se por novas relações económicas, ambientalmente exigentes,
socialmente equitativas e não proteccionistas. A actual PAC deve ser substituída
por uma nova política de apoio ao desenvolvimento do mundo rural, em particular à
criação e fixação de emprego, à diversificação de culturas e à promoção das pequenas
explorações agrícolas. Os bens que viabilizam a vida - o ar, a água e a
biodiversidade – devem ser públicos. Os programas que diminuam a dependência
energética da União, poupem energia, combatam as emissões de carbono e apostem nas
energias renováveis, devem ser desenvolvidos. Uma cultura de poupança contra o
desperdício e de inovação e emprego contra a poluição, deve vingar em todo o espaço
europeu.
Contra a crise económica e social, defendemos um modelo de desenvolvimento onde o
investimento público europeu emita sinais fortes para os mais fracos, promova o
emprego e a justiça social, e projecte uma Europa solidária no Mundo."
"Mas no controlo da Sociedade pelo Estado? Quais as diferenças entre os nazis e o BE?"
Os nazis (tal como o PCP) defendem uma sociedade controlada pelo Estado. No BE há várias correentes, mas o PSR defende (ou, pelo menos, defendia) um Estado que, desde a sua implementação, começasse a desaparecer e a se dissolver na sociedade.
"E a forma de sistema político? Quais as diferenças entre os nazis e o BE?"
Completamente diferente. Os nazis (tal como o PCP) defendem um regime centralizado de partido único. O PSR defende (ou defendia) um regime pluripartidário, governado por assembleias de delegados, revogáveis a qualquer instante, em representação das organização de base (CTs, CMs, etc.)
"Basta ler com olhos de ler, ouvir muito bem e raciocinar para entender estes totalitários.
PS E o apoio do BE (do PCP e até de parte do PS) ao nazi Milosevic"
Você agora entrou em delirio. Não se lembra que uma das razões porque o PCP se recusou a participar numa acção organizada pelo BE e organizações próximas contra a guerra na ex-Juguslávia foi, por nessa acção criticar-se o Milosevic
"Os bloquistas deviam estar em Haia a responder por darem apoios políticos a esta corja totalitária e se oporem ao fim dos regimes nazis e comunistas daquela região
Mas hoje, sabendo-se o que se sabe hoje, eles estavam do lados dos nazis. Como sempre estiveram, sempre que a Liberdade tenta derrubar ditaduras socialistas, nacionalistas ou não"
O seu delirio continua. Os trotskistas checos foram um dos mais activos componentes da coligação que derrubou os Comunistas do poder desse pais. Em todos os paises de Leste em que havia trotskistas, estes foram sempre dos oposicionistas mais activos (além de terem sido das primeiras pessoas, no Ocidente, a denunciarem os campos de concentração estalinistas). Alías, não deixa de ser revelador que dois dos mais poderosos livros anti-URSS tenham sido escritos por um escritor de extrema-esquerda (George Orwell)
Ó Miguel, eu também sei ler os vossos manifestos! :-0
90% do que aí está é defendido pela filha do "zarolho" em França. Ou não lês o que os nazis escrevem e defendem? ;-)
Quanto a isto:
"Completamente diferente. Os nazis (tal como o PCP) defendem um regime centralizado de partido único. O PSR defende (ou defendia) um regime pluripartidário, governado por assembleias de delegados, revogáveis a qualquer instante, em representação das organização de base (CTs, CMs, etc.)"
Ó Miguel, isto o que defendia o PSR (e pressupõe o BE) é o fascismo nazi, com algumas variantes, ou não é assim? Aliás, é uma evolução normal do pensamento comunista/socialista, onde, ao atingir-se o estádio mais avançado, o Estado deixava de ter lugar. Ou não é assim?
Olha que eu conheço a cartilha. Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Quanto ao BE e ao apoio ao Milosevic, os comunas estalinistas, naquela altura, também faziam algumas críticas ao nazi. Mas eles, com medo de se "colarem" a vós (como tem acontecido com frequência) e perderem "identidade" (Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!) não se juntaram a vós. Eles dizem que o BE são uma cambada de "copinhos de leite", não é assim? Olha para o que o jerónimo de Sousa diz do BE. :-0
O BE e não só, comportaram-se como os cobardes que apoiaram hitler, por acção e omissão, pois diziam desconhecer a "solução final".
Mas o BE, o tal "pacifista" fechou os olhos aos campos de concentração do nazi, sempre para se opôr à guerra, não porque lhe estivesse vedado o conhecimento do que lá se passava. Mas pelo ódio à OTAN.
E o BE comportou-se como os cobardes que se ajoelharam perante o nazismo, assistindo impávidamente à lenta agonia e à morte de milhões de seres humanos, dizendo que não lhes interessava entrar em conflito com os nazis. Ou não foi o que os comunas, estalinistas e trotskistas, fizeram antes da ida ao poder do nazi hitler e da sua prática ditadorial?
Pois. A cobardia dos "pacifistas" ficou-lhes cara. Muitos, infelizmente, morreram nos campos da morte nazis. Ou de onde sacou o Estaline as acusações aos trotskistas por se ajoelharem perante os cães nazis? Os gajos até fizeram cartazes do "bulldog nazi" com as fuças do Trotsky. Ou é mentira?
A Memória não esquece!
Porque, os teóricos do "pacifismo militante", ao se acobardarem e aceitarem a eleição do hitler no Parlamento alemão, sacrificaram milhões de pessoas, a começarem pelos judeus, ciganos, gays e, até, deficientes.
Com o Milosevic e o Saddam, por exe., vós praticais a mesma política sanguinaria que é aceitar a morte de milhões de pessoas em nome da "Paz" e do pacifismo. Se tendes amor aos vários povos, porque não aceitais o derrube de ditaduras nazis, comunistas e totalitárias, sem falar nos fideis e outros quejandos?
Não. Vós quereis passar por políticos das "mãos limpas", mas as centenas de milhares de famílias que foram assassinadas pelo Milosevic, enquanto vós cantavas loas à Paz e, se calhar, fumavas usn charritos. Mas enquanto vos saía fumo das bocas, saiam fumos de carne queimada dos campos de extermínio na ex-Jugoslávia.
Da mesma forma, para vós o Sharon é um assassino, só porque este abate cães fascistas, racistas, que odeiam judeus e gays, apesar do próprio Arafat ter sido um dia acusado de ser pedófilo.
Mas o Arafat, terrorista de longa data, é por vós aclamado como heroi da Paz. Mas ao mesmo tempo desvia dinheiros da ajuda europeia para financiar escolas terroristas e lavagens ao cérebro. Sem falar no seu passado terrorista.
É mentira o que aqui está dito? Pois.
É muito fácil falar, nas nossas cómodas sociedades liberais, seguras e próperas enquanto milhões de seres humanos podem estar a sofrer às mãos dos "pacifistas militantes".
Sabes quantos cidadãos dos Altos Lagos morreram chacinados, queimados e torturados, enquanto nós andamos para aqui a discutir se se devia, ou não, intervir miltarmente na região? Mais de um milhão de cidadãos.
E sabes o que me disse um amigo, fugido de lá, que perdeu a família? Que nós somos mas é uma cambada de burgueses cobardes!
Mas, o BE que pede? Paz e Amor.
Como se a Paz chegasse vindo de alguma revolução socialista... :-/
Não vos doi na consciência o estar ao lado de um nazi, contra a OTAN? As milhares de mortes não valem alguma coisa para a vossa demagogia socialista populista e fanática?
O BE foi cúmplice! E o resto é História. :-(
Afixado por: anti-comuna em abril 20, 2004 06:12 PMO Jorge explica tudo, já agora explica lá porque chamas fascista islâmico ao Omar. Para ti o que é um fascista? um fanático ? olha-te ao espelho pela manhã, reconhece-te e degola-te. Salvas a humanidade de mais um fascista.
Quando a conversa não interessa, saem os rótulos, fascista, nazi, e na realidade nem sabem o que isso é. É uma maneira de insultar.
Jorge
Li, percebi e tentei compreender o teu ponto de vista, o que não quer dizer que concorde com ele. Só me cabia agora responder ao que dizes, se isso não saísse fora do ambito do post. Percebeste agora?
O Miguel, por exemplo, parece que também percebeu e continuou a comentar... Sem ter chamado ninguém de facho... Pois só ele se deu ao trabalho de rebater as opiniões das inexistências... Que para opiniões de inexistências estão demasiadamente bem fundamentadas...
Afixado por: Necrophorus em abril 21, 2004 03:30 AMAi como eu gostava de um dia pegar em necons, fundamentalistas islamicos, stalinistas, nazis e mete-los todos numa nave espacial que os enviasse para um planeta onde eles pudessem realizar as suas utopias e deixar-nos a nós social democratas ,liberais, religiosos moderados e todos os outros que acham que a morte não é maneira de converter ninguem e que muitas vezes esse ninguem ou alguem nem quer ser convertido construir neste mundo de merda alguma coisa de jeito. Era tão lindo.
P.S.:Alguem me diz como é que os Omares deste mundo pretendem converter os mortos?
**Completamente diferente. Os nazis (tal como o PCP) defendem um regime centralizado de partido único. O PSR defende (ou defendia) um regime pluripartidário, governado por assembleias de delegados, revogáveis a qualquer instante, em representação das organização de base (CTs, CMs, etc.)"
*Ó Miguel, isto o que defendia o PSR (e pressupõe o BE) é o fascismo nazi, com algumas variantes, ou não é assim?
Qual é a semelhança entre isto e o "fascismo nazi"?
*Aliás, é uma evolução normal do pensamento comunista/socialista, onde, ao atingir-se o estádio mais avançado, o Estado deixava de ter lugar. Ou não é assim?
É, com varientes: os estalinistas defendem que o Estado, primeiro, tem que se reforçar, e só após um logo período começar a desaparecer, enquanto os trotskistas (e os conselhistas, a "esquerda comunista", etc.) defendem que deve logo começar a desaparecer (e, já que estamos a falar do BE, lá também há anarquistas,que defendem o desaparecimento imediato do Estado). Estas variantes podem parecer irrelvantes, mas, na minha opinião, não são.
*Quanto ao BE e ao apoio ao Milosevic…
A revista do PSR publicou, na altura, um comunicado da oposição sérvia. Durante muito tempo, o site do BE tinha um link para a Rádio B92, um dos principais orgãos da oposição. Isto é apoiar o Milosevic?
Já agora, como é que um anti-comuna está a apoiar o UÇK?
*E o BE comportou-se como os cobardes que se ajoelharam perante o nazismo, assistindo impávidamente à lenta agonia e à morte de milhões de seres humanos, dizendo que não lhes interessava entrar em conflito com os nazis. Ou não foi o que os comunas, estalinistas e trotskistas, fizeram antes da ida ao poder do nazi hitler e da sua prática ditadorial?
Trotsky criticou o PC alemão por não ter feito uma aliança com o SPD para combater o Hitler.
*Com o Milosevic e o Saddam, por exe., vós praticais a mesma política sanguinaria que é aceitar a morte de milhões de pessoas em nome da "Paz" e do pacifismo. Se tendes amor aos vários povos, porque não aceitais o derrube de ditaduras nazis, comunistas e totalitárias, sem falar nos fideis e outros quejandos?
Derrube, por quem? Pelo povo cubano, ou por uma invasão estrangeira?
*Da mesma forma, para vós o Sharon é um assassino, só porque este abate cães fascistas, racistas, que odeiam judeus e gays, apesar do próprio Arafat ter sido um dia acusado de ser pedófilo.
*Mas o Arafat, terrorista de longa data, é por vós aclamado como heroi da Paz. Mas ao mesmo tempo desvia dinheiros da ajuda europeia para financiar escolas terroristas e lavagens ao cérebro. *Sem falar no seu passado terrorista.
Eu ainda não percebi como a direita pode ser a favor de Israel: como é que liberais podem ser a favor de um país criado com base em expropriações massiças de propriedade privada, ou como é que conservadores podem ser a favor de um país cuja criação foi um caso radical de "engenharia social"?
*Sabes quantos cidadãos dos Altos Lagos morreram chacinados, queimados e torturados, enquanto nós andamos para aqui a discutir se se devia, ou não, intervir miltarmente na região? Mais de um milhão de cidadãos.
Foi exactamente porque a França interviu militarmente que muitos desses foram mortos - foi o exército francês, que, com a "Operação Turquesa", deu cobertura às milicias hutus para fazerem o massacre.
*Não vos doi na consciência o estar ao lado de um nazi, contra a OTAN? As milhares de mortes não valem alguma coisa para a vossa demagogia socialista populista e fanática?
A quantidade de sérvios que foram mortos após a guerra foi mais ou menos a mesma de albaneses mortos antes, logo, se somarmos com as pessoas que morreram devido à intervenção, o saldo desta foi claramente negativo.
Ó Miguel, eu ia responder mais tarde, com mais detalhes. Mas mesmo assim...
Sinteticamente estás a tentar reescrever a História.
Em primeiro lugar, a generalidade dos comunas alemães opuseram-se ao Hindemburg, tendo o Hitler beneficiado do ódio dos comunas, trotskistas incluídos, ao SPD.
Felizmente, actualmente, em França, o "zarolho" não tem o mesmo apoio por parte da direita, nem a esquerda actual se alia ao "zarolho" para derrubar a direita. Aprenderam uma lição.
O hitler até fez a sua tentativa de golpe-de-estado, a sua "revolução", tendo os apoios comunas de última hora ficado confusos, entre alinhar contra ou a favor do hitler.
Mas nas eleições em que obteve 18% dos votos, os comunas foram os seus aliados contra o governo liberal de esquerda.
Os estalinistas nem sequer sabiam do pré-acordo entre dois ditadores, mais tarde, mas o Trotsky apenas se opôs quando viu que ia ficar de fora da jogatana. No Chile, os Trotskistas e os estalinistas fizeram questão de continuar no seu "bloque de isquyerda", ao passo que o Allende, sabendo a natureza do regime nazi, saiu do governo.
Não venhas para aqui reescrever a História, pois é certo e sabido das responsabilidades dos comunas na vitória do Hitler. Por acção e omissão.
Ó Miguel, essa do PSR ter publicado uma mensagem dos comunas da 4ª Internacional e o apoio à rádio de Belgrado é apenas conversa para boi dormir. Vós tinhas conhecimento que havia uma política deliberada de extermínio nazi e socialista do ditador. Mas preferiste "dormir com o inimigo", porque entre um ditador e um regime liberal e democrático, vós escolheis sempre o ditador. Foi na Sérvia, foi no Iraque, como é em Cuba e por aí fora.
O Churchil dizia que para derrubar o nazismo até faria um pacto com o diabo. E por isso se aliou ao Estaline para acabar com aquele regime nojento. Da mesma forma, qualquer verdadeiro democrata, faz um acordo com o diabo, desde que valores e príncpios mais altos estejam em causa. Como a Liberdade, a Democracia e o Respeito pelos Direitos Humanos.
Os trotskistas alemães foram cúmplices, acabando por contribuir para a eleição do Hitler e depois foram "comidos de cebolada". No incêndio do Parlamento, o Hitler atribuiu as culpas aos comunas e meteu-os todos, ou quase, na cadeia ou em campos de escravidão. Traindo acordos verbais, segundo os próprios comunas, que ainda sonhavam com uma aliança com o ditador, pois este se dizia amigo dos "trabalhadores socialistas".
O BE faz o mesmo. Entre a Liberade e o populismo anti-liberal, escolhe sempre os lados dos ditadores e a sua propaganda contra as nossas "sociedades burgueses".
Quanto aos Altos Lagos, mais uma chachada sem sentido. Não deites a culpa aos franceses (que também têm algumas responsabilidades, mas a ONU nunca quis saber do assunto) e aos Hutus. Tenho um amigo na Holanda, que fugiu de lá, que me diz outras coisas diferentes. Mas para a vossa cartilha é mais fácil dizer que a culpa foi da "intervenção militar" francesa. Mas se a ONU desse a sua benção, com a entrada dos americanos, sempre ias dizer que a culpa era dos americanos. Se não é do cú é das calças.
Populismo demagógico em acção é coisa que não falta para os vossos lados.
"Eu ainda não percebi como a direita pode ser a favor de Israel: como é que liberais podem ser a favor de um país criado com base em expropriações massiças de propriedade privada, ou como é que conservadores podem ser a favor de um país cuja criação foi um caso radical de "engenharia social"?"
Meu caro amigo, Israel foi criado com o desmembramento do Império Británico. Muitos arabes foram "expropriados" (roubados é a melhor expressão) mas ali não havia nenhum país independente.
Se usasses os mesmos critérios, exigias a devolução das terras "roubadas" aos retornados portugueses, que também foram corridos das suas terras em África. Muitos nasceram lá.
Israel foi criado para garantir um Estado para proteger os judeus, após o Holocausto. Mas não foram os judeus os culpados de lhes terem dado um território, que também, eles diziam lhes ter sido roubado.
O vosso problema é o antisemitismo encoberto. Porque, Israel até tentou devolver territórios aos arabes expropriados. E fez muitas devoluções e até pagou com dinheiro. O que os arabes radicais não lhes reconhecem é o direito á existência, como Nação. E não é por acaso que cerca de 1/5 de israelitas são arabes. Porque eles foram acolhidos no Estado de Israel.
O que vos apoquenta é que Israel é um aliado tradicional dos americanos. Mas no ínicio, quando era a esquerda europeia que defendia a existência do Estado de Israel, até que nunca houve o antisemitismo radical esquerdista, como existe hoje. Até pela natureza de parte do sionismo, que era socialista e revolucionário. Mas como os gajos obtiveram o apoio dos americanos... Apesar de ter sido a França que lhes ofereceu o poder nuclear, não é assim?
Quanto a Cuba, foi um movimento militar. Mas era apoiado e comandado pelos comunas de fora, inclusivé pelo Trotsky. Ou o Guevara não era um médico argentino?
Mas a Liberdade é mais importante que as ditaduras. Quem nos dera a Portugal que os americanos tivessem invadido isto, em 1940. Já tinhamos tido a Democracia há muito, não é assim?
Que importa a cor dos libertadores? O que interessa é Liberdade. Pareceis mais uns patrioteiros do PNR que amantes da Liberdade Universal. :-0
Por fim, mais demagogia populista de quem vive agarrado às ideias socialistas totalitárias.
"A quantidade de sérvios que foram mortos após a guerra foi mais ou menos a mesma de albaneses mortos antes, logo, se somarmos com as pessoas que morreram devido à intervenção, o saldo desta foi claramente negativo."
Pois. Mas de morte natural, acidentes de viação, overdoses, apoplexias (era esta a doença "preferida" do Eça, não era? ;-) ) e outras tais mortes.
Preferias que os tipos morressem nos campos da morte que serem os americanos os libertadores? Como os comunas no tempo do Hitler...
Vá. Reescreve a História. Ou queres uma História escrita por "visões revolucionárias"?
Não leias mais um bocadinho, não. E vais morrer a acreditar nas tuas mentirolas demagógicas.
Nada de novo, vindo das comunas socialistas populistas.
PS Por ti, ainda vivíamos a louvar a "luz que alumia a rússia!" Eh! Eh! Eh! Eh! Eh! Eh!
Já agora, explica as diferenças de regime socialista, entre o que defende o BE e o Le Pen. Se puderes, é claro! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
(Se calhar vais começar com o socialismo romântico, os falasntérios, os sindicatos, as cooperativas e os empresários... E se fores mais longe vais buscar os corporativismos da Idade Média, não? Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! )
Afixado por: anti-comuna em abril 21, 2004 05:00 PM