Segundo o pai de Ivo Ferreira, jovem detido no Emirados Árabes Unidos, o embaixador de Portugal na Arábia Saudita terá, quando chegou a Dubai, telefonado para o jovem, preso, para saber se alguém o podia ir buscar ao Aeroporto. Em que Mundo vivem estes embaixadores? Não terá o rapaz coisas mais importantes em que pensar? Custa assim tanto apanhar um taxi?
PS: Conheço há muitos anos o Ivo. Espero que seja libertado rapidamente. Porque é um excelente cineasta. Porque gosto dele. Mas, acima de tudo, porque o que fez, em qualquer país civilizado, não pode dar pena de prisão. Que o Ministério dos Negócios Estrangeiros faça alguma coisa. E depressa.
Publicado por danieloliveira emO MNE deve unicamente garantir que o tal "cineasta" tenha um julgamento justo.
Já agora se lhe quiser fazer companhia, nem sequer necessita de se charrar, basta rezar um pai nosso em público e em 5 minutos está a discutir com ele, as ultimas novidades cinematográficas numa cela do Dubai.
Completamente de acordo, como é óbvio. A minha pergunta é: mas por que raio é que o Ivo Ferreira, conhecendo as leis (como por certo conhecia), fumou a merda do charro à mesma? Faz-me lembrar aqueles jogadores de futebol que, já tendo um amarelo, tiram a camisola para festejar um golo e depois são expulsos. A lei é estúpida? Com certeza que é, mas o tipo que a transgride não é menos.
Afixado por: Ricardo em abril 29, 2005 07:01 PMLuis Bonifacio espero que seja um cidadão DIGNO.
Pense no que escreveu e TENHA VERGONHA
Afixado por: a.pacheco em abril 29, 2005 07:40 PMUm julgamento justo. No Dubai. Devem estar a brincar, não estão? No mesmo país em que as pessoas são apresentadas a julgamento dentro de uma gaiola, com os pés e as mãos atadas?
Afixado por: pedro sales em abril 29, 2005 08:03 PMLiberta-no ó pais de grandes embaxadores e descobridores, só por fumar um charro?
Um abraço de amizade
paulo+FÚ
Em briga de branco, negro não se mete.
Em briga de branco, preto não entra.
Em briga de branco, preto não se meta.
Em briga de cachorro grande, quem mete a mão acaba mordido.
Em briga de irmão, não se dá opinião.
Em briga de irmãos, não metas a mão.
Em briga de marido e mulher ninguém deve meter a colher.
Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.
Em briga de Argentino e Jogador da Argentina também ninguém mete a colher.
Realmente deve haver coisas bem meis inteligentes para se fazer do que fumar um charro num país em que isso dá pena de prisão.
Afixado por: Saúl Pereira em abril 29, 2005 08:54 PMAprecio muito o que o Daniel Oliveira escreve. Mas, neste caso, diga-me com franqueza: acredita mesmo, que o embaixador tenha telefonado ao preso a solicitar que alguém o fosse buscar ao aeroporto?
Por outro lado, fazem-se asneiras e o governo e as embaixadas são sempre o pião das nicas dos jornalistas
Olhai os amigos deste nosso confrade.
Tens que começar a seleccionar as companhias ou mudar de discurso.
Essa de não dar prisão é de partir o coco a rir.
Pode ser que dê direito a medalha. Propõe isso mesmo pata o 10 de Junho.
Países civilizados??? Epá, isso soa-me a etnocentrismo! Ser do BE não exclui acreditar em valores absolutos? Tipo, não eram vocês que eram contra a invasão do Iraque porque não existe isso de civilizações superiores? Ups...
Afixado por: Luís em abril 29, 2005 11:12 PMse fosse eu, que ninguém conhece, a fumar umas ganzas, era uma drogada de merda. Sendo o Ivinho, coitado, é artista, pá, tem de ter ispiração, é tratado nas palminhas. Ou é para todos ou não é para nenhum.
http://www.icicom.up.pt/blog/muitaletra/
Afixado por: andreia c. faria em abril 29, 2005 11:36 PMTantas causas a defender pelo mundo fora, como as das resistências palestiniana e iraquiana, e eis do que se ocupam os revolucionários do Berloque: um ganzado preso no Dubai (para quem não conhece, um paraíso turístico, o único hotel de seis estrelas do mundo, praias de sonho, os melhores shoppings do mundo, uma Singapura árabe...).
E entre tantos conselhos, não haveria lugar a um muito simples dirigido ao pessoal cacetado: se fores para um país de costumes muito diferentes, respeita esse país e adapta-te. Se és ganzado, aguenta. Fumas depois, quando saires do país. Nalguns, o castigo é a forca... Não custa nada ter juízo. E o aparelho diplomatico de um país não tem por principal prioridade resolver os problemas de drogados irresponsáveis e provocadores...
A esquerda radical de hoje só se ocupa de ganzados, de rabetas, de marias sapatão e de animaizinhos... triste sinal dos tempos... sic transit gloria sinistrae
Afixado por: Saladino em abril 29, 2005 11:54 PMEstou com o Sakura ! Ó Daniel acredita mesmo nessa treta do telefonema do embaixador ?
E também com o Ricardo e neste caso com conhecimento de causa , pois trabalhei 2 anos num dos países da região e até bebi álcool ( sabendo que era proibido por lei ) assumindo os riscos que corria ( prisão mais expatriação imediata ) será que o Ivo não o sabia ?
Cumprimentos.
António,
Mesmo sabendo que esteve lá, toda a gente sabe que, com a excepção da Arábia Saudita, qualquer hotel internacional da região serve alcool e os estrangeiros bebem sem risco. Conheço muitas pessoas que tiveram em vários dos países da península e não conheço nenhuma que não tenha bebido.
Afixado por: danieloliveira em abril 30, 2005 02:49 AMÉ deprimente o desfile da escumalha que por aqui passa! Perante o drama de alguém que está a passar por uma extrema humilhação e que vive momentos de enorme angustia ao se ver privado de direitos que deveriam ser absolutamente universais, não conseguem esconder a sua maledicência que não são mais que tristes preconceitos suburbanos sobre os “artistas”.
Afixado por: b em abril 30, 2005 03:56 AMSegundo o jornal do Belmiro, um embaixador da nação pediu à mãe do acusado que interceda junto do governo pátrio para que a a embaixada no reino saudí tenha mais meios!!
É preciso ter lata! Atão a mãe do moço, que está a ser torturado e a (sobre)viver numa cela de 9 metros quadrados com mais 18 desgraçados, é que deve ser a porta-voz das reinvindicações do corpo diplomático luso-saudí?!!
Haja vergonha!
E se não for um estrangeiro, num hotel internacional?
Se for um simples ateu nacional?
Um gajo árabe que se esteja borrifando para o corão e lhe apeteça uma mini?
O que é que lhe acontece?
Ou será que lá não há disso...
Quer dizer, lá no meio do deserto, por lei não pode haver ateus com sede?...
Leizinhas do cacete...
eu bem dizia. o gajo tem amigos. assim tá certo e já se percebe o destaque no BARNABÉ. no dubai em férias a fumar ganzas é assunto de estado de certeza...no dubai o serviço de táxis é mesmo estranho mas já não digo nada. até o ivo é o assunto mais importante deste país...que regresse depressa para podermos pensar nos assuntos insignificantes. a economia, por exemplo, 'estúpido'...
Afixado por: pinto ribeiro em abril 30, 2005 08:29 AMAprecio muito este "a pacheco" pois desde que apunhalou a Inês ficou completamente marado.
O boticário bem lhe recomenda a toma de comprimidos a horas certas, mas ele não faz caso nenhum e depois vareia da tola.
Leis para não cumprir só no reino do senhor pacheco e como está mal habituado, é o que se vê.
Não perdeu a vergonha porque ninguém pode perder o que não tem.
Se o nosso Estado não tenta libertar um cidadão preso por cometer uma acção que no nosso país não é crime, então pouco sentido faz o sentido de Nação.
Se para mais se trata de um jovem produtivo, cineasta e actor e não de um inutil que vive à conta, nada fazendo para a sua evolução ou do país apenas pensado nos euros que roubará nos impostos ou num esquema financeiro qualquer, então é uma obrigação de todos exigir rapidez!
Cara A. Pacheco, eu sou um cidadão digno que vê com preocupação um um ganzado a gastar milhares ao erário público. Que apodreça numa éla do Dubai com mais 18 gajos atados de pés e mão e ... com umtelemóvel a falar para o telejornal.
NÃO ME ARREPENDO DO QUE ESCREVO.
Afixado por: Luis Bonifácio em abril 30, 2005 01:58 PMIsto de um gajo se dar ao trabalho e à despesa de ir para o Dubai fumar charros deixa-me ficar um bocado mal a mim que, por motivos económicos, tive que deixar de fumar 3 maços de SG Gigante por dia. O sucesso económico de alguns só lhes traz chatices. É claro que se eu voltar a fumar sem ter dinheiro para o fazer, roubar para o SG Gigante e depois for preso, sei que posso contar com a solidadriedade do pessoal do Barnabé e comentadores...
Afixado por: O Vermelho Da Esperança em abril 30, 2005 03:17 PMem portugal não dá direito a cadeia se uma pessoa for apanhada com uma certa quantidade de droga, só a partir dessa quantidade já é considerado trafico.
meus amigos,
vamos deixar de preconceitos, conheço muita gente que fuma drogas e não se tornam dependentes, restringindo-se aos momentos de laser.
eu proprio fumo uma vez por mês e não sou dependente da erva.
se quiserem saber mais sobre o assunto da dependencia leiam: http://www.unifesp.br/dpsicobio/cebrid/quest_drogas/dependencia.htm
se acham justo uma pessoa ser presa pelo facto de consumir drogas deviam rever as vossas prioridades, pois a dependencia é uma patologia.
Afixado por: oscar pinto em abril 30, 2005 03:38 PMCaro Luis Bonifácio, não se trata de ser um “ganzado” ou não. Trata-se de ser um cidadão nacional que está em apuros num pais estranho. Concordo que foi bastante pateta ao colocar-se naquela situação. No entanto é um cidadão nacional, contribuinte, porque enquanto cineasta e actor tem andado a contribuir para o erário público. Portanto que o Estado gaste algum do dinheiro que ele tem contribuído, pelos impostos, não me parece assim grande drama.
Afixado por: MBento em abril 30, 2005 05:19 PMLuís Bonifácio, tomara que tenhas uma diarreia tão grande que quando te levantares da sanita te arrependas de não ter ficado sentado, palhaço !
O problema é que o Dubai não é um país civilizado. E o nosso cineasta tinha a obrigação de saber disso. Ou não? Agora vamos todos ajudar-lhe e esperar que o seu próximo filme seja, no mínimo, de livre acesso a todos os portugueses. É o mínimo que pedimos a quem nos arranja problemas destes...
Afixado por: Nuno Marques em abril 30, 2005 06:28 PMManuel Pedro
Tomara que tivesses ouvido apurado e que não ouvisses o cuco a cantar quando poisado num dos teus galhos.
Sobre os malefícios do Emb. em Riad,aconselho o Barnabé a ver "WWW.notasverbais.blogspot.com".
Ivo Ferreira é um privilegiado. Aproveitem e pergutem ao MNE quantos cidadãos portugueses estão presos em países estrangeiros por infringirem leis locais (estúpidas e iníquas, muitas delas)mas não têm acesso às "bocas do Mundo" e recebem a assistência possível por parte das embaixadas e consulados!
Tudo isto que se passa à volta de um "meninó" é pura demagogia.
A malta que anda a comentar este blogue é leviana, mas leviana. Então, digam-me lá quando viajam com certeza levam, com o roteiro de viagem, um exemplar do código penal do país para onde vão, não é verdade? O rapaz, de certeza, não sabia, ou acham, por ventura, que ele gosta de estar preso? Depois em quase todos os países fronteiros não existe esta punição (totalmente descabida, diga-se de passagem) para o consumo de drogas leves. Tenham mas é juízo e vão descarregar o vosso fel para outro lado. Ou pelo menos escolham adversários que vos possam responder - caso contrário, é cobardia de quem pode por uma vez, e à conta do infortúnio de terceiros, cantar de galo.
Afixado por: ZeroAesquerda em maio 1, 2005 05:15 PMA Patria não tem qualquer prestigio internacional, e não é conhecida por resolver os problemas de portugueses no estrangeiro. Vejam o caso do tsunami. O pobre Ivo é melhor esperar sentado. E para a proxima não ser anjinho e saber que há paises que são repressores a seria. Mas quem acha que neste mundo não há nada pior que os USA ás vezes sofre as consequencias da miopia.
Ana Vasconcelos
Também simpatizo com o Ivo, até tenho um primo com o mesmo nome. Mas, caramba, porque é que o Ivo não fuma os charros dele cá no burgo?
Ou melhor, porque não faz como eu e devora apenas cigarros?
Então o Ivo não conhece a cultura árabe?
Agora está metido num molho de brocas, mas vai-se safar, oxalá!
Se calhar conhece a "cultura árabe" de Marrocos, Iémen ...
Afixado por: João em maio 2, 2005 01:55 AMTem-se falado de "ser ou não ser" um país civilizado.
A opinião generalizada da troupe é que o fulano que fumou uns charros num país onde tal é proibido é que provém do país civilizado, e o outro é bárbaro, por dedução.
Isto porque, suprema superioridade a nossa, fumar charros, em nossa opinião, é civilizado. Não deixar fumar é bárbaro. E não interessa nada que eles, no seu país, pensem de maneira diferente. Que se lixem, mais a auto-determinação, mais a cultura vigente, o que interessa é que o nosso fulano, que não soube cumprir uma lei, que não respeitou o que os senhores do país que o acolheu como visitante, seja libertado incondicionalmente.
Não interessa nada, para esta história, que achemos que fumar charros é inofensivo. Assim como não interessa nada, aqui em Portugal, que um estrangeiro qualquer ache que pode mutilar uma fêmea, que possa decapitar um paneleiro, ou que as mulheres não deveriam conduzir.
O que irrita é essa duplicidade de critérios dos barnabitas e seus fãs. Fosse o fulano de uma nacionalidade que eu cá sei, e essa questiúncula seria reduzida à qualidade de prepotência globalizante e de tique neo-colonialista.
Afixado por: Alfredo Vieira em maio 2, 2005 02:31 AMAlfredo, olha a resposta acertada do Peter, ali mais acima: "Se o nosso Estado não tenta libertar um cidadão preso por cometer uma acção que no nosso país não é crime, então pouco sentido faz o sentido de Nação." Entendes? É disso que se trata, o resto é pó para a cara, ou palavreado vazio.
Afixado por: ZeroAesquerda em maio 2, 2005 03:59 AMEntão e os caramelos que estão presos em Guantanamo? Sem acusação, sem advogado, népia.
Esse rapaz devia era ter tido juízo. Cinco anos de choldra até nem é mau de todo. Em outros países seria a decapitação.
Mas o gajo é estúpido? Um intelectual! Um homem do mundo! E não sabe o que é a cultura árabe? E não se informou do que poderia ou não fazer? E foi chagar a namorada? desculpem lá, mas o gajo é mesmo estúpido.
Não vi este tipo de sururu em várias outras ocasiões em que portugueses ficam lixados nesse mundo fora. Nem embaixadores a seguir com guia de marcha. Isto é uma palhaçada.
Se o rapaz fosse um emigrante semi-analfabeto, ainda vá que não vá. Agora um gajo instruído.
Se o rapaz fosse pobre ainda vá que não vá que se gastasse dinheiro do erário público com a sua defesa, agora um cineasta que vai para o Dubai e ainda se dá ao desplante de ter dinheiro para ganzas. Estamos a gozar com quem é pobre neste país, não? Ele que pague o advogado... ou então os amigos que se quotizem para isso.
Eu tenho um amigo que no tempo em que o Saddam era nosso amigo foi para o Iraque ajudar a construir uns palácios e outras obras. Pois não é que ele não sabia que - há época - olhar para uma mulher na rua mais que cinco minutos dava choldra? Nem estava no país há meia hora e já estava na esquadra. O que lhe valeu foi o empreiteiro que conseguiu safá-lo. E pá! Uma olhadé-la nem rouba pedaço... mas Lei é lei.
Esta coisa de que nós por cá sermos mais laxistas e querer impôr a nossa aos outros é neo-colonialista do caraças. É que é um discurso mais Bushista que até mete nojo.
Caros barnabés, impôe-se uma revisão do dicionário revisionista de esquerda que estão a usar e incluir "nos amigos não se toca".
Sem palavras.
O esquema é simplesmente o seguinte: Foi uma parvoice completa, uma irresponsabilidade fringir a lei. E é só isto, não se de um país desenvolvido ou não se trata, se no resto do mundo as populações encaram ou não tal atitude com naturalidade. Simplesmente o rapaz cometeu uma idiotice de todo o tamanho.
Agora, numa situação como esta, por ser cidadão português, dadas as circunstâncias legais do Dubai, o estado nacional deverá intervir de modo a garantir o "tal julgamento justo".
Já agora por uma mera questão de honestidade intelectual (sem a qual não há diálogo) seria bom que lesse com mais atenção o que eu escrevo em vez de deturpar e depois fazer perguntas demagógicas.
Eu não disse que havia problema em existirem protestantes em Timor. Como nunca disse que existe qualquer problema em haver liberdade. E muito menos disse que havia problemas em existir prática islâmica. A mesquita foi construída com a ajuda dos padres católicos o que só por si mostra um bom espírito de convívio pacífico e tolerante.
Os muçulmanos foram corridos dali para fora pela FRETILIN. A igreja católica não tem qualquer responsabilidade nisso- o que se nota até no apoio que os muçulmanos também lhe estão a dar neste momento. O que eu falei foi noutra coisa: dividir para reinar. Dar apoios monetários por baixo da mesa a uns e enfraquecer outros. E os protestantes não fazem parte da tradição religiosa naquelas bandas mas, como todos sabemos, têm lobbies extremamente poderosos por trás. Ver isto não é julgar moralmente é tentar entender o que está em jogo.
E uma coisa lhe garanto: o que está em jogo é muito mais forte do que as tais aulinhas de religião... E seria bem mais pertinente perguntar-se porque é que também existe uma espécie de pacto de silêncio entre a nossa embaixada lá e o governo. E porque motivo tudo isto tem sido silenciado.
Fora isto, o Rui fundamenta a sua indignação exclusivamente religiosa numa falácia- o suposto laicismo do Estado Timorense.
E eu pergunto-lhe: mas quem é que tornou a Religião Católica uma disciplina obrigatória no currículo de ensino estatal?
E porque estranho motivo se preocupam agora em se contradizer em nome de uma coisa que nunca praticaram- liberdade, democracia e laicidade?
De igual modo seria melhor que também se informasse do acordo de esponja sobre o passado no caso dos massacres na igreja perpetuados pelas milícias indonésias e cujo aniversário (curiosamente) foi recentemente comemorado.
Afixado por: Zazie em maio 4, 2005 04:41 PM