No Irão, as eleições presidenciais deram um resultado parecido com as francesas de 2002: passaram à segunda volta um conservador e um ultra-conservador. Suponho que seja o efeito-dominó.
Publicado por ruitavares emComo se podem comparar eleiçoes em paises de estrutura politica islamica (ortodoxa !), com outros como a esmagadora maioria dos ocidentais, em que ha liberdade de acesso a informaçao, de debate, de partidos e associaçoes politicas e sociais,...etc...?
Aceitar o nome de 'eleiçoes' ja me parece abusivo...!!!!
O surpreendente é que, apesar de tudo, foram eleições bastante democráticas, como prova o facto de o resultado ser bastante apertado, e muito longe dos 99% que caracterizam as "eleições" emm países como os fantoches árabes dos EEUU. E em relação às "eleições" do estado fundamentalista, apartheidesco, racista e nazi-sionista, iSSrael, então a diferença é abissal ! No Irão todos os iranianos podiam votar, independentemente da religião. Em iSSrael há 7 milhõres de palestinianos, residentes de jure segundo o direito internacional, ainda que encerrados em bantustões ou exilados que NÃO PODEM VOTAR. Não há "one man, one vote" tal como na Africa do Sul apartheidesca, porque senão quem ganhava as eleições eram os palestinianos, a maioria.
Portanto dispensam-se as provocações antisemitas e anti-islâmicas de pró-sionistas como o comentador anterior...
Afixado por: euroliberal em junho 18, 2005 09:39 PMÈ lógico para qualquer português minimamente informado que no Irão não houve até agora nenhuma eleição livre desde os tempos do Xá até ao poder dos clérigos fundamentalistas.
A liberdade é condicionada, não há campanhas independentes, a televisão rádio e jornais são controlados, e por isso dizer-se que são eleições livres, é acreditar no Salazar que tambem ele dizia, no tempo da ditadura, que em Portugal havia eleições tão livres como na livre Inglaterra.
Existem é certo no poder Iraquiano contradições mas tenho dúvidas que qualquer dos candidatos que se apresentaram fosse pôr em causa a estrutura de poder que vigora desde a época de Komeini.
Afixado por: condor em junho 18, 2005 10:02 PMNão era com 99% que era eleito o fantoche árabe Sadam?
Afixado por: Budapeste em junho 19, 2005 12:59 AME já agora, nas muito democráticas eleições do Irão, qual foi a percentagem do partido comunista?
Afixado por: Budapeste em junho 19, 2005 01:24 AMNestas eleições há alternativas reais e não fictícias e parece não ter havido fraude na contagem. O que é suficiente para as equiparar às eleições americanas onde só há duas alternativas também muito próximas (DEM e REP), e ambas apoiantes do fundamentalismo protestante-sionista e da cruzada no Iraque, por exemplo. Além de que aí há fraudes (Florida) e candidatos que ganham com menos votos que o vencido... Já em relação às eleições europeias, o mais elevado standard, as eleições iranianas e americanas deixam algo a desejar. Mas mesmo assim, as eleições do Irão são cem vezes mais democráticas que as do estado pária e apartheidesco nazi-sionista, onde a maioria da população não judaica, 7 milhões espalhados por iSSrael, territórios ocupados e exílio, NÂO TÊM DIREITO DE VOTO, tal como os negros da Africa do Sul do tempo do apartheid... remetidos para bantustões, tal como os palestinianos... No Irão todos os iranianos, independentemente da religião ou língua, podem votar. Um bom modelo, para começar, para a Palestina única, laica e democrática que deve substituir iSSrael após a aniquilação deste estado fundamentalista e nazi.
Afixado por: euroliberal em junho 19, 2005 09:50 AME mais uma vez todos os israelitas são uns crápulas e devem ficar sem país tal como em tempos fizeram aos palestinianos! Seja! Olho por olho dente por dente! Os americanos coitadinhos levaram com o 11 de Setembro por isso têm legitimidade de se vingarem...
Ó euroliberal entre a lógica e a justiça vai um longo caminho por isso vê lá se não dás tiros nos pés com os teus próprios argumentos(não clamavas pelos fantoches dos americanos umas linhas antes?)
Extremismos não salvam nações em caso algum.
Afixado por: MSoareses em junho 19, 2005 08:53 PMNão sabes ler ? Eu falei nos ditadores árabes fantoches dos americanos (e de SSharon), como o Abdalah, o Mubarak, oos xeiques do Golfo, os fantoches da zona verde de Bagdad, o Musharraf, etc. Não falei dos árabes, da rua árabe (pelo menos 95%) que vão derrubar esses traidores, pelas urnas ou pelas armas, e que depois ajustarão contas com os nazi-sionistas. O novo Saladino está na forja....
Afixado por: euroliberal em junho 19, 2005 10:08 PMPelo que leio não é só no Martim Moniz que se podem encontrar seguidores da ideologia nazi, também aqui há quem defenda o extermínio dos judeus...
As décadas passam, mas as ideias continuam as mesmas...
Já durante a segunda guerra mundial o mufti de Jerusalém era apoiante da Alemanha nazi, infelizmente para ele os aliados ganharam...
E o Saladino Adolfo foi-se...
O Saladino Arafat também...
Do Saladino Saddam também já só se ouve falar das passagens de lingerie...
E os aiatolas, tal como o Mussolini, também são capazes de cair às mãos do seu próprio povo, que são os que mais têm sofrido às suas mãos...
Tenho esperança que depois de tanto tempo a ser enrabados pelas oligarquias pró americanas e pelos fundamentalistas islâmicos encontrem depressa quem os governe bem melhor...
(O petróleo não é eterno...)
Sei ler sim "sinhor". E o que eu li foi "israelitas" e não os fantoches israelitas dos americanos (ou deles próprios por sinal)... por tanto se não querias generalizar tenta outra vez porque falhaste o alvo...:P
Espero que o teu desejo de derrota democrática se realize também! É sempre uma daquelas coisas de baixa probabilidade mas nunca impossível... e é nessa pequena margem de possibilidades que jaz a esperança e a vontade de mudar.
Sei ler sim "sinhor". E o que eu li foi "israelitas" e não os fantoches israelitas dos americanos (ou deles próprios por sinal)... portanto se não querias generalizar tenta outra vez porque falhaste o alvo...:P
Espero que o teu desejo de derrota democrática se realize também! É sempre uma daquelas coisas de baixa probabilidade mas nunca impossível... e é nessa pequena margem de possibilidades que jaz a esperança e a vontade de mudar.
Pois, mais uma vez se vê que não sabes ler. O que está aí em cima no meu primeiro comentário é "fantoches árabes dos EEUU". Referia a todos aqueles ditadores (Mubarak, Abdalah & Cº) que se prostituem aos americanos, apesar de mais de 95% do seu povo ser violentamente anti-busho-sharonesco.
Para o nazi-sionista Budapeste: quem é o "povo eleito" (Herrenvolk?) que quer um Eretz Israel (= Gross Deutschland ?) e expulsar todos os não judeus (Untermenschen ? ) que habitam a Terra Santa (Lebensraum ?) ? Afinal quem são os nazis ? Todos os nazi-sionistas devem ser aniquilados. São assassinos e porcos terroristas que pagarão com a morte terem querido humilhar a Nação árabe. Mas hâ judeus decentes e não sionistas que poderão ficar na Palestina, onde aliás sempre houve muçulmanos, cristãos e judeus a viveram em paz (antes da cruzada dos terroristas sionistas).
Afixado por: euroliberal em junho 21, 2005 09:18 AMeu gosto do camarada euroliberal. É um daqueles idiotas, do tipo louçã, que conseguem dizer as maiores imbecilidades sem esboçar um sorriso.
LOLOLOLOOL Só me posso rir com as tuas vociferações! Eu percebo a tua revolta mas daí a exterminar essa gente toda que tu dizes... bom realmente temos 6 biliões de pessoas and growing...por isso um certo controlo populacional é muito lógico e saudável para o ecossistema...
Só que se fosse por saúde ao ecossistema voltavamos todos às florestas e resolviam-se metade das desigualdades!! Não era perfeito? É pena que seja...IMPOSSIVEL!
Saladino, Euroliberal ou lá o que é:
"Todos os nazi-sionistas devem ser aniquilados. São assassinos e porcos terroristas que pagarão com a morte"
- Embora a descrição não corresponda, penso que se refira aos israelitas;
- Você não se cansa? Sempre a mesma conversa nazi e racista... Ainda querem lançá-los ao mar, como há cinquenta anos, ou estão a pensar noutro método? Autos de fé? Zyclon B?
- Que monotonia...
De qualquer forma quero lembrá-lo de que não foram os judeus que foram aliados da Alemanha nazi, durante a segunda guerra mundial... eles servirão do lado dos ingleses...
Tal como não foram eles que apoiaram a invasão do Kuwait pelos iraquianos de Saddam... Você sabe quem foram...
Mas isso não me causou muito espanto, também já estamos habituados às suas alucinações... agora
???"terem querido humilhar a Nação árabe."???
Mas o que é isto?
Eles, os grandes malandros dos israelitas não deixaram que os exterminassem? Grandes marotos! E é que estava a apetecer tanto, não é?
Eles, os israelitas, "se quisessem" humilhar a Nação árabe teriam bombardeado o Cairo, Amã e Damasco, depois de terem abatido os Migs e terem ficado com a supremacia aérea... Era o que você gostava que tivessem feito a Haifa, Telavive... não era?
Mas os israelitas não o fizeram... pense lá porquê? São diferentes, não são?
Mas você diz que eles tentaram, diga-me então, na sua opinião, porque é que não conseguiram?
Não bastava, em seis dias, um pequeno povo, ter vencido e usado de misericórdia com o Islão, uma grande Nação (e aqui não estou a ironizar, é a realidade, é mesmo Grande, mais de cem vezes mais populoso que Israel e ainda mais extenso)...
- Então o que é que você queria?
- Que o tivessem feito a fazer o pino, com uma mão atrás das costas e a cantar o hino, já agora o português e da frente para traz?
Tenha vergonha, que para isso lhe bastava, o desejar tanto o genocídio de um povo...
"Mas hâ judeus decentes e não sionistas que poderão ficar na Palestina, onde aliás (?????) sempre (?????) houve muçulmanos, cristãos e judeus a viveram em paz"
A história não começou com Maomé, mas está bem...
Esses judeus decentes (hâââ afinal há...) fariam papel de quê? Embrulho? Seriam como os cristãos no Paquistão? Criados?
E viveriam em paz, como os cristãos no Dafour, onde os Sudaneses muçulmanos os tratam tão bem?
Da mesma maneira que os Turcos tratavam os Arménios...
Viveriam talvez felizes e contentes como os Curdos, sob o domínio Turco, Sírio, Iraquiano ou Iraniano?
Aliás, entre muçulmanos vê-se a paz eterna entre sunitas e xiitas... A guerra Irão Iraque foi uma ilusão de óptica... E mesmo entre sunitas...
Diz-se que os saraui, gostavam mais dos espanhóis do que gostam dos marroquinos...
E não é difícil perceber porquê...
Tenho esperança que depois de tanto tempo a ser enrabados pelas oligarquias pró americanas e pelos fundamentalistas islâmicos encontrem depressa quem os governe bem melhor...
(O petróleo não é eterno...)
E vão ser capazes, se os parasitas dos seus governantes, os deixarem...
Talvez o Líbano aponte o caminho...
Você não gosta muito do que está a acontecer no Líbano, pois não?
Mas, infelismente, vai haver muitos outros que não gostam, que não querem, preferem a mentira e a chulice... gostos.
Para todas as (buda)pestes sionistas:
Os sionistas são ladrões de terras, assassinos, apartheidescos e fundamentalistas. Logo a sua presença no Médio Oriente é indesejável. Matam pelo ferro e morrerão pelo ferro. Entre árabes e muçulmanos nunca houve pogroms anti-judaicos, como na Europa. E cristãos e judeus sempre aí viveram em segurança, com direitos de cidadania totais. Não é pelo facto de muitos judeus terem decidido irem viver para a Palestina que há problemas. Sempre houve pacificamente judeus aí. O problema é o sionismo, isto é o estabelecimento numa terra superpovoada por gente que aí vive há milénios, independentemente da religião maioritária professada (os os palestinianos foram sucessivamente judeus, cristãos e muçulmanos, maioritáriamente, é claro), de um estado fundamentalista e racista SÒ PARA JUDEUS, com limpeza étnica e extermínio de todos os restantes (cristãos e muçulmanos). ISSO É INTOLERÁVEL e acabará mal, muito mal para os nazi-sionistas (que não são todos os judeus ou israelitas)... porque a resposta chegará fulminante quando a Nação árabe alcançar a unidade sob um novo Saladino (a actual jihad no Iraque contra os terroristas cruzados é apenas o início dessa arrancada).
De facto, se a Palestina já foi (pelo menos)romana, selêucida, egípcia, bizantina, seldjúcida, otomana e inglesa, NUNCA O SEU POVO FOI EXPULSO DA SUA TERRA, como acontece com os nazi-sionistas.
Continuavam a ser palestinianos, a usufruirem das suas casas e bens, a cuidar dos seus mortos, a rezarem nas suas mesquitas e igrejas em paz. O facto de serem súbditos otomanos ou britânicos era secundário. Tal como para os Alasacianos, povo de cultura mista germânico-francesa, não era dramático passarem de franceses a ser cidadãos alemães ou vice-versa. Mas já seria gravísimo se os alemães quisessem anexar a Alsácia SEM ALSACIANOS, para a colonizar com estranhos. Foi isso que se passou na Palestina e com outra agravante: os lugares santos de 1.500 milhões de muçulmanos encontram-se em Jerusalém, onde actualmente são impedidos de orar. E há mais agravantes ainda: os ocupados que resistem heróicamente à força bruta dos sionistas são insultados como "terroristas" pelos terroristas busho-ssharonescos e seus lacaios em todo o mundo. Nenhum outro movimento de resistência ao ocupante foi e é insultado dessa maneira no mundo ocidental. Além do mais iSSrael quer esmagar não só os palestinianos mas todos os árabes e muçulmanos. Agride todos os vizinhos preventivamente (como no Líbano e Síria há pouco), aterroriza-os com bombas atómicas, não quer que disponham de armas iguais e bombardeia o Iraque e ameaça fazer o mesmo no Irão (nem sabem o que os espera se tentam...), empurram os seus caniches americanos para invadirem o Iraque provocando a destruição deste país (a Prússia árabe, terra de Saladino, que está a dar uma lição memorável aos novos cruzados...) e mais de um milhão de mortos desde 1991. A paz é impossível em todo o Médio Oriente enquanto esse covil de assassinos racistas, iSSrael e as suas SS Tsahal não forem aniquilados completa e definitivamente. SSharon e o Oberkommando das SS Tsahal serão esmagados no seu covil, tal como os Hitlerianos o foram em Berlim em 1945. Não há compromisso possível com essa ralé de racistas. Os primeiros a serem justiçados serão os traidores e fantoches árabes, os Mubaraks e Abdalahs que baixam as calças aos busho-sharonescos enquanto estes massacram com mísseis e tanques os palestinianos só armados de pedras. Acabarão como Sadat, outro enculé dos judeus... Entretanto os colaboracionistas palestinianos são enforcados e o Hamas prepara-se para arrasar nas próximas eleições os corruptos e capitulacionistas da Fatah... os ssahronescos vão de "vitória em vitória", isto é de massacre em massacre, até à sua derrota final. A Nação árabe limpará o mundo da ralé mais pérfida hoje existente à face da terra, os nazi-sionistas e na Palestina haverá um estado laico, multicultural e democrático baseado no one man, one vote. se a maioria for muçulmana, então o governo será também maioritáriamente muçulmano, tal como aconteceu na Africa do Sul (modelo dos ssharonescos) com a maioria negra no fim do apartheid...
ALLAH u AKBAR !
Salah Al-Din, Al Mansour
Afixado por: euroliberal em junho 22, 2005 10:29 AMSaladino:
Agradeço a sua "resposta", se é que é isso, mas se você se limita a "vender o seu peixe" sem responder a muitas perguntas que lhe faço, isto mais parece um exercício de autismo...
Eu já conhecia o seu ódio e o seu ressentimento.
- Além disso o que é que de novo nos trás o seu texto?
É claro que o Estado de Israel foi criado em moldes especiais, mas diferiram muito da separação da União Indiana inglesa para formar as modernas Índia e Paquistão?
A saída dos muçulmanos para o Paquistão e dos indianos para a Índia, também não foi pacífica e ainda hoje permanecem conflitos territoriais, que você muito bem conhece...
É assim tão diferente?
Quando, por determinação da ONU se fez a separação
do território sob administração britânica, era claro que isso pressupunha a redistribuição das populações, como poderia ser doutra forma?
- UMA METADE QUERIA DEITAR A OUTRA METADE AO MAR...
Não é verdade? Aliás, ainda quer!
(É de uma enorme desonestidade mental falar de sionistas e "judeus bem comportadinhos, que poderiam continuar a viver numa Palestina laica..."
Como é que se faria essa distinção? Os "heróis- bomba" (não se pode dizer terroristas, pois não?) fazem essa distinção, quando fazem explodir um autocarro ou uma escola?
É claro que o traçado inicial dos dois estados é perfeitamente delirante, com cada um dos estados divididos em três pedaços separados... e isso não ajudou nada, mas o que eu acho anormal é que você não conteste o desaparecimento da população judaica das partes palestinianas, mas apenas da população árabe da parte israelita...
Existem uns dois milhões de palestinianos a viver em Israel, mais ou menos, não é isso?
Quantos judeus viviam na cisjordânia, antes da ocupação na guerra dos seis dias?
Isso faz-me lembrar a "nossa" descolonização...
Quando se deu a independência das ex-colónias portuguesas, houve uma deslocação maciça da população branca a que se se seguiu uma migração mais lenta mas continuada de população negra.
Hoje, devem viver mais africanos em Portugal que europeus em Angola e Moçambique.
As pessoas deslocam-se para onde podem trabalhar, ganhar o seu sustento e viver com mais paz...
Eu não quero que Israel destrua o Islão, nem que deite os árabes ao mar... gostaria que eles se entendessem e um dia pudessem viver em paz, mas não vejo isso fora do contexto da existência de um estado israelita viável.
E muitos árabes também o querem, (serão os colaboracionistas palestinianos que você quer ver enforcados ou os capitulacionistas da Fatah... e muitos outros...) porque isto da guerra só é "giro" visto de longe, para os bushecos, como você, que precisam de estimular a industria de produção de armamento americana, para quem lá está é que é mesmo um nojo.
Tenho esperança que depois de tanto tempo a ser enrabados pelas oligarquias pró americanas e pelos fundamentalistas islâmicos encontrem depressa quem os governe bem melhor...
(O petróleo não é eterno...)