junho 23, 2005

Piadas racistas

Qual é a diferença entre um racista e um burro? É que pelo menos um burro reconhece a sua espécie.

Qual é a diferença entre um racista branco e um racista negro? É só uma questão de cor.

Publicado por bruno cardoso reis em
Comentários

Qual é a diferença entre um anti-racista de esquerda e um verme? É que pelo menos um verme não se volta contra a sua própria raça.

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 02:15 PM

Qual é a diferença entre a meia dúzia de gatos pingados que esteve no Martim Moniz e meia dúzia de vermes?

O olhar inteligente dos vermes.

Afixado por: João Abreu em junho 23, 2005 03:08 PM

Qual é a diferença entre o Tautalos e um imbecil? Nenhuma.

Afixado por: Tenente Blueberry em junho 23, 2005 03:23 PM

Qual é a diferença entre um pedaço de esterco flutuante e o Tenente Blueberry? É que o Tenente Blueberry não flutua - quanto mais fala, mais se afunda.

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 04:53 PM

Qual é a diferença entre o João Abreu e a Inteligência? Todas.

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 04:55 PM

Qual é a semelhança entre um KKK e um Tautalos?
Ambos têm o sangue da mesma cor do dos negros, e ambos usam um capus branco.

O capus branco termina em forma de corno.

Afixado por: Fernando Isidoro em junho 23, 2005 04:56 PM

Caro Tautalos, é evidente que eu sou totalmente diferente da Inteligência, ou não fosse a mesma um conceito abstracto. Ai esse português...se a intençaõ era ofender, não conseguiu, só me ofendem pessoas pelas quais tenho alguma consideração intelectual. De qualquer forma, parece-me que descobri alguém que lá esteve...quem terão sido os outros 399?
Por aqui me fico no debate, por uma questão de higiene.

Afixado por: João Abreu em junho 23, 2005 05:38 PM

Qual é a diferença entre o capuz do KKK e o do Fernando Isidoro? É que o primeiro termina num corno e o segundo termina em dois, para esconder as extremidades emboladas do seu utilizador.

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 05:45 PM

João Abreu, por isso mesmo é que eu disse que entre você e a Inteligência, é só diferenças, inclusivamente em termos corporais...

Já agora, mais uma: qual é a diferença entre João Abreu e a Higiene? Todas.

E entre João Abreu e a Inteligência (novamente, para ver se percebeu)? Todas - porque nada é mais estranho ao João Abreu do que a Inteligência, a qual ele não reconhece nem que ela lhe escarre em cima. Aplica-se o mesmo à Higiene, embora esta última não escarre. Não escarra, mas o João Abreu tem medo dela à mesma - ele próprio disse que ia fugir à conversa por causa da Higiene, isto é, por ter pressentido que a Limpeza estava em acção.

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 05:50 PM

Acho de muito mau gosto estar a fazer piadas com burros!Essa espécie já de si tão estigmatizada, e comparar um burro com um racista! Está mal!Estudos importantes provaram que o Burro é um animal bastante inteligente! Estes insultos a essa espécie tão querida e em vias de extinção magoam-me! É que o burro ao contrário de outros tem cérebro(e usa-o) e há uns que são bens escurinhos, eu pessoalmente gosto mais dos acinzentados! Vou já propor que se crie o "Orgulho Burro" ou o "Salve o Burro Lusitano!"

Afixado por: vanessasfc em junho 23, 2005 06:41 PM

Um Tautalos, com o seu capus branco,e depois de incendiar umas casitas de negros, andava,com o ar pachorrento dos burros - com o devido respeito pelos próprios - a passear um caniche.
Passa uma senhora e pergunta:
-Ai, tão bonito, onde é que o arranjou?
Responde o caniche:
-Olhe, saiu-me numa rifa...

Afixado por: Fernando Isidoro em junho 23, 2005 07:59 PM

Num deste dias de intenso calor, ia o Fernando Isidoro pela rua fora, suando que nem um porco. Pisou esterco e, em pânico, olhou para o seu próprio pé e gritou: «Que horror, estou-me a derreter!!»

Afixado por: Tautalos em junho 23, 2005 10:31 PM


Já se vê que o humor não é o teu forte.


Afixado por: zedopipo em junho 23, 2005 10:39 PM

Como é que se sabe que a cadeira do Tautalos está bem nivelada?
Porque a baba escorre igualmente dos dois cantos da boca.

Ou então para terminar...
O que é que se faz quando já se está farto de ouvir o Tautalos?
Fácil! Puxa-se o autoclismo!!!

(volte lá para a sua toca)

Afixado por: cantigueiro em junho 23, 2005 10:59 PM

Sabes lá o que é humor, zedopipo.

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 12:10 AM

AHAHAH! Isto faz-me lembrar o fórum do sapo de há uns 5 anos. O gladio, o viriato, eu, não me lembro dos nicks dos outros mas era muito divertido. Nada mudou.

Afixado por: Luís em junho 24, 2005 12:13 AM

Qual a diferença entre o cantigueiro e um porco? É que o porco tem coluna vertebral.

E porquê cantigueiro quando a sua cantiga fede que tresanda? Mais apropriadamente se lhe chamará catingueiro.

E, se termina em eiro,
É só para rimar com cagueiro,
Que é donde vem o catingueiro
A avaliar pelo cheiro...
E de lá trás suas ideias
Produzidas no mais vil chiqueiro,
Pois que nenhum par de peúgas ou meias,
Tem tal fedor a bueiro.

É por isso que o catingueiro, por mais que puxe o autoclismo, não deixará de estar mergulhado em esterco - porque, do mesmo modo que não há machado que corte a raiz ao pensamento, também não há corrente de água que limpe o nojo que o catingueiro tem dentro do corno esquerdo (o direito foi limado).

(Deixe-se estar aí no seu esgoto quietinho e é se não quer levar mais na corneta...)

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 12:26 AM

Mudou sim, Lua... a escumalha do sapo, cansada de ver a sua «argumentação» a ser sistematicamente deitada por terra pelo Gladius, acabou por expulsá-lo, num gesto democratista bem ao jeito da mais cobarde e abjecta esquerda...

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 12:28 AM

Tautalos, para branco, és mesmo estupidosinho.
O teu problema é aquelas coisas do cérebro, não é?
Tenta uma anedota inteligente.
A ver se a gente compreende?

Onde tá a tua superioridade, man?

Afixado por: Fernando Isidoro em junho 24, 2005 12:41 AM

O imbecil de nome Fernando
De raiva idiota babando
Não percebe piada inteligente
E quer uma mais fácilzinha, o doente?

Houve outrora um atum marca Isidoro
Não muito longe do sítio onde moro
Mas esse ao menos servia para comer
Mas o Nando Isidas, esse triste ser?...
Nem para adubar a terra serve o seu corpinho
Do corno ao pezinho, ele é todo aleijadinho.

Não é pois bom atum...
Da boca, exala fétido bedum
Nem rima decente sabe compor
Sua mioleira já deita bolor.


Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 02:34 AM

Assim se vê a raça ariana no seu esplendor.
Apuradíssima.
Com pedegree.Com argola na orelha e visto do veterinário.Licença de vacina.
O caniche.
ECCE HOMO.

Já mataste um preto hoje Tautolos? E o fino que bebeste a seguir, que tal soube?

Amanha levantas-te, olhas-te ao espelho,reparas no nariz vermelhusco, arrepias-te com o hálito a bagaço, não gostas da fuça que vês,aquelas olheiras, mas dizes, e repetes e cantalolas:"Eu sou um bom skiiiiin! Eu sou um bom skiiiiiiin!Eu tenho uma matraca!Um taco de basebol!"

E sentes-te feliz.

E,cá para nós,Tautalos,anda uma mãe a criar um filho para isto...
É obra!

Afixado por: Fernando Isidoro em junho 24, 2005 05:47 AM

Já agora, e a propósito de, miseravelmente, usares o meu NOME para me insultares:
Eu chamo-me Fernando Isidoro.Sou da Guarda.
E tu? Tens nome? Disseram-te o sítio onde nasceste?
Não passas de uma máscara,certo?
De um disfarce.
O orgulho da raça branca disfarçado de anonimato, vejam bem...

Com os cobardesitos tá sempre a acontecer...

Afixado por: Fernando Isidoro em junho 24, 2005 06:05 AM

Yack!!! Nojo!!!
Quando é que chegam os enfermeiros?
Enquanto não chegam, podia ao menos tomar os comprimidos...
Essa fixação escatológica está numa fase muito grave. É "caca" por todo o lado. Fala e parece que está a tranbordar... é patético!
Com nazis destes, a segunda guerra mundial tinha durado duas horas. E mesmo assim, a primeira hora e cinquenta e nove minutos era p'ra rir!

Afixado por: cantigueiro em junho 24, 2005 09:53 AM

O catingueiro diz agora que não gosta de esterco, ele que sempre viveu nele mergulhado (palavras dele: «É "caca" por todo o lado.») Enfim, está armado em puta fina, ele que sempre foi engate de cinco tostões...

Quanto ao que digo, limito-me a descrever o que vejo - e se vejo o catingueiro, em que é que eu posso falar, em flores? Nem a rainha Isabel faria o milagre das rosas com esse pedaço de esterco.

E, se a segunda guerra mundial tivesse durado duas horas, é mesmo verdade que a primeira hora e cinquenta e nove minutos era para rir: ver o catingueiro a afogar-se no seu próprio mar de fezes quando fizesse força para lutar... porque ele quanto mais fala mais se afunda... e se agora, só por estar a esbracejar, já é a merda que se vê, quanto mais se tivesse que ir à guerra...

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 11:18 AM

«Quando é que chegam os enfermeiros?
Enquanto não chegam, podia ao menos tomar os comprimidos...»

Olha o desgraçadinho, está de todo, já fala consigo próprio...

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 11:20 AM

Claro que uso o teu nome, Fernando Isidoro, Nando Isidas, cabeça de atum podre. Qual é o problema? O menino chora, é?

Sou Nando Isidoro
Se me insultam, eu choro
Labrego sem igual
Vergonha de PORTUGAL!

Calha bem.

Quanto a anonimatos, deixa estar que isso de dizer dois nomes e uma cidade, é um grande feito heróico, gran demonstração de frontalidade, uma boa merda de facto, pois quem é que sabe quem é o Fernando Isidoro, isso nem para procurar na lista serve (se é que estás lista, se calhar moras é numa barraca).

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 11:30 AM

Tautalos, deixando as ofensas de lado (só um bocadinho, depois podemos voltar) uma pergunta: és mesmo neonazi? Ou não te assumes dessa forma? Admiras o que fizeram na WW2? Juro que faço estas perguntas sem malícia, é pura curiosidade.

Afixado por: João Abreu em junho 24, 2005 11:33 AM

Caturo, eu referia-me em relação a ser o mesmo que no sapo, porque os insultos gratuitos e nonsense são os mesmos. Tudo começa com um argumento inteligente e descamba sempre nisto. É cómico porque eu sei que as ideias que você representa nunca poderão chegar ao poder, ou pelo menos tenho a convicção disso.

Caro João Abreu: no mesmo fórum do sapo eu terei passado 1 ano a perguntar-lhe as mesmas coisas, também de curiosidade. As resposas foram sempre evasivas, mas ele dizia qualquer coisa como não ser neonazi, porque nazi foi um termo depreciativo criado pela "esquerda mundialista e abjecta" (termos recorrentes no seu discurso); que o Hitler tinha "um" defeito, que era o querer expandir a Alemanha, quando um racialista (esta distinção é primorosa!!!) só quer distância em relação às outras raças - e deuses (!!) - e não a luta. A luta só deve existir quando... os outros não saem. Claro que uma atenção prolongada às guerras entre "nacionalistas" leva a acreditar que a guerra continuaria até só um deles estar vivo, mas isso... Em relação ao que aconteceu na WWII, essa foi a nossa discussão mais demorada... nunca consegui obter nada, porque não responde directamente e vai apontando ser um crime negar o holocausto para não falar do assunto. Remete para revisionistas. Foi aí que deixei a discussão porque percebi a dimensão da coisa.

Afixado por: Luís em junho 24, 2005 12:03 PM

Não tarda nada estão todos os comentários apagados. Estamos no jardim-escola?

Afixado por: danieloliveira em junho 24, 2005 01:26 PM

João Abreu, não sou neonazi, sou nacionalista autêntico, isto é, tenho consciência racial. Acredito que o valor máximo em política é a protecção e exaltação dos nossos, isto é, da comunidade de sangue a que pertencemos - numa palavra, da Estirpe. Família, Nação, Etnia, Raça, são simplesmente diferentes graus duma mesma entidade: a Estirpe.

De resto, o/a LuA diz o essencial, embora se esforce por lhe dar um ar negativo. Sou contra o imperialismo, contra a ditadura, favorável a todas as liberdades individuais que não colidam com os direitos da Estirpe.
O/A LuA, entretanto, cometeu a mesma galga que os mais inteligentes adversários no Sapo costumavam cometer. Passo a citar:
«Claro que uma atenção prolongada às guerras entre "nacionalistas" leva a acreditar que a guerra continuaria até só um deles estar vivo, mas isso...»
Ora, isto não tem sentido. O verdadeiro nacionalista, quer ficar no seu próprio país, não pretende edificar impérios que subjuguem outras nações; o verdadeiro nacionalista respeita o valor da Nação em si, e reconhece-o onde quer que ele se concretize, o que resulta num respeito natural pelas outras nações. Assim, num mundo de nações, sem impérios, não estou a ver que se fizessem guerras em nome dos Nacionalismos...

Naturalmente que os conflitos não deixariam de existir - pura e simplesmente porque nunca deixarão de existir enquanto os seres humanos forem seres humanos.


Quanto à II GM, já não há pachorra.

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 03:04 PM

Já agora, como é que se determina quem pertence à estirpe e quem não? E o conceito de Nação, como é definido? Por exemplo, Portugal é nação agora? Com as fronteiras do século XII? Ou de 1639? Ou existem outras não definidas politicamente? Nesse caso, qual é a nação onde me encontro e quais as suas fronteiras?

Mais uma vez reafirmo que apenas quero conhecer melhor o vosso pensamento, não pretendo qualquer tipo de beligerância.

Afixado por: João Abreu em junho 24, 2005 03:11 PM

Caturo: este sistema de comentários é que me trai. Era suposto aparecer Luís. Sou o lgaspar, lembra-se agora?

Percebeu mal o que disse. Não me referia a guerras entre nacionalistas de diferentes países - embora, de facto, isso seja um tema interessante a explorar, até numa perspectiva Hobbesiana - mas entre os nacionalismos - como se pode ver nas suas lutas contra o salazaristas do mesmo país até. A minha ideia é que nenhum de vocês concorda com o outro porque o que querem mesmo é poder pessoal. Hoje é a raça, amanhã é a cor dos olhos, depois é o facto do nome não começar pela primeira letra do nosso nome, e tudo até termos expressado a nossa vontade de poder. Realmente, duvido que a questão marxista seja realmente a classe ou que a questão hitleriana seja a raça. São só desculpas de megalómanos que querem encontrar inimigos para perpetuar a luta, o conflito, de onde vem o poder dos profissionais da inimizade.

Afixado por: Luís em junho 24, 2005 04:08 PM

"não estou a ver que se fizessem guerras em nome dos Nacionalismos..."

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

Afinal o verdadeiro problema do homem é ser simplesmente imbecil!

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!

Afixado por: cantigueiro em junho 24, 2005 04:19 PM

Ena, com a dimensão de tal risada, o catingueiro abriu tanto a cloaca de cima como a de baixo, o que, de resto, não o preocupa nada, porque as imundícies saem indiferentemente por ambos os lados...

Enfim.

João Abreu:
«Já agora, como é que se determina quem pertence à estirpe e quem não?»

Pela raça.


«E o conceito de Nação, como é definido?»

Pela herança cultural, pela língua e pela consciência de nação. Penso entretanto que a diferença entre etnia e nação nem sempre é clara, se é que existe.


«Por exemplo, Portugal é nação agora?»

Sempre foi. Mesmo antes de Afonso Henriques. Quanto a mim, Portugal e Galiza formam uma mesma nação, cujas raízes remontam pelo menos aos tempos da fusão de Romanos com os indígenas do extremo ocidente hispânico. A fronteira entre o Minho e a Galiza é pois meramente política.


«Nesse caso, qual é a nação onde me encontro e quais as suas fronteiras?»

Portugal. As fronteiras da nação portuguesa estão bem definidas, e, para as conhecer, basta olhar para um mapa, excepto, creio eu, a norte, dado que deveria incluir a Galiza.


Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 06:02 PM

Luís Gaspar, é de facto verdade que a perspectiva hobbesiana deve ser considerada. O homem é frequentemente o lobo do homem e é precisamente por isso que existem leis. A nível internacional, teria de continuar a haver uma O.N.U. que controlasse as tentativas de abuso de uns Estados sobre outros. Enfim, é um problema que o planeta terá sempre de enfrentar enquanto não vem o governo único mundial... e, nessa altura, duvido que faltem os conflitos internos por dá cá aquela palha.
Mas repito: o verdadeiro ideal nacionalista é incompatível com o império e com o desrespeito para com outras nações.


«A minha ideia é que nenhum de vocês concorda com o outro porque o que querem mesmo é poder pessoal.»

Calma... isso é já uma interpretação sua. Você é que diz que o que nós queremos é poder pessoal. Eu, o único poder que quero é poder viver em liberdade no seio da minha própria Estirpe, e saber que esta vai continuar a existir «ad aeternum», mesmo que nada do que é carnal seja imortal.

E o Luís G., quer acabar com todas as forças que sejam veículo de conflitos e de ambições de poder pessoal? Já viu a trabalheira de ter de fazer desaparecer todas as multinacionais, todas as Igrejas, todos os Estados, todos os clubes desportivos, todas os grupos de adolescentes e todo o lobby gay? Acha que é sequer possível?

Você também é daqueles que quer construir o «Homem Novo»? É candidato a engenheiro de almas?


Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 06:11 PM

Ficam algumas questões...
O país Basco é uma nação? E a Catalunha? E a Madeira? E a Austrália (em caso afirmativo, já o era antes de a civilização ocidental lá ter chegado? E os Estados Unidos (mesma questão)? E a Irlanda? É uma nação? São duas (Norte e Sul)? A parte católica é, e protestante pertence ao Reino Unido?
E se Portugal "remonta aos tempos da fusão de Romanos com os indígenas do extremo ocidente hispânico", será que, existindo a presente mestiçagem com africanos, povos eslavos, asiáticos, etc. o produto da mesma não poderá ser considerado uma Nação?
Já agora, se a pertença à estirpe é determinada pela raça, em caso de mestiçagem pertence-se a) a ambas b) a nenhuma?

Afixado por: João Abreu em junho 24, 2005 06:32 PM

Respostas:

«O país Basco é uma nação?»

É.


«E a Catalunha?»

Idem.


«E a Madeira?»

Não. A sua língua e a sua gente, são parte de Portugal.


«E a Austrália (em caso afirmativo, já o era antes de a civilização ocidental lá ter chegado?»

Sim - são duas nações no mesmo território: a de raiz europeia e aborrígene.


«E os Estados Unidos (mesma questão)?»

Idem.


«E a Irlanda? É uma nação? São duas (Norte e Sul)? A parte católica é, e protestante pertence ao Reino Unido?»

É uma só nação, porque é um só povo, com uma só ancestralidade e um só idioma de raiz (o Goidélico ou Gaélico); uma parte do seu território está imperialmente dominado pela Inglaterra.
A religião em questão não pode servir de diferenciação nacional porque é uma doutrina universalista.


«E se Portugal "remonta aos tempos da fusão de Romanos com os indígenas do extremo ocidente hispânico", será que, existindo a presente mestiçagem com africanos, povos eslavos, asiáticos, etc. o produto da mesma não poderá ser considerado uma Nação?»

Talvez - mas não será a NOSSA Nação. Será OUTRA.

«Já agora, se a pertença à estirpe é determinada pela raça, em caso de mestiçagem pertence-se a) a ambas b) a nenhuma?»

Boa e complexa pergunta. Resposta aparentemente dúbia mas bastante certeira (digo eu): não se pertence por inteiro a nenhuma delas.

Afixado por: Tautalos em junho 24, 2005 08:14 PM

Ó Tautalus, o que eu também queria era que fosses viver com a tua estirpe e nos deixasses em paz!

E já que estamos numa de quereres, haja algum médico ou investigador que tenha a bondade de inventar uma vacina contra a dita cuja, que ela é chata como raio!

É que é pior que uma micose no escroto, bolas!

Afixado por: André Militão em junho 24, 2005 09:19 PM

Dizem que somos insignificantes,que somos "meia dúzia de gatos pingados",mas estão sempre a falar de nós,estranho...
Há algum tempo,vi uma faixa de uma claque de futebol,de que não gosto,por acaso,que dizia "ODEIAM-NOS...POR QUEREREM SER IGUAIS A NÓS!",estes "insultos" dos autores do Barnabé e de outras pessoas de esquerda,de direita,do centro,lembram-me sempre esta frase,e também um velho ditado "quem desdenha,quer comprar!",portanto,os vossos "insultos",não me incomodam...
...já agora,sou nacional-socialista,com orgulho,e agradecia que não chamassem fascistas a todos os que não concordam com vocês,porque não sou fascista,e não gosto de ser confundida com tal.Obrigada.

Afixado por: portvgvesa em junho 24, 2005 10:26 PM

Portuguesa: olhe que não. Vocês são de facto muito poucos, e ninguém fala de vocês. Talvez agora, por causa da criminalidade e dos arrastões e das vossas manifestações. Mas de resto, tal como comigo, trata-se de pura curiosidade. São coisas que estão refutadas há 60 anos, foram vendidas e enterradas, e nenhum de nós pensava que havia espécimes, ainda, que acreditavam nessas coisas. É curiosidade científica, acredite.

Afixado por: Luís em junho 25, 2005 12:58 AM

Somos poucos? A avaliar pelo vosso pânico, dir-se-ia que somos legião...
Se se comportam assim agora, o que fará se/quando um dia formos tantos cá como em França...
Curiosidade científica da vossa parte? Uma curiosidade de tom amarelado e com fedor a intestinos descontrolados, devo dizer... bem, cheira mais a cagaço quimicamente puro... tem a certeza que era «curiosidade científica» que queria dizer?

Ninguém fala de nós? Como é que um cientista tão científico é capaz de dizer algo que contraria primariamente a realidade - uma mentira com todas as letras, portanto?

Coisas refutadas, as nossas? Devem ser umas refutações muito subtis, essas, mas tão subtis tão subtis, que não estão em lado nenhum, não se vêem, não se ouvem, não se sentem, e, muito provavelmente, não se pensam... lá anunciar refutações totais e definitivas, isso sabem vocês fazer - mas depois, das poucas vezes em que as põem à prova, em discussão, é a miséria absoluta... são refutações completa e inteiramente refutadas, deitadas por terra e inequivocamente esmagadas.
Nessas alturas, costuma haver um com-dor que diz logo que vai chamar a Polícia e a Senhora Constituição, porque é proibido «defender ideais nazis»...

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 02:21 AM

Antes de mais, devo dizer que repudio a água de lavar pratos dos primeiros comentários nesta página (que me faz talvez perceber a mosca na sopa de Daniel Oliveira). Mas concedamos que foi sobretudo brincadeira e barulho (embora de mau gosto e em sítio impróprio), já que a coisa entretanto parece ter evoluído para diálogo pelo menos isento de asneiredo. Assim, cedo à tal curiosidade de que fala o Luís e acrescento uma questão à conversa.

Diz o Tautalos que a raça determina a pertença a uma "estirpe", e alvitra que um mestiço não pertence por inteiro a nenhuma estirpe. Não me custa admitir que o conceito de um conjunto de raças faça sentido e tenha utilidade sob certos pontos de vista profissionais, permitindo por exemplo ao antropólogo caracterizar um espécime, ou ao polícia difundir a descrição sucinta dum suspeito. Exactamente como é útil ao artista poder valer-se de apenas cinco cores para criar toda e qualquer outra cor. O que definitivamente não percebo é onde está a vantagem de não se misturarem as raças. De se querer que o artista pinte só a preto, branco, vermelho, azul e amarelo, sem sobreposição sequer.

Vejamos. As características biológicas humanas têm evoluído desde o início por força de diferentes factores, como sejam a mutação genética, a deriva genética, a selecção natural e a mistura de populações. Estes factores foram sempre contribuindo tanto para o surgimento de grupos pertencentes exclusivamente a uma determinada raça (por exemplo a selecção natural no curso da adaptação a uma determinada região do globo), como para a fusão desses grupos (mistura de populações). Ou seja, o conjunto de factores que determinam a evolução genética tem sempre contribuído tanto para a diferenciação como para a fusão. Por outro lado, parece-me óbvio que a evolução cultural (no sentido de tudo o que não é evolução genética, ou seja, evolução tecnológica, social, política, etc.) tem levado a que cada vez se tenda menos para a diferenciação e mais para a fusão. Ou seja, a tendência cultural é para que cada vez haja menos entraves à mobilidade de indivíduos entre populações.

Qual então a vantagem de contrariar isto? Trata-se de algum receio de que um dia se perda toda a diferenciação cultural, por força da convergência para uma só "raça" geneticamente homogénea? Isso nunca poderá acontecer. Assim de repente, consigo pensar em duas ordens de razões: a Terra não é uma bola de bilhar branca, haverá sempre diversidade cultural associada à diversidade geográfica; e pense nisto: mesmo que essa improvável raça perfeitamente homogénea habitasse um dia uma absurda bola de bilhar, mesmo assim, porque é que a cultura haveria de ser a mesma em todo o lado? Se nem dois gémeos siameses crescem iguais no mesmo ambiente...

Afixado por: Mí­ope em junho 25, 2005 02:45 AM

ta tudo de bom humor aqui...

só quero dar uma abraço ao autor deste post, na mouche...

Afixado por: agitador em junho 25, 2005 02:47 AM

Errata: no meu último parágrafo, "... de que um dia se perCa..."

Afixado por: Mí­ope em junho 25, 2005 02:59 AM

"Dizem que somos insignificantes,que somos "meia dúzia de gatos pingados",mas estão sempre a falar de nós,estranho..."

Se estas bestas insistem em poluir todos os blogues e fóruns com as suas paranóias rácicas, não é de admirar. O cheiro a merda costuma incomodar.

"Há algum tempo,vi uma faixa de uma claque de futebol,de que não gosto,por acaso,que dizia "ODEIAM-NOS...POR QUEREREM SER IGUAIS A NÓS!",estes "insultos" dos autores do Barnabé e de outras pessoas de esquerda,de direita,do centro,lembram-me sempre esta frase,e também um velho ditado "quem desdenha,quer comprar!",portanto,os vossos "insultos",não me incomodam..."

Incomodam tanto que esta idiota há-de continuar por cá a aparecer. No fundo, é uma certa necessidade das criaturas de receber a nossa atenção. Dá-lhes algum significado na vida.

"...já agora,sou nacional-socialista,com orgulho,e agradecia que não chamassem fascistas a todos os que não concordam com vocês,porque não sou fascista,e não gosto de ser confundida com tal.Obrigada."

Reparem, a patetinha até se orgulha de ser "nacional-socialista". Ela sabe lá o que isso é. Volta lá mas é pro teu bloguezito para falar mal das pretas da escola, ou então regressa ao "fórum nazi", onde, mesmo que indesejada pelos teus pares, estarás entre alguém do teu nível intelectual...

Afixado por: Maedhros em junho 25, 2005 04:37 AM

Vamos lá pôr os pontos nos iis como diz o Sérgio Godinho. Pessoal das "manifes" pró racismo, vocês são insignificantes. São meia dúzia de bimbos nazis sem visão política ou social.
Metade do país goza convosco e a outra metade têm-vos nojo. Só temos receio que haja mais pessoal a aderir às vossas ideias parvas!
Tenham vergonha! A maioria dos gajos que participaram no arrastação são menos criminosos do que a maioria do pessoal dos vossos partidos!

Afixado por: André Militão em junho 25, 2005 05:04 AM

P.S. Para quem não sabe, ser nacional-socialista, não tem rigorasamente nada a ver com o socialismo. Significa apenas ser nazi e, como o nazismo é nada mais do que um fascismo ao qual se adicionou racismo, dêem-se por muito contentes quando vos chamam fascistas. Porque o que vocês são realmente, é uma cambada de nazis.

Afixado por: André Militão em junho 25, 2005 05:09 AM

Míope,

«O que definitivamente não percebo é onde está a vantagem de não se misturarem as raças.»

É uma questão de preservação de identidades. A raça é um dos elementos centrais da identidade de um determinado povo. Um povo de raça branca, como todo e qualquer povo europeu, deixa pura e simplesmente de existir se for substituído por uma amálgama castanha, independentemente da cultura continuar a existir (o que também é uma falácia, porque com a mistura de populações vem, automaticamente, a mistura cultural, pelo que a anterior cultura é diluída para dar lugar a algo de diferente).

«De se querer que o artista pinte só a preto, branco, vermelho, azul e amarelo,»

É simplesmente querer que o artista possa continuar a pintar a branco, a preto, a vermelho, a azul e a amarelo, em vez de ter de pintar tudo a castanho ou a preto, ou numa cor indefinida que resulte de todas essas misturas. Se o pintor pegar em todas as suas tintas e as misturar num único recipiente, deixa de poder usar o vermelho ou o azul quando o quiser fazer. Nessa altura, já não há retorno.

«Por outro lado, parece-me óbvio que a evolução cultural (no sentido de tudo o que não é evolução genética, ou seja, evolução tecnológica, social, política, etc.) tem levado a que cada vez se tenda menos para a diferenciação e mais para a fusão.»

Isso não é verdade. Em condições naturais, as raças não se misturam em larga escala. Pelo contrário, preservam a sua identidade racial, mais ou menos bem definida, por milénios.
A miscigenação em larga escala só pode acontecer por via de alguma propaganda específica. E tanto isto é verdade que se ouve muitas vezes a certa escumalha dizer que «as pessoas são anti-racistas, mas depois recusam a mistura...».

Claro que as pessoas recusam a mistura - por tendência natural, preferem quem com elas seja parecido, fisicamente falando.


«a Terra não é uma bola de bilhar branca, haverá sempre diversidade cultural associada à diversidade geográfica;»

A diversidade cultural resultante do clima, ou de qualquer outra condição geográfica, é insuficiente para manter a preservação das diferentes identidades que existem hoje em dia. Duvido que por exemplo Hong Kong seja radicalmente diferente de Nova York.


«e pense nisto: mesmo que essa improvável raça perfeitamente homogénea habitasse um dia uma absurda bola de bilhar, mesmo assim, porque é que a cultura haveria de ser a mesma em todo o lado? Se nem dois gémeos siameses crescem iguais no mesmo ambiente...»

Isso é confundir diferenças individuais com diferenças entre povos. As diferenças individuais continuariam a existir, mas o planeta teria apenas uma «nação», que mais não seria do que uma enorme massa castanha, indiferenciada, que procuraria novas formas de se diferenciar entre si - em última análise, inventavam-nas.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 01:00 PM

"P.S. Para quem não sabe, ser nacional-socialista, (...)Significa apenas ser nazi(...)"
Pronto...se prefere o termo nazi,eu prefiro nacional-socialista,mas sim,sou nazi,não sou fascista.Não me apetece ensinar-lhe História,portanto,procure e veja as diferenças!

Afixado por: portvgvesa em junho 25, 2005 01:11 PM

O Maerdhos resolveu insultar uma rapariga, no que terá de ser devidamente castigado. Vejamos (entre estas aspas, assim", estão as frases da Portvgvesa; entre estas aspas», estão as do Merdhos):

"Dizem que somos insignificantes,que somos "meia dúzia de gatos pingados",mas estão sempre a falar de nós,estranho..."

«Se estas bestas insistem em poluir todos os blogues e fóruns»

O imbecil não reparou que não havia aqui nacionalistas antes do Rui Tavares publicar um vergonhoso e cobarde texto.
O Merdhos está também a querer fazer crer que o cagaço que sente não é cagaço, são rosas, senhor (deve julgar que é a rainha Isabel).


"Há algum tempo,vi uma faixa de uma claque de futebol,de que não gosto,por acaso,que dizia "ODEIAM-NOS...POR QUEREREM SER IGUAIS A NÓS!",estes "insultos" dos autores do Barnabé e de outras pessoas de esquerda,de direita,do centro,lembram-me sempre esta frase,e também um velho ditado "quem desdenha,quer comprar!",portanto,os vossos "insultos",não me incomodam..."

«Incomodam tanto que esta idiota há-de continuar por cá a aparecer.»

Não é incomodar. É que dá prazer arrear-vos como deve ser na cornadura, já que, nos meios de comunicação sUcial dominados pela vossa abjecta pandilha, só fala quem vocês querem. E depois dizem que se vive na sociedade da livre comunicação...


«Dá-lhes algum significado na vida.»

Não é bem isso. É mais uma espécie de aparelho de medida, não sei se estão a ver: nós caçamos ainda um pouco no escuro, temos pouca experiência... disparamos... quando vocês gritam de dor, raiva e medinho (ou medão), é sinal de que estamos a ir bem - o tiro foi certeiro.

"...já agora,sou nacional-socialista,com orgulho,e agradecia que não chamassem fascistas a todos os que não concordam com vocês,porque não sou fascista,e não gosto de ser confundida com tal.Obrigada."

«Reparem, a patetinha até se orgulha de ser "nacional-socialista". Ela sabe lá o que isso é.»

A besta comuna é que não sabe o que isso é; a única versão que ele conhece é a que o Dr. Louçã lhe ministrou, lá na sede do Bloco de Esterco, intercalada com umas doses de fluído pelas veias acima, para ajudar a «mentalizar».


«Volta lá mas é pro teu bloguezito para falar mal das pretas da escola, ou então regressa ao "fórum nazi", onde, mesmo que indesejada pelos teus pares,»

Olha... o ranhoso, pelos vistos, conhece o blogue da menina... e até sabe de relações entre ela e outros camaradas... mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo, se o mentiroso, além de mentiroso, também é coxo (e vesgo). E burro. Logo no início, dizia que «ai, só vos damos importância porque aparecem aqui». Mas, pelos vistos, o Merdhoso tem andado a vigiar...

Então continua, rapazito.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 01:11 PM

"P.S. Para quem não sabe, ser nacional-socialista, (...)Significa apenas ser nazi(...)"
Pronto...prefere o termo nazi,eu prefiro nacional-socialista,mas sim,sou nazi,não sou fascista.Não me apetece ensinar-lhe História,portanto,procure e veja as diferenças!

Afixado por: portvgvesa em junho 25, 2005 01:12 PM

Oh Tautalus, se quiser conviver exclusivamente com a sua "estirpe" esteja a vontade, mas isso e um direito individual que voce tem, nao pode admitir que toda a gente que nasce no interior de Portugal deseja isso.
Portanto acho que o conceito de estirpe esta muito pouco ligado ao conceito de um territorio. Manter a estirpe e da responsabilidade de quem tem essas ideias e nao de uma qualquer nacao, que nunca e homogenea nem tem um ideal comum. Se nao quer ser intolerado nao seja intolerante com quem vem para o nosso territorio, limite-se a comunidade que se identifica com essas ideias.

Afixado por: FV em junho 25, 2005 02:09 PM

a cultura e tradições jamais desaparecerão, bem pelo contrario ultrapassam fronteiras.
os japoneses ouvem amalia e os portugueses leem manga, para alem de que a cultura não é algo estanque, mas evolui, cria-se e recria-se, tal e qual os nossos antepassados o fizeram... e contra argumentar com a desculpa da artificialidade com um argumento artificial, não tem sentido.

a diversidade cultural jamais desaparecerá está ligada, como disse e muito bem o miope, com a diversidade geografica, prova disso foi a evangelização dos sul americanos que preservam ainda hoje em dia a sua identidade.

isso da preservação da raça é um ideal como outro qualquer, que pessoalmente não partilho contigo.

Afixado por: agitador em junho 25, 2005 02:48 PM

Mas será que eu ando doido? É impressão minha ou acabei de ler que a portuguesa e o tautalus são mesmo nazis?! Bem, não admira que usem nicks, mas por amor de deus... Será que não têm vergonha? Eu sinto-me abolutamente enojado e tenho a certeza de que é absurdo discutir com essa subgente.
Cambada de nazis asquerosos! O vosso lugar é num hospício!

Afixado por: André Militão em junho 25, 2005 02:56 PM

Já que vai ao meu blog,pode lá ver fotografias minhas,não me escondo atrás de um nick!
E não vi o Tautalos dizer que é nazi!

Afixado por: portvgvesa em junho 25, 2005 03:27 PM

O André Militão ficou entusiasmado quando eu lhe disse que era Militante da Parvoíce e agora quer fazer jus a essa designação. Pois que outra explicação pode haver para as atrasadices mentais que ele escreve, contradizendo-se imbecilmente num escasso número de linhas?

Atente-se no discurso da besta:
«Metade do país goza convosco e a outra metade têm-vos nojo. Só temos receio que haja mais pessoal a aderir às vossas ideias parvas!»

Então se todos gozam/desprezam, como é que este retardado tem medo de que haja mais gente a aderir ao nosso ideário?

O seu dono lá do Bloco de Esterco devem estar a dizer «é pá, calem-me esse gajo que está a falar demais!». Primeiro, o Militão despeja a versão oficial, a de que o povo português «não gosta dos nazis!», versão essa que foi inteiramente DESMENTIDA pelos FACTOS no dia dezoito, porque era o POVO, o POVO VERDADEIRO, AQUELE QUE VOCÊS QUEREM CALAR, aquele em cujo nome pretendem falar como se fossem seus porta-vozes, porque sabem que A VERDADEIRA VOZ DO POVO não vos convém.

Portanto, primeiro debita a versão oficial. Mas, como está podre de pânico, descai-se logo a seguir, confessando A VERDADE: que ele e seus donos estão com medo que o Nacionalismo ganhe terreno na sociedade portuguesa, como aconteceu e acontece no resto da Europa, nomeadamente em França, onde Le Pen, depois de ter sido dado como «politicamente morto» pelos «analistas políticos» de esquerda (mas isentos, pois, claro...), deu um estrondoso bigode ao imberbe Lionel Jospin, o queridinho da imprensa tuga...


«Tenham vergonha! A maioria dos gajos que participaram no arrastação são menos criminosos do que a maioria do pessoal dos vossos partidos!»

Ora aqui está: o Militante da Parvoíce insiste numa das bandeiras da sua asquerosa laia - querer instituir o delito de opinião. Para tal gentalha infra-humana, ser «racista» é pior do que roubar, agredir e insultar cidadãos inocentes.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 06:57 PM

FV,

Não é questão de impor aos outros um gosto meu (conviver só com a minha estirpe). É uma questão de direito: Portugal pertence à estirpe portuguesa, que é branca; quem quiser conviver com outras estirpes, É QUE TEM de ir para outro lado.

O FV tenta dissociar a Estirpe da Nação. Na verdade, não há Nação sem Estirpe. Uma Nação não é um Estado localizado num dado território - isso é um país, uma Pátria, mas não é uma Nação.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 07:09 PM

Sim, mas e o que se fazia a todos os negros que vivem em Portugal? Já que você diz que é um território que pertence por direito e quem quer misturas é que tem que sair, o que fazes - seja explícito - com os negros? E os outros? E o que fazer com os portugueses nos vários cantos do mundo? E o que fazer com as pessoas que tenham avós de outras "estirpes"? E só um avô? Bisavós? E o que é uma raça?

Afixado por: Luís em junho 25, 2005 07:22 PM

Os negros, retornariam à sua terra; os portugueses localizados em países africanos, idem.

Quanto às misturas, é um caso difícil - e o facto de ser difícil é por si só mais um motivo para a evitar a todo o custo. Um indivíduo cujos avós sejam brancos, é, em princípio, branco. Será uma fronteira apropriada, uma linha de separação a partir da qual se arrumaria a casa. Seja como for, aí ter-se-ia de ver caso a caso.

Uma raça é um grupo de pessoas que partilha um determinado grupo de características físicas que se transmitem de geração em geração.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 08:49 PM

"Será uma fronteira apropriada, uma linha de separação a partir da qual se arrumaria a casa. Seja como for, aí ter-se-ia de ver caso a caso."

Antropometria, talvez? Será que ainda há descendentes dos alemães que eram peritos nela? Os que decidiam quem era judeu suficiente para ser exterminado nos campos de concentração? É que há que pensar seriamente nos meios técnicos também! Isso não pode ser só teorias. E já agora...

Como mandar os negros para África? O que sugere? Talvez outro sub-sector da máquina alemã dos anos 30?

"Uma raça é um grupo de pessoas que partilha um determinado grupo de características físicas que se transmitem de geração em geração."

E todos os homens com uma micose no escroto? Não se deviam também eles unir? E o nanismo? Porque é que todos os anões não têm uma país só deles? Ah, sim, trasmissão genética... todas as pessoas com SIDA! Não?

Afixado por: Luís em junho 25, 2005 08:59 PM

O facto de os Japoneses ouvirem a Amália, não os faz menos japoneses: não lhes muda a cor da pele, nem as feições, nem sequer a textura do cabelo; não lhes muda nem a língua nem a ancestralidade, nem o folclore nem a religião nacional herdada dos antepassados, supostamente filhos da Deusa do Sol, Amaterasu...
Não é um gosto pessoal, individual, que define uma cultura. É aquilo que se herda, por direito de sangue.

A cultura evolui, sim - mas há uma diferença crucial entre evoluir e ser diluída. Algumas culturas, evoluem e perduram no tempo; outras, são engolidas pelas convulsões da História e desaparecem da face da terra como unidades étnicas autónomas.

A diversidade cultural não é mantida pela diversidade geográfica - isso é uma falácia evidente. Se assim fosse, haveria um mar de diferenças entre Hong Kong e Nova Iorque, coisa de que duvido. A globalização destrói a diversidade, seja em que clima for.

Quanto aos sul-americanos, o exemplo foi péssimamente mal escolhido. Nas suas terras, continua a existir uma diferença, cada vez mais bem marcada, entre o branco, ou mestiço, de raiz europeia, ou híbrida, e o indígena, descendente dos antigos índios. Vivendo lado a lado, mesmo que no mesmo prédio, as diferentes estirpes separam-se naturalmente umas das outras, por mais que a propaganda oficial mundialista pretenda lavar-lhes o cérebro para convencê-los a proceder de modo contrário.

E porque é que esses «racistas» agem desse modo, não se deixando castrar?
Pura e simplesmente porque ainda não foram por completo domesticados pelos doutores Frankensteins deste mundo que querem acabar com todas as raças e dos seus restos construir o «Homem Novo», um ser sem identidade nem raizes.


Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 08:59 PM

Onde disse "genética", ler hereditária. O cancro, no entanto, tem transmissão genética!

Afixado por: Luís em junho 25, 2005 09:00 PM

"Será uma fronteira apropriada, uma linha de separação a partir da qual se arrumaria a casa. Seja como for, aí ter-se-ia de ver caso a caso."

«Antropometria, talvez? Será que ainda há descendentes dos alemães que eram peritos nela?»

Podem um dia destes fazer falta, os seus conhecimentos.


«Os que decidiam quem era judeu suficiente para ser exterminado nos campos de concentração?»

Lá está a frequente falácia lógica da sua parte: pretender que, se no passado terá acontecido isto ou aquilo, agora tem de voltar a acontecer. Na verdade, nada há que indique que quem quer simplesmente ter o direito de preservar a sua própria estirpe, é porque quer destruir as outras.

«Como mandar os negros para África?»

Em aviões e barcos. A nado, seria desumano.

"Uma raça é um grupo de pessoas que partilha um determinado grupo de características físicas que se transmitem de geração em geração."

«E todos os homens com uma micose no escroto? Não se deviam também eles unir? E o nanismo? Porque é que todos os anões não têm uma país só deles?»

Quando tiver conhecimento de uma raça em que todos sejam anões, ou que tenham uma micose no escroto, diga qualquer coisa. Eu, por acaso, não conheço. Só conheço as cinco principais raças, dentro das quais há várias divisões.


«Ah, sim, trasmissão genética... todas as pessoas com SIDA! Não?»

Não. Também não conheço essa raça.

Mas, já que fala nisso, parece que os negros são mais atreitos a contrair sida do que os brancos.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 09:06 PM

«Onde disse "genética", ler hereditária. O cancro, no entanto, tem transmissão genética!»

Também não conheço uma raça cancerosa.

Afixado por: Tautalos em junho 25, 2005 09:07 PM

eu sabia que tudo se reduzia à raça, ainda não vi nenhum discurso teu que não se reduzisse a isso.

eu não gosto de fado, prefiro jazz.
será que sou um traidor?

a identidade cultural é só um pretexto, e não percebeste nada do que eu disse, mas está bem...

eu não misturo identidade cultural com "identidade nacional", coisas que não tem nada a ver uma com a outra.

defendo a primeira, porque pertence a uma cultura, assim como o rock, a pintura, etc.
a segunda é viver no passado, agarrado ao que os antepassados fizeram como se pensassemos da mesma maneira ou fossemos iguais a eles.
temos de ser assim porque eles foram assim, logo temos de ser assim.

nem temos obrigação nenhuma de manter as coisas como estão, o que os levou a fazer o que fizeram, os seus ideais e mentalidade são completamente diferentes, pelo menos da minha.

segundo tu,
eles foram brancos, nós temos de nos conservar brancos. eles ficaram-se por esta parte do globo tambem temos de ficar por esta parte do globo.

estilo, white zone only ou black zone only.

somos brancos e europeus, porque os nossos antepassados assim o eram, por isso temos de continuar a sê-lo.

um mestiço é a não identidade, porque sai do padrão do que eram os nossos antepassados, não merece o mesmo respeito que os outros.

isso a que chamam de "identidade nacional", é viver agarrado ao passado. viver agarrado ao que os nossos antepassados fizeram e eram, e como tudo o que tem por base a acção do homem, é artificial.

Afixado por: agitador em junho 25, 2005 11:13 PM

Tautalos, chegou a onde eu queria quando diz que a nacao nao e um pais, precisamente, eu vivo no seu pais, mas nao vivo na sua nacao, apesar de ser branco. Nao me sinto responsavel por preservar a minha estirpe. A sua nacao nao tem direitos adquiridos sobre nenhum territorio(a nao ser nas vossas propriedades privadas). Embora lhe custe, a nossa raca nao e unida e a maior parte nao quer ser. O vosso racismo nao pode ser feito em nome de toda a gente que por acaso vive num determinado local e por maior acaso ainda pertence a sua raca.

Afixado por: FV em junho 25, 2005 11:23 PM

Concordo com o agitador em quase tudo. Mas a identidade cultural não é necessariamente prestar culto aos antepassados. Pode ser admitir humildemente que todas as pessoas têm alguma coisa a dizer, incluindo os mortos - enquanto eram vivos. É o que CHesterton chamou a democracia total.

Afixado por: Luís em junho 25, 2005 11:51 PM

atenção, que eu disse que defendia a identidade cultural.

A "identidade nacional" já não.

são coisas diferentes.

o jazz nasceu na america negra, no entanto pode ser tocado por toda a gente em qualquer lado, é um fenomeno cultural como o rock, o pop, etc.
assim como existem danças tradicionais em todo o lado, e estas já têm especificidades.

Afixado por: agitador em junho 26, 2005 12:07 AM

«eu sabia que tudo se reduzia à raça, ainda não vi nenhum discurso teu que não se reduzisse a isso.»

Errado. És tu, e outros, que, devido à «religião» anti-racista, só olham para o que é escrito sobre as raças.
Eu já afirmei, se não foi aqui foi noutra secção, que a Estirpe tem vários graus, um dos quais é a raça; outro, é a nação; outro, a etnia.


«eu não gosto de fado, prefiro jazz.
será que sou um traidor?»

Também já disse que os gostos pessoais são outra coisa... E não é por se gostar de x ou de y que se muda de identidade. João Francisco, filho de portugueses nascido no Seixal, pode aprender tudo e mais alguma coisa sobre a China, inclusivamente a língua, mas nunca será chinês.


«a identidade cultural é só um pretexto, e não percebeste nada do que eu disse,»

Tu é que, como bem demonstraste, não entendeste patavina.


«eu não misturo identidade cultural com "identidade nacional",»

Quando falei em identidade cultural, referia-me à cultura no sentido de património nacional. Não falei da cultura individual, pessoal, daquela que faz as pessoas dizerem que fulano de tal «é muito culto». Falei em cultura como podia ter falado em folclore, que é aliás um termo mais rigoroso.

Tens de perceber a diferença entre Identidade e Personalidade.

«a segunda é viver no passado, agarrado ao que os antepassados fizeram»

Não é nada disso. A língua é algo que vem dos antepassados, mas que está vivo e tem futuro; a raça, idem; a consciência de nação, ibidem; e mesmo algumas tradições, danças, cantares, lendas e mitos, podem ser prolongados no tempo.
A identidade é tendencialmente supra-temporal.


«como se pensassemos da mesma maneira ou fossemos iguais a eles.»

Têmo-los em nós - no nosso sangue.


«Eles foram brancos, nós temos de nos conservar brancos.»

Evidentemente. Caso contrário, deixamos de ser a continuação deles. Deixamos pura e simplesmente de existir.


«eles ficaram-se por esta parte do globo tambem temos de ficar por esta parte do globo.»

Evidentemente. Ou pretendes construir algum império?
Mais: se não te queres conservar nesta parte do globo, emigra para onde quiseres (para onde te aceitarem). Mas não terás certamente a pretensão de levar o povo todo contigo, presumo... Quem não quer Portugal, vai-se embora. Não faz cá falta.

Não tem é o direito de alterar Portugal a seu bel-prazer só para satisfazer um capricho pessoal, um gosto individual.


«estilo, white zone only ou black zone only.»

Correcto. A Justiça consiste em dar a cada um aquilo que é seu.


«somos brancos e europeus, porque os nossos antepassados assim o eram, por isso temos de continuar a sê-lo.»

Exactamente. Se alguém não quiser continuar a sê-lo, pois que se vá embora, procriar noutro lado. Não pode é pretender obrigar os seus compatriotas a abandonarem a sua herança.


«um mestiço é a não identidade, porque sai do padrão do que eram os nossos antepassados, não merece o mesmo respeito que os outros.»

Não é um dos nossos, certamente, pelo que não merece o mesmo tratamento que damos aos brancos.


Afixado por: Tautalos em junho 26, 2005 03:45 AM

FV,

«chegou a onde eu queria quando diz que a nacao nao e um pais, precisamente, eu vivo no seu pais, mas nao vivo na sua nacao,»

Vive sim, porque Portugal é um Estado Nação. Por isso, todo o território português pertence à Nação portuguesa.


«A sua nacao nao tem direitos adquiridos sobre nenhum territorio»

Tem sim. É uma questão de herança. Do mesmo modo que Carlos Silva herda as terras de seu pai, só por ser seu filho, também os filhos dos Portugueses herdam as terras dos Portugueses, só por serem seus filhos, isto é, Portugueses.

Chama-se Justiça.


«Embora lhe custe, a nossa raca nao e unida e a maior parte nao quer ser.»

Embora isso o magoe, não pode falar em nome da maioria.


«O vosso racismo nao pode ser feito em nome de toda a gente que por acaso vive num determinado local e por maior acaso ainda pertence a sua raca.»

Pode sim... porque esta terra pertence à Nação Portuguesa. Quem não quiser pertencer à Nação Portuguesa, pois muito bem, que emigre. Não pode é deixar de ser português e exigir ter em Portugal os mesmos direitos que tem quem quer continuar a ser português.

Afixado por: Tautalos em junho 26, 2005 03:51 AM

"És tu, e outros, que, devido à «religião» anti-racista"

nada disso eu reconheço a existencia de raças, não vejo nada de mal e muito menos algo que nos diferencie ao ponto de ter uma atitude diferente para com uns ou para com outros.

"Também já disse que os gostos pessoais são outra coisa"

o comentario que eu fiz era na brincadeira.

"Tu é que, como bem demonstraste, não entendeste patavina."

ai não? então vê o teu comentario a seguir.

"Quando falei em identidade cultural, referia-me à cultura no sentido de património nacional. Não falei da cultura individual, pessoal"

pois, foi exactemente isso que eu disse, identidade cultural é o patrimonio cultural de um conjunto de individuos. dentro do mesmo pais há varias tradições, o cantar alentejano é diferente do arraial minhoto.

"A língua é algo que vem dos antepassados"

a lingua faz parte da identidade cultural, e é mais uma forma de comunicar. em portugal tambem existe o mirandês.

"A identidade é tendencialmente supra-temporal."

a identidade cultural, atravessa os tempos evolui apareceram tradições novas ao longo do tempo.
o rock e outros tipos de cultura tambem tem um conjunto de individuos por tras.

"Têmo-los em nós - no nosso sangue"

bem, a unica coisa em comum é que sou descendente deles, de resto, quanto a forma de pensar e os valores são diferentes. não é o sangue que define quem eu sou, os valores e as pessoas mudam, assim como a visão do mundo e do outro.

"Evidentemente. Caso contrário, deixamos de ser a continuação deles. Deixamos pura e simplesmente de existir."

eu não penso assim, lá por não sermos brancos, continuariamos a ser a continuação deles, embora diferentes.
de resto, porque razão haveriamos de ser a continuação deles? eu não me vejo obrigado a sê-lo, e continuo a respeita-los, mas as diferenças são evidentes.

"Evidentemente. Ou pretendes construir algum império?
Mais: se não te queres conservar nesta parte do globo, emigra para onde quiseres (para onde te aceitarem). Mas não terás certamente a pretensão de levar o povo todo contigo, presumo... Quem não quer Portugal, vai-se embora. Não faz cá falta."

a mim não tem nada de evidente, se eu tiver melhores condições de trabalho lá fora ou gostar de viver no estrangeiro, imigro. de resto, não é pelo facto deles serem desta região que eu tenho de ficar nessa região. alias lá por eles terem parado aqui, eu posso muito bem ir onde me apetecer. eles são eles, são o passado, eu faço a minha vida da forma como entender, assim como eles fizeram na epoca deles.
quem não quer portugal? por acaso nunca ninguem me perguntou em que pais queria nascer, mas tambem não é por isso que repudio o sitio onde nasci. essa do povo é que está a mais...

"Correcto. A Justiça consiste em dar a cada um aquilo que é seu."

justiça? ta bem... eu não vejo portugal como meu, é apenas um territorio que os meus antepassados usaram para sobreviver (algum tinha de ser), alias é apenas resultado de uma consequencia de ideais, com os quais eu não me identifico.

"Exactamente. Se alguém não quiser continuar a sê-lo, pois que se vá embora, procriar noutro lado. Não pode é pretender obrigar os seus compatriotas a abandonarem a sua herança."

abandonar a herança? eu acho que não tenho forçosamente de continuar o legado dos nossos antepassados, somos apenas descendentes deles. eles fizeram o que achavam melhor, eu faço o que achar melhor. formas diferentes de pensar e de estar na vida.

"Não é um dos nossos, certamente, pelo que não merece o mesmo tratamento que damos aos brancos."

não é um dos teus. ele para mim é tão um dos meus como eu sou um deles.
a unica diferença é que temos ascendentes diferentes e vivemos em paises diferentes, que são nada mais do que consequencia dos actos dos nossos antepassados (portanto artificiais), não vejo porque as coisas não possam mudar.

Afixado por: agitador em junho 26, 2005 04:37 AM

Vamos lá esclarecer uma coisa. O termo «cultura», tem dois significados:
- cultura no sentido de património étnico, a saber, língua, tradições, folclore, danças, cantares, lendas, mitos, festas populares, etc.;
- cultura no sentido de conhecimentos e referências individuais: gostos específicos (gosta deste filme, não gosta daquele) e nível de estudos (secundário, universitário, etc.).

Agora, o que tu dizes:
«pois, foi exactemente isso que eu disse, identidade cultural é o patrimonio cultural de um conjunto de individuos. dentro do mesmo pais há varias tradições, o cantar alentejano é diferente do arraial minhoto.»

Sim, mas têm elementos culturais, isto é, étnicos, que os fazem pertencer à mesma Nação. Tudo isso é cultura portuguesa.


«a lingua faz parte da identidade cultural, e é mais uma forma de comunicar. em portugal tambem existe o mirandês.»

Pois é. E tudo isso vem dos antepassados. É herdado deles; e sem a existência de tal gente, não a falaríamos.


«a identidade cultural, atravessa os tempos evolui»

Evolui, mas mantém-se. Quando desaparece, morre.


«o rock e outros tipos de cultura tambem tem um conjunto de individuos por tras.»

Mas o rock não tem uma nação por trás. É música internacional.


«bem, a unica coisa em comum é que sou descendente deles, de resto, quanto a forma de pensar e os valores são diferentes.»

Forma de pensar e ideais, é uma questão de Personalidade. Não é disso que falo. Eu falo de Identidade.
A Personalidade, é individual e depende da escolha de cada um; a Identidade, sendo individual, é antes de mais colectiva e não depende da escolha de cada um.


«não é o sangue que define quem eu sou,»

É sim. A Identidade é determinada logo à nascença - ou até antes dela. Porque, antes de nascer, já se é filho de um casal, de uma família, de uma nação, de uma etnia e de uma raça.


«eu não penso assim, lá por não sermos brancos, continuariamos a ser a continuação deles, embora diferentes.»

Ser continuação deles é diferente de termos vestígios deles. Um Silva que tenha um bisavô materno com o apelido Costa, já não é Costa nem prolonga os Costas.


«porque razão haveriamos de ser a continuação deles?»

Porque sem isso, deixamos pura e simplesmente de ser quem somos. Se somos brancos e a geração seguinte o não for, o nosso povo morre para dar lugar a outro.


"Evidentemente. Ou pretendes construir algum império?
Mais: se não te queres conservar nesta parte do globo, emigra para onde quiseres (para onde te aceitarem). Mas não terás certamente a pretensão de levar o povo todo contigo, presumo... Quem não quer Portugal, vai-se embora. Não faz cá falta."

«a mim não tem nada de evidente, se eu tiver melhores condições de trabalho lá fora ou gostar de viver no estrangeiro, imigro.»

Se te deixarem para lá ir, os naturais dessa terra... Seja como for, estás no teu direito. Mas, nesse caso, nem há problemas: quem não quer se cá, vai-se embora. Ponto assente.


«quem não quer portugal? por acaso nunca ninguem me perguntou em que pais queria nascer,»

Certo. Quem assim pensa, pode ir embora.
Não pode é acabar com Portugal, porque há outros portugueses que querem Portugal tal como ele é.


"Correcto. A Justiça consiste em dar a cada um aquilo que é seu."

«justiça? ta bem... eu não vejo portugal como meu, é apenas um territorio que os meus antepassados usaram para sobreviver»

E que nós herdámos. Logo, é nosso, por direito de sangue.
Mas, se não há o direito às heranças, então vejamos... um dia destes, os Europeus unem-se todos e vão apoderar-se do que lhes apetece - se quiserem as minas de diamantes angolanas, entram por ali dentro, exterminam quem se lhes opuser e tratam de explorar os rochedos brilhantes da forma que lhes aprouver.
Ou há moralidade, ou comem todos.


"Exactamente. Se alguém não quiser continuar a sê-lo, pois que se vá embora, procriar noutro lado. Não pode é pretender obrigar os seus compatriotas a abandonarem a sua herança."

«abandonar a herança? eu acho que não tenho forçosamente de continuar o legado dos nossos antepassados,»

Foi o que eu disse. Quem acha isso, pode ir embora. Não faz cá falta.


«somos apenas descendentes deles. eles fizeram o que achavam melhor, eu faço o que achar melhor.»

Tu fazes o que achares melhor... desde que isso não interfira na MINHA parte da herança, bem entendido...

«a unica diferença é que temos ascendentes diferentes e vivemos em paises diferentes,»

É por isso que ele não é um dos meus.


«que são nada mais do que consequencia dos actos dos nossos antepassados (portanto artificiais),»

Artificiais, não - vitais. Estão na origem do nosso próprio ser (não necessariamente os actos, mas sim a própria identidade desses antepassados).

Afixado por: Tautalos em junho 26, 2005 05:01 PM

Onde se lê

«quem não quer se cá»

Leia-se

«quem não quer estar cá»

Afixado por: Tautalos em junho 26, 2005 05:05 PM

Após toda esta discussão que me fez pôr em causa todos os valores pelos quais pautava a minha existência, fiquei com a certeza de apenas uma coisa: os racistas são estúpidos!

P.S. Também cheguei à conclusão de que os nazis eram parvos, mas isso é um bocado redundante...

Afixado por: André Militão em junho 26, 2005 05:40 PM

"Vamos lá esclarecer uma coisa. O termo «cultura», tem dois significados:
- cultura no sentido de património étnico, a saber, língua, tradições, folclore, danças, cantares, lendas, mitos, festas populares, etc.;
- cultura no sentido de conhecimentos e referências individuais: gostos específicos (gosta deste filme, não gosta daquele) e nível de estudos (secundário, universitário, etc.)."

até agora só falei de identidade cultural, estilo lingua, danças, folclore, festas populares etc, que estão ligados a um conjunto de individuos de uma certa região.

"Sim, mas têm elementos culturais, isto é, étnicos, que os fazem pertencer à mesma Nação. Tudo isso é cultura portuguesa."

é portuguesa e dentro da portuguesa há varias tradições. a questão etnica está relacionado com o conjunto de individuos que tem essas tradições, que por sua vez está relacionado com a distribuição geografica.

"Pois é. E tudo isso vem dos antepassados. É herdado deles; e sem a existência de tal gente, não a falaríamos."

obvio, porque esses antepassados se estabeleceram numa certa região geografica, dessa forma a linguagem sofreu alterações.


"Evolui, mas mantém-se. Quando desaparece, morre."

pois, mas não desaparece, faz parte da região em que essa cultura foi desenvolvida e evoluiu.


"Mas o rock não tem uma nação por trás. É música internacional."

o jazz surgiu da america negra, no entanto é musica internacional.
a diferença entre o jazz e o folclore, é que o primeiro internacionalizou-se. no segundo o folclore existe em todo o lado, a diferença prende-se com a região em que foi desenvolvido as influencias que recebeu, e por isso é especifico de cada região.
de resto, não deixam de ser uma forma de cultura e identidade cultural.


"Forma de pensar e ideais, é uma questão de Personalidade. Não é disso que falo. Eu falo de Identidade.
A Personalidade, é individual e depende da escolha de cada um; a Identidade, sendo individual, é antes de mais colectiva e não depende da escolha de cada um."

os ideais coletivos mudaram com os tempos, portugal foi construido sob o pretexto de lei divina, nós já não reconhecemos essas leis.
os ideais são diferentes. hoje reina o ideal dos direitos humanos. e o direito de sangue foi substituido pelo direito de cidadania.


"É sim. A Identidade é determinada logo à nascença - ou até antes dela. Porque, antes de nascer, já se é filho de um casal, de uma família, de uma nação, de uma etnia e de uma raça."

pois, mas esse tipo de identidade nada tem a ver com "identidade nacional", de resto uma pessoa não se define só pelo que nasce mas pelo que é e pensa. a nação existe porque os antepassados o formaram, segundo os seus ideais, porque achavam que era o melhor. e não vejo nenhuma razão para continuar esse legado, pois os ideais são diferentes.
eles estabeleceram-se aqui para sobreviver e construiram segundo a sua maneira de pensar.

"Ser continuação deles é diferente de termos vestígios deles. Um Silva que tenha um bisavô materno com o apelido Costa, já não é Costa nem prolonga os Costas."

mas nada proibe que nos tornemos silvas, e o facto de eles o terem sido costas, não significa que eu não possa ser um silva.eles tornaram-se costas por causa dos seus ideais, que eu não defendo.


"Porque sem isso, deixamos pura e simplesmente de ser quem somos. Se somos brancos e a geração seguinte o não for, o nosso povo morre para dar lugar a outro."

mas nós não somos o que eles são,e muito menos temos os ideais deles. o facto de eles serem brancos nada tem a ver com o facto de eu não o poder ser. como disse viver no passado.


"Se te deixarem para lá ir, os naturais dessa terra... Seja como for, estás no teu direito. Mas, nesse caso, nem há problemas: quem não quer se cá, vai-se embora. Ponto assente."

eh pa que queres eu não escolhi o sitio em que nasci.

"Certo. Quem assim pensa, pode ir embora.
Não pode é acabar com Portugal, porque há outros portugueses que querem Portugal tal como ele é."

o portugal tal qual como ele é, é apenas uma consequencia dos actos dos nossos antepassados (portanto artificial), a portugalidade é algo artificial. e não há nenhuma razão para manter as coisas como elas eram... nenhuma.

"que nós herdámos. Logo, é nosso, por direito de sangue.
Mas, se não há o direito às heranças, então vejamos... um dia destes, os Europeus unem-se todos e vão apoderar-se do que lhes apetece - se quiserem as minas de diamantes angolanas, entram por ali dentro, exterminam quem se lhes opuser e tratam de explorar os rochedos brilhantes da forma que lhes aprouver.
Ou há moralidade, ou comem todos."

como disse, somos apenas descendentes, não pensamos como eles, e foi a maneira deles pensarem que deram origem a fronteiras e paises. e isto nada tem a ver com exterminios, falo em pessoas, direitos humanos e ética.
e ética não é vivermos agarrados ao passado.

"Foi o que eu disse. Quem acha isso, pode ir embora. Não faz cá falta."

podes ficar com portugal à vontade, mas eu continuo natural dessa região.

"Tu fazes o que achares melhor... desde que isso não interfira na MINHA parte da herança, bem entendido..."

se tu quiseres mantem te branco e na tua herança, tu não tens maiores direitos do que eu.

"É por isso que ele não é um dos meus."

por razões artificiais, ta bem. felizmente não penso assim, não penso como os nossos antepassados.


"Artificiais, não - vitais. Estão na origem do nosso próprio ser (não necessariamente os actos, mas sim a própria identidade desses antepassados)."

meu amigo, os nossos antepassados vieram para aqui e fizeram o que fizeram porque quiseram. sou descendente deles, mas não tenho de preservar o que eles fizeram, apenas a identidade cultural.
esse tipo de identidade que falas é a "identidade nacional", e como já te disse não a reconheço.

isso que chamas de "identidade nacional" é algo artificial, consequencia da organização dos nossos antepassados em grupos em regiões diferentes, segundo os seus ideais.ideais que hoje não são reconhecidos.

cais sempre no mesmo pensamento circular:
nós somos assim, porque os nossos antepassados eram assim, logo temos de continuar a ser assim.

Afixado por: agitador em junho 26, 2005 06:05 PM

O Militão é parvalhão, mas, como já tem a mioleira incontestavelmente degradada, nem isso reconhece, mesmo depois de ver a sua estúpida e não raras vezes NOJENTA argumentação a ser inteiramente esmigalhada.

Afixado por: Tautalos em junho 27, 2005 02:11 AM

"Evolui, mas mantém-se. Quando desaparece, morre."

«pois, mas não desaparece,»

Desparece sim, se a sua população for substituída por outra, que fale outra língua.

"Mas o rock não tem uma nação por trás. É música internacional."

«o jazz surgiu da america negra, no entanto é musica internacional.»

Mas com uma conotação negróide.


«no segundo o folclore existe em todo o lado, a diferença prende-se com a região em que foi desenvolvido as influencias que recebeu, e por isso é especifico de cada região.
de resto, não deixam de ser uma forma de cultura e identidade cultural.»

Mas não o são do mesmo modo. O jazz não é característico de nenhuma nação em especial.


"Forma de pensar e ideais, é uma questão de Personalidade. Não é disso que falo. Eu falo de Identidade.
A Personalidade, é individual e depende da escolha de cada um; a Identidade, sendo individual, é antes de mais colectiva e não depende da escolha de cada um."

«os ideais coletivos mudaram com os tempos, portugal foi construido sob o pretexto de lei divina,»

Aquilo que caracteriza Portugal na sua essência, isto é, a sua etnicidade, é anterior à lei divina a que te referes. Não é uma construção feita de acordo com um ideal.


«os ideais são diferentes. hoje reina o ideal dos direitos humanos.»

Uma nação não deixa de existir só porque o ideal político dominante muda. A Revolução de Abril não acabou com Portugal; nem a da República; nem a do Estado Novo.


«e o direito de sangue foi substituido pelo direito de cidadania.»

É isso que tem de ser alterado.


"É sim. A Identidade é determinada logo à nascença - ou até antes dela. Porque, antes de nascer, já se é filho de um casal, de uma família, de uma nação, de uma etnia e de uma raça."

«pois, mas esse tipo de identidade nada tem a ver com "identidade nacional"»

Tem tudo a ver com identidade nacional, por motivo óbvio... a identidade nacional herda-se, é um dado adquirido à nascença. Não é conquistada por meio de «serviços» ou de presença territorial.


«e resto uma pessoa não se define só pelo que nasce mas pelo que é e pensa.»

Isso já é personalidade - é outra coisa.


«a nação existe porque os antepassados o formaram, segundo os seus ideais,»

Não. A Nação não é formada por um desejo consciente. Existe, tão somente, de modo natural. Ninguém diz «vamos criar uma nação».


«e não vejo nenhuma razão para continuar esse legado,»

Se não vês, não continues esse legado. Mas esse legado também é meu, e tu não tens direito a pôr em causa a minha parte do legado. Por isso, faz o que quiseres, mas não mates o país que também é meu.

"Ser continuação deles é diferente de termos vestígios deles. Um Silva que tenha um bisavô materno com o apelido Costa, já não é Costa nem prolonga os Costas."

«mas nada proibe que nos tornemos silvas,»

Um Martins que resolva mudar de apelido, para Silva, não passa por isso a fazer parte da família de Carlos Silva.


«eles tornaram-se costas por causa dos seus ideais,»

Não foi por causa dos ideais. Foi por causa do nascimento.

«mas nós não somos o que eles são,»

Somos derivados deles.


«e muito menos temos os ideais deles.»

Os ideais não têm nada a ver com o assunto. A tua mãe é certamente tua mãe mesmo que não tenha os teus ideais.


«o facto de eles serem brancos nada tem a ver com o facto de eu não o poder ser. como disse viver no passado.»

Não é viver no passado, porque uma identidade é tendencialmente supra-temporal: foi passado, é presente e poderá ser futuro, se tiver gente capaz de a prolongar.


"Se te deixarem para lá ir, os naturais dessa terra... Seja como for, estás no teu direito. Mas, nesse caso, nem há problemas: quem não quer se cá, vai-se embora. Ponto assente."

«eh pa que queres eu não escolhi o sitio em que nasci.»

Seja. Por isso é que eu digo que, se quiseres ir embora, estás à vontade.


"Não pode é acabar com Portugal, porque há outros portugueses que querem Portugal tal como ele é."

«o portugal tal qual como ele é, é apenas uma consequencia dos actos dos nossos antepassados (portanto artificial)»

Não tem nada de artificial. Pelo contrário, nada há, em termos humanos, de mais profundo do que isso.


«e não há nenhuma razão para manter as coisas como elas eram... nenhuma.»

Há várias, entre as quais a mais importante: a Lealdade. A Dignidade, enfim.

"que nós herdámos. Logo, é nosso, por direito de sangue.
Mas, se não há o direito às heranças, então vejamos... um dia destes, os Europeus unem-se todos e vão apoderar-se do que lhes apetece - se quiserem as minas de diamantes angolanas, entram por ali dentro, exterminam quem se lhes opuser e tratam de explorar os rochedos brilhantes da forma que lhes aprouver.
Ou há moralidade, ou comem todos."

«como disse, somos apenas descendentes, não pensamos como eles,»

A Identidade não se define pelo modo de pensar nem pelos gostos da época.


«e foi a maneira deles pensarem que deram origem a fronteiras e paises. e isto nada tem a ver com exterminios, falo em pessoas, direitos humanos e ética.»

Portanto, achas bem suprimir o mundo dos outros e moldar o que resta segundo os teus valores.


"Foi o que eu disse. Quem acha isso, pode ir embora. Não faz cá falta."

«podes ficar com portugal à vontade, mas eu continuo natural dessa região.»

Mas não podes é trazer para essa região algo que a deforme.


"Tu fazes o que achares melhor... desde que isso não interfira na MINHA parte da herança, bem entendido..."

«se tu quiseres mantem te branco e na tua herança, tu não tens maiores direitos do que eu.»

Nem tu tens maiores direitos do que eu. Por isso, se queres um país mulato, vai para o Brasil. Se quiseres transformar Portugal num Estado fruta-cores, estás a destruir a minha herança.


«cais sempre no mesmo pensamento circular:
nós somos assim, porque os nossos antepassados eram assim, logo temos de continuar a ser assim.»

É tão «circular» e legítimo como o direito a respirar, a comer, a viver. Porque é que vives? Porque não te deixas morrer?

Afixado por: Tautalos em junho 27, 2005 02:29 AM

lol

bem, esta conversa é tão improdutiva e circular, mas está bem. vou só dizer uma ultima coisa, pois vejo que temos maneiras completamente diferentes de pensar.

para ti tudo é uma questão de "sangue". para mim, não.
tu consegues inventar a não identidade, pois uma pessoa fora do padrão ANTIGO deixa de ter "identidade nacional", apesar de ter dignidade e identidade, consignados nos direitos humanos.

a sociedade actual é um conjunto de individuos unidos por um contrato social de direitos e deveres, independentemente, da cor, religião, etc.
é uma forma de organização que acompanha os valores da nossa era.

Ao contrario de outras formas de organização, como tribos ou reinos, que estão relacionadas com o "sangue" e outros ideais das epocas em que existiram e que hoje não são validos.

a "identidade nacional" nada mais é do que consequencia do movimento dos antepassados em torno do globo para sobreviver (distribuição geografica), com a consequente adaptação, e da forma como esses antepassados se organizavam (tribos ou reinos), segundo os seus ideais e a sua mentalidade.
é consequencia dos actos dos nossos antepassados, segundo a sua mentalidade e ideais.

primeiro:
uma tribo para um lado, outra tribo para outro.
a seguir:
uma crença para um lado, outra crença para o outro.
agora:
uma raça para um lado, outra raça para o outro.

no fundo o nacionalismo é a continuação do tribalismo, da consciencia tribal, a continuação do que é comum a um grupo de individuos associado à intolerancia pela diferença, sob o pretexto de "identidade nacional" ("sangue" - territorio).

nem todas as pessoas tem direitos iguais nem os adquire pelo facto de fazer parte de um contrato social (seja de pai para filho ou por direito de cidadania), apenas aquelas que se mantem iguais aos antepassados, por causa do "sangue", uma mentalidade que remonta ao tribalismo.

"Portanto, achas bem suprimir o mundo dos outros e moldar o que resta segundo os teus valores."

os valores de que eu falei são universais, e caminhamos para eles.

eles mantiveram-se assim por causa da sua mentalidade. eles se terem organizado da forma que se organizaram, nada impede que isso mude, dignidade tem as pessoas individualmente, independentemente da raça, credo etc e tal.

não é pelo facto de eles terem sido brancos ou pretos que são mais do que nós, nem degeneramos em relação a eles, e como tal temos o direito de fazermos o que quisermos com aquilo que é de cada individuo a sua raça, a sua religião, etc. assim como nem devemos ter direitos diferentes por causa disso.

a herança genetica é particular, apesar de comum a certos individuos de certas regiões, não é um direito ou dever colectivos.

Afixado por: agitador em junho 27, 2005 04:11 PM

Não inventei a não identidade. O que eu disse é que uma pessoa fora do padrão ANTIGO, não tem a Identidade ANTIGA, mas uma NOVA, que NÃO É A NOSSA.


Aquilo que os universalistas decidiram que teria de ser a sociedade actual, é um facto político, mas não constitui nenhum imperativo ético. Tu, ao falares naquilo que hoje existe, confundes o «acontecer» com o «dever ser». É evidente que as sociedades ocidentais contemporâneas tendem em muitos casos para não reconhecer o direito de sangue - mas não é pelo facto de isso ser verdade que passa a ser correcto. E tu, tudo o que fazes é dizer «mas é assim!». Ó rapaz, eu estou farto de saber que é assim; se não fosse assim, os nacionalistas não precisavam de combater politicamente...

Portanto, os valores do sangue são tão válidos como sempre foram. Não é um messias universalista que de repente vem dizer-se iluminado e obrigar toda a gente a esquecer a sua Identidade - era o que faltava.


A Identidade Nacional, é mais do que uma mera consequência da sobrevivência - é pura e simplesmente o ser mais autêntico de cada um. É um grau do sentido de Estirpe, tal como a Raça, a Etnia e a Família. Explicares a origem das coisas a partir de uma perspectiva ideológica universalista e materialista, não adianta absolutamente nada.
A Identidade é pois algo que existe, não por determinação consciente do humano, mas por vontade de algo que está além da consciência humana. Não se cria uma Nação do mesmo modo que se cria um Estado.

«nada mais é do que consequencia do movimento dos antepassados em torno do globo para sobreviver (distribuição geografica), com a consequente adaptação, e da forma como esses antepassados se organizavam (tribos ou reinos), segundo os seus ideais e a sua mentalidade.»

E depois? Que é que isso tem de mal?


«primeiro:
uma tribo para um lado, outra tribo para outro.
a seguir:
uma crença para um lado, outra crença para o outro.»

Não necessariamente. As crenças acompanhavam as tribos.


«no fundo o nacionalismo é a continuação do tribalismo, da consciencia tribal,»

Correcto.


«a continuação do que é comum a um grupo de individuos associado à intolerancia pela diferença,»

Parvoíce. O facto de se querer estar apenas com os seus, não significa que não se tolere os outros.
Aliás, só o Nacionalismo autêntico tolera realmente as diferenças. O Nacionalista quer que as diferenças continuem a existir. Quanto ao universalismo, que tu defendes (mesmo que não uses esse termo), pelo contrário, tenta impingir a todos o pensamento segundo o qual ou se aceita a misturada total, ou então é-se intolerante, logo, inimigo da humanidade...
O Universalismo pretende precisamente acabar com as diferenças para impor uma população única sobre todo o globo - um «Novo Homem», ou seja, uma massa humana castanha, um monstro de Frankenstein criado com os restos dos povos mortos (por diluição). Uma aberração. Um atentado às Identidades e à diversidade - um resultado da verdadeira intolerância, uma consequência do ódio à diferença, um produto da mentalidade tacanha daqueles que não admitem que o Outro possa viver longe sem com eles se misturar.
O Universalismo é pois um ideal peganhento, imperialista e redutor.


«nem todas as pessoas tem direitos iguais nem os adquire pelo facto de fazer parte de um contrato social (seja de pai para filho ou por direito de cidadania), apenas aquelas que se mantem iguais aos antepassados, por causa do "sangue", uma mentalidade que remonta ao tribalismo.»

Perfeito. Uma mentalidade normal, autêntica - à qual se opõe a mentalidade universalista, imperialista.


"Portanto, achas bem suprimir o mundo dos outros e moldar o que resta segundo os teus valores."

«os valores de que eu falei são universais,»

São imperiais. Não aceitam a diferença e querem-na suprimir.


«e caminhamos para eles.»

Caminhas tu... eu caminho contra.


«eles mantiveram-se assim por causa da sua mentalidade. eles se terem organizado da forma que se organizaram, nada impede que isso mude,»

Impedimos nós, se pudermos. Porque queremos continuar assim. Não queremos ser diluídos no vosso oceano castanho.
E porquê? Porque temos a dignidade de respeitar a herança dos nossos antepassados e de sermos leais ao nosso sangue, prolongando-o ad aeternum.


«não é pelo facto de eles terem sido brancos ou pretos que são mais do que nós,»

Não é questão de ser mais - é questão de ser diferente.


«nem degeneramos em relação a eles, e como tal temos o direito de fazermos o que quisermos com aquilo que é de cada individuo a sua raça,»

Sim... desde que não prejudiques os que querem manter a sua raça. E esta terra pertence a essa raça.


«a sua religião, etc. assim como nem devemos ter direitos diferentes por causa disso.»

Devemos sim, porque a Justiça manda dar a cada um aquilo que é seu de direito. E quem nasce em determinada estirpe, tem incomparavelmente mais direitos no seio dessa estirpe do que quem não tem nenhuma ligação a essa estirpe.


«a herança genetica é particular, apesar de comum a certos individuos de certas regiões, não é um direito ou dever colectivos.»

É precisamente por ser ser comum a certos indivíduos de certas regiões, que dá direitos e impõe deveres.

Afixado por: Tautalos em junho 28, 2005 03:25 AM

sem comentários... lol

Afixado por: agitador em junho 28, 2005 04:21 AM

como dificilmente voltarei a pôr aqui os pés, por razões óbvias, deixo algo umas ultimas palavras.

é engraçado como um sujeito vem para aqui falar em "novo-homem" e em religião "antiracista".

e ao mesmo tempo vem para aqui propagandear a "pureza e brancura de corpo e espirito", seja lá o que isso for, num parlatorio digno de uma beata religiosa pura e casta.

depois de ouvir as barbaridades e dogmas na mente de algumas criaturas que se mantem na fase homo erectus, só tenho uma coisa a dizer:

amen, meu irmão amen!! a grande fraternidade branca atingirá o reino dos céus.

Afixado por: agitador em junho 28, 2005 09:17 AM

Não.

Eu digo-te o que é realmente engraçado: é que um «espírito-aberto» arme em liberal e depois se mostre tão fanatizado pela sua ideologia, assumindo-a, com uma naturalidade sorridente, como sendo a única possível, o «caminho natural da Humanidade».

E lá ides cantando e rindo em direcção ao buraco de lama... giro, sem dúvida...

Lol, dizes tu. Tu dizes lol. Pois lola-te e enrola-te por esse paraíso castanho adentro, força nisso...
É o paraíso ideal de quem não gosta do homo erectus.
E porque é que o humanista universalista não gosta do homo erectus? É que erectus é direito, e direito lembra coluna vertebral, e o humanista universalista não a tem nem gosta de quem a tem...

Afixado por: Tautalos em junho 29, 2005 12:07 PM

tautalos coça-me a gaita

Afixado por: super homem em julho 11, 2005 03:15 AM

as pessoas que sao rascistas nao devem fazer isso pois se ela fosse negra entao ela ou ele n iria gosta entao nao devemos se rascista a mesma coisa da loira so porque ela pinta os cabelos ela e burra que bobagen pois se vc e loiro(a) n ligue para o q disem pois eu tambem souloiro...

Afixado por: douglas em julho 13, 2005 12:21 AM