O fim anunciado do Barnabé tem sido acompanhado duma metáfora fúnebre. Mas, não havendo cadáver, parece-me que não há razão para enterro. Proponho que se mude a metáfora para carnaval de verão. Temos três dias, disfarçamo-nos uma última vez de barnabés, para tudo se acabar na segunda-feira, sob um sol escandaloso.
(Eu começo já porque andava há dias à rasquinha para postar aqui qualquer coisa)
(Na minha televisão está a dar o "Amarcord", de Fellini: "recordo-me")