
Margaret Bourke-White, Floods in Saint Louis, 1937.
Público: «Mais 1,3 Milhões de Pobres nos Estados Unidos em 2003».
Publicado por ruitavares em | TrackBack"O Gabinete do Censo dos EUA divulgou que em 2003 havia 35,8 milhões de americanos abaixo do nível de pobreza - um aumento de 12 por cento em relação a 2002. A percentagem de americanos sem acesso ao sistema de saúde aumentou também, em 15 por cento. [...] Os dados do Censo mostram que 12,5 por cento da população dos EUA vive abaixo do limiar de pobreza; este número inclui 12,9 milhões de crianças. Foi o terceiro ano consecutivo em que este número subiu - ou seja, desde que Bush chegou à Casa Branca, todos os anos há mais americanos pobres."
Vai mal, é verdade. Ainda hoje escrevi acerca das culpas do Bush, as que não assume. A do aumento da pobreza é só uma delas. Mas os apoios financeiros das campanhas têm de ser pagos pelo armamento e pelo crude, logo pouco pode ficar para o povo norte-americano.
Afixado por: J. Mário Teixeira em agosto 27, 2004 07:41 PMCaro Rui Tavares e restantes barnabés:
Sugiro que se informem sobre a forma como esses indicadores de suposta "pobreza" são calculados.
Admitindo que estes posts são feitos de boa fé, evitaria estes exercícios de demagogia. A não ser que o objectivo seja mesmo enganar os desprevenidos...
Afixado por: AAA em agosto 27, 2004 07:53 PMora essa, AAA, poderia então você explicar-nos o que se passa de errado com estes censos. eu diria que são feitos da mesma forma como o foram durante os anos de clinton, e com os defeitos ou qualidades que têm muitos outros índices económicos e sociais, que apesar de ninguém considerar que possam deter uma equivalência epistemológica com a realidade são vulgarmente confiados para se poder fazer uma ideia aproximada do que se passa.
não me diga que acha que o censo americana se converteu num comité anti-bush? isto, admitindo, evidentemente, que as suas dúvidas acerca dos censos são de boa-fé e não um mero reflexo condicionado contra o mensageiro porque a mensagem não se adequa às suas preferências. ou terá ficado realmente surpreendido por a política económica de bush ter criado mais pobres? é que se ficou, foi o único.
talvez essa surpresa explique as acusações de demagogia que dirige aos outros.
Afixado por: rui tavares em agosto 27, 2004 09:35 PMOh AAA (deve ser a sigla para "Anormal" ao cubo), pobreza significa, entre outras coisas, que não sabe de onde lhe irá cair a próxima refeição.
Em vez de cagares postas de pescada para cima das outras pessoas TU é que deverias informar-te "sobre a forma como esses indicadores de suposta "pobreza" são calculados. " (gostei desta suposta pobreza). Aproveite e lê tmb os case-study que foram feitos pela CNN e pela ABC.
Como bom lacaio do Bush, levantas suspeitas mas provas é que nada... A propósito de provas, eu ainda estou á espera das ADMs do Iraque, as tais... lembras-te?
Não passes tanto tempo nos sites porno-gay e usa a internet para fazer pesquisas como deve ser.
Vejo que o nível dos comentários por estas paragens anda elevadíssimo...
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 12:00 AMVejo que o nível dos comentários por estas paragens anda elevadíssimo...
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 12:00 AMCaro Rui,
Consulte por favor http://jaquinzinhos.blogspot.com/2004/08/comunidade-parte-1-imagine-se-uma.html e http://www.census.gov/hhes/poverty/povdef.html.
Creio que o Jaquinzinhos se prepara para desenvolver a questão em posts posteriores. Se assim não for, tenatrei abordar a questão mais em detalhe no Blasfémias.
Acredite que não estou nada surpreendido e tenha cuidado com as companhias que o blog parece andar muito mal frequentado.
AAA
Os censos, tanto quanto sei, seguem a mesma metodologia dos tempos de Clinton e não se converteu num comité anti-Bush (embora sempre tenha sido, desde o início, um dos muitos "comités" pró-socialismo, mas não no sentido político-partidário).
A política económica de Bush tem coisas boas (por exemplo o corte de impostos, ainda que tenha sido quase insignificante) e coisas más (o aumento da despesa pública e, por exemplo, o maior nível de gastos com a "educação" pública alguma vez registado nos EUA) mas não é isso que está em discussão.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 12:09 AMPeço desculpa pela repetição do comentário e pela troca do texto no último comentário:
"Acredite que não estou nada surpreendido e tenha cuidado com as companhias que o blog parece andar muito mal frequentado.
AAA"
Esta passagem devia ter aparecido no fim.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 12:10 AMAqui há uns anos o Pôncio Monteiro, conhecido "comentador" desportivo, depois de ver na televisão as imagens virtuais que davam como legal um golo do Jardel ao FCP dizia que o computador estava errado, a bola nunca tinha chegado a entrar. O AAA, está visto, aprendeu com essa escola. Quando a realidade não nos convém, é o mensageiro que está errado e que falseia os resultados.
Bem vistas as coisas, se calhar também é esse o único problema do nosso país: a forma como os "indicadores de suposta "pobreza" são calculados". Fossem eles outros e toda a gente perceberia que os portugueses, afinal, ganham tanto como os suecos, a protecção social não fica atrás da existente na Alemanha e a evasão fiscal é quase inexistente, assim como na Suiça. Isto, claro, para só falarmos da economia, que a mim ninguém me engana e bem sei que o homem nunca foi à lua.
Afixado por: Pedro Sales em agosto 28, 2004 12:54 AMCaro Pedro,
Eu sei que uma das frases do meu comentário aparece for de ordem, mas creio que o meu comentário é ainda assim perceptível.
Quem falou de resultados falseados?
Quem falou de Portugal?
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 01:56 AMAAA,
Não falou de resultados falseados, é verdade. Limitou-se "apenas" a especular sobre os critérios seguidos pelos censos, como se eles tivessem sido agora implementados nos EUA. Quando a realidade não nos é simpática é sempre mais fácil procurarmos um "mas" qualquer. A ligação com Portugal é apenas essa: a negação do óbvio.
Afixado por: Pedro Sales em agosto 28, 2004 03:10 AMAAA:
desculpe lá, mas então se não houve mudança de regras nos censos desde o tempo do clinton e se as regras não são diferentes das que são utilizadas para calcular outros índices, isso quer dizer que é legítimo depreender destes dados que é de facto verdade que o número de pobres aumentou nos EUA nos anos de bush. essa, aliás, é a conclusão que toda a gente tirou destes dados.
nesse caso não me parece que você tenha o mínimo direito de insinuar que o meu post tenha sido demagógico e acho que deveria retirar essa insinuação. aliás, o post limita-se a reproduzir a notícia do público, a juntar-lhe uma fotografia histórica americana da grande depressão e a dar-lhe um título que comenta ironicamente as supostas virtudes económicas dos governos de direita – virtudes que, já agora, andam desaparecidas nos últimos anos em todo o mundo.
quanto aos comentadores, o AAA sabe tão bem como eu (até porque no Blasfémias têm comentários) que eles não são da responsabilidade dos autores do blogue. nós até somos os primeiros a ser insultados, se já leu alguns comentários notou-o certamente. acontece que, para o mal e para o bem, a nossa política de controlar ou censurar comentários é ultra-contida. espero que saiba distinguir os comentários com mais conteúdo do que insultos daqueles que são ao contrário, e que não se irrite muito com isso.
espero poder continuar a discussão. um abraço,
Afixado por: rui tavares em agosto 28, 2004 03:15 AMCaro snhor AAA,eu moro a um pouco mais que meia hora dos U.S.A. para sua informaçâo é o pais que da mais emigrantes ao Canada,mas voltamos ao prencipio,mais que 20000 americanos vem conprar os seus remédios ao Canada,para lhe dar um pequeno exemplo um familiar la baixo espéra 6 meses para ser renboursado uma parte dos remédios,eu vou a farmacia ,depois de ter telefonado tenho os meus medicamentos prontos,nâo pago nada ..ps nem todos tem éssa regalia é verdade ,mas o governo ajuda custa creio eu que 200 dollars por ano,nâo sei se o senhor ja veio a terra do tio Sam,e para onde foi,eu fiz varias vezes com a minha esposa éssa viagem justo aos key-west,Miami nem pensar,trabalhei varias veses,estive um pouco pour todos os lados,tenho familia en varios estados,quando o meu filho tinha 15 anos perguntei se queria ir para la,eu aqui nâo tenho familia,a sua resposta foi nâo quero ser um rambo,35 anos engenheiro informatica,e vivo,so pensar no homem que se queimou me da da arrepios.Ok a miséria la baixo,voltava mais depressa a Portugal que ir viver.PS QUANDO A POLICIA O FAZER PARAR NÂO VA BUSCAR OS DOCUMENTOS AO PORTA LUVAS,CONSELHO D'UM AMIGO ALEMÂO
Afixado por: manuel em agosto 28, 2004 07:56 AMEu gostava que fosse discutida a notícia de hoje em que um alto responsável foi preso no pentágono por espiar a favor do sionismo, e que segundo a mesma notícia, esse individuo influenciou a invasão terrorista do Iraque e estava a tentar influenciar uma nova guerra contra o Irão.
Afixado por: Mouro em agosto 28, 2004 08:48 AMWASHINGTON (Reuters) - Some 1.3 million Americans slid into poverty in 2003 as the ranks of the poor rose 4 percent to 35.9 million, with children and blacks worse off than most, the government said on Thursday in a report.
Afixado por: sniper em agosto 28, 2004 08:50 AMProject Billboard and the Center for American Progress detailed exactly how the $144.4 billion pledged to date could have been spent on multiple projects to make America safer at home and stronger abroad
Published on Thursday, the Opportunity Cost of the Iraq War report coincided with the unveiling of a new billboard in New York's Times Square.
The billboard features a constantly updated clock counting the cost of the Iraq war, similar to the former national debt clock.
The clock starts at $134.5 billion and increases at a rate of $177 million per day, $7.4 million per hour and $122,820 per minute.
Organisers plan to feature the clock in a full page ad in the New York Times on 30 August.
Afixado por: sniper em agosto 28, 2004 08:52 AMGreek protesters hoisted a massive banner saying "Powell Killer Go Home" on the Acropolis hillside towering over Athens Saturday protesting against his planned 24-hour visit to attend Sunday's closing ceremonies.
Afixado por: sniper em agosto 28, 2004 08:53 AMLuisiana, a terra dos Cajuns (Acadiens)existe coisas que sâo da pura propaganda mas existe outras que a realidade esta frente aos nossos olhos,a recusar é do puro cobardismo.Todos os politicos sabem que aquélas térras estâo em vésperas de serem completamente inundadas por causa do inativismo dos governos,mesmo se constroem diques gigantesticos,a pupolaçâo sabe mas ja foram deportados uma ves,nâo querem voltar a ser apatridas.É ividente o numero de mortos que vai ocasionar!Mas foi mais importante liberar um pais com (ARMAS QUIMICAS)UM NUMERO GIGANTESTICO DE MORTOS,MAS DÂO-LE A DEMOCRACIA PS eu ponho aqui uma pergunta,o senhor Bush é catolico metodista,podia ser outra a tantas no tio sam, é capaz de dormir com tamta destruiçâo,tanta morte d'inocentes,crianças terrorisadas para o resto dos dias.Outra pergunta ,desta vêz ao papa,ou ao outro que vai vir..quando ele morrer vai ficar do lado esquerdo ou direito de deus??
Afixado por: manuel em agosto 28, 2004 02:13 PMDesde já peço perdão por meter foice em discussão alheia. Penso que aquilo que o AAA quer dizer é que o índice de pobreza é um conceito relativo. Por exemplo, se os mais ricos aumentarem o seu rendimento e os outros ficarem da mesma então, como o rendimento médio aumenta, e portanto os Índices mostrarão um maior número de pobres, mesmo que na realidade eles estejam na mesma situação económica que anteriormente.
Ou seja, o índice de pobreza não é um indicador absoluto de riqueza (ou pobreza) mas sim um indicador de desigualdade social. Pelo que, apenas com base neste indicador, é arriscado dizer que há verdadeiramente mais pobres.
Mas se juntarmos à análise mais um dado podemos, com segurança, que há mesmo mais pobres em termos absolutos:
1 - nos últimos três anos não houve uma alteração significativa do rendimento médio nos EUA,
2 - pelo que se os índices de pobreza mostram que esta aumentou então obrigatoriamente houve redistribuição de riqueza das classes mais desfavorecidas para as mais ricas pelo que a pobreza em termos absolutos aumentou.
O raciocínio é simples. Se a média não mudou para haver mais pobres relativamente à média, terá de haver mais pobres em termos absolutos.
Já agora, deixa-me acrescentar que durante o tempo do Bill Clinton o rendimento médio aumentou imenso (sendo uma década de grande expansão económica) e, simultaneamente, os índices de pobreza diminuiram, ou seja os mais pobres beneficiaram com o crescimento económico, não só em termos absolutos como também relativos. É aqui que reside a diferença entre políticas de esquerda e de direita.
Caro Rui,
O problema que eu vejo, como o LAC indicia, é que esses índices de suposta "pobreza" não medem, a meu ver, pobreza nenhuma. São indíces relativos que se limitam a tentar medir a desigualdade de rendimentos (e nem sequer a desigualdade de riqueza, que teria de entrar em linha de conta com outros elementos). O "pobre" médio americano segundo estes índices usufrui de um nível de vida muito superior à classe média da esmagadora maioria dos países do mundo.
Por razões ideológicas, a confusão de conceitos é perpetuada entre a maioria dos economistas (e nos departamentos estatais de esatísticas). Por, suspeito eu, uma combinação de pura ignorância e simpatia política pelas conclusões, os press-releases são reproduzidos acriticamente pela maioria dos jornalistas. Por ser anti-Bush e propaganda fácil, notícias como esta são usadas para posts destes no Barnabé.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 05:40 PMQuanto à demagogia, não insinuei. Afirmei. E mantenho, com a única correcção de que eventualmente a maior parte do crédito pelo exercício demagógico deve ir para a notícia do Público e, ainda em maior grau, para os economistas que perpetuam esta confusão.
A demagogia do post, na minha opinião, está no uso despropositado de uma imagem da Grande depressão e no título.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 05:44 PMJá agora, e para que não restem dúvidas, as críticas que tenho a apontar a Bush em matéria económica (e são algumas) são todas por ter seguido em algumas áreas políticas claramente de esquerda, com aumentos muito significativos da despesa pública e ausência de necessárias reformas de privatização e liberalização.
Duvido é que Kerry não siga políticas ainda mais socialistas nessa áreas.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 05:48 PMQuanto ao comentário do LAC, em termos técnicos, a explicação do que é efectivamente o índice está correcta. Se há mais pobres nos EUA depende da nossa definição de pobreza.
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 05:51 PM("roubado" ao Jaquinzinhos)
"46% das famílias são proprietárias das suas casas. A casa típica é um T3, com garagem e jardim ou pátio. 76% das famílias têm em casa ar condicionado. 2/3 das famílias têm quartos vagos. Nesta comunidade, a área média de cada habitação é superior à casa média de Paris, ou de Londres. 3/4 das famílias desta comunidade têm carro próprio. 1/3 têm 2 ou mais carros. 97% têm televisão a cores e mais de metade têm 2 ou mais televisões. 78% têm vídeo ou DVD e 60% têm televisão por cabo. 73% têm fornos de micro-ondas. 50% têm aparelhagens de som e 33% têm máquina de lavar louça. O rendimento líquido disponível per capita desta comunidade é apoximadamente metade do rendimento líquido disponível per capita do país mais rico do mundo."
Será esta a vossa definição de pobreza?
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 05:51 PMAAA
Partindo do princípio que essa é a descrição dos pobres que vivem nos EUA, e para tal gostaria que indicassem a fonte destes dados, é capaz de me dizer qual a percentagem de pessoas que tem possibilidades financeiras para colocar os seus filhos a estudar na universidade (e eu não estou a falar de community colleges) e para garantir os cuidados básicos de saúde?
Já agora gostaria que também indicasse a ideia média dos automóveis e a qual a percentagem dessas pessoas que tem acesso a transportes públicos. É que quer-me parecer que nos EUA o automóvel é um bem muito mais do que essencial. É essencialíssimo.
Caro Luís,
Se quiser ler os comentários ao post http://ablasfemia.blogspot.com/2004/08/pobreza-relativa-e-pobreza-de-esprito.html do Blasfémias, encontrará lá os links para a informação.
E se quiser mais um:
http://www.heritage.org/press/dailybriefing/policyweblog.cfm?blogid=9C083F71-A0C9-D18A-0FF1D24A7C4784FB
Cumprimentos.
Amigo AAA,nâo funciona a maneira dos seus calculos,o calcul de pobresa aqui e la é segundo o salario anual,depois calcula-se o numero de desempregados,o numero de pesoas que estâo no bem estar social,depois os empregos disponiveis,temos ainda o numero de pesoas na reforma que recebem o minimo,como voçe sabe nem toda a gente planificou a sua reforma,depois os governos estabelécem a quantidade de pesoas que precisam d'ajuda.Tanto aqui como la baixo existe um minimo,eu creio que sâo12000 por ano,isso e calculavel com aqueles que nâo tem trabalho,nâo quéro o indusir em erro vou fazer as recherges no ordinateur e depois comunico consigo
Afixado por: calhordus em agosto 28, 2004 06:33 PMPara o que citei, para ter a certeza só perguntando ao JCD. Mas creio que a fonte original é esta:
http://www.heritage.org/Research/Welfare/bg1713.cfm
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 06:36 PMSó outra coisa: Bush pode ser muitas coisas, mas católico não é de certeza (quanto a Kerry é, como se sabe, uma questão em aberto...).
Afixado por: AAA em agosto 28, 2004 06:39 PMJá coloquei isto no Blasfémias, mas cá vai:
Aqui está a definição de pobreza nos EUA.
A fonte deste comentário é:
U.S. Census Bureau, Current Population Survey, 2002 Annual Social and Economic Supplement, revised October 2003.
Food, shelter, clothing, health care, transportation - these are only the beginnings of the basic necessities of modern American living. Each year, the federal government calculates the minimum amount of money required by families to meet these basic needs. The resulting calculation is what is commonly referred to as the "poverty line." For 2002, the government has set the poverty guidelines at:
Size of Family Unit Weighted Average Thresholds
One person
(unrelated individual) 9,183
Under 65 years 9,359
65 years and over 8,628
Two persons 11,756
Householder under 65 12,210
Householder 65 and over 10,885
Three persons 14,348
MAIS AINDA
Fonte:
U.S. Census Bureau, Poverty in the United States: 2002, Current Population Reports, September 2003
The number of Americans living in severe poverty - with incomes below half of the poverty line - increased by 600,000 in 2002, to 14.1 million.
UM POUCO MAIS
Fonte: U.S. Department of Agriculture, Household Food Security in the United States, 2002, October 2003.
Since 1999, the number of poor Americans suffering from "food insecurity" and hunger has increased by 3.9 million - 2.8 million adults and more than one million children. In 2002, 34.9 million people lived in households experiencing food insecurity - that is, not enough food for basic nourishment - compared to 33.6 million in 2001 and 31 million in 1999.
Ora aqui vai um case study para o AAA (Anormal ao Cubo) :
(CBS) In any American city, on any given day, the nation’s economic downturn can be measured by those down on their luck — and that population may come as a surprise reports CBS News Correspondent Lee Cowan.
“Homeless looks like a young mother with a baby in her arms and a 2-year-old tagging along beside her,” said Brenita Jackson-Brown, Genisus Shelter Director. “That’s what homeless looks like in this country.”
A recent survey found that out of the 800,000 people who are homeless in the United States, 200,000 are children in homeless families. This is an increase blamed not only on rising unemployment, but a decrease in affordable housing.
"Back in the 80's the typical homeless family was a single mom who was on welfare,” said Patrick Markee, Coalition For The Homeless. “Today we're seeing more and more of the working poor being forced to turn to emergency shelter.”
An Atlanta couple, living in an abandoned house is one example. The husband had lost his job while she had just given birth to their son. But every shelter they tried was full — so they ended up in an abandoned house.
"I sold my rings to even get food," said Enestae Kessee, the father.
It didn't work. Their baby died of malnutrition, 25 days after he was born.
"They told me he wasn't breathing still, and I wanted him to wake up,” said Bonita Williams, the mother. “I told him, 'It's your Momma. Wake up for Momma,' but he wouldn't do it."
Caro AAA.aqui vâo os resultados da minha procura.Ja de seguida nâo faço,nem numca fis parte d'algum parido politico,Cnneticut University, Census bureau The World Bank,e Barbara Ehrenvich Jornalista New York Times e outros .Nâo quero tornar a minha lista exaustiva.Uma pessoa so por ano 9393 dollars é pobre,4 pessoas 18810 pobre,45 milhôes que aumentaram,perto de 80 milhôes que nâo tem direito ao seguro de saude,como ja tinha escrito é uma verdadeira mana a constrûçâo das prisôes .Porquê? toda a gente pode ser rica ..os que nâo conseguem,e quérem ser é la que vâo parar. Mas quem é sofre com isto?Crianças,mulheres,pretos,e uma minoria brancos,principalmente no sul,agora porquê o senhor Afonso Henriques luta tanto contra as vantagens sociais,que ja sâo tâo poucas?? Uma incognita nâo é verdade??
Afixado por: calhordus em agosto 29, 2004 09:00 AM