Helena Matos está a falar de Guantanamo ou da prisão de Abu-Graib? Está a falar da diabolização dos árabes ou do "Eixo do Mal"? Não, os nazis, os fascistas, os comunistas são os que acham que Bush deve pouco à inteligência. O que é a prisão sem culpa formada e advogado, a tortura ou 100 mil mortos no Iraque ao pé da arrogância dos europeus em relação a um texano?
Publicado por danieloliveira em | TrackBackA gente vai-os(as) conhecendo...
Afixado por: mfc em novembro 6, 2004 09:32 PMHá muito tempo que era óbvio o seu deslize para a direita ... está difícil arranjar emprego e há quem rasteje ...
Afixado por: GIN em novembro 6, 2004 10:00 PMEngraçado como se corta e cola um texto para poder criticar as ideias de um adversário. Chama-se a isso a falácia do homem de palha, porque o que se ataca é um espantalho, não as afirmações que o adversário efectivamente fez.
Afixado por: José Barros em novembro 6, 2004 10:31 PMTirás-te as palavras da minha boca,antecipação,ia escrever isso mesmo no meu blog.O mais incrível é que essa senhora associa o pensamento único a todo o contrário holístico do Todo,isto é dizer,à practibilidade viável de uma globalização de exclusão por partes.Esse atomismo é que é o pensamento único.Como bushista essa senhora alinha, sim pelo politicamente correcto,o pensamento único da primeira e maior potência do mundo,os EAU.Ainda não percebeu que um outro mundo é possível.A elaboração deste artigo assenta num paradoxo irrealista que presenteia realmente a sua inteligência,já estamos habituados.Um Abraço e sorte para o programa "Eixo do Mal",dá-lhe com alma.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Afixado por: Joao em novembro 6, 2004 10:48 PMNa Costa do Marfim, esta tarde, morreram 8 soldados Franceses do contingente que lá se encontra estacionado (e que não é mais do que uma força de ocupação). 23 ficaram feridos. Dois caças Sukoi Costa-Marfinenses foram abatidos.
Ao largo da Costa do Marfim existem importantes reservas de petróleo, que se estendem até Cabinda.
O grupo Francês Total-Fina-Elf explora a grande maioria das plataformas petrolíferas da região.
A Associated France Press, um dos mais importantes grupos de informação internacionais, não inclui a notícia dos confrontos nas suas listas. Apenas a Reuters o faz.
A notícia dos confrontos não foi apresentada em nenhum dos telejornais Portugueses, nem na TSF. Apenas a Antena 1...
Afixado por: Merda em novembro 6, 2004 11:02 PMDemagogia é afirmar taxativamente que morreram 100.000 pessoas no Iraque. Demagogia é algo em que o Daniel é bom, é a especialidade dele.
Afixado por: onça em novembro 6, 2004 11:51 PMA Helena Matos critica quem explica o mundo em função de ideologias mas acaba ela própria por fazer o mesmo. É sabido que quem se supõe “estar de fora” está a defender a dominante, neste caso, e nada subtilmente a do imperialismo norte-americano.
E num registo melodramático chama em seu socorro vários fantasmas, uns mais antigos (nazismo, fascismo, comunismo) outros na berra (fundamentalismo islâmico).
Decididamente, as coisas estão difíceis para a esquerda mas não devem estar muito mais fáceis para a direita, ou não precisaria a Helena Matos de ir buscar tanta artilharia pesada. Que continue a luta!
PS: o linking está feito não ao artigo da Helena Matos mas ao último do Pacheco Pereira.
Desculpa lá,
Que porcaria de programa, pá. Ninguém disse nada de jeito. Era mesmo um encontro de amigalhaços no café, em noite pouca inspirada. Espero que melhore. A estreia foi um barrete. Sorry.
Alguém notou diferenças ideológicas nas cinco criaturinhas tão convencidinhos da sua superioridade intelectual, particularmente quando gozaram alarvemente com a cena “marxista” dos trabalhadores da “empresa pública”? Ou quando se calaram perante a fúria da Clarinha contra os palestinianos?
Ai como é enebriante o cheiro da burguesia! E como a moral é tão relativa num estúdio de televisão!
Eixo do Mal
Gostei do programa, todavia necessita ser um pouco mais vivo.
O moderador não ajudou a essa vivacidade, destruindo até alguma que se ia criando.
Parabéns Daniel.
Onde é que queres chegar com este post, Daniel?
Que o facto de alguem ser anti-Bush desculpa a sua arrogancia e a sua estupidez? Este pensamento +e coerente com toda a tua postação acerca das eleições americanas.
Para ti tudo é sacrificavel em nome da obtenção de um determinado objectivo politico. O gosto, a cultura, a coerencia politica... tudo! Com as reacções à vitória de Bush descobri que para ti até a inteligencia e a honestidade intelctual são sacrificaveis ao altar supremo da Causa. Quando é que vais pôr a tua Mãe aqui à venda?
Deve ser um bocado triste viver assim. Acredito que renda os seus dividendos mas não é por isso que deixa de ser triste.
Afixado por: Rui Silva em novembro 7, 2004 01:55 AMHelena Matos? Outra co(lu(nista?
Claro que ela fala do que ouviu falar, como toda a gente. De cartilha.
E tem lá tudo estampado.
Comunistas, nazis, fascistas e colunistas são de todos os tempos.
HM está a falar do Iraque, de Israel e a Palestina e dos EUA, além de Portugal (onde se grama o pensamento único, só que, diabo, se há-de ater ao contraditório democrático, pobre amostra.
E esses cem mil do Iraque (aos meses que a conta estacionou, dada a sua nula importância)! É longe e não importa à promoção de nenhum contabilista.
Os 100 mil? Depressa passou o mais de milhão e meio da G do Golfo e sanções da ONU. E bem podem morrer mais três quartos do país, que se não podem mais ser atribuíveis ao Saddam nem ao Hitler nem aos comunistas, olha, bem caladinhos ficam no cesto dos papéis destes modernos fascistas.
Sem memória das Helenas Matos.
As duas faces da mesma moeda: a Helena e os cinco
E não é que o Daniel se juntou a supostos “crânios” da auto-intitulada “direita “inteligente” - a que há anos, muitos anos mesmo, tem lugar cativo no Expresso e Independente -, para continuar a luta comum por ideias dominantes do capitalismo?
E não é que o contributo mais “original” que lá levou foi uma descaradíssima mentira, a de que “a juiza não cumpriu com a lei”? Ou entende este crânio que para cumprir a lei devia a juíza prosseguir o julgamento, mesmo quando o Ministério Público entendeu que NÃO havia provas válidas contra a arguida?
Pode a Helena Matos estar descansada. Noutro media, nasceu ontem mais outro programa, com cinco colegas de profissão irmanados na luta comum por ideias comuns. Estas mais políticamente correctas, como é suposto em quarentões que pretendem ser os neo-gurus.
Para ajudar a fazer o ponto da situação, uma reflexão de Edward S. Herman tirada do artigo “Sistema de Propaganda Número Um” (www.globalresearch.ca 15 Dec 2003)
“(...) Os USA são não só o número um em poder militar mas também na eficácia do seu sistema de propaganda o qual é vastamente superior a qualquer sistema do passado ou do presente gerido pelo Estado.
A principal característica do modelo dos USA é que ao mesmo tempo que oferece diversidade em muitos assuntos, nas questões centrais (...) os media podem ser confiados para expor e propagandear, o que seria chamado da “linha do partido”, se tal fosse feito na China.
Às vezes os media não seguem a posição oficial no que diz respeito às tácticas, arguindo, por exemplo que o governo não ataca o inimigo com ferocidade suficiente (Iraque ou Jugoslávia), ou que o custo da intervenção é talvez excessivo (a guerra do Vietname depois de 1968). Mas nunca é questionado que o inimigo é o verdadeiro mal e que a causa nacional é meritória.
Os debates sobre as tácticas escondem felizmente o acordo sobre os objectivos.
Uma outra característica importante do sistema dos USA é que este serviço de propaganda é fornecido sem censura governamental ou coerção, apenas por auto-censura, tendo os numerosos media participantes interiorizado a “verdade” da propaganda.
Esta interiorização ou crença torna possível ao pessoal dos media serem porta-vozes entusiásticos na divulgação da linha do partido, dando-lhe uma naturalidade que falta nos sistema de propaganda impostos pelos governos.
Uma terceira característica do sistema é que as linhas do partido são regularmente suportadas por organizações não-governamentais e auto-proclamadas “independentes”, tais como o American Enterprise Institut, o Open Society Instituto e o Human Rights Watch e por um conjunto de jornais ex-esquerdistas, liberais e de esquerda que em assuntos particulares “viram a luz”.
Essas organizações são vulgarmente financiadas por interesses (e governos) com contas a ajustar, e eles servem esses interesses, mas os media apresentam-nos como independentes e dão especial atenção aos ex-esquerdistas e dissidentes que agora vêm a luz.
Isso ajuda a tornar o consenso mais firme e a marginalizar mais os que ainda estão na escuridão.
Uma última característica do sistema dos USA é que trabalha tão bem que muita gente não reconhece o papel dos media na propaganda, e aceita a auto-imagem dos media como independente, adversária, na busca da verdade e auxiliar do público “para estabelecer significativo controlo sobre o processo político”.
Este modo de enganar das pessoas é ajudada pelo facto de os media serem numerosos, não terem controlo governamental, terem muitos verdadeiros crentes entre os seus editores e jornalistas (a 2ª característica), serem suportados por ONG’s e elementos da “esquerda” (a 3ª característica), proclamarem regularmente a sua independência e brigarem furiosamente com o governo e entre eles próprios.
Mesmo aquelas pessoas que duvidam das proclamações dos media na procura da verdade são às vezes “levadas”, ou confundidas, pela força e auto-confiança dos participantes desta grande máquina de propaganda.(...)
O sistema de propaganda dos USA está no auge do seu poder nos primeiros anos do século XXI, cavalgando a onda do triunfo do capitalismo, da hegemonia global dos USA e a confiança e o serviço efectivo dos media principais cada vez mais centralizados e comercializados.
É um sistema de propaganda modelo, em que as escorregadelas e as imperfeições somam ao seu poder, prestando um serviço seguro em tempos de necessidade. E como já foi explicado antes, em tais tempos, a sua habilidade para ignorar factos inconvenientes, engolir desinformação e impingir a propaganda ao público pode facilmente competir – mesmo ultrapassar – qualquer outro usado nos sistemas totalitários.”
Comentam alguns "mal-dizentes" (istó faz-me recordar as cantigas de mal-dizer) que o blog Quadratura do Círculo vai passar a designar-se por Quinteto do Círculo, porque o Daniel Oliveira e a sua assistente (Helena Matos)foram convidados para o integrarem ... Com a colocação deste post... já não me admiro ...
Afixado por: sara em novembro 7, 2004 10:41 AMMarta, ainda não percebi se você é distraida e lê e ouve as coisas até meio ou se isso é tudo má-fé. Eu disse que a juiza não cumpriu a lei e que fez muito bem em não cumprir a lei porque a lei é impossível de cumprir. De resto, minha cara Marta, basta ler os jornais para o perceber.
Afixado por: Daniel Oliveira em novembro 7, 2004 12:26 PM“O que é a prisão sem culpa formada e advogado, a tortura ou 100 mil mortos no Iraque ao pé da arrogância dos europeus em relação a um texano?” pergunta o Daniel.
Reli, tornei a reler e fez-se luz. Não foi o Daniel ou o Rui ou qualquer outro Barnabé que andou aqui post após post a angelizar um, a diabolizar outro (dos candidatos americanos, claro). Nem foi nenhum lisboeta ou portista ou do Bairro Alto, ou da Graça ou de Alguidares de Baixo que gozou um, depreciou outro. Não, quem o fez foram os europeus em geral, ou auto-nomeados porta-vozes dos europeus em geral e ninguém em particular.. .
Claríssimo também ficou que eles só andaram no tiro ao alvo à pessoa - neste caso Bush ou Kerry, tanto faz -, não às suas ideias. Já tinha percebido mas é bom que seja o próprio Daniel Oliveira a dizê-lo.
Para que fique registado!
Daniel
A juíza cumpriu a lei. Iniciou o julgamento, viu que havia concordância do representante do MP para considerar que não era válida a prova apresentada contra a arguida, mandou-a em paz e pôs ponto final no julgamento. É mais claro assim, ou só gosta de sound-bytes espampanantes e de conteúdo duvidoso?
Não há pachorra para essa gaja,que é o minimo k se pode dizer.Os nazis são a forma extrema de 'governo' das forças de mercado,ie,capitalistas!
Madama,o que é a Haliburton no Iraque?
É impressionante as voltas que o mundo dá: a esquerda tornou-se muito mais intolerante que a direita. É chocante que os princípios democráticos e éticos só tenham aplicação quando tal seja favorável às convicções de esquerda. Mais, torna-se chocantemente evidente que o debate ideológico está a ser liderado pela nova direita. Aliás, seguindo o exemplo do que se passou nos EEUU. O que vai safando esta pobre esquerda é a sobrevivência do politicamente correcto. Quando as pessoas começarem a pensar pelas suas cabeças, vai ser um grande, mas mesmo muito grande problema para a esquerda.
Afixado por: Manuel Silva em novembro 7, 2004 12:58 PMManuel Silva
Para si, o que é isso de esquerda? Há uma, duas, três esquerdas ou mais, ou menos menos? São todas iguais ou há diferença entre elas? Não explicou.
Como também não explicou o que entende por “princípios democráticos e éticos”. Tal e qual como escreveu é um chapéu demasiado largo...
Fala em “nova direita”. A quem se refere? Aos neo-cons americanos? Portugueses? Franceses. Também aqui o chapéu é grande...
Mas ao que achei mais absurdo é você achar que as pessoas ainda não pensam pelas suas cabeças, sem explicar porquê. São as famílias que não as ensinaram a pensar? Ou as escolas? Ou os media? Sem explicar isso não se percebe que remédio se deve aplicar para que as pessoas comecem a pensar pelas suas próprias cabeças.
Mas, se as pessoas começassem a pensar, não acha que a direita – toda ela – do PSD ao PP, passando pelos sem partido ou doutros partidos que defendem o statuo quo actual, é que estava mesmo lixada?
Quando há 28 anos somos governados ou pela direita pura e dura ou pelo PS aliado à direita, ou pelo PS a fazer os fretes da direita, não acha que o maior atestado de incompetência da sua acção foi esse mesmo que o Manuel deu, isto é, que as pessoas não pensam pela sua cabeça?
Pergunta o Ezer à madama (???) o que é a Haliburton no Iraque. Se fosse à Net percebia que no Iraque é a mesma coisa que foi no Vietname do Sul e Somalia e que é no Haiti, na Bosnia, no Kosovo na Arabia Saudita, ou no Afganistão, no Uzbekistão, no Krykistão, em Guantanamo , etc, construindo infraestruturas para as tropas americanas (casernas, pistas de aviação, estradas, sistemas de água etc., ou tratando da logística, da alimentação, da lavagem de roupa, da segurança, etc.). Ou que é em Burma, na Líbia, na Indonésia, no Irão, no Iraque, na Geórgia etc., construindo pipe-lines, furos de extracção de petróleo, apagando incêndios nos poços, etc., etc.
A Haliburtos (e as suas subsidiárias) pelo menos está nestes negócios de grandes contractores da guerra desde 1965, no Vietname. Ganha a fazer a guerra, ganha a reconstruir o que ajudou a destruir. Lamentavelmente certa esquerda só agora percebeu...
Não deixa de ser interessante o comentário supra. A veracidade do por mim exposto não é posta em causa, tão somente a relativa ausência de especificidade. Rescende a falta de razão. Muito sinceramente fico com a profunda convicção de que concordou, mas tinha a obrigação de tentar contrariar. Mais, para quem acusa de meter tudo no mesmo saco o comentário efectuado a seguir é a coerência em tese de doutoramento. Enfim é sempre maior a dificuldade para quem tem de defender o indefensável.
Afixado por: Manuel Silva em novembro 7, 2004 08:50 PMManuel Silva
Rescende pela sua resposta que você de facto é um direitinha não assumido. Que tal assumir-se, dar nome aos bois, deixar-se de jogos florais e ir direito às questões? É que para fogos de artifícios, para frases sem sentido, já há barnabés suficientes. Ou você é mais um deles?
NÃO VALE A PENA ESCREVER COMENTÁRIOS AOS POSTS DE PEDRO OLIVEIRA, PORQUE ESTE "DEMOCRATA" É USEIRO E VEZEIRO EM APAGAR UNILATERALMENTE (À BUSH, É CLARO) OS QUE O CRITICAM, APENAS DEIXANDO OS QUE DEFENDEM O SEU AMIGO RUI RAMOS, GRANDE DEFENSOR DA CRUZADA DO TERRORISTA BUSH ! Ver o caso do artigo racista, xenófobo e antisemita de RR, afixado na íntegra do Barnabé e "protegido" pela censura sistemática do zeloso "democrata" P. Oliveira:
O Barnabé (ou uma parte dele, P. Oliveira em todo o caso) continua a censurar unilateralmente desvirtuando assim os debates. De facto, foram apagados aqueles comentários que mais punham a descoberto as desonestidades intelectuais do bushista R. Ramos. Pedro Oliveira tem pelos vistos interesse (profissional ou outro) em se mostrar prestável e servil a R.Ramos. São opções... mas que nos poupe as suas tiradas bacocas sobre liberdade de expressão. Defender a pena capital para colaboracionistas em caso de conflito generalizado é algo que muitos bons europeus defendem. Nas democráticas França, Itália, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Jugoslávia, etc. assim aconteceu em 44/45 ... a Brasillach, por exemplo, intelectual que, tal como Rui Ramos, se limitou a apelar nas páginas de um jornal ao genocídio dos semitas (judeus, no primeiro caso, árabes, no segundo). Execução legal e não "linchamento", note-se. E Julius Streicher, um dos enforcados de Nuremberga, também era um jornalista que defendia no seu pasquim o anti-semitismo genocida. Dois casos para o "nosso" antisemita (sim, porque os árabes são semitas) Rui Ramos meditar...
Os que, como Rui Ramos, em Portugal ou em qualquer parte do mundo defendem o genocídio dos árabes e o roubo das suas terras e riquezas naturais devem saber que poderão um dia responder por crimes de guerra...
E que dizer de um FDP que pretende justificar, reconhecendo não haver legítima defesa, o assassínio de 100.000 iraquianos por os considerar vagamente "agressivos" ? Isso é que é liberdade de expressão ? Ou será racismo, apelo ao genocídio antisemita (anti-árabe), e à guerra imperialista ? Para quando a publicação do Mein Kampf no Barnabé ? Estará o Barnabé infiltrado por filo-sionistas ?
UM AVISO SOLENE AO BARNABÉ: SE CONTINUAREM AS PROVOCAÇÕES CENSÓRIAS DE PEDRO OLIVEIRA, DEIXANDO SEM CONTRADITÓRIO EFICAZ E FRONTAL, entre outras, AS PATACOADAS NAZIS E RACISTAS DO SEU AMIGO RUI RAMOS, A CREDIBILIDADE E IMAGEM DO BARNABÉ (legitimamente fundada na grande abertura aos comentários e ao debate público, seu verdadeiro "fonds de commerce") SOFRERÃO UM RUDE GOLPE. E podem contar comigo para denunciar a deriva censória pró-busho-sharonesca de alguns dos seus escribas...
Afixado por: Saladino em novembro 9, 2004 10:34 AMtem toda a razão a h.matos os comunistas são dos grandes responsaveis pelo estado em que as coisas estão cagança e auto-elogios
Afixado por: malatesta em novembro 9, 2004 09:51 PMtem toda a razão a h.matos os comunistas são dos grandes responsaveis pelo estado em que as coisas estão
Afixado por: malatesta em novembro 9, 2004 09:53 PMÉ de mau tom pegar num excerto de um texto e tomar a parte pelo todo. É uma argumentaçao falaciosa. Li o artigo da Helena Matos e creio que ela tem toda a razão: existe uma tendência para o "politicamente correcto" no discurso dos media, alicerçada numa gritante dualidade de critérios.
Afixado por: Filipe Alves em novembro 9, 2004 09:57 PM