
O Teatro Aberto tem muito bom olho para peças contemporâneas. São uma das companhias portuguesas que tem sabido apostar num teatro inteligente, actual e com gosto pela reflexão política e ética.
Depois de “Copenhaga”, acabam de estrear a mais recente peça do britânico Michael Frayn, “Democracia”, centrada na relação de Willy Brandt com o seu espião Guillaume, e que é simultaneamente uma notável reflexão sobre o funcionamento da democracia parlamentar na Alemanha pós-1945. Aqui encontram uma reportagem do Público sobre o ensaio geral comentado por Mário Soares, e aqui uma entrevista ao autor, realizada aquando da estreia da peça o ano passado, em Londres.
ATENÇÃO: A CENSURA ANDA À SOLTA NO BARNABÉ (O CENSOR, PEDRO OLIVEIRA, QUER DESTRUIR O BARNABÉ).
Há poucos comentários que mais tenham contribuído para a audiência e o nível do Barnabé, do que o que se segue, que, no entanto, foi apagado pelo democrata Pedro Oliveira, useiro e vezeiro em tais façanhas. Falta de educação democrática ou de preparação intelectual para contra-argumentar ? O prestígio do Barnabé está em causa.... Ou julgam que a maior audiência da blogoesfera portuguesa não deve nada às suas caixas de comentários ATÉ AQUI livres e bem recheadas ? DEVE TUDO ! Quererá, Pedro Oliveira, manifestamente um bushista envergonhado, sabotar o Barnabé ?
Aos "acidentais", a Rui Ramos e a todos os neocons:
Fui eu que disse num comentário ao post do Daniel que os acidentais andam nervosos. Pelos vistos, também lêem os meus comentários. Óptimo, assim posso-lhes dar umas cacetadas via Barnabé, já que não têm tomates nem argumentos para abrir caixas de comentários (ao contrário dos blasfemos, muito superiores intelectualmente, aliás, que aceitam ser criticados duramente nas suas caixas).
E no último post de PPM são mesmo citadas (fora de contexto) algumas afirmações minhas com indicação do meu nick. PPM monta uma cena patética apelando à censura contra as "minhas ameaças de morte". De um bushista histérico outro comportamento não seria de esperar. Os meus comentários estão por aí e todos os podem ler.
Limitei-me a lembrar um facto histórico: tal como agora, durante a II Guerra a direita europeia dividiu-se dramaticamente. Uns preferiram o caminho da colaboração, do unilateralismo nazi, esquecendo a herança liberal kantiana e o ideal da Paz perpétua regida pelo direito internacional. Eram "realistas", e numa Europa dominada da Muralha do Atlântico ao Volga pela Reich dos Mil Anos de Adolf "Bush" Hitler, parecia-lhes que o mais forte seria sempre o Busharon alemão. Tal como agora, essa "direita" espúria era antisemita (anti-judeus então, antiárabe agora...) e defendiam o genocídio desses Untermenschen e a guerra permanente para conquistar novos territórios (Lebensraum) a leste através de cruzadas (anti-bolchevistas então, anti-islâmicas, agora...).
Mas os colaboracionistas europeus da "direita espúria" de há 60 anos enganaram-se rotundamente. Aderindo "realisticamente" à força bruta que acreditavam imutável, e não a valores (democracia, liberalismo,respeito do direito internacional, etc.) não estavam preparados para um cenário em que mesmo a força das armas passa para o campo dos valores. Afinal não tinham sido tão "realistas" como isso, mas apenas tolos (como os neo-tolos, ou neocons de agora...).
Mas, como entretanto tinham cometido muitos crimes e apelaram abertamente ao genocídio de judeus, comunistas e "povos inferiores" ao Herrenvolk (ontem alemão, hoje americano-sionista...), a punição foi exemplar: só em França 10.500 desses traidores acabou no "poteau". De Gaulle, verdadeiro patriota europeu e francês, e verdadeiro homem da verdadeira direita (a que tem valores e não se revê na caricatura que dela faz uma certa esquerda), recusou a graça a essa escória humana. Aliás, em quase todos os países beligerantes o mesmo aconteceu (até na pacífica Noruega todo o grupo de Quisling foi passado pelas armas...).
Eu, como europeu patriota, não posso deixar de apoiar a justiça feita há 60 anos por De Gaulle, o maior político europeu do século. E também um resistente e patriota que dirigiu a luta dos maquisards (a que a direita espúria chamava então também "terroristas"...) contra o ocupante.
Foi só isso que disse e mantenho integralmente. Agora se os acidentais o interpretam como uma ameaça de morte, isso é problema deles. Quer tal apenas dizer que se identificam com a direita colaboracionista do passado, que reconhecem ser os colaboracionistas de hoje e que receiam que a história se repita (aqui, e por uma vez, "ils ont vu juste"...). Mas, se a premissa maior é minha, a menor e a conclusão lógica é dos acidentais, e só dos acidentais. A minha direita é patriótica e nacionalista, defende a Europa e os valores liberais desta. A deles é colaboracionista, defende uma potência estrangeira com práticas imperialistas e que espezinha os valores liberais (ver Patriot Act, Guantanamo, Abu Graib e sobretudo os 100.000 civis iraquianos massacrados numa guerra preventiva, isto é, numa guerra em que não há legítima defesa e que, logo, é ilegal, criminosa e passível do TPI).
E é certo que, tal como há 60 anos, apelar ao massacre de 100.000 pessoas (para já) numa guerra injusta (sempre segundo o direito internacional, que não sendo reconhecido pelo Império, continua a existir...) pode levar à responsabilização criminal dos autores de tais apelos antisemitas e genocidários num tribunal de guerra num futuro não muito distante... Em Sebrenica, os massacrados foram "só" 8.000, e os autores já estão a contas com a justiça...
Em suma, caros "acidentais" (e Rui Ramos), ser de direita não é ser nazi, carniceiro, cruzado, antisemita, cóboi fora-da-lei, fundamentalista cristão, trotskysta de direita (neo-con), torturador e sodomita em Abu Graib e Guantanamo, desprezador da ONU e do direito internacional...
E o que nos une, a defesa da economia livre e liberal, é muito pouco para tapar os abismos que nos separam. Eu não cauciono crimes de guerra em massa como os que estão a ocorrer nas cruzadas da Palestina e do Iraque. Not in my name...
A espada da justiça, mais tarde ou mais cedo, abater-se-á impiedosa sobre os que aceitam chafurdar nessa ignomínia... tal como há 60 anos...
VIVA A GRANDE EUROPA !
ATENÇÃO: A CENSURA ANDA À SOLTA NO BARNABÉ (O CENSOR, PEDRO OLIVEIRA, QUER DESTRUIR O BARNABÉ).
Há poucos comentários que mais tenham contribuído para a audiência e o nível do Barnabé, do que o que se segue, que, no entanto, foi apagado pelo democrata Pedro Oliveira, useiro e vezeiro em tais façanhas. Falta de educação democrática ou de preparação intelectual para contra-argumentar ? O prestígio do Barnabé está em causa.... Ou julgam que a maior audiência da blogoesfera portuguesa não deve nada às suas caixas de comentários ATÉ AQUI livres e bem recheadas ? DEVE TUDO ! Quererá, Pedro Oliveira, manifestamente um bushista envergonhado, sabotar o Barnabé ?
Aos "acidentais", a Rui Ramos e a todos os neocons:
Fui eu que disse num comentário ao post do Daniel que os acidentais andam nervosos. Pelos vistos, também lêem os meus comentários. Óptimo, assim posso-lhes dar umas cacetadas via Barnabé, já que não têm tomates nem argumentos para abrir caixas de comentários (ao contrário dos blasfemos, muito superiores intelectualmente, aliás, que aceitam ser criticados duramente nas suas caixas).
E no último post de PPM são mesmo citadas (fora de contexto) algumas afirmações minhas com indicação do meu nick. PPM monta uma cena patética apelando à censura contra as "minhas ameaças de morte". De um bushista histérico outro comportamento não seria de esperar. Os meus comentários estão por aí e todos os podem ler.
Limitei-me a lembrar um facto histórico: tal como agora, durante a II Guerra a direita europeia dividiu-se dramaticamente. Uns preferiram o caminho da colaboração, do unilateralismo nazi, esquecendo a herança liberal kantiana e o ideal da Paz perpétua regida pelo direito internacional. Eram "realistas", e numa Europa dominada da Muralha do Atlântico ao Volga pela Reich dos Mil Anos de Adolf "Bush" Hitler, parecia-lhes que o mais forte seria sempre o Busharon alemão. Tal como agora, essa "direita" espúria era antisemita (anti-judeus então, antiárabe agora...) e defendiam o genocídio desses Untermenschen e a guerra permanente para conquistar novos territórios (Lebensraum) a leste através de cruzadas (anti-bolchevistas então, anti-islâmicas, agora...).
Mas os colaboracionistas europeus da "direita espúria" de há 60 anos enganaram-se rotundamente. Aderindo "realisticamente" à força bruta que acreditavam imutável, e não a valores (democracia, liberalismo,respeito do direito internacional, etc.) não estavam preparados para um cenário em que mesmo a força das armas passa para o campo dos valores. Afinal não tinham sido tão "realistas" como isso, mas apenas tolos (como os neo-tolos, ou neocons de agora...).
Mas, como entretanto tinham cometido muitos crimes e apelaram abertamente ao genocídio de judeus, comunistas e "povos inferiores" ao Herrenvolk (ontem alemão, hoje americano-sionista...), a punição foi exemplar: só em França 10.500 desses traidores acabou no "poteau". De Gaulle, verdadeiro patriota europeu e francês, e verdadeiro homem da verdadeira direita (a que tem valores e não se revê na caricatura que dela faz uma certa esquerda), recusou a graça a essa escória humana. Aliás, em quase todos os países beligerantes o mesmo aconteceu (até na pacífica Noruega todo o grupo de Quisling foi passado pelas armas...).
Eu, como europeu patriota, não posso deixar de apoiar a justiça feita há 60 anos por De Gaulle, o maior político europeu do século. E também um resistente e patriota que dirigiu a luta dos maquisards (a que a direita espúria chamava então também "terroristas"...) contra o ocupante.
Foi só isso que disse e mantenho integralmente. Agora se os acidentais o interpretam como uma ameaça de morte, isso é problema deles. Quer tal apenas dizer que se identificam com a direita colaboracionista do passado, que reconhecem ser os colaboracionistas de hoje e que receiam que a história se repita (aqui, e por uma vez, "ils ont vu juste"...). Mas, se a premissa maior é minha, a menor e a conclusão lógica é dos acidentais, e só dos acidentais. A minha direita é patriótica e nacionalista, defende a Europa e os valores liberais desta. A deles é colaboracionista, defende uma potência estrangeira com práticas imperialistas e que espezinha os valores liberais (ver Patriot Act, Guantanamo, Abu Graib e sobretudo os 100.000 civis iraquianos massacrados numa guerra preventiva, isto é, numa guerra em que não há legítima defesa e que, logo, é ilegal, criminosa e passível do TPI).
E é certo que, tal como há 60 anos, apelar ao massacre de 100.000 pessoas (para já) numa guerra injusta (sempre segundo o direito internacional, que não sendo reconhecido pelo Império, continua a existir...) pode levar à responsabilização criminal dos autores de tais apelos antisemitas e genocidários num tribunal de guerra num futuro não muito distante... Em Sebrenica, os massacrados foram "só" 8.000, e os autores já estão a contas com a justiça...
Em suma, caros "acidentais" (e Rui Ramos), ser de direita não é ser nazi, carniceiro, cruzado, antisemita, cóboi fora-da-lei, fundamentalista cristão, trotskysta de direita (neo-con), torturador e sodomita em Abu Graib e Guantanamo, desprezador da ONU e do direito internacional...
E o que nos une, a defesa da economia livre e liberal, é muito pouco para tapar os abismos que nos separam. Eu não cauciono crimes de guerra em massa como os que estão a ocorrer nas cruzadas da Palestina e do Iraque. Not in my name...
A espada da justiça, mais tarde ou mais cedo, abater-se-á impiedosa sobre os que aceitam chafurdar nessa ignomínia... tal como há 60 anos...
VIVA A GRANDE EUROPA !
ATENÇÃO: A CENSURA ANDA À SOLTA NO BARNABÉ (O CENSOR, PEDRO OLIVEIRA, QUER DESTRUIR O BARNABÉ).
Há poucos comentários que mais tenham contribuído para a audiência e o nível do Barnabé, do que o que se segue, que, no entanto, foi apagado pelo democrata Pedro Oliveira, useiro e vezeiro em tais façanhas. Falta de educação democrática ou de preparação intelectual para contra-argumentar ? O prestígio do Barnabé está em causa.... Ou julgam que a maior audiência da blogoesfera portuguesa não deve nada às suas caixas de comentários ATÉ AQUI livres e bem recheadas ? DEVE TUDO ! Quererá, Pedro Oliveira, manifestamente um bushista envergonhado, sabotar o Barnabé ?
Aos "acidentais", a Rui Ramos e a todos os neocons:
Fui eu que disse num comentário ao post do Daniel que os acidentais andam nervosos. Pelos vistos, também lêem os meus comentários. Óptimo, assim posso-lhes dar umas cacetadas via Barnabé, já que não têm tomates nem argumentos para abrir caixas de comentários (ao contrário dos blasfemos, muito superiores intelectualmente, aliás, que aceitam ser criticados duramente nas suas caixas).
E no último post de PPM são mesmo citadas (fora de contexto) algumas afirmações minhas com indicação do meu nick. PPM monta uma cena patética apelando à censura contra as "minhas ameaças de morte". De um bushista histérico outro comportamento não seria de esperar. Os meus comentários estão por aí e todos os podem ler.
Limitei-me a lembrar um facto histórico: tal como agora, durante a II Guerra a direita europeia dividiu-se dramaticamente. Uns preferiram o caminho da colaboração, do unilateralismo nazi, esquecendo a herança liberal kantiana e o ideal da Paz perpétua regida pelo direito internacional. Eram "realistas", e numa Europa dominada da Muralha do Atlântico ao Volga pela Reich dos Mil Anos de Adolf "Bush" Hitler, parecia-lhes que o mais forte seria sempre o Busharon alemão. Tal como agora, essa "direita" espúria era antisemita (anti-judeus então, antiárabe agora...) e defendiam o genocídio desses Untermenschen e a guerra permanente para conquistar novos territórios (Lebensraum) a leste através de cruzadas (anti-bolchevistas então, anti-islâmicas, agora...).
Mas os colaboracionistas europeus da "direita espúria" de há 60 anos enganaram-se rotundamente. Aderindo "realisticamente" à força bruta que acreditavam imutável, e não a valores (democracia, liberalismo,respeito do direito internacional, etc.) não estavam preparados para um cenário em que mesmo a força das armas passa para o campo dos valores. Afinal não tinham sido tão "realistas" como isso, mas apenas tolos (como os neo-tolos, ou neocons de agora...).
Mas, como entretanto tinham cometido muitos crimes e apelaram abertamente ao genocídio de judeus, comunistas e "povos inferiores" ao Herrenvolk (ontem alemão, hoje americano-sionista...), a punição foi exemplar: só em França 10.500 desses traidores acabou no "poteau". De Gaulle, verdadeiro patriota europeu e francês, e verdadeiro homem da verdadeira direita (a que tem valores e não se revê na caricatura que dela faz uma certa esquerda), recusou a graça a essa escória humana. Aliás, em quase todos os países beligerantes o mesmo aconteceu (até na pacífica Noruega todo o grupo de Quisling foi passado pelas armas...).
Eu, como europeu patriota, não posso deixar de apoiar a justiça feita há 60 anos por De Gaulle, o maior político europeu do século. E também um resistente e patriota que dirigiu a luta dos maquisards (a que a direita espúria chamava então também "terroristas"...) contra o ocupante.
Foi só isso que disse e mantenho integralmente. Agora se os acidentais o interpretam como uma ameaça de morte, isso é problema deles. Quer tal apenas dizer que se identificam com a direita colaboracionista do passado, que reconhecem ser os colaboracionistas de hoje e que receiam que a história se repita (aqui, e por uma vez, "ils ont vu juste"...). Mas, se a premissa maior é minha, a menor e a conclusão lógica é dos acidentais, e só dos acidentais. A minha direita é patriótica e nacionalista, defende a Europa e os valores liberais desta. A deles é colaboracionista, defende uma potência estrangeira com práticas imperialistas e que espezinha os valores liberais (ver Patriot Act, Guantanamo, Abu Graib e sobretudo os 100.000 civis iraquianos massacrados numa guerra preventiva, isto é, numa guerra em que não há legítima defesa e que, logo, é ilegal, criminosa e passível do TPI).
E é certo que, tal como há 60 anos, apelar ao massacre de 100.000 pessoas (para já) numa guerra injusta (sempre segundo o direito internacional, que não sendo reconhecido pelo Império, continua a existir...) pode levar à responsabilização criminal dos autores de tais apelos antisemitas e genocidários num tribunal de guerra num futuro não muito distante... Em Sebrenica, os massacrados foram "só" 8.000, e os autores já estão a contas com a justiça...
Em suma, caros "acidentais" (e Rui Ramos), ser de direita não é ser nazi, carniceiro, cruzado, antisemita, cóboi fora-da-lei, fundamentalista cristão, trotskysta de direita (neo-con), torturador e sodomita em Abu Graib e Guantanamo, desprezador da ONU e do direito internacional...
E o que nos une, a defesa da economia livre e liberal, é muito pouco para tapar os abismos que nos separam. Eu não cauciono crimes de guerra em massa como os que estão a ocorrer nas cruzadas da Palestina e do Iraque. Not in my name...
A espada da justiça, mais tarde ou mais cedo, abater-se-á impiedosa sobre os que aceitam chafurdar nessa ignomínia... tal como há 60 anos...
VIVA A GRANDE EUROPA !