Público on-line às 7.28: Socialistas rejeitam PCP mas aceitam Bloco.
Público on-line às 9.27: José Sócrates desmente possível entendimento com Bloco de Esquerda.
Primeiro foi a Capital agora é o Publico isto parece concertado.
O Bloco tem que dizer com clareza ao eleitorado quais as suas propostas e defendê-las.
O Bloco tem de deixar claro que a disputa de poleiro é apanágio dos partidos de clientelas PP e PSD.
As alianças só se justificam para pôr em execução um projecto que seja uma alternativa de esquerda para Portugal
Afixado por: a.pacheco em dezembro 14, 2004 01:37 PMUm escorpião dentro de casa (barnabé).
A quem interessa esta notícia ? Quem quer fragilizar o PS na conquista da maioria absoluta ? Quem quer por em perigo a democracia parlamentar, pugnando por eleições e afastando os mecanismos de governabilidade ?
Daniel, quem atirou a pedra e escondeu a mão ?
Primeiro, não acho nada que esta notícia "já não o era" antes de o ser. Segundo, nenhuma força de esquerda tem que ser um qualquer porto de abrigo, ou fazer as vezes do limiano, muito menos sem se saber para onde vai e o que quer o PS de Sócrates. Terceiro, o PS pode estar mais interessado no Bloco do que o Bloco no PS. Quarto, espero que o Bloco seja coerente.
Afixado por: MCG em dezembro 14, 2004 02:12 PMA ansiedade por chegar ao poder começa a fazer cócegas ?
Em troca de um bocadinho do Orçamento, até o Sócrates deixa de ser mau e se esquecem todas as críticas que lhe fizeram.
O BE não tem com que se preocupar. O PS terá maioria absoluta e esta virá de parte do eleitorado PSD
Afixado por: Ana Lencastre em dezembro 14, 2004 02:56 PMCom certeza que o Daniel saberá melhor do que ninguém das vontades e possibilidades desse entendimento. Admira-me que ainda não se tenha pronunciado DECENTEMENTE sobre essa hipótese: douta-ignorância, precaução, ou... assobia para o lado?
Afixado por: Tiago Ribeiro em dezembro 14, 2004 03:09 PMFalemos de assuntos sérios !
Gravação da morte de uma miúda palestiniana pelos terroristas das SS Tsahal:
Record of a shooting
Watchtower
'It's a little girl. She's running defensively eastward'
Operations room
'Are we talking about a girl under the age of 10?'
Watchtower
'A girl of about 10, she's behind the embankment, scared to death'
Captain R (after killing the girl)
'Anything moving in the zone, even a three-year-old, needs to be killed'
Não é por nada , mas até gostava de ver um governo do PS com o BE !
Para ver se eles voltam a subir os impostos às famílias mais necessitadas , e se voltam a dar benefícios fiscais aos que podem fazer PPR ( os mais folgados financeiramente).
E como vão fazer para estimular os criadores de emprego.
Estimular os criadores de emprego ou estimular o emprego são coisas distintas.
O PS anda a dizer que na governação da coligação aumentaram 150 .000 os desempregados .
Ora aqui está uma estranha coincidência , no tempo do PS foram precisamente 150.000 as pessoas empregadas mas para a função pública .
Mais peso sobre a sociedade.
Vamos ver como vai o PS e o BE governar.
Como vão estimular o emprego ? Mais função pública ?
Vão apoiar as empresas ? Os empresários ? Os empreendedores ? Os que sonham e criam empregos sustentáveis ?
Quando há esforço é bom que haja recompensa, para quem dispende esse esforço obviamente.
Por exemplo, o Daniel e os amigos fizeram um livro , com certeza eles gostariam que se vendessem muitos , porque também de certeza custou muito a fazer , é inegável.Se se vendessem muitos o Daniel faria muito dinheiro e como pessoa sensata que é (?) iria aplicá-lo bem.
O Editor faria muito dinheiro e poderia arriscar em mais obras .
Tem mal ter dinheiro e ter iniciativa ?
Tem mal ser burguês ?
Será que o próximo governo PS BE vai ser um governo para fazer mais burguêses ou menos ?
O afonsinho é mesmo básico; ainda está na fase do "tens 2 burros, eu não tenho nenhum, como és de esquerda, dás-me um". Ó afonsinho a esquerda não é para os burros!
Afixado por: Ngungunhane da Silva em dezembro 14, 2004 03:31 PMReal, acho que é dentro da tua casa. A quem interessa que Sócrates se cole à direita?
Tiago Ribeiro, já aqui escrevi muito claramente sobre esse assunto há uns meses. É ir procurar
Afixado por: Daniel Oliveira em dezembro 14, 2004 03:34 PMÉ claro que o BE até se baba só de pensar que tem uma pequeníssima hipóteses de ir para o governo! Imagina logo o Louçã como ministro das finanças, p.ex... Eu apoiaria de imediato uma posição positiva por parte do PS sobre esse assunto- o da coligação com o BE. Seriam más notícias, mesmo, para o PS e um bom reforço para a direita!
Afixado por: Carlos em dezembro 14, 2004 03:54 PMNeste momento a esquerda é uma velha casa no cimo de um penhasco, habitada por um ancião, chamado PCP, e que teima em não sair de lá ignorando os avisos de derrocada que lhe gritam cá de baixo. O ancião gita-lhes: - Ai em baixo não é a esqerda, ai é o quintal, a esquerda é cá em cima, se quiserem subam.
Afixado por: José Leal em dezembro 14, 2004 04:08 PMEu gostava era de ver o Rosas com as pastas do Morais Sarmento.
Aí é que era ver a independência da comunicação social com uma vaga participação do Estado a piar baixinho.
Ao pé do camarada Rosas, em matéria de propaganda o Nuninho é um mero aprendiz.
Ao PS só interessa falar de coligação depois das eleições.
Depois disso, o PS vai pedir ao BE a viabilização parlamentar do seu programa de Governo a troco de uma ou duas concessões importantes. O BE sabe que não pode ser Poder sem afrontar a sua base social de apoio. O PS sabe que o BE no Poder seria uma fonte de instabilidade para o Governo. E portanto estão de acordo em tudo. Nada mais claro.
Quem aterrar neste blog vindo do espaço até pensa que já houve eleições e que o BE está no poder.
Tenham calma, não precisam de começar já a espumar. Por muito que os endireitas queiram fazer o paralelo, o BE não é o cds (ou pp, ou lá como é que se chama hoje de tarde) da esquerda.
A recusa do PS em coligar-se com os partidos à sua esquerda não é, claro está, uma questão de birra. O acolhimento de tardios "ex-pêces" e outros tais, prova que há pluralidade no pensamento e no projecto político do PS. Entendo até que isso é enriquecedor e vantajoso. Na vida social estou mais próximo do Daniel Oliveira do que de José Lello, no valor das causas muitíssimo afastado de Joaquim Raposo. A questão tem a ver com o país e com a vida das pessoas. Que estas vivam com menos dificuldades e com o conujnto das necessidades básicas satisfeitas e se possivel com algum conforto. Ora, em Portugal, isso só se consegue em combate. Combate contra privilégios ilegítimos, combate contra a injustiça social, combate contra a desigualdade.
Um combate que os filhos de "Adeus Lenine" não estão, nem querem estar, preparados para travar.
Espero que este post não seja o primeiro capítulo de uma telenovela "de esquerda" em concorrência com a da direita: o PP e o PSD sempre casam? É um namoro inconsequente? O epílogo depende das sondagens junto das audiências? E o PS, sempre rejeita o PCP? Há flirt com o BE, mas não há compromisso sério? O PCP fica para tio? Os Verdes não contam? O Barnabé está grávido e não há pai para esta história? Isto (pro)mete violência conjugal e secretas relações extra-parlamentares?
Pois é, Saladino, tens de ter paciência: isso da miúda palestiniana é coisa para o telejornal, nada de misturar informação com entretenimento.
Afixado por: a.m. em dezembro 14, 2004 05:04 PM
Pois não, Ngungunhame, ou lá como te chamas. O PP não é o BE: o PP tem 14 deputados e uma história que está escrita na democracia portuguesa e o BE tem dois deputados e é uma colectânea de partidos radicais de extrema-esquerda. É a diferença. Quanto ao Daniel, continuamos à espera de um desmentido do BE e do Louça mas até agora népias....
Afixado por: José Soares em dezembro 14, 2004 05:29 PMSócrates jamias se coligará com uma força de esquerda, um líder tão à direita no PS só pode se coligar, caso seja necessário com o PP...
Afixado por: cachucho em dezembro 14, 2004 06:12 PMO POVO MERECE A VERDADE!
Já que o TURCO é um dado adquirido, e a fotografia já foi publicada no Órgão de Informação mais Respeitado do País, a R.I.A.P.A., exigimos saber outras coisas:
1º - Sócrates costuma levar o seu Turco a passear no seu Mercedes SL 320?
E para onde vão? Para o Parque Eduardo VII? Para Belém?
2º - O amigo dos pobres e dos desfavorecidos, costuma levar o seu TURCO para o Apartamento de Luxo no Edifício Heron Castilho, na R. Braamcamp, de que é proprietário?
Ou o Turco está sempre lá à espera, sendo então o elemento passivo do casal?
Tás enganado gorgulhana,
Burros na esquerda há !! Onde não os encontras é nos dirigentes da dita.
Os dirigentes são espertíssimos, quem disse que são asnos ? Têm é má indole!
Porque como eles sabem que os que votam neles são os mais pobres , tentam sempre fazer com que haja mais.Em vez de menos.Daí a má índole.
Um texto lúcido.... Eu digo ! A pessoa possível para fazer isto , seria Marcelo Rebelo de Sousa.
....
Vivemos momentos decisivos para o futuro do país. Estamos na encruzilhada do regime, a era revolucionária, a adolescência chega ao fim. Atingir a maioridade passa por vencer este desafio que se nos coloca. Aqui temos de parar, somos obrigados a questionarmo-nos sobre o rumo a seguir. Saber, ao fim ao cabo, o que queremos que aconteça:
- Continuar a ser um país medíocre e reactivo?
- Continuar a esbanjar o nosso legado histórico?
- Continuar a ser o mau exemplo da Europa?
- Continuar a ser a esperanca não concretizada?
- Continuar as estar equiparados aos piores?
- Continuar a viver no marasmo e no conformi.smo?
- Continuar a aceitar o imobil-ismo e a rigidez das instituições?
- Continuar a estar sob o jugo do politicamente correcto e da paz podre?
- Continuar a ser regidos por uma Constituição ultrapassada e que impede o avanço?
- Continuar a depender de uma partidocracia que vive de tradições e foge a sete pés das rupturas imprescindíveis à modernização e ao progresso?
- Continuar a assistir impávidos à deterioração de um Estado omnipresente e improdutivo?
Até quando o autismo e a cegueira? Para quando a refundação da Democracia?
Um país que vive de dogmas, que orienta a sua estratégia com base em axiomas imutáveis, que orienta a sua visão alicerçado em perspectivas paroquiais, enfrenta um futuro grave e pouco promissor. Para além de uma Constituição retrógrada, porquanto é estática (fruto de uma conjuntura e realidade de outrora), Portugal vive num instit-ucional-ismo opressor, somos um país dominado por pseudo entendimentos inconsequentes e cínicos, não há real interesse em construir verdadeiros pactos de regime, falta vontade política de juntar esforços no sentido de resolver os problemas estruturais e objectivos que enfermam a nossa sociedade.
Várias serão as causas deste estado da arte:
- Um quadro legal confuso e impossível de por em prática.
- Uma eternização dos actores, sem que tenham provado a sua mais-valia ou demonstrado o seu contributo para um país melhor.
- Querer o poder pelo poder e usá-lo para obter mais poder.
- Impossibilidade de congregara vontade de mudar e de identificar causas pelas quais valha a pena lutar.
- A existência de um corporativismo legalmente enquadrado e totalmente virado para si mesmo.
- Demasiadas zonas cinzentas no relacionamento institucional.
- Excessiva submissão aos critérios e acção dos media.
Este quadro é da responsabilidade de todos os partidos e de todos os actuais intervenientes da política nacional (minha inclusive). Não existem uns mais culpados do que outros, as contribuições são generalizadas. Este pobre país teve de esperar 40 anos para conseguir a liberdade, será que terá de esperar outro tanto para encontrar o rumo e o registo certos?
A experiência parlamentar foi importante, teve os seus aspectos positivos, mas permitiu conhecer este pouco saudável “status quo” em que a nossa sociedade está depositada. Para muitos “pares do reino”, o contacto e o conhecimento da realidade são nulos, estão há uma vida encerrados na redoma do sistema, daí a sua dificuldade em encontrar soluções para o país. A falta de alternativas ou argumentos é suprida através de incidentes regimentais (é inimaginável o tempo que se perde com baboseiras); qualquer assunto é, inevitavelmente, remetido para o plenário (somos os país europeu que cujo trabalho parlamentar é constituído, maioritariamente, por plenários desertos para discutir banalidades, o trabalho das comissões é considerado trabalho menor -exactamente o contrário dos parlamentos mais produtivos); dominam os deputados que apenas se preocupam com o efeito mediático das suas tiradas coloridas mas desprovidas de qualquer consequência palpável.
Uma vez mais vamos para eleições antes do tempo. O Presidente da República esperou o tempo necessário para que o seu partido se fortalecesse, teve a atitude capelista e proteccionista que se esperava da pequenez reinante na nossa classe política. Depois da angústia que provocou, depois da encenação que criou, aguardou pela orientação e reorganização das suas hostes (considere-se a ajuda fenomenal que a descoordenação política do governo lhe proporcionou) e desferiu o golpe de misericórdia. Aquele que deveria ser o estadista de referência sucumbiu ao partidari-smo básico e menor em que sobrevivemos.
Nesse próximo acto eleitoral, muito provavelmente, o PS suceder-se-á ao PSD. Os habituais comentadores falarão na alternância, dir-se-á que a democracia está viva, que as instituições estão a funcionar. Infelizmente para o país será mais uma meia solução. A mudança ampla e profunda que o país anseia não ocorrerá. Mudar-se-ão os peões, revogar-se-ão leis para satisfazer os correligionários sociali-stas, tudo será prometido, mexer-se-á no que está bem, não se abordará as questões que urgem alterar para ninguém melindrar e o “reino” apaziguar-se-á.
Entretanto estará o país parado e imobilizado, durante mais de um ano. Teremos quatro actos eleitorais no espaço de um ano (ridículo e digno do Terceiro Mundo). É impossível continuar nesta sucessão de mediocridades e tropeções.
Fruto das características do povo português, da realidade actual e da experiência democrática, a única saída para o país é um corte com o “establishment”. É chegado o momento da ruptura. Precisamos que surja uma personalidade candidata a Presidente da República que, por um lado, tenha a coragem e, por outro, a capacidade de congregar um consenso nacional, no sentido de promover a construção de uma nova Constituição que introduza as alterações indispensáveis à sobrevivência do país, que destrua os enviusamentos do actual sistema e que erradique os vícios e deformações de que padecemos. Em suma, a instauração da quarta República e de um regime presidencial-ista, acabando-se com o livre arbítrio, de eficiência e produtividade garantidas, permitindo a responsabilização directa de todos os intervenientes no processo político e, finalmente, construindo um quadro de referência e direcção que, hoje, não temos.
Só fomos grandes quando demonstrámos atrevimento, coragem e arrojo.
Provavelmente, aqueles que se sentem confortáveis e lucram com este comodismo da sociedade dirão que sou louco, que não percebo nada disto, que estas ideias são estapafúrdias, que sou risível, em suma, considerações vazias e subjectivas. Como estou na política de forma absolutamente desprendida e abomino o politicamente correcto, apenas lhes direi para não perderem tempo comigo porque, certamente, não perderei tempo com eles. O tempo será providencial e trará a serenidade que uma solução destas exige e veremos se a razão estará do meu lado ou......não.
Até uma próxima....
Assino por baixo !! Mais alguém assina ?
Há palavras que têm um traço porque o baranabé dá errosde publicação.
Eu assino por baixo .
Afixado por: Afonso Henriques em dezembro 14, 2004 07:13 PMViva um regime Presidencial-ista.
Assino por baixo
Afixado por: 3Mosqueteiros em dezembro 14, 2004 07:15 PMHá coisas que não se confessam, não é?!
Afixado por: mfc em dezembro 14, 2004 09:02 PMCom o PS de Sócrates, é o BE que não deve ter interesse em coligar-se.
Por uma questão de coerência.
Primeiro o Partido Do Paulo Portas tem hoje 14 deputados depois da eleições é uma incógnita.
O Bloco tem TRÊS deputados depois das eleições mais alguns concerteza.
Não sei se o Rosas será ministro ou o Louçã agora compará-los com o Morais Sarmento, só de cretino ou de estupidez.
Há quem queira com este tipo de noticias fugir ao fundo das questões que politica de esquerda para Portugal?
Como vamos encarar a Europa, atacar o Desemprego, prespectivar um desenvolvimento sustentado, Defender a nossa Cultura, Investir na Investigação Cientifica, criar condições para tornar a Segurança Social mais forte, Exigir cuidados de saude para toda a população, Ter novas prespectivas para o ensino, .
É nisto que se deve centrar o debate, é isto que interessa aos portugueses, é isto que os politicos honestos e empenhados se podem diferenciar de TRAMPOLINEIROS como Santanas Paulos Portas Morais Sarmentos e tutti quanti a direita tem para apresentar.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 14, 2004 09:24 PMA menos que a esquerda esteja exilada em Paris e regresse com as cegonhas, não vejo forma de virmos a ter uma governação de esquerda. Eu já ficaria muito contente se conseguissemos uma oposição de esquerda.
Afixado por: José Leal em dezembro 14, 2004 10:04 PMPois é Pacheco,
Comparar o Rosas ou o Louçã ao Morais Sarmento realmente não lembra a ninguém, porque o MS é um tosco que não chega aos calcanhares dos outros que, no lugar dele, tinham feito o que ele não conseguiu fazer, a bem ou a mal.
Já agora, meu caro A. Pacheco,
Perspectivas, PERSPECTIVAS
Perspectivar, PERSPECTIVAR
O saber não ocupa lugar.
Afixado por: António da Costa em dezembro 14, 2004 10:11 PMÉ mais provável vir eu a ser o substituto do Papa, do que o BE algum dia vir a formar parte dum Governo.
Afixado por: ZÁS-TRÁS em dezembro 14, 2004 10:18 PMVotos no BE ou no PCP, são votos perdidos. Se a maioria dos portugueses querem vir a ter estabilidade governativa para 4 anos, têm de votar no PS. A Democracia nada tem haver com partidos (BE/PCP) onde a palavra democracia foi metida na retrete. Não é com partidos anti-Ocidentais, e ainda saudosos dos ditadores comunistas, que um partido como o PS se poderá vir algum dia a coligar.
Afixado por: Viewer em dezembro 14, 2004 10:29 PMPorquê tanto estardalhaço, tanto fogo de artifício por causa de uma não notícia? Parece absurdo, mas de absurdo não tem nada.
Tais “notícias” sopradas para a Capital e Público (por quem?) dá a aparência de importância, de peso, de credibilidade - o bloco aparecer como possibilitador de um governo...por muito absurdo que tal seja -.
E de imediato hoje deu o pretexto para o inefável Louçã aparecer em tudo o que era rádio a dizer “que não senhor, a NATO isto, a NATO aquilo, o bloco assado”, numa de campanha pré-eleitoral, cheio de princípios e de valores. E o “aparecer” para o bloco se não é tudo é quase tudo...
Dá ainda a possibilidades de aparecerem os pachecos do costume a dizerem que depois das eleições o bloco tem mais deputados “com certeza” (como se estivesse escrito nos astros). E outros apoiantes a defenderem que não, com o PS de Sócrates (como se houvesse outro, agora) o bloco “não deve ter interesse em coligar-se” como se tal questão fosse real, verdadeira e não uma fantasia de quem se arma ao pingarelho.
É claro que tudo não passa de uma manobra propagandística nada inocente do dirigente do bloco Daniel Oliveira. Como tantas outras em que é useiro e vezeiro.
Afixado por: Marta Dimas em dezembro 14, 2004 10:37 PMPara o Viewer está tudo bem quando as moscas mudam mas a m**** se mantém. Ele há gente que não percebe que mudar de governo não adianta nada que o que interessa é mudar a política. E que para que tal aconteça só dando mais votos ao PCP, para que possa eleger mais deputados, para que os interesses dos trabalhadores e das populações tenham mais força que obrigue o PS a ter em conta estes interesses, e não como tem acontecido nos governos anteriores do PS e do PSD (sózinhos ou mais ou menos acompanhados) os interesses do costume.
Afixado por: Luis Simões em dezembro 14, 2004 10:49 PMO Louçã acabou de se gabar na Sic-Notícias que as "pessoas sabem bem o que o BE fez para a convergência da esquerda".
Não tenha dúvidas, Louçã. De cada vez que vejo o Santana, lembro-me logo do Miguel Portas e da sua campanha eleitoral para a Câmara de Lisboa. Safa! Bloco nunca mais!
Afixado por: j em dezembro 15, 2004 12:34 AM
Não deixem de visitar o Fórum do BE, que hj descobri, estranhamente infiltrado e usurpado por "neonazóides", PNR's e afins! Aqui:
www.bloco.org/forum
Afixado por: Manuel Tadeu em dezembro 15, 2004 01:16 AMQuem ouviu o Jerónimo qual borrego desmamado a gritar nós também existimos nós tambem existimos, dá ideia da preocupação para as bandas do PCP se o P.S o vier a inviabilisar como parceiro.
Mas deixemos estas telenovelas de faca e alguidar ou melhor esta contabilidade de tachos para o P.P e o PSD e quem fôr de esquerda deve é preocupar-se com alternativas para resolver os problemas que PORTUGAL tem, o resto são comentários sem qualquer interesse.
Aos porta-voz do PCP um concelho preocupem-se em apresentar as vossas propostas e em combater a Direita.O Bloco não é o vosso inimigo.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 15, 2004 09:37 AMo a.pacheco tem razão:
"Aos porta-voz do PCP um concelho preocupem-se em apresentar as vossas propostas e em combater a Direita.O Bloco não é o vosso inimigo."
Mas é interessante ver que para o Bloco o PCP é um grande inimigo...
Afixado por: jovem atento em dezembro 15, 2004 09:26 PMSim onde, Pode ser jovem mas escusa de ser mentiroso.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 15, 2004 10:56 PMO Pacheco fala, fala, fala e não diz nada, excepto é claro, despejar o seu ódio de 38 longos anos contra o PCP. E depois os outros é que são sectários e cegos... é um caso recorrente de ver o argueiro no olho do vizinho e não ver a trave no próprio olho. É um caso incurável de anticomunismo serôdio este Pacheco.
Nota: já agora, não dê pontapés na gramática. É "conselho", não como escreveu concelho (não estava a falar, por exemplo de Lisboa pois não?)
Afixado por: Marta Dimas em dezembro 15, 2004 11:10 PMBoa noite D. Marta agradeço os conselhos e já agora não se esqueça de combater a direita nas próximas eleições é que com a embalagem que levam em Sintra e no Porto ainda se enganam de adversário.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 16, 2004 12:15 AM