Estou a ver uma manifestação em Canas de Senhorim. Há mais polícias que manifestantes. Com tanto polícia acho que já têm população suficiente para serem concelho.
Publicado por danieloliveira em | TrackBackIsto é mais um dos truques do PSD e do PP... Em Barrancos o alvo era o Guterres... Aqui também arranjam um pobre coitado para criar um movimento qualquer, depois arranjam uns quantos populares que metade deles nem são do sitio e tentam criar confusão para a opinião publica julgar negativamente o "alvo"... Agora é o Sampaio...
Afixado por: Mário em dezembro 14, 2004 05:02 PMHá uma hora que a SIC-Notícias não fala de Santana Lopes e de Paulo Portas
Canas de Senhorim a concelho, pá!
Isto é mais um dos truques do PSD e do PP... Em Barrancos o alvo era o Guterres... Aqui também arranjam um pobre coitado para criar um movimento qualquer, depois arranjam uns quantos populares que metade deles nem são do sitio e tentam criar confusão para a opinião publica julgar negativamente o "alvo"... Agora é o Sampaio...
Afixado por: Mário em dezembro 14, 2004 05:03 PMO Daniel goza (já é a segunda vez) com este assunto de Canas de Senhorim, e parece-me que este gozar é de mau gosto. Eu não conheço Canas de Senhorim, nem Nelas, nem os agravos que uma tem em relação à outra, e presumo que o Daniel também não conheça. Portanto, é melhor não gozar. Pode muito bem ser que o povo de Canas de Senhorim tenha razão.
Afixado por: Luís Lavoura em dezembro 14, 2004 05:21 PMMas devias conhecer! Nelas, Canas de Senhorim, Santar... e come-se lá muito bem e bebe-se melhor!
Afixado por: cácá em dezembro 14, 2004 05:57 PMVai a correr para casa senta-te no sofá e espera pelas 20h 30m. O Santana e o Portas vão falar em conjunto ao país...
Afixado por: polittikus em dezembro 14, 2004 06:04 PMAbaixo o Ditador Sampaio e as suas forças repressivas. Liberdade para Canas!
Exército de Libertação "Os Canovetes"
Afixado por: Canivetes em dezembro 14, 2004 06:09 PMLOL
Tiveste bem Daniel :)
Ó malta, descobri o fórum do Bloco de Esquerda, aqui:
www.bloco.org/forum
Parece ter poucos utilizadores. Venham daí para lá debater!
Afixado por: Manuel Tadeu em dezembro 14, 2004 06:14 PMO POVO MERECE A VERDADE!
Já que o TURCO é um dado adquirido, e a fotografia já foi publicada no Órgão de Informação mais Respeitado do País, a R.I.A.P.A., exigimos saber outras coisas:
1º - Sócrates costuma levar o seu Turco a passear no seu Mercedes SL 320?
E para onde vão? Para o Parque Eduardo VII? Para Belém?
2º - O amigo dos pobres e dos desfavorecidos, costuma levar o seu TURCO para o Apartamento de Luxo no Edifício Heron Castilho, na R. Braamcamp, de que é proprietário?
Ou o Turco está sempre lá à espera, sendo então o elemento passivo do casal?
JOSE SOCRATES É PANELEIRO !!
TAMOS BEM SERVIDOS PARA O O NOVO PRIMEIRO MINISTRO DE PORTUGAL.
SÓ TEMOS ESCUMALHA NESTE CANTINHO DA EUROPA.
Afixado por: ajjeçºçºç em dezembro 14, 2004 07:04 PMColigação ou não?
O Horror da Indecisão, dentro de momentos, na Galeria.
http://galeriadoshorrores.blogspot.com
GDH
Afixado por: Galeria dos Horrores em dezembro 14, 2004 07:20 PMAPONTAMENTOS DE UM VEREADOR
Asneiradas
Rui Sá*
Rui Rio, que era um profundo desconhecedor da Cidade, diz, com humildade que foi na campanha eleitoral para as Autárquicas de 2001 que descobriu as terríveis condições habitacionais em que viviam muitas famílias portuenses. Disse-lhe, na altura, que andava distraído, pois os Vereadores da CDU (a Drª Ilda Figueiredo e eu próprio) andavam há anos na “rua” a denunciar essa situação e a lutar para que a mesma fosse resolvida.
Depois de eleito, Rui Rio declarou que a sua principal prioridade seria a habitação, tendo, em coerência, reforçado significativamente, as verbas do orçamento municipal destinadas à reabilitação das habitações municipais.
No entanto, esta preocupação, que acredito sincera, não tem tido correspondência na implementação das políticas de habitação por parte da Coligação PSD/PP, sucedendo-se as asneiradas (o termo é duro mas, infelizmente, é o mais adequado…) protagonizadas pelos Vereadores com responsabilidades na matéria e por uma série de “boys” que têm vindo a ser colocados nos lugares chave da Empresa Municipal de Habitação e Manutenção (seria um trabalho jornalístico interessante determinar as mudanças, sucessivas, que foram feitas na Empresa e as ligações partidárias de muitos dos que entraram, substituindo quadros municipais).
Rui Rio não pode dizer, sobre este assunto, que está distraído. Vezes sem conta tenho chamado a atenção para estes problemas. Por isso, a inércia da sua actuação passa a ser de cumplicidade de quem, sendo Presidente da Câmara, prefere a solidariedade partidária à actuação para a resolução efectiva dos problemas dos Cidadãos do Porto.
Poderá o leitor pensar que, estando eu na oposição, estarei a carregar nas tintas para “atacar” a coligação PSD/PP. Mas, para mal de muitas famílias, não é isso que se passa. Apenas três exemplos destas asneiradas:
BAIRRO MONTE DE S. JOÃO
Pela primeira vez na nossa Cidade (e, pelo que sei, no País), este Bairro foi inaugurado em 12 de Julho do corrente, sem que nenhuma das suas casas estivesse habitada. Ou seja, deu-se relevo ao betão, esquecendo-se as pessoas! Mas, ainda mais grave, hoje, passados mais de quatro meses desde essa inauguração, ainda há casas que estão devolutas! Isto numa Cidade em que, diariamente, chegam à Câmara relatos lancinantes de famílias que vivem em casas sem o mínimo de condições de habitabilidade!
BAIRRO DO LEAL
Bairro operário centenário, quase na sua totalidade camarário, situado no coração da Cidade, à Rua do Bonjardim, onde viviam, ainda há pouco tempo, cerca de 60 famílias, grande parte das quais constituídas por idosos. A Câmara anterior tinha encomendado a jovens e prestigiados arquitectos um plano de reabilitação do Bairro do Leal que consistia na construção de habitações dignas, mantendo a vivência comunitária original, condição essencial para a salvaguarda das relações sociais existentes. Como não era possível realojar todas as famílias que lá viviam (dado o crescimento da dimensão das habitações), algumas seriam realojadas no Bairro da Fontinha ou nas Musas (situados a poucas dezenas de metros, eliminando, assim, os custos de desenraizamento social).
A coligação PSD/PP, sem qualquer plano consistente prévio, começou a desalojar os moradores do Bairro do Leal. Encontrei alguns no Bairro Monte de S. João, outros foram para outros Bairros. Como muitas famílias são monoparentais, constituídas por um idoso, a proposta apresentada é no sentido de irem viver para o Bairro do Cerco, onde existirão T1’s. Garantias de regresso? Não há! O que é que se vai fazer ao Bairro do Leal? Se alguém sabe, o segredo está bem guardado!
Resultado: uma pequena comunidade destruída e mais um prego na desertificação do centro da Cidade. Os moradores que restam (e não esquecendo que também há diversas habitações privadas no Bairro) vivem em sobressalto permanente, com medo dos assaltos e do chamariz que constituem as habitações abandonadas (apesar de entaipadas). Outros, particularmente os idosos, vivem amargurados, sob o terror de serem forçados a viver em Bairros longínquos, sem qualquer semelhança com aquele onde sempre viveram!
Que preocupação social é esta que faz com que a Câmara desaloje um idoso, com mais de 70 anos, que vive sozinho e dependendo, muitas vezes, da solidariedade dos vizinhos, e o realoje num Bairro situado a vários quilómetros de distância, onde não conhece ninguém?
BAIRRO CENTRAL DE FRANCOS
Foi decidido vender este Bairro aos seus inquilinos durante o ano de 2000. A operação foi um sucesso, tendo-se vendido a grande maioria das casas (o que, na sequência de propostas que eu próprio apresentei na altura, implicou trabalho social sério, com envolvimento da População e, em particular, da sua Associação de Moradores). Quando foi decidida esta venda, estavam 15 casas devolutas, razão pela qual não foram vendidas. Essas casas sofreram obras de reabilitação e estão fechadas há 3 anos!!!. Várias vezes alertei para a necessidade da venda destas habitações a inquilinos municipais que vivessem noutros Bairros, permitindo, deste modo, torná-los independentes da Câmara e libertando casas noutros Bairros que poderiam ser ocupados por famílias carenciadas (para além das receitas que se arrecadariam e que possibilitariam a recuperação de outras casas). Durante estes três anos, a coligação PSD/PP fez ouvidos de mercador a estas minhas propostas. Agora decidiu actuar. Da pior maneira: as casas estão a ser arrendadas! Ou seja, a Câmara, que vai continuar a manter uma posição significativa num Bairro que está quase todo vendido, situação que vai dificultar aos novos proprietários a assunção das responsabilidades inerentes a serem senhorios (estou mesmo a ver que, quando uma telha se partir, os moradores, proprietários ou inquilinos municipais, irão bater à porta da Câmara para proceder à sua substituição e à reparação dos estragos entretanto causados pelas infiltrações…).
Estes são apenas alguns exemplos de erros crassos da política de habitação da coligação PSD/PP (como lhes chamei em reunião da Câmara perante os seus autores). Perante isto, Rui Rio, mantém um silêncio cúmplice, preferindo dizer que os meus alertas se destinam a “folclore mediático” ou constituem “diatribes políticas”.
Compreendo que, com os erros que cometeu na constituição da sua lista às eleições (e não, como procura fazer crer, por culpa da lei das autarquias), Rui Rio se sinta impotente para substituir mais Vereadores, tendo, por isso, de suportar os que tem.
Mas estou convencido que, quando vier a campanha eleitoral e, finalmente, sair do seu gabinete para ir contactar com as pessoas, irá descobrir as consequências das asneiradas que permitiu e pelas quais será, justamente, responsabilizado.
Entretanto, e isso é o que mais me custa, muitos moradores passaram a viver pior, quando, com bom senso e pequeno investimento, teria sido possível contribuir para a resolução de muitos dos seus problemas!...
*Engenheiro e Vereador da CDU – Coligação Democrática Unitária na Câmara Municipal do Porto
APONTAMENTOS DE UM VEREADOR
Asneiradas
Rui Rio, que era um profundo desconhecedor da Cidade, diz, com humildade que foi na campanha eleitoral para as Autárquicas de 2001 que descobriu as terríveis condições habitacionais em que viviam muitas famílias portuenses. Disse-lhe, na altura, que andava distraído, pois os Vereadores da CDU (a Drª Ilda Figueiredo e eu próprio) andavam há anos na “rua” a denunciar essa situação e a lutar para que a mesma fosse resolvida.
Depois de eleito, Rui Rio declarou que a sua principal prioridade seria a habitação, tendo, em coerência, reforçado significativamente, as verbas do orçamento municipal destinadas à reabilitação das habitações municipais.
No entanto, esta preocupação, que acredito sincera, não tem tido correspondência na implementação das políticas de habitação por parte da Coligação PSD/PP, sucedendo-se as asneiradas (o termo é duro mas, infelizmente, é o mais adequado…) protagonizadas pelos Vereadores com responsabilidades na matéria e por uma série de “boys” que têm vindo a ser colocados nos lugares chave da Empresa Municipal de Habitação e Manutenção (seria um trabalho jornalístico interessante determinar as mudanças, sucessivas, que foram feitas na Empresa e as ligações partidárias de muitos dos que entraram, substituindo quadros municipais).
Rui Rio não pode dizer, sobre este assunto, que está distraído. Vezes sem conta tenho chamado a atenção para estes problemas. Por isso, a inércia da sua actuação passa a ser de cumplicidade de quem, sendo Presidente da Câmara, prefere a solidariedade partidária à actuação para a resolução efectiva dos problemas dos Cidadãos do Porto.
Poderá o leitor pensar que, estando eu na oposição, estarei a carregar nas tintas para “atacar” a coligação PSD/PP. Mas, para mal de muitas famílias, não é isso que se passa. Apenas três exemplos destas asneiradas:
BAIRRO MONTE DE S. JOÃO
Pela primeira vez na nossa Cidade (e, pelo que sei, no País), este Bairro foi inaugurado em 12 de Julho do corrente, sem que nenhuma das suas casas estivesse habitada. Ou seja, deu-se relevo ao betão, esquecendo-se as pessoas! Mas, ainda mais grave, hoje, passados mais de quatro meses desde essa inauguração, ainda há casas que estão devolutas! Isto numa Cidade em que, diariamente, chegam à Câmara relatos lancinantes de famílias que vivem em casas sem o mínimo de condições de habitabilidade!
BAIRRO DO LEAL
Bairro operário centenário, quase na sua totalidade camarário, situado no coração da Cidade, à Rua do Bonjardim, onde viviam, ainda há pouco tempo, cerca de 60 famílias, grande parte das quais constituídas por idosos. A Câmara anterior tinha encomendado a jovens e prestigiados arquitectos um plano de reabilitação do Bairro do Leal que consistia na construção de habitações dignas, mantendo a vivência comunitária original, condição essencial para a salvaguarda das relações sociais existentes. Como não era possível realojar todas as famílias que lá viviam (dado o crescimento da dimensão das habitações), algumas seriam realojadas no Bairro da Fontinha ou nas Musas (situados a poucas dezenas de metros, eliminando, assim, os custos de desenraizamento social).
A coligação PSD/PP, sem qualquer plano consistente prévio, começou a desalojar os moradores do Bairro do Leal. Encontrei alguns no Bairro Monte de S. João, outros foram para outros Bairros. Como muitas famílias são monoparentais, constituídas por um idoso, a proposta apresentada é no sentido de irem viver para o Bairro do Cerco, onde existirão T1’s. Garantias de regresso? Não há! O que é que se vai fazer ao Bairro do Leal? Se alguém sabe, o segredo está bem guardado!
Resultado: uma pequena comunidade destruída e mais um prego na desertificação do centro da Cidade. Os moradores que restam (e não esquecendo que também há diversas habitações privadas no Bairro) vivem em sobressalto permanente, com medo dos assaltos e do chamariz que constituem as habitações abandonadas (apesar de entaipadas). Outros, particularmente os idosos, vivem amargurados, sob o terror de serem forçados a viver em Bairros longínquos, sem qualquer semelhança com aquele onde sempre viveram!
Que preocupação social é esta que faz com que a Câmara desaloje um idoso, com mais de 70 anos, que vive sozinho e dependendo, muitas vezes, da solidariedade dos vizinhos, e o realoje num Bairro situado a vários quilómetros de distância, onde não conhece ninguém?
BAIRRO CENTRAL DE FRANCOS
Foi decidido vender este Bairro aos seus inquilinos durante o ano de 2000. A operação foi um sucesso, tendo-se vendido a grande maioria das casas (o que, na sequência de propostas que eu próprio apresentei na altura, implicou trabalho social sério, com envolvimento da População e, em particular, da sua Associação de Moradores). Quando foi decidida esta venda, estavam 15 casas devolutas, razão pela qual não foram vendidas. Essas casas sofreram obras de reabilitação e estão fechadas há 3 anos!!!. Várias vezes alertei para a necessidade da venda destas habitações a inquilinos municipais que vivessem noutros Bairros, permitindo, deste modo, torná-los independentes da Câmara e libertando casas noutros Bairros que poderiam ser ocupados por famílias carenciadas (para além das receitas que se arrecadariam e que possibilitariam a recuperação de outras casas). Durante estes três anos, a coligação PSD/PP fez ouvidos de mercador a estas minhas propostas. Agora decidiu actuar. Da pior maneira: as casas estão a ser arrendadas! Ou seja, a Câmara, que vai continuar a manter uma posição significativa num Bairro que está quase todo vendido, situação que vai dificultar aos novos proprietários a assunção das responsabilidades inerentes a serem senhorios (estou mesmo a ver que, quando uma telha se partir, os moradores, proprietários ou inquilinos municipais, irão bater à porta da Câmara para proceder à sua substituição e à reparação dos estragos entretanto causados pelas infiltrações…).
Estes são apenas alguns exemplos de erros crassos da política de habitação da coligação PSD/PP (como lhes chamei em reunião da Câmara perante os seus autores). Perante isto, Rui Rio, mantém um silêncio cúmplice, preferindo dizer que os meus alertas se destinam a “folclore mediático” ou constituem “diatribes políticas”.
Compreendo que, com os erros que cometeu na constituição da sua lista às eleições (e não, como procura fazer crer, por culpa da lei das autarquias), Rui Rio se sinta impotente para substituir mais Vereadores, tendo, por isso, de suportar os que tem.
Mas estou convencido que, quando vier a campanha eleitoral e, finalmente, sair do seu gabinete para ir contactar com as pessoas, irá descobrir as consequências das asneiradas que permitiu e pelas quais será, justamente, responsabilizado.
Entretanto, e isso é o que mais me custa, muitos moradores passaram a viver pior, quando, com bom senso e pequeno investimento, teria sido possível contribuir para a resolução de muitos dos seus problemas!...
*Engenheiro e Vereador da CDU – Coligação Democrática Unitária na Câmara Municipal do Porto
APONTAMENTOS DE UM VEREADOR
Asneiradas
Rui Rio, que era um profundo desconhecedor da Cidade, diz, com humildade que foi na campanha eleitoral para as Autárquicas de 2001 que descobriu as terríveis condições habitacionais em que viviam muitas famílias portuenses. Disse-lhe, na altura, que andava distraído, pois os Vereadores da CDU (a Drª Ilda Figueiredo e eu próprio) andavam há anos na “rua” a denunciar essa situação e a lutar para que a mesma fosse resolvida.
Depois de eleito, Rui Rio declarou que a sua principal prioridade seria a habitação, tendo, em coerência, reforçado significativamente, as verbas do orçamento municipal destinadas à reabilitação das habitações municipais.
No entanto, esta preocupação, que acredito sincera, não tem tido correspondência na implementação das políticas de habitação por parte da Coligação PSD/PP, sucedendo-se as asneiradas (o termo é duro mas, infelizmente, é o mais adequado…) protagonizadas pelos Vereadores com responsabilidades na matéria e por uma série de “boys” que têm vindo a ser colocados nos lugares chave da Empresa Municipal de Habitação e Manutenção (seria um trabalho jornalístico interessante determinar as mudanças, sucessivas, que foram feitas na Empresa e as ligações partidárias de muitos dos que entraram, substituindo quadros municipais).
Rui Rio não pode dizer, sobre este assunto, que está distraído. Vezes sem conta tenho chamado a atenção para estes problemas. Por isso, a inércia da sua actuação passa a ser de cumplicidade de quem, sendo Presidente da Câmara, prefere a solidariedade partidária à actuação para a resolução efectiva dos problemas dos Cidadãos do Porto.
Poderá o leitor pensar que, estando eu na oposição, estarei a carregar nas tintas para “atacar” a coligação PSD/PP. Mas, para mal de muitas famílias, não é isso que se passa. Apenas três exemplos destas asneiradas:
BAIRRO MONTE DE S. JOÃO
Pela primeira vez na nossa Cidade (e, pelo que sei, no País), este Bairro foi inaugurado em 12 de Julho do corrente, sem que nenhuma das suas casas estivesse habitada. Ou seja, deu-se relevo ao betão, esquecendo-se as pessoas! Mas, ainda mais grave, hoje, passados mais de quatro meses desde essa inauguração, ainda há casas que estão devolutas! Isto numa Cidade em que, diariamente, chegam à Câmara relatos lancinantes de famílias que vivem em casas sem o mínimo de condições de habitabilidade!
BAIRRO DO LEAL
Bairro operário centenário, quase na sua totalidade camarário, situado no coração da Cidade, à Rua do Bonjardim, onde viviam, ainda há pouco tempo, cerca de 60 famílias, grande parte das quais constituídas por idosos. A Câmara anterior tinha encomendado a jovens e prestigiados arquitectos um plano de reabilitação do Bairro do Leal que consistia na construção de habitações dignas, mantendo a vivência comunitária original, condição essencial para a salvaguarda das relações sociais existentes. Como não era possível realojar todas as famílias que lá viviam (dado o crescimento da dimensão das habitações), algumas seriam realojadas no Bairro da Fontinha ou nas Musas (situados a poucas dezenas de metros, eliminando, assim, os custos de desenraizamento social).
A coligação PSD/PP, sem qualquer plano consistente prévio, começou a desalojar os moradores do Bairro do Leal. Encontrei alguns no Bairro Monte de S. João, outros foram para outros Bairros. Como muitas famílias são monoparentais, constituídas por um idoso, a proposta apresentada é no sentido de irem viver para o Bairro do Cerco, onde existirão T1’s. Garantias de regresso? Não há! O que é que se vai fazer ao Bairro do Leal? Se alguém sabe, o segredo está bem guardado!
Resultado: uma pequena comunidade destruída e mais um prego na desertificação do centro da Cidade. Os moradores que restam (e não esquecendo que também há diversas habitações privadas no Bairro) vivem em sobressalto permanente, com medo dos assaltos e do chamariz que constituem as habitações abandonadas (apesar de entaipadas). Outros, particularmente os idosos, vivem amargurados, sob o terror de serem forçados a viver em Bairros longínquos, sem qualquer semelhança com aquele onde sempre viveram!
Que preocupação social é esta que faz com que a Câmara desaloje um idoso, com mais de 70 anos, que vive sozinho e dependendo, muitas vezes, da solidariedade dos vizinhos, e o realoje num Bairro situado a vários quilómetros de distância, onde não conhece ninguém?
BAIRRO CENTRAL DE FRANCOS
Foi decidido vender este Bairro aos seus inquilinos durante o ano de 2000. A operação foi um sucesso, tendo-se vendido a grande maioria das casas (o que, na sequência de propostas que eu próprio apresentei na altura, implicou trabalho social sério, com envolvimento da População e, em particular, da sua Associação de Moradores). Quando foi decidida esta venda, estavam 15 casas devolutas, razão pela qual não foram vendidas. Essas casas sofreram obras de reabilitação e estão fechadas há 3 anos!!!. Várias vezes alertei para a necessidade da venda destas habitações a inquilinos municipais que vivessem noutros Bairros, permitindo, deste modo, torná-los independentes da Câmara e libertando casas noutros Bairros que poderiam ser ocupados por famílias carenciadas (para além das receitas que se arrecadariam e que possibilitariam a recuperação de outras casas). Durante estes três anos, a coligação PSD/PP fez ouvidos de mercador a estas minhas propostas. Agora decidiu actuar. Da pior maneira: as casas estão a ser arrendadas! Ou seja, a Câmara, que vai continuar a manter uma posição significativa num Bairro que está quase todo vendido, situação que vai dificultar aos novos proprietários a assunção das responsabilidades inerentes a serem senhorios (estou mesmo a ver que, quando uma telha se partir, os moradores, proprietários ou inquilinos municipais, irão bater à porta da Câmara para proceder à sua substituição e à reparação dos estragos entretanto causados pelas infiltrações…).
Estes são apenas alguns exemplos de erros crassos da política de habitação da coligação PSD/PP (como lhes chamei em reunião da Câmara perante os seus autores). Perante isto, Rui Rio, mantém um silêncio cúmplice, preferindo dizer que os meus alertas se destinam a “folclore mediático” ou constituem “diatribes políticas”.
Compreendo que, com os erros que cometeu na constituição da sua lista às eleições (e não, como procura fazer crer, por culpa da lei das autarquias), Rui Rio se sinta impotente para substituir mais Vereadores, tendo, por isso, de suportar os que tem.
Mas estou convencido que, quando vier a campanha eleitoral e, finalmente, sair do seu gabinete para ir contactar com as pessoas, irá descobrir as consequências das asneiradas que permitiu e pelas quais será, justamente, responsabilizado.
Entretanto, e isso é o que mais me custa, muitos moradores passaram a viver pior, quando, com bom senso e pequeno investimento, teria sido possível contribuir para a resolução de muitos dos seus problemas!...
*Engenheiro e Vereador da CDU – Coligação Democrática Unitária na Câmara Municipal do Porto
APONTAMENTOS DE UM VEREADOR
Asneiradas
Rui Rio, que era um profundo desconhecedor da Cidade, diz, com humildade que foi na campanha eleitoral para as Autárquicas de 2001 que descobriu as terríveis condições habitacionais em que viviam muitas famílias portuenses. Disse-lhe, na altura, que andava distraído, pois os Vereadores da CDU (a Drª Ilda Figueiredo e eu próprio) andavam há anos na “rua” a denunciar essa situação e a lutar para que a mesma fosse resolvida.
Depois de eleito, Rui Rio declarou que a sua principal prioridade seria a habitação, tendo, em coerência, reforçado significativamente, as verbas do orçamento municipal destinadas à reabilitação das habitações municipais.
No entanto, esta preocupação, que acredito sincera, não tem tido correspondência na implementação das políticas de habitação por parte da Coligação PSD/PP, sucedendo-se as asneiradas (o termo é duro mas, infelizmente, é o mais adequado…) protagonizadas pelos Vereadores com responsabilidades na matéria e por uma série de “boys” que têm vindo a ser colocados nos lugares chave da Empresa Municipal de Habitação e Manutenção (seria um trabalho jornalístico interessante determinar as mudanças, sucessivas, que foram feitas na Empresa e as ligações partidárias de muitos dos que entraram, substituindo quadros municipais).
Rui Rio não pode dizer, sobre este assunto, que está distraído. Vezes sem conta tenho chamado a atenção para estes problemas. Por isso, a inércia da sua actuação passa a ser de cumplicidade de quem, sendo Presidente da Câmara, prefere a solidariedade partidária à actuação para a resolução efectiva dos problemas dos Cidadãos do Porto.
Poderá o leitor pensar que, estando eu na oposição, estarei a carregar nas tintas para “atacar” a coligação PSD/PP. Mas, para mal de muitas famílias, não é isso que se passa. Apenas três exemplos destas asneiradas:
BAIRRO MONTE DE S. JOÃO
Pela primeira vez na nossa Cidade (e, pelo que sei, no País), este Bairro foi inaugurado em 12 de Julho do corrente, sem que nenhuma das suas casas estivesse habitada. Ou seja, deu-se relevo ao betão, esquecendo-se as pessoas! Mas, ainda mais grave, hoje, passados mais de quatro meses desde essa inauguração, ainda há casas que estão devolutas! Isto numa Cidade em que, diariamente, chegam à Câmara relatos lancinantes de famílias que vivem em casas sem o mínimo de condições de habitabilidade!
BAIRRO DO LEAL
Bairro operário centenário, quase na sua totalidade camarário, situado no coração da Cidade, à Rua do Bonjardim, onde viviam, ainda há pouco tempo, cerca de 60 famílias, grande parte das quais constituídas por idosos. A Câmara anterior tinha encomendado a jovens e prestigiados arquitectos um plano de reabilitação do Bairro do Leal que consistia na construção de habitações dignas, mantendo a vivência comunitária original, condição essencial para a salvaguarda das relações sociais existentes. Como não era possível realojar todas as famílias que lá viviam (dado o crescimento da dimensão das habitações), algumas seriam realojadas no Bairro da Fontinha ou nas Musas (situados a poucas dezenas de metros, eliminando, assim, os custos de desenraizamento social).
A coligação PSD/PP, sem qualquer plano consistente prévio, começou a desalojar os moradores do Bairro do Leal. Encontrei alguns no Bairro Monte de S. João, outros foram para outros Bairros. Como muitas famílias são monoparentais, constituídas por um idoso, a proposta apresentada é no sentido de irem viver para o Bairro do Cerco, onde existirão T1’s. Garantias de regresso? Não há! O que é que se vai fazer ao Bairro do Leal? Se alguém sabe, o segredo está bem guardado!
Resultado: uma pequena comunidade destruída e mais um prego na desertificação do centro da Cidade. Os moradores que restam (e não esquecendo que também há diversas habitações privadas no Bairro) vivem em sobressalto permanente, com medo dos assaltos e do chamariz que constituem as habitações abandonadas (apesar de entaipadas). Outros, particularmente os idosos, vivem amargurados, sob o terror de serem forçados a viver em Bairros longínquos, sem qualquer semelhança com aquele onde sempre viveram!
Que preocupação social é esta que faz com que a Câmara desaloje um idoso, com mais de 70 anos, que vive sozinho e dependendo, muitas vezes, da solidariedade dos vizinhos, e o realoje num Bairro situado a vários quilómetros de distância, onde não conhece ninguém?
BAIRRO CENTRAL DE FRANCOS
Foi decidido vender este Bairro aos seus inquilinos durante o ano de 2000. A operação foi um sucesso, tendo-se vendido a grande maioria das casas (o que, na sequência de propostas que eu próprio apresentei na altura, implicou trabalho social sério, com envolvimento da População e, em particular, da sua Associação de Moradores). Quando foi decidida esta venda, estavam 15 casas devolutas, razão pela qual não foram vendidas. Essas casas sofreram obras de reabilitação e estão fechadas há 3 anos!!!. Várias vezes alertei para a necessidade da venda destas habitações a inquilinos municipais que vivessem noutros Bairros, permitindo, deste modo, torná-los independentes da Câmara e libertando casas noutros Bairros que poderiam ser ocupados por famílias carenciadas (para além das receitas que se arrecadariam e que possibilitariam a recuperação de outras casas). Durante estes três anos, a coligação PSD/PP fez ouvidos de mercador a estas minhas propostas. Agora decidiu actuar. Da pior maneira: as casas estão a ser arrendadas! Ou seja, a Câmara, que vai continuar a manter uma posição significativa num Bairro que está quase todo vendido, situação que vai dificultar aos novos proprietários a assunção das responsabilidades inerentes a serem senhorios (estou mesmo a ver que, quando uma telha se partir, os moradores, proprietários ou inquilinos municipais, irão bater à porta da Câmara para proceder à sua substituição e à reparação dos estragos entretanto causados pelas infiltrações…).
Estes são apenas alguns exemplos de erros crassos da política de habitação da coligação PSD/PP (como lhes chamei em reunião da Câmara perante os seus autores). Perante isto, Rui Rio, mantém um silêncio cúmplice, preferindo dizer que os meus alertas se destinam a “folclore mediático” ou constituem “diatribes políticas”.
Compreendo que, com os erros que cometeu na constituição da sua lista às eleições (e não, como procura fazer crer, por culpa da lei das autarquias), Rui Rio se sinta impotente para substituir mais Vereadores, tendo, por isso, de suportar os que tem.
Mas estou convencido que, quando vier a campanha eleitoral e, finalmente, sair do seu gabinete para ir contactar com as pessoas, irá descobrir as consequências das asneiradas que permitiu e pelas quais será, justamente, responsabilizado.
Entretanto, e isso é o que mais me custa, muitos moradores passaram a viver pior, quando, com bom senso e pequeno investimento, teria sido possível contribuir para a resolução de muitos dos seus problemas!...
*Engenheiro e Vereador da CDU – Coligação Democrática Unitária na Câmara Municipal do Porto
Julgo que a decisão de Sampaio em relação a Canas foi a mais correcta.
No entanto, há por aí tanto concelho sem qualquer viabilidade que ´dá que pensar!
o Sr. Luis Lavoura que até diz que vai votar no PSD está muito preocupado com o povo de Canas,
Todo este imbroglio voltou agora à ribalta acicatado pelo cacique mor do PSD da zona se se quiser dar ao trabalho de se informar consulte pessoas da zona mesmo aquelas ligadas ao PSD.
É lógico que existem algumas razões de descontentamento em relação á Camara de Nelas, mas é uma ilusão pensar que com o Concelho em Canas tudo se vai modificar, o mal é que não há dinheiro e com ou sem concelho vai continuar a não haver, e aquilo são terras tão pequeninas que por este andar qualquer povoação com 6 cortelhos já quer ser cidade.
Tem de haver alguma sensatez e neste caso eu apoio a atitude do Presidente Jorge Sampaio.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 14, 2004 09:03 PMDe Canas de Senhorim ao Acordo pré-ou-pós-ou-lá-o-que-é-aquilo-eleitoral!
Todo o Horror na Galeria
http://galeriadoshorrores.blogspot.com
GDH
Afixado por: Galeria dos Horrores em dezembro 14, 2004 09:25 PMDesculpe lá oh Rui Sá se é o Sr. realmente, se o que escreve tem algum sentido porquê servir de muleta para manter o PP e o PSD á frente da Camara do Porto. Homem tire as consequências daquilo que aqui escreve DEMITA-SE do Cargo de Vereador e faça cair essa gente.
Afixado por: a.pacheco em dezembro 14, 2004 09:47 PMSe esse Rui Sá é o verdadeiro, só pergunto o seguinte: será que é de acreditar numa só palavra
dum comunista PCP???
O POVO MERECE A VERDADE!
Já que o TURCO é um dado adquirido, e a fotografia já foi publicada no Órgão de Informação mais Respeitado do País, a R.I.A.P.A., exigimos saber outras coisas:
1º - Sócrates costuma levar o seu Turco a passear no seu Mercedes SL 320?
E para onde vão? Para o Parque Eduardo VII? Para Belém?
2º - O amigo dos pobres e dos desfavorecidos, costuma levar o seu TURCO para o Apartamento de Luxo no Edifício Heron Castilho, na R. Braamcamp, de que é proprietário?
Ou o Turco está sempre lá à espera, sendo então o elemento passivo do casal?
Manifestações com mais polícias que manifestantes.
Será que isto não diz nada ao bloco e ao PC ?
Afixado por: Portugal_Liberal em dezembro 14, 2004 11:39 PMNão consigo entender a opção do André em suprimir os comentários aos seus posts. Acho que os trauliteiros mal-educados que aqui aparecem, apesar de espalhafatosos, ainda estão em minoria, por isso acho que essa medida só valoriza esse tipo de gente que vem só para o insulto puro e duro. A bem do debate mais ou saudável -não peçam o mundo se faz favor- peço que a opção seja reavaliada.
Afixado por: MCG em dezembro 14, 2004 11:50 PM
Se o Daniel decidir também suprimir os comentários dos seus posts, vai certamente ter que reduzi-los para um quarto, ou menos.
É que os outros três quartos, se não tiverem comentários não se percebem, ou perdem o valor.
Eu acho que a melhor solução é mesmo apagar os comentários dos “emerdadores”, por muito trabalho que isso dê.
Eu compreendo o André e aplaudo.
Afixado por: João Pedro da Costa em dezembro 15, 2004 01:42 AMOnde há Turco, há Fogo !
Afixado por: Tuubarão em dezembro 15, 2004 09:01 AMA 1ª Baixa por causa do Turco !
Afixado por: Muucho em dezembro 15, 2004 09:02 AMÉ óbvio que há barnabés (André e Pedro) que estão a mais. Não se dão bem com o estilo do blogue. Um apaga sistematicamente os comentários que o criticam, deixando apenas os que o louvaminham. Outro decide pura e simplesmente eliminar as caixas de comentários dos seus posts...
Mas o Barnabé é uma "casa da Joana" onde cada um faz o que quer ? Não há regras e princípios comuns ? Sobretudo a existência de caixas de comentários, a verdadeira marca característica do Barnabé, parece-me indissociável do sucesso deste blogue ! Não perceber isso é não perceber nada !
É ISSO QUE O BARNABÉ TEM DIFERENTE DOS OUTROS ! FOI E É A CHAVE DO SEU SUCESSO ! Blogues com boas postas há dezenas ! Muitos até melhores que o Barnabé nesse domínio. Mas nenhum, como o Barnabé, soube criar esse ambiente interactivo e fecundo de discussão livre e permanente que atrai comentadores de todas as áreas políticas.
Eliminar caixas de comentários ou censurá-las selectivamente é atentar contra o segredo do sucesso do Barnabé, é matar a galinha dos ovos de ouro ! Parem enquanto é tempo !
E se o André e o Pedro persistirem autisticamente em não compreender isso, que façam o seu próprio blogue (que ninguém visitará, é claro...) !
Afixado por: SALADINO em dezembro 15, 2004 10:09 AM1. O André parece não perceber não servem para enviar mensagens aos autores dos posts. Elas servem sobretudo para promover a interacção, ou comunicação, entre os comentadores. Aos autores dos posts, como anfitriões que são,cabe dinamizar esse convívio(se para tal houver disponibilidade).
2. Num blogue como o Barnabé acaba por ser contraproducente retirar espaço aos comentários, ainda que se pretenda com isso lançar apenas um aviso à navegação.É o típico caso «pior a emenda que o soneto».A não ser que o blogue altere a sua própria filosofia editorial.
3. Mas também é preciso entender o André e o Pedro ó Saladino. São os barnabés com um perfil mais intimista, e logo menos adaptados ao stress reactivo e combativo das caixas de comentários. Um rítmo acelerado imposto e alimentado principalmente pelo Daniel, e que só o Rui vai tentando acompanhar.
Afixado por: wuz em dezembro 15, 2004 10:43 AM1. O André parece não perceber que as caixas de comentários não servem para enviar mensagens aos autores dos posts. Elas servem sobretudo para promover a interacção, ou debate, entre os comentadores. Aos autores dos posts, como anfitriões que são,cabe dinamizar esse convívio(se para tal houver disponibilidade).
2. Num blogue como o Barnabé acaba por ser contraproducente retirar espaço aos comentários, ainda que se pretenda com isso lançar apenas um aviso à navegação.É o típico caso «pior a emenda que o soneto».A não ser que o blogue altere a sua própria filosofia editorial.
3. Mas também é preciso entender o André e o Pedro ó Saladino. São os barnabés com um perfil mais intimista, e logo menos adaptados ao stress reactivo e combativo das caixas de comentários. Um rítmo acelerado imposto e alimentado principalmente pelo Daniel, e que só o Rui vai tentando acompanhar.
Afixado por: wuz em dezembro 15, 2004 10:45 AMO POVO MERECE A VERDADE!
Já que o TURCO é um dado adquirido, e a fotografia já foi publicada no Órgão de Informação mais Respeitado do País, a R.I.A.P.A., exigimos saber outras coisas:
1º - Sócrates costuma levar o seu Turco a passear no seu Mercedes SL 320?
E para onde vão? Para o Parque Eduardo VII? Para Belém?
2º - O amigo dos pobres e dos desfavorecidos, costuma levar o seu TURCO para o Apartamento de Luxo no Edifício Heron Castilho, na R. Braamcamp, de que é proprietário?
Ou o Turco está sempre lá à espera, sendo então o elemento passivo do casal?
Afinal Salazar tem apoiantes na Esquerda. A CENSURA é o melhor método para controlar a Informações. Caiu a máscara do Barnabé ! Era só retórica.
Afixado por: Capitão de Abril em dezembro 15, 2004 11:19 AM