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<title>barnabé</title>
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<description>&quot;Forged from the love of liberty&quot;, hino nacional de Trinidad e Tobago.[Os comentários ficam abertos, sem necessitar de registo.]...</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
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<title>SHAZAM</title>
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<description>Corações ao alto!...</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
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<title>Sonatina burocrática</title>
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<description>Aqui há uns tempos, um blogue conservador, imaginativamente chamado &quot;On Being Conservative&quot;, dedicou ao Barnabé um poema de Álvaro de Campos Não estou pensando em nada E essa coisa central, que é coisa nenhuma, É-me agradável como o ar da noite, Fresco em contraste com o verão quente do dia, Não estou pensando em nada, e que bom! [etc.] A coisa ficou uns tempos no technorati; depois esvaiu-se. A mim deu-me que pensar. E a conclusão a que cheguei, depois de umas equações que a guilhotina da meia-noite e o fim do Barnabé mesmo aqui em cima da nuca não permitem que refaça para melhor satisfação da clientela, e rabiscando num caderno de notas que agora procurei e não consegui achar – a conclusão a que cheguei, dizia eu, é de que a direita precisa de amor. De amor. O sisudo José Manuel Fernandes; a severa Fátima Bonifácio, sempre saudosa de uma época sem pieguice; esse conquistador do oeste que é Paulo Portas mais os seus cowboys dos sobreiros; Pacheco Pereira, que não admite a ninguém que seja mais modesto do que ele; lord João Carlos Espada; Helena Matos e a newsletter do saudoso Banco Português do Atlântico; o axiomático João Miranda; esse grande pensador da contra-reforma que é João César das Neves; Filomena Mónica na busca incessante da empregada perfeita; os desleais orgânicos Pedro Lomba e Pedro Mexia; Cavaco Silva, também chamado de o rei do bolo; e João Pereira Coutinho que já está um homenzinho – todos eles precisam de carinho, de uma ternura cósmica, transbordante, ou de uns desvelos pequeninos – miminhos, afinal – de atenção, de qualquer coisa que os acalme, que lhes dê confiança, que os deixe regressar ao colo da mãe, esse mundo certinho, seguro, cheio de cavalheirismo, rapazes com a tabuada na ponta...</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T23:42:29+00:00</dc:date>
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<title>Era uma vez um arrastão</title>
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<description>Estive até ao ultimo momento a pensar escrever um post de despedida. Mas não. Parece-me que o melhor tributo que se pode fazer ao Barnabé é, neste seu ultimo dia, continuar como se nada fosse, procurando sempre aquilo que o fez “diferente dos outros”. Um blogue que nunca se importou de ir contra a corrente do politicamente correcto, um blogue que nunca fugiu de uma polémica por medo da polémica. Assim, e parafraseando o João Mac Donald, também eu estou grato à Diana Andringa pelo seu vídeo ”Era uma vez um arrastão&quot;. Porque, como diz a sinopse do documentário, ”Era uma vez um arrastão&quot; passa em revista um crime que nunca existiu, a atitude dos media perante uma história explosiva e as consequências políticas e sociais de uma notícia falsa”....</description>
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<dc:creator>pedro sales</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T23:18:04+00:00</dc:date>
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<title>Último post</title>
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<description> A man walks into a bar with a slab of asphalt under his arm and says: &quot;A beer please, and one for the road&quot;. Obrigado pela atenção. Abraços e até já....</description>
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<dc:creator>joaomacdonald</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T22:41:43+00:00</dc:date>
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<title><![CDATA[<em>A essência da matemática é a liberdade</em>]]></title>
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<description> A urgência, muitas vezes falsa, da imprensa tende para resumir em duas páginas e pouco mais a vida dos grandes homens. Foi assim com Emídio Guerreiro, desaparecido neste mês de Junho de 2005. Por certo nem as páginas todas de um jornal servem para evocar a vida de um homem, muitíssimo menos a de Emídio Guerreiro. O futuro e os conscienciosos de que nada se faz bem com pressa tratarão de organizar dignamente a memória deste lutador pela Liberdade. Entretanto, na tentativa de contrariar um pouco essa urgência mediática, e principalmente porque sei que alguns desses conscienciosos estão sempre activos, aproveito para deixar no Barnabé um pedaço de memória e de ciência referente ao também matemático que Emídio Guerreiro foi. O que se pode ler mais abaixo é o prefácio que o matemático Paulo Almeida, professor do Instituto Superior Técnico, escreveu para Dois apontamentos matemáticos – dois textos de Emídio Guerreiro publicados pela Sociedade Portuguesa de Matemática (mas ainda sem edição comercial). Esta transcrição é apenas mais uma forma de homenagear Guerreiro, na certeza de que será útil aos apaixonados pela Matemática portuguesa. (Este texto, como todos os outros, manter-se-á no arquivo do Barnabé.)...</description>
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<dc:creator>joaomacdonald</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T22:25:24+00:00</dc:date>
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<title>A posta restante</title>
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<description> Quando um tipo chega à marisqueira do bairro onde vive e o empregado com um ar meio trocista meio cúmplice lhe pergunta: o prego é com imperial, sr. Barnabé? - percebe que esta coisa de ter um blog com uns amigos excedeu todas as suas expectativas. A cena passou-se, e repetiu-se várias vezes, depois de eu e o Daniel termos ido ao Cabaret da Coxa promover o livro e é para mim o melhor emblema do sucesso deste blog. O Barnabé conseguiu ser provocador, falar de coisas complicadas numa linguagem simples e agitar algumas cabecinhas acomodadas, ao mesmo tempo que lhes oferecia um espaço para poderem espumar à vontade. Este é, aliás, um dos benefícios do aparecimento da blogosfera que o Barnabé tão bem capitalizou: renovar a linguagem no espaço público, fornecer-lhe uma ousadia no discurso que a maioria da imprensa, demasiado cristalizada geracionalmente, não evidencia. Tudo isto foi divertido e deu muito trabalho, sobretudo ao Daniel e ao Rui Tavares que com voluntarismo e inteligência foram quem mais contribuiu cá para a chafarica. A eles, ao André, ao Pedro e aos que a nós se juntaram depois, quero agradecer o facto de me terem deixado fazer parte do clube. Uma palavra sobre a crise dos últimos tempos. Não usemos de paninhos quentes: o Barnabé acaba minado pelo sectarismo, mas não é essa a prova última e definitiva de que este é um blog verdadeiramente de esquerda e genuinamente português? Estou certo de que pioneiros como o Rui e o Daniel não andarão muito tempo afastados da bloga e o mesmo pode valer para os outros. Quanto a mim, pode ser que haja novidades em Setembro, depois de umas férias retemperantes. Até lá, queria agradecer àqueles que tiveram paciência para nos aturar e desejar a todos, como faria o...</description>
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<dc:creator>celsomartins</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T22:00:58+00:00</dc:date>
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<title>Mais quatro quadras ao mesmo assunto</title>
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<description>Quem levas tu, ó blogueiro? nesse caixão tão furado é aí que vai deitado o barnabé tão ligeiro? meu amigo tão atento não é nada do que you think barnabé já virou link tal qual pôs no testamento meu amigo mais que tudo tira daí o bedelho neste caixão tão vermelho quem vai dentro é o entrudo inda antes que alguém saia bebamos a derradeira que esta cena tá porreira pra dar parabéns à praia...</description>
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<dc:creator>andrebelo</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T09:45:15+00:00</dc:date>
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<title>Contra-décima ao enterro do Barnabé no dia 3 de Julho</title>
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<description>Se fora eu a enterrá-lo Esse, entre os blogues diferente Acabara-o de repente Sem dar azo a mais badalo Desta morte só não calo Contra maldizentes tantos Que não causar deve espantos, Nem é sucesso admirado Quem não morre endiabrado Fica a postar pelos cantos...</description>
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<dc:creator>andrebelo</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T09:34:51+00:00</dc:date>
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<title>Ao enterro do Barnabé no dia 3 de Julho</title>
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<description>Aqui vai com muito abalo Um blogue dos mais diferente (Pois o lia tanta gente) Vem a morte terminá-lo Eu de pasmo já não falo Entre os fúnebres espantos Mas digo o que dizem tantos, Fica o mundo admirado, Que um blogue já finado Queiram tantos enterrá-lo [Saiu em contraposição desta décima outra pelos mesmos consoantes — aliás mais correcta — que se publicará no post que vem]...</description>
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<dc:creator>andrebelo</dc:creator>
<dc:date>2005-07-03T09:33:05+00:00</dc:date>
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<title>Arrumar os móveis, depressa! depressa!</title>
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<description>O Pedro Vieira do magnífico Vida Agridoce e o João Pedro da Costa d&apos;As Ruinas Circulares (que gosta de bandas de que eu também gosto – e gostaria de assinalar isto publicamente) reenviaram-me aqui há tempos aquele inquérito agora passado de moda sobre livros (foi aqui e aqui). Não me esqueci deles; mas não tive ocasião de responder. Agora, antes que as portas giratórias (da vida!) fechem e eu fique com o casaco preso, cá vai disto:...</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
<dc:date>2005-07-02T14:06:34+00:00</dc:date>
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<title>Um dia a gente chega lá</title>
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<description>&quot;...estava pensando que para Portugal ter uma situação de desemprego parecida com o Brasil vai precisar de pelo menos dez anos de investimento na irresponsabilidade.&quot; Tom Zé, em reportagem de João Bonifácio, ao suplemento Y do Público....</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
<dc:date>2005-07-02T04:29:39+00:00</dc:date>
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<title>Criaturas que odeiam a liberdade e o Ocidente</title>
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<description>BBC NEWS: Florida atingida por terceiro ataque de tubarões....</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
<dc:date>2005-07-02T03:44:37+00:00</dc:date>
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<title>Onde começa a escravatura</title>
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<description>O físico Freeman Dyson publica no último número da New York Review of Books um bom artigo sobre o matemático Norbert Wiener, &quot;ex-criança prodígio&quot; (estudante universitário aos onze anos, licenciado aos quatorze, doutorado aos dezassete), &quot;pai da cibernética&quot; durante a maior parte da sua vida, e &quot;consciência moral da ciência&quot; na terceira idade, quando decidiu anunciar a sua recusa em colaborar com o governo dos EUA após o lançamento das bombas de Hiroxima e Nagasaki. Vale a pena ler todo o artigo, mas fica aqui uma frase para mastigar com calma. ...qualquer tipo trabalho que aceite as condições de uma competição com trabalho escravo aceita as próprias condições do trabalho escravo e é, na essência, trabalho escravo... [any labor that accepts the conditions of competition with slave labor accepts the conditions of slave labor, and is essentially slave labor] Concorrência com a China, trabalho infantil, falsos recibos verdes? Não. Wiener reflectia sobre a competição entre humanos e máquinas. Mas não está mal achado....</description>
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<dc:creator>ruitavares</dc:creator>
<dc:date>2005-07-02T03:37:06+00:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://barnabe.weblog.com.pt/arquivo/118076.html">
<title>A Beatriz apresenta-se ao mundo puxando dos seus galões</title>
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<description>A Beatriz é a miúda mais querida do sanquiéme árrondissemã. O sanquiéme é ali na rive gôche. Mais querida que a Beatriz só mesmo a mãe da Beatriz, que era o sorriso mais querido da Casa de Portugal (ganda nome, ganda claustrofobia) no final dos anos 90. Ela está muito bem, vê-se pelas fotos. O pai da Beatriz também é querido, mas isso não se pode dizer (que isto aqui ainda é um blogue de homens, moribundos mas homens). Ele está muito bem, vê-se pela voz. A Beatriz tinha esta madrugada 3 quilos 170 gramas (hoje terá um bocadinho menos, como é normal) e foi, aí pelas 4h25, a mais jovem moça do mundo. Foi ali à Salpétrriérre. Que já fica no trréziéme arrondissemã. (um dia acho que vou fundar um blogue chamado gárdelest) E amanhã ou depois vou lá vê-la, porque ela já é da família. Viva a Beatriz....</description>
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<dc:creator>andrebelo</dc:creator>
<dc:date>2005-07-01T17:06:41+00:00</dc:date>
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