Ai, Guiné
É o triste fado dos africanos. Quase sempre levarem mais porrada, serem assassinados em maior número e terem a mesma fome do que quando eram colonizados.
Então era bom serem colonizados? NÃO! O que é lamentável é verificar que uma muito grande parte dos "dirigentes" africanos actuais ou estão ao pior nível do tribalismo assassino ou então é gente "muito educada" que estudou em Lisboa, Paris ou Londres, conforme a potência colonizadora e regressou ao seu país, com o único objectivo de se governar, enriquecer depressa e ester-se cagando para os cidadãos.
E a malta vai fazendo de conta que não vê, que não lhes conhece as súbitas fortunas, os desmandos... Um nojo!!!
Publicado por cantigueiro em maio 25, 2005 03:33 PM
UM DIA DESTES AINDA AÍ VEM O KUNBA PERGUNTAR QUANDO É QUE LHES PEDIMOS DESCULPA...
Publicado por pinto ribeiro em maio 25, 2005 05:02 PM
Já estive há anos na Guiné a fazer turismo (grandes potencialidades, sobretudo na região de Varela e nas Bijagós...) e posso testemunhar que para muitos, talvez a maioria, o regresso dos tugas é que seria o ideal... Não o do colonialismo salazarento...mas um "colonialismo" esclarecido com larga autonomia. O mesmo se diga de Cabo verde e S. Tomé, onde isso ainda seria mais fácil. Quando , lá pelo interior, viam um "branco", sorriam-se muito e perguntavam: "Porque vocês foram embora ?".
E fico a pensar na descolonização francesa que essa sim foi exemplar (Argélia à parte). Paraísos como Martinica, Guadalupe, Guiana, Reunião, Taiti, Nova Caledónia, etc. são franceses e orgulhosos de o ser. Têm subsídios UE, prosperidade, democracia e não precisam de visto para passearem pelo mundo...
Os independentistas marxistas e os descolonizadores do PREC roubaram esse privilégio a alguns territórios. Deviamos oferecer a Cabo verde e a S. Tomé o estatuto de região autónoma, essa é que é essa...
Publicado por euroliberal em maio 25, 2005 06:03 PM
Deixa-a estar. A Guiné já tem namorado.
Publicado por catarina em maio 26, 2005 01:22 PM
Para comentar no Barnabé, registe-se aqui acima no sistema typekey. O registo é rápido, simples, confidencial e permite comentar, com o seu nome ou um pseudónimo à escolha, nos milhares de blogues que usam o mesmo sistema.
O Barnabé não é responsável pelas opiniões emitidas nestes comentários.