[Publicidade da responsabilidade e de apoio à weblog.com.pt. Mais informações aqui.]

Contra a criminalidade


Esse deficiente afirma no seu blogue ter espancado e esfaqueado dezenas de pessoas, aproveitando para incitar outros a fazer o mesmo. Sou eu que estou baralhada ou o incitamento à violência é condenado por lei? Ou a polícia não tem Internet na esquadra?

Publicado por lucrecia em junho 20, 2005 02:43 AM


Lucrécia,

pode dar-me o endereço do blogue do rapaz?

Publicado por danieloliveira em junho 20, 2005 02:48 AM


Skins para África já!

Publicado por Budapeste em junho 20, 2005 02:56 AM


Toma lá Daniel:
http://santarem-nacional.blogspot.com/

Publicado por João Dias em junho 20, 2005 03:12 AM


O problema será esse, é apenas um rapaz num corpo de homem, ainda não atingiu a maturação intelectual.

Publicado por João Dias em junho 20, 2005 03:14 AM


No meu blog estao fotos da manifestação.

Eram para aí duzentas pessoas. Com boa vontade 300....

Publicado por O Sousa da Ponte em junho 20, 2005 03:23 AM


Nota inicial: Penso que o problema dos "skins" é serem carecas do "lado de dentro da cabeça".
Ainda assim, julgo que um cadastrado tem o mesmo direito que outro qualquer cidadão de eleger e ser eleito. Vamos fazer uma lei em que todos os cidadãos que já estiveram presos não possam votar e ser votados? Essa medida afectaria muito mais a esquerda que a direita (julgo eu).
Quanto aos crimes devem ser punidos e os culpados condenados, independentemente das ideologias ou das motivações políticas. Não percebo aqueles que são tão intolerantes com uns nacionalismos (o da extrema direita) e tão tolerantes com outros (o da ETA por exemplo).

Publicado por afonso salgueiro em junho 20, 2005 07:16 AM


as pulsões totalitárias e censoras da nossa esquerda no seu melhor...deixem os eleitores decidirem o que querem ou não punir. proibir?...que raio de democracia é a vossa?...num estado democrático até as maiores aberrações têm o direito a ter voz e representação. quem são vocês, o sampaio ou um punhado de juízes para silenciarem meia dúzia de vozes?...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 09:43 AM


mais lamentável virem vocês agora com o passado de "cadastrado" de alguem para julgar ou condenar...abjecto. logo vocês. tenham vergonha. que triste argumento!!!!!!!....

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 09:45 AM


Acho que o blog do dito (que não recomendo) é este:

http://www.homemlobo.blogspot.com/

Este fim de semana as caixas de comentários do Diário Ateísta foram «assaltadas» por neo nazis, aparentemente muito indignados por nos termos atrevido a criticar o nazismo. Nomeadamente o Afonso Fraga da causa identitária, o mesmo que homenageou os assassinos de Alcindo Monteiro no último 10 de Junho, no largo do Camões.

Tb não recomendo a página

http://www.causaidentitaria.org/actividade02.html

Publicado por palmira em junho 20, 2005 09:51 AM


Serei a última pessoa a juntar-me a skin-heads, racistas e xenófobos numa manifestação, tal como a comunistas, maoistas, stalinistas e a adeptos dos totalitarismo de esquerda.

Mas serei sempre o primeiro a defender o seu direito a manifestarem-se (sejam fascistas vermelhos, negros, ou às pintinhas).

Publicado por Pedro Oliveira em junho 20, 2005 10:31 AM


O que é um facto é que, sendo a FN uma organização de extrema-direita, não está provado que seja fascista. Nem racista.

Por muito que certamente os seus membros o sejam, no programa político fala-se em estrangeiros e não em raças.

E quanto a fascismo, o programa político é essencialmente salazarista, e qualquer estudante de Direito aprende que em Portugal fascismo é coisa que não existiu. Existiu, sim, um regime autoritário conservador.

Publicado por Pedro Sá em junho 20, 2005 10:56 AM


a fn é uma organizaçõa fascista, racista, xenófoba e pro-nazi!! embora eles não digam directamente, pq lhes convém, é facilmente comprovado isso quando os seus lideres tem cruzes suasticas tatuadas no braço, quando afirmam q o holocausto não existiu, qd defendem ideiais de salazar, quando pretendem um pais fechado com as fronteiras fechadas, quando defendem a violencia e revolta popular, etc etc...
infelizmente eles não são são tão estupidos como nós queremos pensar, são bem organizados e dedicados à causa!! por isso é que não se deve ignorar ou menosprezar, uma vez que no futuro poderá ter consequencias inesperadas...

Publicado por ArTo em junho 20, 2005 11:24 AM


o nosso camarada daniel é como todos sabemos um grande democrata. Da mesma forma que apoia os terroristas palestinianos (condenam pessoas à morte invocando questões politicas) condena cidadãos só por terem cumprido penas de prisão.
Isto vindo de alguém que se diz tolerante, que faz (ou fez) parte de uma farsa politica chamada BE (UDP/PSR) que apoia outras farsas do tipo SOS Racismo e o Fórum prisões (ó ironia das ironias) é no mínimo de partir a carola a rir.

Publicado por fidel em junho 20, 2005 12:23 PM


Alguns comentários atingem o grau ZER0 da decência.

É logico que eu não espero inteligência nos comentários de ratazanas nazis, mas misturar ETA, Palestinianos com esta gente é no minimo paranóico.

Defender que uma determinada região deveria ser em país independente, mesmo que se possam condenar os métodos, utilizados para isso ,por algumas organizaçõs é uma coisa, skinheads não é isso que defendem ,nem em Portugal nem em nenhum país do mundo, mas sim o ódio ao outro, seja ele de outra etnia , religião ou minoria sexual.

Isto nada tem a ver com nacionalismo, que no mais profundo é o amor ao seu país , o desejo de o ver crescer e o desejo de viver em paz.

Haverá país em que os simbolos nacionais sejam mais amados até ao limite do bom senso, que os EUA e haverá pais do mundo mais mixigenado.

Mas há um comentário que tem de ser veementemente Condenado, aquele que tenta justificar que um CRIMINOSO CONDENADO POR UM CRIME RACISTA, possa ser um cidadão recuperável e como tal poder convocar arrastões racistas como o do Rossio.

Não meu caro senhor , não pode, esta ratazana de nome Manuel Machado, foi cumplice num crime racista, não esquecer que o assassino confesso anda a monte, tem pautado toda a sua vida por apelos á violência racista, no minimo o seu lugar seria num hospital tipo Julio de Matos para tratamento, ou estamos á espera que outro crime seja cometido pelo mesmo , para depois se tomarem medidas, quando se pedem medidas contra a criminalidade e se tem como porta bandeira um criminoso, revela o que é esta gente.

A Constituição Portuguesa é clara e aprovada da esquerda á direita, são proibidas todas as organizações de caracter nazi, xenofobas ou que façam apelo ao ódio racial.

O PNR que não nos esqueçamos é um partido de coberdes, que incapazes de conseguirem 5000 assinaturas para se legalizarem tomaram por dentro o PRD de Ramalho Eanes mudaram-lhe o nome e transformaram-no neste arremedo de Le Pen á portuguesa ,como se eu amanha resolvê-se tomar o PPM e trasformá-lo num PARTIDO POPULAR MAOISTA, o que era prova da minha grande seriedade politica.

Mas para mim o responsável mor do arrastão nazi do Rossio Tem um nome António Costa Ministro da Adinistração Interna.

Publicado por condor em junho 20, 2005 01:33 PM


O Daniel faz-me rir! A sério, sabe que o respeito, mas este postal dá-me cócegas...

Então e a malta do Bloco que vai para as manif's anti-globalização, os que queimam carros a partem lojas, que criam autênticas batalhas campais com a polícia?
Esses não são criminosos, pois não? Claro que não! Os criminosos são aqueles que estendem o braço enquanto cantam o hino. O Daniel por acaso já viu um juramento de bandeira? O Daniel já foi à tropa?

Não tenho que defender o Mário Machado, até porque nem o conheço. Mas é um facto que ele já pagou pelo que fez (e já o fez há 10 anos). Dizer que todos os cadastrados são criminosos é o mesmo que dizer que todos os imigrantes são criminosos.

E é isso que me faz rir. Aqui critica-se muito os outros, quando não há qualquer moral para falar. No outro dia, foi o Rui Tavares a falar do "orgulho branco". Então e o "orgulho gay"? Esse já é respeitável, pois é!
As contradições encontram-se em cada linha deste blogue.

Mas continuo a ler, pois é. Faz-me rir! E não estou a gozar, estou a ser sincero. Era espectador assíduo do "Eixo do Mal". Continue, Daniel, mas tenha atenção a esse relativismo da tolerância. ;)

Publicado por Viriato em junho 20, 2005 01:49 PM


Pedro Oliveira,diz que não se juntaria a skinheads,e afins,não se preocupe que os skins também não se preocupam por você não se juntar,"só faz falta quem está"!
Em relação ao texto,a única coisa que penso é que vocês têm todos inveja do Mário e da FN em geral.
O facto de ele ter sido preso,nem você sabe se justamente,não invalida que ele tenha os ideais que tenha e que os defenda,fazendo parte de um partido político!
Para quem disse que não seriam mais de 300pessoas,não esteve na mesma manifestação que eu!
Eram mais de 1000portugueses!

Publicado por portvgvesa em junho 20, 2005 02:19 PM


já agora porque não comentar a infeliz, demagógica e populista ida de sampaio à cova da moura?...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 02:47 PM


Isto está escrito no forum de discussão da responsabilidade da Frente Nacional. Tirem as vossas conclusões, os que acham que os rapazes tem boas intencões...

"E se alguns Merdias conotarem-me como Skin ,processo esses cabroes por difamacao pq a marcha é acima de tudo uma marcha de Portugueses.
_________________
Eu nao sou racista.
Pela simples razao que os pretos nao sao raça.
Sao Parasitas e como tal devem ser exterminados."

Publicado por Bart Simpson em junho 20, 2005 02:49 PM


Ratazanas um criminoso condenado por um crime racista e que continua a fazer diáriamente apelos ao ódio e á violencia racista , não está recuperado nem é um cidadão digno de qualquer consideração.

Se os ideais de alguem são apelar ao assassinio de outro cidadão só porque ele tem a cor da pele diferente isto é RACISMO, e não tem outro nome.

Mas reparem que não parece preocupar esta gentalha ,as mafias de leste branquinhos lourinhos e de olho azul que tem polulado no nosso país e no resto da Europa.
Atenção que não os confundo com as dezenas de milhares de Moldavos Ucranianos, Romenos, que diariamente labutam honradamente e contribuem para o progresso de Portugal.

Mas no fundo está uma coisa prosaica, o desconhecimento do paìs em que vivem e a sua história.

Portugal é um país mestiço, negar isso é negar a essência de Portugal.

Por detrás dos movimentos nazis e do arrastão do Rossio perfila-se a sombra da INCULTURA.

Publicado por condor em junho 20, 2005 03:08 PM


1. o racismo só é branco.
2. a cultura é de esquerda.
3. liberdade de expressão, sim, absolutamente, mas...
e blá blá blá.
já agora porque raio não vão aos facínoras que governam angola, a guiné ou moçambique que somos um país mestiço. tinha piada...aplicar por cá a receita que eles nos aplicaram lá...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 03:19 PM


1. o racismo só é branco.
2. a cultura é de esquerda.
3. liberdade de expressão, sim, absolutamente, mas...
e blá blá blá.
já agora porque raio não vão aos facínoras que governam angola, a guiné ou moçambique dizer que somos um país mestiço. tinha piada...aplicar por cá a receita que eles nos aplicaram lá...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 03:20 PM


Pinto Ribeiro:
Eu percebo que vejas a democracia com tal paixão (paixão que eu partilho) que a defendas incondicionalmente, apesar de tudo devo dizer que acho que estes têm o direito de se manifestar, mas os direitos deles deviam ficar por aí, o direito de se manifestarem.
Espero que em nome da democracia não passe pela cabeça de alguém deixar alguma vez um regime destes voltar ao poder, até porque isso era um atentado contra a própria democracia.
Em nome da democracia não me importo que os Skins se manifestem pacificamente, mas é preciso dizer que as ideologias por detrás de tais manifestações são xenófobas, anti-democráticas (democracia não está garantida SÓ porque se é eleito) e claramente em desrespeito pelos direitos humanos.

Publicado por João Dias em junho 20, 2005 04:38 PM


A ignorância destes senhores é tanta que nem vale apena comentar!

Publicado por ASMS em junho 20, 2005 04:43 PM


Daniel,nao precisam de uma rapida busca na internet.Basta reunirem como elementos de prova as declaraçoes produzidas por esta gentalha nazi-fascista ao longo da tarde de sabado em sucessivos directos nas tvs e nas reportagens á hora do jantar.Sao declaraçoes claramente violadoras do artigo da Constituiçao que proibe manifestaçoes de grupos racistas,xenofobos e de índole fascista.

Publicado por luis nasciment em junho 20, 2005 04:49 PM


Então agora temos aqui 'democratas' que defendem a existência de crimes de pensamento... Que interessante. O que é que eles farão quando outros bem pensantes da sua laia os quiserem perseguir pelos seus pensamentos errados?

É que, Luis Nascimento, é muito fácil defender a liberdade de expressão de quem está de acordo connosco. A verdadeira marca de um democrata está em defender a liberdade de expressão de quem não está de acordo comigo, ou até para ideias que claramente me repugnam (tal como o comunismo em todas as suas variantes, o fascismo, o nazismo e alguns outros 'ismos' de tendencia totalitária). No entanto nunca ninguém me viu, nem verá a defender o silenciamento dos que como tantos aqui no Barnabé defendem estas ideias erradas.

E não vale tentares esconder-te atrás da remendada Constituição da República, que nesse particular, ao prever a existência de crimes de pensamento, é claramente anti-democrática.

Publicado por Pedro Oliveira em junho 20, 2005 05:31 PM


Ó Daniel, a miúda da hora do almoço, na Praça das Flores, era bem gira. Parabéns!

Publicado por Francamente em junho 20, 2005 05:37 PM


O que se deveria fazer era ignorar estes "meninos" da Frente Nacional. Era a única coisa sensata, perante tanta anormalidade.
No entanto, o facto de eles apelarem á violência, descriminação racial e politica entre outros crimes que são, ainda por cima, contra o espirito da constituição e de uma sociedade livre, só nos pode forçar a exigir das autoridades que sejam identificados e julgados.
Em momentos de crises económicas e socias estes lobos aparecem sempre a tentar ganhar adeptos á custa do desespero.
Foi assim que Hitler chegou onde chegou...

Publicado por patologista em junho 20, 2005 06:01 PM


quanto ao conceito de democracia para esta esquerda tão pouco democrática, estamos conversados. já agora, porque não campo pequeno com eles?...e será o otelo um cadastrado?...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 06:13 PM


cópia do comentário do Sousa da Ponte no tal blog..

Eu estava lá e, como eu, a maior parte eram mirones. Passeavam por um lado e pelo outro. Posso dizer - e graças a Deus não sou nacionalista - que os manifestantes se portaram bem. Os contra manifestantes também. De facto isto é um país de brandos costumes.
Tenho alguns amigos que concordam com as vossas teses. Portugal e Espanha livres de pretos, brasileiros, indianos e portugueses seriam um paraíso para as raças superiores. Comungo muito esta ideia, mas a perspectiva de me transformar em fumo num campito de concentração qualquer, por muito indolor que seja o processo, não me agrada. Custa-me dizê-lo mas é assim mesmo
Pode ser egoísmo ou mesmo mau feitio mas a ideia de ser cremado, em vida, assusta-me terrivelmente.
Penso todavia, e salvo melhor opinião, que poderiam V. Ex.ias. dar o exemplo imolando-se pelo fogo - o que segundo dizem muitos especialistas é um processo indolor.
Este pequeno sacrifício abriria espaço a raças superiores para poderem habitar este paraíso à beira mar plantado infelizmente habitado por raças inferiores e degeneradas.
Ahhh... a propósito....
Não quero dizer mal do tio Adolf, mas de facto não concordava com o destino que ele ia dar aos latinos.
Numa primeira fase a colonização da Sibéria - depois de eliminar os habitantes de lá - e quando tivesse condições para colonizar a área com verdadeiros arianos...eliminava os latinos.
Perspectiva, se calhar, interessante mas que a mim, talvez por ignorância, não me agradava nada.
Detesto o frio extremo da Sibéria e - por ordem expressa do médico - não devo inalar Ziklon B. Parece-me também que o internamento num campo de concentração é péssimo para as hemorróides, de que infelizmente sofro muito.
Coisas de raças inferiores.
Espero não ter tomado muito tempo de Vª Exia, nem lhe ter abalado a fé no terceiro Reich.
Um criado de Vª Exia, infelizmente, duma raça inferior e como tal incapaz de entender a subtileza do Vº subido pensamento.

O Sousa da Ponte

Publicado por O Sousa da Ponte em junho 20, 2005 06:35 PM


só cá faltava a história dos campos de concentração...tentem ser racionais e manter o mínimo de inteligência neste pretenso debate. a seguir vamos falar do goulag ou do polpot, bem mais mortíferos...e já estamos a contabilizar mortos...

Publicado por pinto ribeiro em junho 20, 2005 07:13 PM


Já que esta esquerda é tão anti-democrática, comentem lá a democraticidade do pensamento nazi....

Publicado por João Dias em junho 20, 2005 08:08 PM


Esta é mais uma pérola demonstrativa da capacidade de raciocínio e da eloquente coerência do senhor Oliveira. Começa por deduzir que existe uma "relação orgânica" entre o PNR e a Frente Nacional da qual faz parte o senhor Mário Machado. Dado que o Mário Machado foi condenado pelos tribunais por estar envolvido em incidentes no Bairro Alto (não por homicídio como ele diz), isso justifica que o PNR deva ser ilegalizado.

Acontece que, o BE tem entre os seus dirigentes uma senhora (Helena Carmo) condenada pelos tribunais por terrorismo. Não se trata de uma "relação orgânica" mas sim de ex-terroristas no seio do próprio BE. Gostava de saber se, por uma questão de coerência, o senhor Oliveira defende a ilegalização do BE.

Interrogado sobre o caso, Francisco Louçã afirmou que "um cidadão condenado, após cumprida a pena encontra-se na plena posse dos seus direitos". Afinal o que é válido para o BE já não é válido para os outros partidos? Aliás o Mário Machado nem sequer é do PNR, mantém com este partido apenas uma relação orgânica descoberta pelo senhor Oliveira.

Associa ainda o PNR à prática de crimes através dos skinheads... Que crimes exactamente? Qual a responsabilidade do PNR sobre os actos dos skins?

Por falar em crimes, vejamos o lado bloquista:

- Prática de crime de auxílio à imigração ilegal. Responsáveis bloquistas andaram a explicar aos imigrantes ilegais como deveriam proceder para obstruir a justiça e evitar ser expulsos: Destruir os seus documentos e alegarem ser de países que não têm representação diplomática em Portugal.

- Apologia do crime de aborto e conluio com as mulheres envolvidas na prática do crime. Para o BE aborto não é crime mas para a lei portuguesa é.

- Consumo de droga, haxixe, (e provável tráfico)nas sedes do BE.

- Tiros disparados por diversas vezes das sedes da Associação Olho Vivo contra a polícia. ( A Olho Vivo mantém uma "relação orgânica" com o BE, tendo sido fundada por uma deputada do BE.

- Distúrbios e actos de vandalismo sempre que há manifestações contra a globalização.


Publicado por The Studio em junho 21, 2005 12:00 AM


Uma das piores lembranças que tenho de quando andava na faculdade era sair da estação de S. Bento e usar o túnel para atravessar a rua. Não significou nada de especial durante muito tempo, era apenas uma forma mais segura e rápida de atravessar uma zona movimentada. Até que um dia esse mesmo túnel estava cheio de cartazes do Partido Renovador. "Portugal aos Portugueses", "Emigrantes Rua" e coisas do género. Foi um choque quase indiscritivel, uma revolta imensa. Nesse dia e nos dias que se seguiram. Os cartazes eram riscados e logo substituidos. Deixei de usar o túnel.
Liberdade e Democracia são conceitos muito complicados. Eu percebo os argumentos usados para defender a liberdade de associação e de expressão de todas as ideologias. Mas não posso deixar de questionar os limites dessa liberdade. Sim, porque eu também tenho direito a caminhar na rua sem ter de ler mensagens de ódio escritas nas paredes. Porque eu também tenho direito a andar na rua sem ser confrontada com palavras de ordem como "Morte aos Pretos". Mas principalmente porque em Portugal existem muitos imigrantes que têm o direito a viver a sua vida em paz sem ameaças que visam a sua integridade física e psicológica. Sendo os dois tipos de liberdade aqui discutidos mutualmente exclusivos porque temos de optar pela liberdade dos primeiros?

Publicado por Margarida em junho 21, 2005 02:50 AM


este é um pequeno trecho de uma entrevista a esse senhor.

ex Como é que a comunidade ‘skin’ se organiza em Portugal?

– Noventa por cento do universo ‘skinhead’ não está organizado. Os outros 10 por cento organizam eventos a que a maioria responde.

Existe uma hierarquia?

– Não existe uma hierarquia no movimento, mas pessoas com provas dadas são normalmente reconhecidas e essas têm mais influência nos destinos da causa e mais peso do que os ‘skins’ menos operacionais.

É verdade que dentro da organização Hammerskin (nazi), para se subir na hierarquia tem de se cometer um crime?

– Sobre isso não é permitido nenhum nacionalista falar. E eu vou cumprir essa directiva.

O movimento ‘skinhead’ está ligado ao Partido Nacional Renovador?

– Sim. O movimento está ligado a todos os partidos políticos europeus que defendam os interesses nacionais e étnicos da população nativa. Mas também existem ‘skins’ que odeiam o PNR devido a problemas internos. O movimento está mais ligado à Frente Nacional, e esta ao PNR.

Por que é que vos associam à violência?

– Porque infelizmente se um nacionalista cometer um crime, foi um crime nacionalista. Se for um comunista, foi apenas um indivíduo.(lembra alguem?) Nós não somos provocadores, somos é facilmente provocados.

PERFIL

Mário Machado, de 28 anos, entrou aos 13 para a Juventude Leonina, uma das claques do Sporting. Deixou-se ir na moda dos ‘skinheads’, porque, diz, “gostava da maneira de vestir”. Os livros e a ideologia vieram mais tarde. Hoje é um apaixonado por Hitler.


acho que não é preciso dizer mais nada.

e droga? meu caro the studio, legalize it.

e não me venha com historias de partidos, que não sou simpatizante de nenhum. sou anarquista, mas não ando aos tiros à bofia e muito menos a provocar disturbios.

um partido que se liga a movimentos que pregam o odio racial não merece confiança de ninguem. e caso não tenha reparado nisso leia a entrevista outra vez.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 02:55 AM


impressionante...

agora sempre que um gajo critica o racismo vem com coisas como "o racismo é só branco", tenham juizo.

eu já afirmei aqui e volto a afirmar, o pnr apoia este tipo de movimentos.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 03:02 AM


impressionante...

agora sempre que um gajo critica o racismo vem com coisas como "o racismo é só branco", tenham juizo.

eu já afirmei aqui e volto a afirmar, o pnr apoia este tipo de movimentos.

o homem já cumpriu pena, muito bem, não tenho nada contra o gajo.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 03:02 AM


Sobre o direito dos fascistas (deixemo-nos dessas do "orgulho branco" do "nacionalismo" e de cantores-do-hino-e-a-ver-se-chove, tá?) se manifestarem, entendo que o devem ter. Quanto mais não seja para lhes recusar o direito de dizerem que não têm direito à livre expressão – coisa que, como se sabe, era bem cultivada no tempo do “botas”.

A luta contra o racismo não se faz por via administrativa, isto é, o facto de a Constituição não permitir o direito de manifestação das tendências fascistas não representa nada, nem um ponto contra a tendência xenófoba que se vai desenvolvendo na sociedade portuguesa. Não é esta mesma Constituição que garante o Direito ao Trabalho, à Saúde, à Educação e... vejam.

Derivemos para a Constituição. Quase ninguém a conhece e quem a conhece - quem ganha dinheiro a ser o seu "guardião" - só pensa em revê-la porque "está desactualizada". A Constituição é o rolo de papel higiénico nacional com que se limpa o cu das conquistas de Abril.
Convenhamos, a Constituição não tem nada a ver com o país que somos e pretendemos ser: primeiro, porque não consta que a Lei da Selva possa ser objecto de regulação; segundo, alguém por aqui pretende ser alguma coisa? Miguel de Vasconcelos a padroeiro nacional, já! Não, não alinho em nacionalismos e Olivença que se f.***.


Arrastemos. Primeiro deixaram que se desenvolvessem bairros como o da Cova da Moura, da Bela Vista e outros, porque aquela gente lhes fazia jeito para construir a ”grandes realizações dos portugueses”, deixaram-nos sem direitos no Trabalho, abandonaram-nos às ONGs da treta, às senhora da caridade da Santa Casa da Misericóridia e ao YMCA e, claro, quando as coisas ficavam pretas, "Todos Diferentes , Todos Iguais". Obrigámos os seus jovens a ouvirem na Escola que não fazem parte da nossa História e eles adoptaram a cultura que estava aos seus olhos, a dos guetos norte-americanos.
Agora, carradas de putos que de africanos só têm a cor que herdaram dos pais, vêm assaltar a malta na praia, novidade? Só para os jornalistas que vêm a realidade dos bares da moda ou dos bairros classe média/alta onde moram. A pilha de pólvora há muito que estava a ser construída e vocês, azar, estavam distraídos com outras coisas que dão mais audiência. Podem estar descansados que vão continuar a ter imagens espectaculares (daquelas que a malta gosta de ver) para passarem nas Têvês.
Há tempos li um artigo de uma cronista qualquer de um jornal qualquer que manifestava a sua indignação por as pessoas "brancas" da linha de Sintra viajarem juntas deixando aos "pretos" os outros locais da carruagem. A senhora ficou surpreendida, mas se viajasse com regularidade nesses comboios saberia que isso acontece por uma questão de bom-senso: para não se ser assaltado. Politicamente incorrecto, que se lixe, é verdade e não me considero fascista por afirmá-lo.

Voltemos aos fascistas. Eles só prosperam ou não consoante a "democracia" lhes permite. Com tantos anos de modelos de “integração” e “urbanismo” como este, só agora os democratas andam assustados, porque acabaram de provar o sabor das baratas que há anos vêm nadando na sopa. Estavam à espera de que acontecesse o quê em resultado da vossa "cozinha" política?
Insegurança, racismos “arrastados” ou de taco de basebol em riste, a melhor forma de os combater é respeitando os direitos de todos quantos partilham esta terra connosco, considerar português quem aqui nasce e garantir direitos e obrigações iguais para todos. Combater todos os racismos, vindos dos “brancos” dos subúrbios da margem sul ou dos “pretos” da Cova da Moura.
Num país e numa sociedade destas, pedir que a insegurança e o racismo não existam é o mesmo que pretender ir à cagadeira e não querer sentir o cheiro da merda.

Publicado por CausasPerdidas em junho 21, 2005 03:33 AM


A escumalha de esquerda está efectivamente assustada com a estrondosa vitória da manifestação de dia 18: o Povo Português, o homem da rua, o cidadão comum sem filiação partidária, aderiu ao protesto de alma e coração, deitando por terra a aldrabice esquerdista de que «o povo português é anti-racista!!!»(tanga destinada a lavar, isto é, a poluir os cérebros dos Portugueses). Concretizou-se assim o que a Esquerda mais temia. Acto contínuo, a infra-humanidade esquerdista perde as estribeiras e decide que já não quer brincar à democracia - e, por isso, «chama a polícia», ou seja, vai cobardemente invocar a Constituição para que a reles lei que os seus donos impuseram em 1975 os salve dos inimigos «fascistas».

Quanto ao condor, faz jus ao seu nome: está realmente com dor, mas é no cotovelo, por isso é que, além de desatar a debitar o chorrilho de atrasadices mentais com que os seus donos o domesticaram, depois de o castrarem (como aquela do «Portugal é mestiço!», como se pudesse haver um Portugal mestiço, quando é por demais evidente que Portugal ou é uma nação caucasóide indo-europeia, isto é, branca ariana ou então nem sequer existe), além de dizer abjectas imbecilidades como essa, ainda se choraminga todo pelo facto de o PNR ter conseguido, astutamente, furar o bloqueio que os donos do com-dor impuseram na sociedade portuguesa (que eles querem transformar em sUciedade tuga). O PNR não tem meios para colocar muita gente na rua a recolher cinco mil assinaturas, e muitos cidadãos, solitários e mal informados, têm medo de compremeter o nome com um projecto nacionalista - mas o facto de que o PNR já conseguiu bem mais de cinco mil votos em mais de um processo eleitoral, é uma chapada bem dada nas ventas dos com-dores, que, assim, ainda ficam com mais dores.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 04:58 AM


Já agora, aqui fica um relato completo do que realmente sucedeu, escrito no dia da manifestação:

A manifestação nacionalista de hoje à tarde, que partiu do Martim Moniz para o Rossio, foi coroada de um retumbante e radioso êxito. Centenas de portugueses, alguns vindos do norte, reuniram-se e marcharam pacificamente, proferindo palavras de ordem, exaltando Portugal, exigindo a segurança e a liberdade que a criminalidade das gangues põe em causa, clamando pelo repatriamento dos imigrantes ilegais, reivindicando o território nacional como pertencendo apenas e exclusivamente aos Portugueses e cantando o Hino Nacional por várias vezes.

Ao contrário do que a comunicação social quis fazer crer, não houve militantes da F.N. a provocar distúrbios. Aliás, nem era preciso terem fechado os dois centros comerciais do Martim Moniz, à laia de quem quer mostrar que «vai haver chatice». É que, de facto, quem costuma assaltar lojas não são os «nazis», são os «jovens» que ouvem rap e insultam os Portugueses...

Mais de quinze minutos depois da manifestação acabar, alguns «jovens» e outros «jovens» menos jovens (tendo em conta que «jovens» é a palavra-código da imprensa para designar gente de raça negra) resolveram provocar os portugueses ali presentes, com palavreado e gestos obscenos. A polícia interveio prontamente, colocando-se entre os grupos antagónicos e vários militantes nacionalistas esforçaram-se por acalmar os portugueses, avisando-os para não se deixarem provocar pelos alienígenas - era e é preciso que todos os portugueses de boa vontade percebam que, nestas manifestações, tudo tem de decorrer dentro da mais perfeita ordem cívica, para que os eventuais confrontos físicos não venham mais tarde a servir de pretexto para impedir futuras manifestações deste tipo; no entanto, um grupo de negros fez uma espera aos portugueses que se iam afastando do local.

Ou seja, como viam que não conseguiam o que queriam por via da provocação, passaram à agressão física pura e simples, talvez porque houvesse certamente alguém muito interessado em que se registasse uma situação de violência, para que a imprensa pudesse dar uma visão negativa do evento... ou então, era ó velho ódio anti-português em acção...
Tendo isto acontecido, os portugueses da manifestação encaminharam-se para o local da refrega e os negros, evidentemente, deram de frosques.

Além da F.N., organizadora do protesto, também estiveram presentes a Causa Identitária e membros do P.N.R..

Mas o cerne da vitória deste dia reside precisamente no seguinte: muitos dos manifestantes de hoje não eram militantes de movimento algum, mas sim cidadãos comuns, que, revoltados com a situação, compareceram em grande quantidade e expressaram o real sentimento do Povo Português.

Significativamente, os manifestantes mais exaltados, que respondiam indignados às provocações, não eram militantes, mas sim pessoas sem qualquer filiação partidária. Enfim, é o resultado de anos e anos de miséria e de opressão nas ruas, de passividade forçada perante a iminvasão que o País tem vindo a sofrer. É a revolta.

Enquanto eu e outros camaradas tentávamos acalmar os ânimos mais exaltados, recomendando aos portugueses que não permitissem que certa escumalha estragasse a manifestação com provocações, e que pacificamente abandonassem o local, uma senhora de meia idade dizia-me: «Ora essa! A terra é nossa e nós é que temos de sair daqui??!!»

Pois, minha senhora, mas... (não saiu resposta pronta no momento, mas acho que acabei por dizer qualquer coisa só para serenar a cidadã).

E por isso, repito, caros leitores - que o estado de alma que hoje chegou ao rubro se mantenha e cresça, para que Portugal não morra. Dentro da ordem, sem responder a provocações, os Portugueses devem marchar politicamente pela sua Honra e pela sua própria existência.

AGORA E CADA VEZ MAIS - À REVOLTA, PORTUGUESES!!!

gladio.blogspot.com

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 05:02 AM


"...deitando por terra a aldrabice esquerdista de que «o povo português é anti-racista!!!»(tanga destinada a lavar, isto é, a poluir os cérebros dos Portugueses)."

Engraçado o rapaz que falou para a sic notícias disse que tinha orgulho em ser branco mas que isso não era racista.

Publicado por João Dias em junho 21, 2005 06:08 AM


última hora: um bando de skins nazis assaltou, roubou e agrediu passageiros negros num comboio da linha de sintra. versão barnabé da actualidade nacional.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 07:54 AM


Neste blogue o que mais se discute é o sexo dos anjos... Se é esquerda ou direita, se são uns ou se são outros que estão bem. Não me parece que alguma vez vá haver algum consenso sobre quais são os ideiais mais correctos. No fundo por mais racional que se queira ser acaba por ser uma questão clubística, "a gut feeling", mais do que qualquer outra coisa.

Por isso deixe de tentar-se justificar com os erros do adversário político actos que não são justificáveis para ningúém. Esta coisa abjecta desses racistas não é questão de serem contra pretos ou outra cor qualquer. São simplesmente uns marmanjos mal-educados que não perceberam que o ódio ao estranho nem para eles é bom. Assim como há outros marmanjos que também tentam impôr ideias "boas" (igualdade para todos..etc etc) pela violência. O maior erro dessa gente toda é pensarem que as coisas se resolvem à pancada.

Aliás muita dessa gente só usa estes ou aqueles estandartes políticos porque no fundo eles camuflam é insatisfação, infelicidade e vontade de libertar essas frustrações. Claro que depois há sempre um "inteligente" que vê isso como um potencial político-partidário para atingir os seus fins, os seus próprios interesses. Não acho que todos os políticos sejam maus. O que é certo é que são bicho humano e como tal há sempre algum que organiza as coisas não pelo prisma do que os outros pensam mas pelo seu prisma. Não interessa se é de esquerda ou de direita!

O que importa é que o ser humano não se canibalize como faz de modo geral. Isso é o mais difícil e só funciona se se trabalhar de ambos os lados da mesa e sem violência (pelo menos física, porque às vezes a verbal é mais difícil de conter :P).

Deixem-se lá de considerações sobre os liberais e trotskistas, sobre os facho e os comunas. Apresentem mas é soluções para explicar aos outros porque é que não tem fundamento julgar os outros pela diferenças em coisas que não passíveis de ter valor moral.

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 08:03 AM


vamos lá deitar cá para fora as minhas "insatisfações". queres soluções. tiremos pretextos a alguns. limpem-se a bem ou a mal "santuários" como a cova da moura. expulsem-se os clandestinos. controle-se a imigração. e as fronteiras. respeite-se e integre-se quem cá está e respeita. etc. e que isto não seja uma bandeira de esquerda ou direita. só que a esquerda ainda não percebeu que a pautar-se como se tem pautado se está a divorciar da maioria da população e a abrir portas ao discurso populista extremista, xenófobo e racista de um le pen. as populações europeias não aceitam tanta imigração. e isto é válido e mais acentuado no eleitorado tradicional da esquerda.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 08:46 AM


além de que como cidadão portugûes tenho todo o direito a não querer o meu país inundado de escumalha brasileira, delinquentes de leste e de áfrica vindos de onde não nos quiseram e nos expulsaram. e que, mesmo aqui, desprezam o nosso país. isto não quer dizer que não aceite brasileiros, gente do leste ou pretos. acho que não podemos generalizar. mas temos de atacar a fundo problemas que existem. e pouco me importa que me chamem racista ou xenófobo. não é sequer um problema de criminalidade porque os nossos tribunais e cadeias não podem nem devem ser sobrecarregados com o peso dessa escumalha que não nos pertence e não tem espaço para viver no meu país.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 08:55 AM


caro pedro oliveira,mais uma vez a tua argumentaçao está bem fundamentada mas é bom ter em conta o seguinte: a Constituiçao da Republica é das poucas coisas boas que se fizeram neste país,é das mais avançadas da Europa,no seu articulado juridico na defesa das liberdades civicas individuais e politicas.E se proíbe grupos de cariz fascista,faz muito bem!É que 60 anos depois da Vitoria sobre o nazi-fascismo,convem eliminar a propagaçao deste tipo de movimentos,que sao um autentico perigo para as democracias.É preciso distuinguir tudo isto da direita nacionalista e populista.Há uma extrema-direita que acuta dentro das regras democraticas(caso da Austria ou da Holanda) e até vai para o governo...temos por exemplo o snhor Finni que é numero 2 do governo de Italia e daí nao veio mal ao mundo.È apenas a natureza e a postura desses movimentos que está em causa.Se sao ou nao violentos bem como se sao ou nao resquicios da Soluçao Final...

Publicado por luis nasciment em junho 21, 2005 09:26 AM


«Engraçado o rapaz que falou para a sic notícias disse que tinha orgulho em ser branco mas que isso não era racista.»

Racismo é ódio ou complexo de superioridade relativamente a outra(s) raça(s).
Ter orgulho na sua própria raça, está longe de ser racismo - pelo contrário, é um dever.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 11:18 AM


Daniel:
1- Mário Machado já cumpriu pena. Para alguém que se mostra preocupado com a reinserção de criminosos na sociedade, não podes ter dois pesos e duas medidas. Ele é um cidadão com plenos direitos.

2- A manifestação do Martim Moniz foi legal. Compara isso a um arrastão numa praia não é apenas má vontade, é desonestidade.

3- Quanto à tua costela estaliniana de defender a proibição de partidos ou movimentos cívicos legais, não só é perfeitamente ineficaz e absurda, como o teu argumento de estar associada a actividades criminosas (quais?) cai por terra se tivermos em conta que Portugal ocupa um honroso lugar nos índices de corrupção política e que em todos os partidos, excepto talvez o impoluto Bloco, há gente na cadeia ou em tribunal por processos de diversas origens, provavelmente de impacto bem mais grave para todos os portugueses.

3- Se falamos no plano ideológico, põe-te na pele daqueles que acreditam que um feto é uma vida humana e vê se eles defendem a ilegalização do bloco de esquerda que, na sua óptica, está a querer legalizar uma espécie de holocausto. Assim se vê quem é intolerante.

4- A tolerância mede-se assim: tens de a por à prova com aquilo de que efectivamente não toleras e depois analisa a tua reacção.

5- os Skins não representam todas as pessoas em Portugal que vêem uma correlação entre um certo tipo de criminalidade e imigração. Mais de 70% dos portugueses disseram que não queriam mais imigrantes, o que é um dado chocante, sendo que em 70% muitos serão certamente de esquerda.

6- A maior parte dos bairros problemáticos são maioritariamente africanos. Isso é apenas um facto. Daí a dizer que é porque são pretos ou que devem ser expatriados vai uma longa distância. O discurso de ignorar essa evidência vai perpetuar as Covas da Moura, Damaias, Zona Js, Azinhaga dos Bezouros, Quinta do Mocho etc.etc. que não devem existir.

7- A intolerância não nasce do nada, tal como o medo da água ou de fantasmas. Se estás disposto a compreender o que leva jovens a um acto como um arrastão numa praia contra famílias que estão simplesmente a querer gozar um dia de sol, então decerto deverás manifestar a mesma tolerância para com a válvula de escape oposta de gente que escolhe os neonazis. Mais, deves conceder a movimentos legais o direito de existirem porque, nota bem, existem pessoas que se identificam com eles.

8- Espero francamente que se possam discutir estes assuntos sem a obsessão do politicamente correcto ou do populismo (polícia de elite nas praias...), do sentimento de culpa idiota ou a cretina vitimização que se aplica neste tema como atenuante de crimes. Se não o fizerem, o PNR ou equivalentes vão crescer, como noutros países em que a esquerda até tem uma boa implantação, e veja-se o Le Pen na França.

9- Falta encontrar na comunidade emigrante em Portugal interlocutores com boa implantação na sociedade civil. É essencial que não sejam só políticos 'brancos' de um lado a discutir racismo e crime e do outro putos de gangs da damaia com a cara tapada em reportagens do expresso.

É preciso encontrar figuras que sirvam de exemplo à comunidade africana, que reinvidiquem algo, se é que têm algo a reinvidicar.

A comunidade de leste já começa a ter uma muito maior representação e impacto e daqui a dez anos teremos certamente políticos e empresários ucranianos. Essas coisas ajudam a implantar uma comunidade num país como o fizeram para a portuguesa em Paris. E a responsabilidade disso está também nos países de origem desses emigrantes, não apenas nos de acolhimento.

Publicado por O Bom Selvagem em junho 21, 2005 12:04 PM


ORA AÍ ESTÁ algo interessante...mas de entendimento difícil para alguns. já agora: um criminoso, um terrorista implicado em assassinatos e homicídios como o kamarada otelo saraiva de carvalho não devia estar na cadeia?...ou só toca a alguns?

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 12:41 PM


Como queiras, mas rapaz negou haver racismo, o que vai contra o que foi escrito.

Publicado por João Dias em junho 21, 2005 01:51 PM


As manifestações "fascistas" são tão legitímas ou ilegítimas como as manifestações "estalinistas" ou "anarcas"

Publicado por Alexandr3 em junho 21, 2005 01:52 PM


Olha, Luis Nascimento, não se pode regular por lei aquilo que as pessoas pensam. Não se pode legislar que ser racista é um crime. Pode-se legislar que é um crime agredir pessoas.

Quem se arrisca por esse caminho (o dos crimes de pensamento) está a escolher uma estrada muito perigosa. Porque essa estrada leva sempre ao totalitarismo. Não nego que o racismo, para além de repugnante, é intelectualmente ridículo, antes pelo contrário, é essa a minha opinião. Por esse mesmo motivo não deve ser proíbido: uma doutrina, que embora primariamente apelativa (nós contra eles, etc - a história mais velha da humanidade), é tão facilmente refutável, deve ser desmascarada, e não enterrada. Proibir é enterrar. Permitir e combater (mesmo doutrinas que consideramos incorrectas - para mim: fascismo, corporativismo, nazismo, comunismo, racismo, anti-semitismo, etc.) isso sim, permite mostrar a todos as suas contradições, defeitos e misérias.

Neste caso concreto, viu-se que a extrema direita caceteira, mesmo com todo o auxílio que os media irresponsavelmente lhe deram, e apesar do seu oportunismo ilimitado de um acontecimento mediático (o arrastão de Carcavelos) não conseguiu entusiasmar mais de 1,000 cidadãos (isto pelas contas certamente inflacionadas dos organizadores).

1,000 pessoas erradas não constituem um perigo para o regime democrático, por muito violentas que sejam. Até foi bom que esses politicos com ideias erradas tivessem ficado a saber até que ponto as suas ideias são apelativas para a população em geral. Da próxima vez já não levantam tanto a crista.

Um perigo muito maior representam adeptos de outros totalitarismos, que às dezenas de milhares desfilaram ainda faz poucos dias pelas ruas de Lisboa. Embora que nem mesmo esses representem um perigo tão grande que não se possa viver com ele.

Publicado por Pedro Oliveira em junho 21, 2005 02:03 PM


só mais um apontamento. os cientistas, peritos na matéria recusam designação de raça. raça branca preta etc e tal é a maior falacia de todos os tempos.

não somos raças diferentes.

porque razão o facto de ter pigmentação, cor de cabelo diferente é motivo de orgulho?

orgulho é aquilo que fazemos por nós e pelos outros, aquilo que escolhemos, não por aquilo que nascemos e nem escolhemos, cor ou orientação sexual.
não devemos é sentir vergonha, e isso não é necessariamente orgulho.

esta é a minha noção de orgulho.

alias ainda não percebi porque razão estes cidadãos são descriminados.

se há quem apele ao orgulho gay, é porque se passa alguma coisa de errado. será que é porque a sociedade os descrimina?

e quem responder a isto, por favor que não sejam os paranormais que gostaram da marcha pseudo religiosa em espanha. para aturar ignorantes já bastam os skins e o pnr.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 02:04 PM


Ó ESTARMOS TODOS AQUI a discutir o direito de manifestação, mesmo de nazis, só prova quão pouco democrática, intolerante e pouco sólida é a nossa democracia. e por mim falo.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 02:17 PM


pinto ribeiro:

não tem direito não...porque o seu direito acaba onde começa o direito dos outros. E ou bem que temos um país com fronteiras abertas (sim sim sei muito bem que também há ilegais!!!) ou fechamo-nos num compartimento estanque só connosco portgueses puros e bonzinhos (explusaram nos da terra deles? jura? não lhe ´queríamos usurpar a terra? assim só por acaso...??? deve ter sido impressão dos últimos 500 ANOS de história!!). De certeza que ao fim de algum tempo ia certamente começar a haver diferentes baseados noutros argumentos que não ser português (esse já não era preciso). E ao fim de algum tempo ia-se excluindo por exemplo quem tivesse o nariz adunco porque era mais feio, depois aqueles com barba rala, depois aqueles carecas, os cabeludos, os loiros, os morenos, os que gostam de jazz, os que gostam de musica pimba, os que lêem,os que não lêem, os que cantam, os que não jogam futebol...assim indefenidamente. Conclusão: ao fim de algumas exclusões esse país utópico e estanque estava vazio de ideias e de pessoas!

Veja só onde acabava o seu maravilhoso raciocínio higiénico!! Ainda bem que vivemos em países diferentes! Senão eu e os meus ente-queridos já éramos... Eu até compreendo que não goste de contrariedades mas que pense que livrar-se dos problemas é atirá-los para outro canto é que não percebo... é exactamente a mesma coisa que fugir só que num referencial diferente!!!

Oscar Pinto: ainda bem que resolveu introduzir a resposta mais simples e EVIDENTE que explica a idiotice que é o racismo, a xenofobia ou qualquer outro tipo de fobia a "tipos" humanos. É incrível como alguém ainda é capaz de fundamentar essas doenças perante esse argumento.

Como dizia o Almada se "o Dantas (os Dantas racistas ou os Dantas cegos por vontade própria) é português eu quero ser Espanhol(se fosse também me chateava provavelmente...insatisfação não conhece raças e etnias, "graças a deus")!".

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 03:00 PM


VOCÊ INSISTE em não perceber ou não a não querer perceber. agora: no meu país eu tenho todo o direito a não querer viver no meio de escumalha importada. se a maioria quer ou não, é outra questão. mas os meus direitos, no meu país, deles não abdico. ninguem quer um país estanque. releia o que eu escrevi. eu não quero é criminosos. parasitas. quem vier por bem, fique. mesmo achando que se demos a independência não foi para receber quem não sabe viver com ela. e multiplicar as covas da moura não é solução. essa do orgulhosamente sós era do salazar e tem muitos adeptos na esquerda portuguesa. a mesma que está com le pen contra a europa aberta. quanto ao resto, não precisa de espanholar. um dia destes você é posto fora do "seu" país. e, como em frança, descobre que os seus kamaradas estão a votar na extrema direita. por isso é que me estpou a borrifar para o que você acha que eu posso ou não.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 03:11 PM


mais. AO CONTRÁRIO DA ESQUERDA eu, que sou de direita, não tenho complexos, fantasmas ou medos. logo os meus direitos de cidadão não colidem com os direitos de criminosos a viver ilegalmente no meu país. os meus direitos de português não são limitados por não direitos de imigrantes. como dizem os alemães:RAUS. será isso racismo?...se o preço é esse, tudo bem.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 03:17 PM


viva a patria, mais uma desculpa artificial para virar as pessoas umas contra as outras.

toda a gente tem direito a procurar uma vida melhor, mas não no meu pais.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 03:33 PM


«Como queiras, mas rapaz negou haver racismo, o que vai contra o que foi escrito.»

Não vai contra o que foi escrito pelos organizadores do protesto. Não havia nenhuma declaração racista por parte da F.N..

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 03:36 PM


«Por esse mesmo motivo não deve ser proíbido: uma doutrina, que embora primariamente apelativa (nós contra eles, etc - a história mais velha da humanidade), é tão facilmente refutável»

Tão facilmente refutável... que nunca ninguém refutou.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 03:37 PM


A direita toda ela nunca entendeu o que é a democracia e quais os seus limites,por debaixo do verniz do dito democrata de direita surge sempre o totalitário clerical com laivos de xenofobia e racismo..

Eu por min não queria viver com escumalha fosse ela qual fosse, só que a realidade das sociedades é outra, o que temos de fazer é leis e tentar por todos os meios que sejam cumpridas, é dificil concerteza , mas é esse o único caminho.

Quem defende complacência com quem diariamente na sua vida, nos seus actos ,apela ao ódio racista, não está a ser democrata está a ser cumplice de criminosos.

O arrastão do Rossio não foi só comandado por um criminoso, o que já seria grave, estavam presentes delinquentes já condenados por outras agressões , conhecidos traficantes de droga da Margem sul e pasmem meia -duzia de antigos torcionários da pide.

Criminosos, traficantes, delinquentes juvenis pides, este é meus caros senhores Pintos Ribeiros e confrades a matilha que vós na vossa fraseologia pseudo-democratica defendeis,para o combate á criminalidade.

Nada me admira ,na campanha para as legislativas DUrão Barroso dizia que a senhora sua mâe tinha medo de sair á rua porque a esquerda seria permissiva com os assaltos,ao defender marginais.

Nuno Melo deputado de extrema-direita fez declarações de tal maneira gravosas que o seu próprio partido o CDS teve necessidade de se demarcar delas.

Em suma desemprego, insegurança estão reunidas as condições básicas para a explosão social.

A direita que se quer democratica que se cuide , está a soprar as brasas mas talvez seja as primeira a ter os fundilhos das calças a arder.

Democraticamente ,a MINHA HOMENAGEM A OTELO SARAIVA DE CARVALHO e aos seus heròicos companheiros sem os quais eu e todos os Pintos Ribeiros não poderiamos estar aqui LIVREMENTE a DISCORDAR

Publicado por condor em junho 21, 2005 03:46 PM


«1,000 pessoas erradas não constituem um perigo para o regime democrático, por muito violentas que sejam. Até foi bom que esses politicos com ideias erradas tivessem ficado a saber até que ponto as suas ideias são apelativas para a população em geral. Da próxima vez já não levantam tanto a crista.»

Ahahahaha... o medo desta gentinha, e o seu imbecil fanatismo, sempre a debitar propaganda da mais falsificada... de cada vez que o Nacionalismo cresce, eles, ou berram de pânico histérico, ou, mais controlados, esforçam-se por fazer crer que o Nacionalismo, em vez de crescer, desceu... e agora, depois desta retumbante vitória do Nacionalismo, ocorrida no dia dezoito, continuam a insistir que «agora é que é!, agora é que eles nunca mais aparecem!». A manifestação foi um êxito, de todas as perspectivas, tendo-se concretizado o que mais aterroriza os esquerdistas e os «direitistas» «anti-racistas»: provou-se, sem deixar margem para dúvidas, que o Nacionalismo é a doutrina mais capaz de convocar cidadãos comuns, sem filiação partidária. Numa época em que todos os partidos têm imensa dificuldade em conseguir realizar sequer um comício, e que, para terem «manifestações expontâneas»;);););)) têm de andar com um autocarro pelo país todo, a transportar os «manifestantes populares», numa época destas, o Nacionalismo movido pela F.N. conquista o homem da rua, o português comum, revoltado, farto de ser oprimido no seu próprio país por alienígenas cheios de ódio e com as costas quentes.

E já agora, para usar a terminologia do sujeito cuja mensagem comento - fiquem à espera que os nacionalistas baixem a crista e continuem arrogantes no poleiro que, talvez mais cedo do que pensam, outro galo cantará...;);););)

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 03:48 PM


«Democraticamente ,a MINHA HOMENAGEM A OTELO SARAIVA DE CARVALHO e aos seus heròicos companheiros»

Sim, sim, os assassinos que conseguiram safar o infame coiro da pildra...


«sem os quais eu e todos os Pintos Ribeiros não poderiamos estar aqui LIVREMENTE a DISCORDAR»

Ah pois... só uma pequena correcçãozita: o com-dor poderia discordar, o Pinto Ribeiro é que talvez acabasse no Campo Pequeno, encostado à parede, como o benemérito Otelo queria fazer...

Esta é que é a concepção de democracia dos com-dores deste país - a libersade de expressão!!, mas só para quem «pensa» como ele... para os outros, institua-se o delito de pensamento e a consequente punição.

Ao apoiar inequivocamente os criminosos FPs25, e ao fazer ameaças veladas «A direita que se quer democratica que se cuide , está a soprar as brasas mas talvez seja as primeira a ter os fundilhos das calças a arder.», o Sr. com-dor está pois a incitar à violência política, sendo mais do que cúmplice de criminosos.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 03:55 PM


"no meio de escumalha importada"

"AO CONTRÁRIO DA ESQUERDA eu, que sou de direita"
Mas alguém lhe perguntou a opinião política? Eu tb n disse s era d esquerda ou direita! Que eu saiba falar de racismo e xenofobia é uma questão de direitos humanos...que que eu saiba tanto muitas esquerdas e direitas apoiam!!!

lá está... criminosos e ilegais e outros problemas tais são MUITO diferentes da palavra imigrante (brasileiros, de leste...os que o senhor referiu)

"não tenho complexos, fantasmas ou medos"... é mais não tem escrúpulos visto que diz "será isso racismo?...se o preço é esse, tudo bem".

E repito parasafreando o oscar pinto "no meu quintal não"(mas não no meu pais) não é a solução para os seus problemas! Nem para os de ninguém!

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 04:05 PM


"AO CONTRÁRIO DA ESQUERDA eu, que sou de direita"
Mas alguém lhe perguntou a opinião política? Eu tb n disse s era d esquerda ou direita! Que eu saiba falar de racismo e xenofobia é uma questão de direitos humanos...que que eu saiba tanto muitas esquerdas e direitas apoiam!!!

"no meio de escumalha importada"
lá está... criminosos e ilegais e outros problemas tais são MUITO diferentes da palavra imigrante (brasileiros, de leste...os que o senhor referiu)

"não tenho complexos, fantasmas ou medos"... é mais não tem escrúpulos visto que diz "será isso racismo?...se o preço é esse, tudo bem".

E repito parasafreando o oscar pinto "no meu quintal não"(mas não no meu pais) não é a solução para os seus problemas! Nem para os de ninguém!
Aliás tendo em conta que no rádio me acabam de relembrar que um português matou uma rapariga em Inglaterra. Portanto deve achar legítimo de que da próxima vez que vá a Inglaterra o tratem a si mal de alto a baixo! O senhor afinal também é português e com muito orgulho... e para muitos ingleses neste momento portugueses são sinónimo de escumalha.

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 04:11 PM


«só mais um apontamento. os cientistas, peritos na matéria recusam designação de raça. raça branca preta etc e tal é a maior falacia de todos os tempos.»

A pretensão que esta gente tem de partir do princípio de que a ciência já lhes deu a vitória...

Mas quais «cientistas»? Quais peritos na matéria?

Ora aqui ficam conhecimentos científicos que não costumam aparecer nos meios de comunicação sUcial dominados pela Inquisição anti-racista:

News article filed by BNP news team
1st February 2005

A press release from Stanford University a few days ago is probably one of the most significant to be released in the last fifty years. A major study in ethnicity and culture undertaken by the California based University concludes that race is very much a reality and not a myth created by supremacist Europeans.

Very briefly the study found that the racial category chosen by a participant in the study correlated with a distinct group found by genetic markers in the DNA of the same participants. For example participants X, Y and Z may have all ticked the box marked African-American. The participants X,Y and Z could be identified by distinct genetic markers as belonging to a unique group.

The research engaged over 3,600 participants for study making this the largest genetic study ever undertaken has proven that the Far Left and the Liberal politicians who make a profit from lies about race have been deceiving the public for decades. Race exists and therefore it is legitimate for people to defend their racial and folkish interests through community and political work.

No more can the lies of the left be used to smear those of us who stand up for truth and justice. The new age of genetic science where bio-genetic medicines can treat those people with racially inherited diseases and the new age of Pharmacogenomic medicines where the issue of race has to be addressed in order to save lives, means the debate on race must occur. People across the world are dying just because the leftists and the politicians can make political capital out of lying to the public.

Talking about race is not racist - but denying race exists is murder.

The full text of the 27th Jan 05 Stanford University Press Release can be found here: http://www.bnp.org.uk/articles/stanford_racestudy.htm

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 04:11 PM


O camarada do Blogue Nacionalista apresentou um texto de especial interesse, que vem mesmo a calhar para todos aqueles que julgavam que toda a ciência estava inequivocamente tomada pelo poder esquerdista politicamente correcto, o qual tem vindo, desde há décadas - não é só de agora, com o genoma, não é não... - a tentar provar que «não existem raças!!», visando, com esse dogma, diluir, na mente das pessoas, o valor das diferenças.
É sabido que, em ciência, muitas vezes se encontra aquilo que já há partida se quer encontrar, e o pessoal de Esquerda, apoderando-se de muitos postos e homens de ciência, logrou disseminar, por meio dos média - que, por sua vez, são porventura o maior bastião da esquerda intelectual - a ideia de que «A partir de agora, está mais que provado que não há raças! porque o genoma provou coisa e tal e acabou a conversa!!!, o racismo está perdido ideologicamente!!!!, ganhámooooss!!!!!» e outras atoardas do género, ao estilo conhecidamente histérico-triunfalista daquela espécie de gentes. Julgavam os «anti-racistas» militantes que conseguiam convencer o povo de que a ciência lhes dava razão indiscutível e inquestionável e que acabara a conversa, e, com isso, pensavam poder exercer lavagem (isto é, poluição) cerebral em todas as populações do Ocidente, fazendo com que cada indivíduo negasse o que os seus olhos lhe mostravam, sendo forçado a dizer que as diferenças raciais afinal «eram ilusão de óptica» ou algo de semelhante jaez, deixando-se assim guiar pela cartilha anti-racista, cada vez menos capaz de dizer não à avalanche de imigrantes não europeus que os miscigenadores e mundialistas vários querem meter pela Europa adentro.

Portanto, caros leitores, atenção ao texto que se segue (em tradução brasileira, paciência):

A RAÇA É UM MITO? A CIÊNCIA DISTORCIDA PELA ESQUERDA PARA PROPÓSITOS POLÍTICOS
por Michael Rienzi

(Este artigo foi publicado originalmente na edição de Dezembro de 2000 do American Renaissance - http://www.amren.com/)

O igualitarismo racial tem falhado em produzir a "igualitária e justa" sociedade prometida pelos técnicos sociais. Ao mesmo tempo, está ocorrendo o marcante renascimento da identidade racial e étnica no mundo pós guerra-fria. Em resposta, a esquerda adoptou uma nova estratégia: negar totalmente a existência de raças! É por Isso que ouvimos falar tão frequentemente que "raça é uma construção social, sem validade biológica" e que "a ciência prova que somos todos iguais". Ironicamente, é em conexão com o progresso e entendimento do genoma humano – progresso no campo que irá definitivamente provar a realidade biológica das raças – que nós mais temos ouvido que raça é nada mais do que características "superficiais" e de aparência.

Contra essa visão, há primeiro de tudo as óbvias diferenças entre os grupos de populações humanas que todos reconhecem. Há também evidências genéticas que podem ser usadas independentemente dos métodos tradicionais para classificar diferentes populações humanas em grupos raciais que são virtualmente idênticos aos baseados nos alegados traços "superficiais" estudados pela tradicional antropologia física. O professor Glayde Whitney escreveu nessas páginas:

"Esses dados são portanto uma virtualmente irrefutável demonstração da realidade das raças – uma análise puramente estatística das frequências alelas (diferenças genéticas de um grupo para outro) dando resultados que são essencialmente idênticos aos grupos raciais estabelecidos pela antropologia tradicional".

Uma honesta avaliação de dados confirma a realidade racial. Mas vamos ver os argumentos do outro lado:

"Nós somos 99.9% (ou algum outro número) geneticamente idênticos; então não pode haver diferenças e não existem raças."
Apesar de ser verdade que as populações humanas compartilhem aproximadamente 99.9% de seus genes, é também verdade que os humanos compartilham mais de 98% dos seus genes com chimpanzés, e uma grande porção com animais como ratos e cachorros. Muitos desses genes produzem estruturas básicas do corpo que todos mamíferos possuem em comum; diferenças entre organismos são causadas por diferenças genéticas muito pequenas.

Homens e mulheres são 99,998% idênticos mas ninguém sugere que homens e mulheres são idênticos.

Evidências actuais sugerem que todas as diferenças sexuais entre homens e mulher sejam o resultado de somente uma diferença genética – um gene (os Testes Factor Determinante) de uma estimativa de 50,000 – 100,000! Isso significa que homens e mulheres são 99,998 aos 99,999% geneticamente idênticos, mas ninguém sugere que sexo é uma mera “construção social”. Dessa maneira, as diferenças genéticas entre homens e chimpanzés, que ninguém nega, podem ser descritas como 12 à 20 vezes a diferença genética entre grupos raciais.

Pequenas diferenças genéticas podem ter fortes consequências fenóticas porque os genes são ordenados em um modelo hierárquico. Alguns genes são “genes mestres”, e controlam a expressão de número dos outros genes, cada um deles pode ter grande controlo sobre alguns outros genes. Além disso, a expressão de cada gene é controlada por regiões chamadas “promotoras” (N. do T. “promoters”) e “realçadoras” (N. do T. “enhancers”), normalmente localizadas na frente da parte funcional do gene. Uma pequena mudança na região promotora do gene “X” pode alterar sua expressão. X pode controlar os genes A, B, C, D, E, F. O Gene A por sua vez pode controlar seu próprio conjunto de genes. Mesmo se todos os outros genes controlados por “X” forem idênticos entre dois grupos, uma diferença em “X” pode ser suficiente para produzir grandes diferenças entre os dois grupos.

Não é a quantidade de diferenças genéticas que é importante, mas a natureza das diferenças: que genes são diferentes, de que maneira eles diferem, e as consequências dessas diferenças. Espécies de cachorros são análogas a raças humanas. É possível que diferentes espécies sejam geneticamente mais parecidas do que diferentes raças humanas, mas não há dúvida que essas subtis variações resultem em significantes diferenças em aparência, inteligência e comportamento.

É importante considerar também que uma borboleta e a lagarta da qual ela se desenvolveu são 100% idênticas geneticamente! Os genes não mudam; as enormes diferenças entre lagartas e borboletas resultam do activamento de diferentes genes em épocas diferentes. Isso pode dar alguma pausa para pensar aos que acham que a diferença de 0,1% em dezenas de milhares de genes humanos “não fazem diferença”.

“Há mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas.”
Esse é outro argumento muito popular que, mesmo verdadeiro, não significaria que raça não tem significado. A falha nesse argumento é a mesma do “argumento do 99,9%”, em que é tratado como mais importante a quantidade – “contagem de feijões” genética (N. do T. genetic "bean counting") – mais do que a importância das diferenças genéticas e suas consequências. De facto, há mais variação genética dentro de grupos do que entre grupos, mas se essa variação não influenciar a expressão de importantes genes, isso não terá grandes consequências. Há uma considerável variação genética entre irmãos e entre pais e filhos, mas isso não altera o facto que eles são mais intimamente relacionados uns ao outro do que a estranhos.

Novamente o Prof. Whitney demonstra o absurdo do argumento da “variação”. Ele aponta que podemos pegar o total da diversidade genética contida na população de Belfast e uma tropa de macacos e dar a isso um indicador de 100%. Surpreendente como isso possa parecer, a maior parte dessa diversidade será encontrada tanto na população de Belfast quanto na tropa de macacos. Há uma grande diversidade genética igualmente entre dois indivíduos que são muito similares entre si. Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.

O Prof. Whitney explica que assim como no caso da diferenças genéticas entre homens e mulheres, “a questão significante sobre diferenças raciais não é a percentagem da diversidade total, mas como essa diversidade é distribuída entre as raças, que traços ela influencia, e como isso é modelado.” Pequenas diferenças genéticas podem traduzir-se em importantes diferenças físicas e comportamentais.

“A variação da população é contínua e traços humanos variam através de um espectro, então raças individuais não existem”.
Esse é um modo científico de dizer que por existirem híbridos (populações racialmente ou etnicamente misturadas), não existem raças individuais. Esse é um surpreendentemente popular argumento, entretanto igualmente fácil de refutar. Ninguém pensa que a existência de populações híbridas de animais significa que esses animais não podem ser classificados em diferentes grupos. Isso é evidente. Seu cachorro pode ser uma mistura de pastor alemão e dinamarquês, mas isso não significa que não há pastores alemães ou dinamarqueses. A existência de cachorros híbridos significa somente que diferentes espécies de cães podem acasalar e produzir descendentes. Cães e lobos – diferentes espécies – podem acasalar e produzir descendentes, mas ainda será fácil distinguir um cão de um lobo.

Há certos lugares onde têm havido forte mistura e onde há raças miscigenadas – Ásia Central, América Latina, África do Norte. A existência de populações híbridas nessas áreas de forma alguma invalida a existência de outras populações que são mais diferenciadas geneticamente – na Europa, no Extremo Oriente, e na África sub-Saariana.

Esse argumento da “variação contínua” é tão ilógico que seria surpreendente alguém levá-lo a sério. A existência de misturas não invalida a existência dos componentes originais das misturas. O fato de o vermelho e o amarelo poderem se misturar para produzir laranja dificilmente significaria que vermelho e amarelo são ilusões ou não existem. Apesar da mistura racial estar longe de ser uma perfeita e contínua graduação, igualmente essas variações na natureza quando formam uma graduação podem ser classificadas em diferentes grupos. A contínua variação da frequência da luz no arco-íris, por exemplo, é facilmente agrupada em cores distintas que virtualmente todas as pessoas reconhecem.

“Todas as populações humanas são misturas, assim não há coisas como raça pura; portanto, não há coisas como raças.”
Esse argumento é relacionado com o anterior, excepto que ele diz que somos todos híbridos, então não existem raças. Primeiro, nenhum cientista fala em raças “puras”. O que significa “pureza” racial, afinal? É verdade que certas populações são mais diferenciadas e distintas geneticamente do que outros grupos mais hibridizados. Se nós considerarmos ingleses, centro-asiáticos e coreanos, nós poderemos fazer a relativa declaração que coreanos e ingleses são mais geneticamente (e fenoticamente) distintos e diferenciados do que centro-asiáticos, que são em alguns aspectos intermediários entre leste-asiáticos e europeus.

Isso não implica que coreanos ou ingleses sejam “puros”, que presumivelmente significaria que eles poderiam todos traçar seus ancestrais em uma única população a um certo tempo. Os ingleses, por exemplo, são predominantemente uma população nórdica, composta de anglo-saxões, celtas, normandos/vikings, romanos e possivelmente primitivos mediterrâneos. Muitos grupos europeus são similarmente compostos de múltiplas linhagens relacionadas; se ter ancestrais de diferentes mas relativamente similares grupos europeus faz alguém ser “miscigenado”, então realmente nós somos todos miscigenados. Mas isso não invalida de forma alguma o conceito de raça, ou o fato de que várias populações “miscigenadas” são ainda geneticamente e fenoticamente distintas das outras e assim são raças separadas. Tanto geneticamente e fisicamente, ingleses claramente pertencem ao grupo europeu e coreanos ao grupo nordeste-asiático.

O argumento “somos todos miscigenados” falha de duas maneiras. Primeiro, as várias linhagens que acabaram por produzir muitos dos grupos étnicos de hoje eram relativamente similar umas as outras, então isso estende a definição da palavra para chamá-los “miscigenados”. Quanto diferentes são os anglo-saxões dos celtas? Similarmente, poderia uma pessoa de ancestrais ingleses e alemães ser considerada “miscigenada”? Francês-italiano? Nós chamamos os milhões de brancos americanos de linhagens européias misturadas “miscigenados”?

Segundo, misturas das relatadas linhagens podem estabilizar com o tempo, e formar um novo, único e separado grupo étnico, raça ou espécie. Esse é o caso de vários grupos étnicos europeus, formados pelas misturas das relatadas linhagens étnicas. Europeus podem existir por centenas – talvez milhares – de gerações sem produzir descendentes que parecem africanos ou asiáticos. O contrário é também verdadeiro. Mesmo as raças de hoje sendo o resultado de antigas misturas essas misturas são distintas e extremamente estáveis.

“Diferenças entre as populações são superficiais e somente pele.”
Isso simplesmente não é verdadeiro. Muitas diferenças consistentes entre grupos foram encontradas em inteligência, comportamento, tamanho do cérebro, resistência a doenças, taxas de nascimento de gémeos, velocidade de maturação, etc. O Prof. Arthur Jensen colectou provas irrefutáveis de diferenças raciais em média de inteligência. Em Raça, Evolução e Comportamento (N. do T. Race, Evolution and Behavior) o Prof. Philippe Rushton não só documentou o grande número de outras diferenças raciais mas mostrou o quanto elas se enquadram às várias estratégias de reprodução seguidas pelos diferentes grupos raciais. Algumas vezes o argumento “raças-não-existem” aparenta ser uma tentativa desesperada de derrubar o argumento sobre diferenças raciais que a esquerda claramente perdeu. Desde que os igualitaristas não tem nada a dizer face às montanhas de evidências de diferenças raciais, eles repentinamente mudaram seu foco e tentaram fingir que raça por si só não existe.

Mesmo o mais anti-racista dos médicos reconhece que doadores e receptores de transplantes tem que ser escolhidos não apenas em base de sua raça, mas também por sua etnia, porque transplantes inter-raciais são mais prováveis de serem rejeitados. Eles também sabem que pessoas de diferentes raças reagem diferentemente às mesmas drogas e sofrem de diferentes doenças. Dizer que essas diferenças são apenas “de pele” é completamente contra a realidade.

“Não houve tempo suficiente para as diferenças raciais serem desenvolvidas”.
Esse é um curioso argumento porque houve claramente tempo suficiente para as diferenças físicas se desenvolverem. Pigmeus e noruegueses presumivelmente tiveram um ancestral comum, mas agora são tão diferentes entre si que um biólogo de outro planeta poderia pensar perfeitamente que se tratam de espécies diferentes. Esse argumento portanto é uma tentativa de negar diferenças em média de inteligência ou outras características mentais. Em Porque Raça Importa? (N. do T. Why Race Matters?) o Professor Michael Levin mostra que as diferenças de QI entre europeus e negros africanos tiveram tempo mais do que suficiente para se desenvolverem durante estimadas 4,400 gerações desde que os dois grupos se separaram do ancestral comum. De acordo com esse cálculo, teria sido necessária uma taxa de selecção por geração de 0.000106 contra genes recessivos, uma taxa de mudança genética muito pequena que é equivalente a uma mudança em 11 indivíduos por 100,000 por geração. Na natureza essa é uma taxa extremamente pequena de mudança evolucionária.

“A raça branca – como todas as outras – é uma construção social.”
Aqui nós começamos a ver a motivação por trás de todos os “não existem coisas como raças” absurdos. Se pessoas de descendência europeia puderem ser convencidas que raça não existe, em particular que sua raça não existe, não haverá resistência à substituição de brancos pelas forças que actualmente trabalham na América, Europa e em outras partes. As pessoas não irão defender algo que elas estão convencidas que não é real.

Se – contra seus próprios instintos e a clara evidência de seus sentidos – brancos puderem ser condicionados a pensar que raça é uma ilusão eles não terão razão para se opor à integração de fronteiras, miscigenação, e massiva imigração não branca. Se brancos se misturarem e forem substituídos por pessoas que não são realmente diferente deles nada estará perdido.

A ironia, claro, é que quando falam em “acção afirmativa” – políticas que penalizam brancos – as mesmas pessoas que dizem que raça é uma construção social insistem que isso é uma base válida para tratamento preferencial. Pessoas que dizem que raças não são biológicas, não têm dificuldade em alegar que são “negros” ou “asiáticos” ou “índios americanos” quando há uma vantagem em fazer isso.

Na grande maioria dos casos não há a menor discordância sobre quem pertence a qual raça. Crianças podem distinguir raças com segurança pela idade de dois ou três. A natureza é económica e muitas vezes não dota suas criaturas com senso para distinguir coisa que não importam. Uma habilidade instintiva, adquirida com pouca idade, de quem é “nossa gente” e quem não é essencial para a sobrevivência do grupo. Qualquer tentativa de negar ou sobrepor essa habilidade é um ataque directo ao próprio grupo.

Desnecessário dizer, é somente para brancos que papagueiam noções absurdas sobre raça e que pretendem tornar a indiferença eu até a deslealdade à raça uma virtude. Não-brancos tem uma forte consciência de raça e sabem que isso é parte fundamental da identidade individual ou do grupo. Eles devem se divertir muito com os disparates potencialmente suicidas que eles ouvem brancos argumentando aos outros que eles acreditam.

Apesar da alegação de certos demagogos, europeus são uma realidade tanto cultural quanto biológica. Como todos grupos raciais e étnicos, eles têm o direito a preservar essa realidade e de resistir aos esforços para ofuscar a ciência numa tentativa de eliminar raças de facto, tanto quanto em denominação.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 04:13 PM


demagogia, intolerância e etc. já agora Condor por favor não me mistures com nuno melo, os pp's, sallazar ou a santa madre igreja. dois pesos e duas medidas. mas se tenho ainda direito a ter opinião acho que os nacionalistas devem poder manifestar-se. e que criminosos ilegais não devem por cá ficar. nem na cadeia. não com os meus impostos. quanto ao MSoareses pelo menos já percebeu que criminosos não é sinónimo de imigração. uf. mas às vezes tbém é. e aí:RUA.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 04:13 PM


P.S.: NÃO É NÃO TER ESCRÚPULOS KAMARADA. É JÁ NÃO TER PACHORRA PARA REBATER A VOSSA VERBORREIA. para vocês o mundo nem é a preto e branco. é todo preto. vocês vivem de clichés e ideias feitas.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 04:24 PM


Este lugar já começa a soltar o fedor dos paranóicos do PNR e restante corja, o que era de esperar, por que andam a publicitar o Barnabé e este texto em particular nos seus blogues e fóruns. Vai-vos cair aqui toda a decadência mental imaginável, e o palhaço-mor (um tal de Tautalus, a ligação do PNR à FN, já cá está aos gritos... vejam o seu blogue aqui, http://gladio.blogspot.com/).

De passagem, podem também espreitar os blogues dos seus "camaradas" PNRistas menos boçais, assim uma espécie de gente que se quer mais refinada que as bestas e os adolescentes que viraram "nazis" por acção da Internet (basicamente, o grosso desta gente, e a mais disposta às "acções de rua" e a cantar odes ao glorioso nacional-socialismo:

http://novafrente.blogspot.com/
http://ultimoreduto.weblog.com.pt/
http://santarem-nacional.blogspot.com/

Leitura obrigatória e "linkada" pelo "Blasfémias", também poiso regular do "jornalista" Eurico de Barros, do DN (ao que parece bastante íntimo desta gente, e onde vai aproveitando para negar o Holocausto e soltar uns gritinhos contra o "lixo do multiculturalismo"...

Aparentemente, os autores destes blogues estiveram todos na manif ao lado da besta-mor, depois de passarem meses a escrever comunicados do PNR a negar que soubessem o que é a FN ou que tivessem com eles alguma ligação...

Publicado por Pedro Jorge em junho 21, 2005 04:36 PM


O imbecil Pedro Jorge achou por bem vir aqui representar a «esquerda anti-racista» em todo o seu esplendor: a do esquerdista típico, completamente sem argumentos, mentalmente indigente, e, sobretudo, impotentemente raivoso, não só devido ao sucesso político da manifestação, mas também porque lhe falta por completo qualquer espécie de coisa vagamente parecida com bagagem cultural para defender os pontos de vista que os seus donos lhe meteram dentro da podre mioleira, depois de o castrarem e domesticarem a pretexto.

E, por isso, está ainda com mais medo do que antes. É o que eu digo e repito: a sorte destes atrasados mentais, até agora, tem sido o facto de que a comunicação sUcial controlada pelos seus amigos tem boicotado a mensagem nacionalista. Porque, num confronto de ideias, essa escumalha infra-humana e infra-humanizante, é por completo esmigalhada.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 04:58 PM


« domesticarem a pretexto.»

leia-se

«domesticarem a preceito».

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 05:00 PM


Outra atrasadice mental:

«E ou bem que temos um país com fronteiras abertas (sim sim sei muito bem que também há ilegais!!!) ou fechamo-nos num compartimento estanque só connosco portgueses puros e bonzinhos (explusaram nos da terra deles? jura? não lhe ´queríamos usurpar a terra? assim só por acaso...??? deve ter sido impressão dos últimos 500 ANOS de história!!).»

É o palavreado idiota, uniformemente gravado em todas as cassetes distribuídas à gentalha esquerdista de mais baixa «patente».
O sujeito pega imbecilmente na questão da colonização, esquecendo que FORAM OS BRANCOS, UNILATERALMENTE, que deram liberdade aos negros africanos.
O sujeito também quer fazer crer que ou se abre as portas do país como ele abre as pernas aos invasores, ou então «é um Estado fascista!», ou coisa parecida. Parte do princípio de que Portugal não pode ficar estanque, porque não, porque é pecado, como se Portugal não tivesse já desemprego que chegasse. E como se os imigrantes de leste não pudessem substituir, com todas as vantagens, os de África.

É parvoíce demais para ser verdade, o que dizem os MSoareses, mas existe.

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 05:12 PM


Finalmente cheguei a uma conclusão :

Os nazis portugueses são uma sub-especie de humanóides, que desgostosos da pigmentação da sua pele lavam-se com lexivia para ficarem mais brancos.

Os vapores da lexivia causam-lhes irreparáveis lesões cerebrais, deixando metade do cerebro totalmente inutilizado.

Assim passam a ter uma mentalidade de cachorro sempre á procura da matilha que seguem fielmente sem protesto.

Obedecem ao mais forte e têm uma fidelidade canina em relação ao chefe.

Em matilha e quando têm fome podem tornar-se vilentos, mas nada que umas boas pauladas não resolvam.

Em determinados periodos do ano podem ser portadores de raiva, nestas alturas convem que sejam totalmente isolados.

Aviso da direcção geral de VETERINÀRIA.

Publicado por condor em junho 21, 2005 05:18 PM


Parabens Condor. consegues ser tão rasca e abjecto que saio da discussão. o que é a esquerda vê-se nos teus textos. e falam vocês dos skins...

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 05:25 PM


mas isto tem muito a ver com o vosso conceito de democracia. ficarem a falar sózinhos e imporem a bem ou a mal a vossa estupidez estruturante...

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 05:32 PM


tipo: onanista.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 05:33 PM


Pinto Ribeiro onde está o teu sentido de humor, em nenhum momento me estou a referir a ti, a não ser que agora te tenhas tornado porta voz da rataria.

Se isso é assim desculpa mas fico bastante desiludido.

Publicado por condor em junho 21, 2005 05:34 PM


Condor eu nunca poderia ser porta voz da rataria porque não sou de esquerda. agora. debater, sim. mas de forma séria, mesmo com posições inconciliáveis, com argumentos e sem recorrer ao insulto. e continuo a achar que vocês estãO a ver mal o problema. além do mais já me colaram hoje ao salazar, ao nuno melo, ao pp, à santa madre igreja...porra. é muito. manda sempre.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 05:45 PM


tautalos

um verdadeiro exemplo da "esquerda vociferante" (pois claro pinto ribeiro onde está a sua coerencia na defesa da não agressão verbal agora? agora os de direita/extrema não são passíveis de crítica?). lamento que em vez de me dares argumentos dispares insultos (não que eles representem alguma coisa em relação a mim mesma, simplesmente denotam que os teus argumentos não existem).

primeiro em que é que se relaciona citação que fizeste com ser atrasadice mental? não explicaste só citaste. depois quem te disse que eu era de esquerda centro ou direita? segundo que sabes tu da minha patente? estás a assumir coisas que em nada se reflectem naquilo que escrevi estou à espera de argumentos.

espetacular!!!! Acho que esta é a frase mais hilariante que já li!! Looooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool Ó pinto ribeiro concorda com esta afirmação? (não é provocação, estou-lhe a perguntar seriamente!)
"FORAM OS BRANCOS, UNILATERALMENTE, que deram liberdade aos negros africanos" - Mas eles não eram livres antes dos brancos irem lá? Eram prisioneiros de quem? De quê?
Vai estudar História do Mundo porque inventar uma nova não funciona!!
E não tenho absolutamente nenhum medo do suposto desemprego por causa de imigrantes porque a realidade é que há sempre quem viole as regras de imigração haja emprego ou não. E mesmo que não houvesse imigração se eu tenho de ter um emprego tenho é de procurá-lo, produzir currículo para ter direito a ele. Isso de estar preocupada com terceiros é para mim uma desculpa de quem não se move o que pode e o que não pode para ter direito a um emprego.

E pinto ribeiro, não se exalte tanto, vejo que tem sérios com concordar com seja o que for que tenha o mais leve aroma a esquerda. Mas está no seu direito, claro. Quanto aos clichés quem o lê poderia dizer exactamente o mesmo. Simplesmente arrogo-me (desculpe-me a "arrogância":) o direito de lhe dizer que não são clichés na medida em que eu não li em qualquer lado e disse "que giro, um bom slogan para ter" e colei um crachá. Pensei no assunto e pronto (eu não assumo que o senhor colou os seus crachás...tb deve ter pensado sobre eles, só não explicou foi as suas razões).

E já agora uma coisa são nacionalistas e outras racistas.Eu nem sequer estou interessada em discutir os primeiros.

Mas a sério, a alínea acima...dos brancos libertarem os negros...que me diz?

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 06:03 PM


eu não me exalto. muito menos por aqui. posso provocar, picar, picar-me, etc, mas isso é outra coisa. se me leres vês isso. se calhar até temos preocupações comuns mas interpretações diferentes. o racismo aqui não me interessa só na medida em que o que aqui me preocupa é a imigração ilegal ligada a fenómenos concretos de criminalidade. mas racismo e imigração são questões completamente diferentes. quanto à última afirmação não faz realmente sentido. olhe-se para áfrica. os pretos nem aos/dos pretos se libertam...áfrica é o continente do horror e da barbárie. e não me venham com a herança colonial. com o branco. ao acaso, aqui perto : kumba yalá, nino vieira, eduardo dos santos... mas não sou eu quem tem de pagar essa factura.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 06:18 PM


espero não o insultar nem ser políticamente incorrecto ao dizer que um preto é preto, ou chamar preto a um preto....

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 06:20 PM



Concordo consigo em todo este seu penúltimo comentário:) Quanto ao achar politicamente incorrecto do "preto", não o acho. O incorrecto não está na palavra (podia ser castanho ou outra coisa)..o pejorativo só está no tom que as pessoas aplicam, ou no contexto. Senão acho que em vez de brancos ou amarelos devíamos dizer alvos ou dourados:P No stress.

Publicado por MSoareses em junho 21, 2005 06:33 PM


O com-dor, que nunca teve argumentos, perdeu agora por completo as estribeiras. Já nem tenta fingir que argumenta - só lhe resta a tentativa de insulto, atrás da qual se adivinha uma lágrima de puto malcriado que é incapaz de se vingar quando devidamente o castigam. E, de facto, acaba por revelar a sua histeria de um modo mais particularmente cretino do que antes, desgraçadinho dos nervos.

Mas que queriam os seus donos que ele fizesse, se há tanto tempo o castraram?...


Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 06:34 PM


vou sair. vemo-nos por aqui. cool.

Publicado por pinto ribeiro em junho 21, 2005 06:36 PM


MSoareses, não a insultei; referi-me à imbecilidade das suas afirmações, o que é diferente. Mas olhe que pegar nisso para fazer crer que eu não apresentei argumentos, é mais uma das desonestas imbecilidades que aqui tenho lido da parte dos anti-racistas militantes meliantes...

E se não percebeste o modo como deitei a tua afirmação, por mim citada, então não vais «lá» nem com um desenho...

«segundo que sabes tu da minha patente?»

Deduzi pela qualidade da argumentação. Sem ofensa.


«"FORAM OS BRANCOS, UNILATERALMENTE, que deram liberdade aos negros africanos" - Mas eles não eram livres antes dos brancos irem lá?»

De facto, não, cara senhora. Escravizavam-se mutuamente e viviam em constante conflito inter-tribal.

«Vai estudar História do Mundo porque inventar uma nova não funciona!!»

Acalme-se e aprenda História a sério, como os seus tutores nunca lhe ensinaram.


«E não tenho absolutamente nenhum medo do suposto desemprego por causa de imigrantes»

Talvez porque esteja com um bom emprego...

«E mesmo que não houvesse imigração se eu tenho de ter um emprego tenho é de procurá-lo, produzir currículo para ter direito a ele.»

E, de preferência, ser de uma minoria estrangeira, porque muitos patrões preferem assim.


«Isso de estar preocupada com terceiros é para mim uma desculpa de quem não se move o que pode e o que não pode para ter direito a um emprego.»

Portanto, quem está desempregado é porque não quer trabalhar, será isso, cara senhora?...


Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 06:46 PM


«E se não percebeste o modo como deitei a tua afirmação, por mim citada, então não vais «lá» nem com um desenho...»

Leia-se:

«E se não percebeste o modo como deitei por terra a tua afirmação, por mim citada, então não vais «lá» nem com um desenho...»

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 06:51 PM


Tautalos:
É contraditório com o que escreveste de que os portugueses não serão anti-racistas. Se nem o rapaz em causa "assume" ou reclama o racismo para si, como é que tu chegas à conclusão de que o anti-racismo é um mito.

"...deitando por terra a aldrabice esquerdista de que «o povo português é anti-racista!!!»(tanga destinada a lavar, isto é, a poluir os cérebros dos Portugueses)."

Publicado por João Dias em junho 21, 2005 07:06 PM


meu caro tautalus, não não existem raças.

os pretos, os amarelos ou os brancos não são uma subspecie humana. de resto, quem chegou a esta conclusão usou fundamentos geneticos, que são os que importam neste assunto.


de resto, e mesmo se fossemos de raças diferentes? qual é o problema? não me diga que o pretinho não consegue trabalhar nem tirar curso superior.


curioso vocÊ diz que os pretos tinham guerras tribais, portanto e nós fomos lá salva-los da escravidão, escravizando-os.

no entanto responda-me lá, onde se deu a guerra dos cem anos? eram pretos...
onde se deu a primeira e segunda guerras? em africa?

já que estamos numa sessão de preconceito;

sabe o que acho que isso é? inveja, inveja pelos pretos serem mais "dotados" que os branquelas.

Publicado por oscar pinto em junho 21, 2005 11:45 PM


Um humanóide que pauta sua vida pelo ódio ao preto, pelo apelo á violência gratuita, ódio que já o levou a ser cumplice de um assassinato, não é um caso politico, é um caso de policia ou melhor um caso patológico.

Não há nestes sub-humanos uma visão estratégica, ou táctica, ou qualquer arremedo de solução para os problemas do País, só têm como objectivo a violência, de que são protagonistas e principais instigadores.

O Portugal Republicano Laico e Democrata , precisa de medidas corajosas para resolver os graves problemas de exclusão social, e de marginalidade, que se começam a agigantar nas periferias das grandes cidades de Lisboa Porto e Setubal.Firmeza e coragem e nenhuma especie de tibieza perante os prevaricadores sejam eles quem sejam.

Só que não será com marginais ,e justiceiros de pacotilha ,nem muito menos com instigadores de ódio racista ou xenofobo, que essas soluções poderão ser encontradas.

Não se resolve um incêndio de azeite atirando-lhe água.

Não se pode combater a criminalidade com CRIMINOSOS.

Esta posição é de um cidadão de ESQUERDA mas certamente será subscrita por qualquer homem ou mulher de bom senso.

Publicado por condor em junho 21, 2005 11:57 PM


«É contraditório com o que escreveste de que os portugueses não serão anti-racistas. Se nem o rapaz em causa "assume" ou reclama o racismo para si, como é que tu chegas à conclusão de que o anti-racismo é um mito.»

Ah, já podias ter dito que era a isso que te referias e não à declaração de Mário Machado.

Pois bem: eu coloquei a tal afirmação «anti-racista» entre aspas, porque, para os anti-racistas militantes, dizer-se que as diferenças raciais existem, e ter orgulho em ser branco, é já ser muitíssimo racista. Ora, essa consciência racial existe, naturalmente, no seio do povo português.

Esclarecido?

Publicado por Tautalos em junho 21, 2005 11:58 PM


Sim, Óscar, existem raças. E são bem visíveis a olho nu. Por meio da ciência, mais ainda. E quem chegou a esta conclusão, usou fundamentos genéticos, como eu bem demonstrei acima, com dois copy-pastes que deixaram o com-dor ainda com mais dor. Os negros, os amarelos e os brancos são pois raças diferentes, e isto é imediatamente visível pela análise de qualquer pinga de sangue de qualquer pessoa.


«de resto, e mesmo se fossemos de raças diferentes? qual é o problema?»

O problema? O problema é todo vosso, que não aceitam a diversidade e tudo fazem para negá-la, quer por meio da manipulação da ciência, quer por meio da «lavagem» (leia-se «poluição») cerebral que tentam fazer às massas.


«curioso vocÊ diz que os pretos tinham guerras tribais, portanto e nós fomos lá salva-los da escravidão, escravizando-os.»

Não... Eu explico-lhe: antes de mais nada, nós (Europeus) passámos por lá a caminho de outro destino. Estabelecemos contactos com os africanos locais. Iniciámos trocas comerciais, entregando, por exemplo, panos luminosos e recebendo... escravos. Sim, escravos que os negros trocavam entre si, resultantes das suas guerras.
Com o aumento das necessidades da economia europeia, os Europeus começaram a fazer o mesmo que os Africanos faziam entre si: começaram a escravizar negros directamente. Só que, como o seu poderio militar, político e económico era imensamente superior ao dos negros, puderam submeter por completo todas as tribos africanas.
No entanto, há muito que existia, no Ocidente, uma tendência para pôr em causa a escravatura... e, com o despertar lento e gradual da cultura clássica, avivou-se um sentido de dignidade humana que acabou por fazer desenvolver na Europa uma ideologia de combate à escravatura. Naturalmente que, pelo meio, houve várias conveniências políticas, nomeadamente dos Ingleses e, mais tarde, dos Estados da União contra os Estados confederados, mas, seja como for, é inegável que surgiu no Ocidente uma doutrina anti-esclavagista e que o seu ideal acabou por vingar. Assim, os brancos EUROPEUS acabaram por abolir a escravatura; e chegaram a ter de obrigar vários chefes tribais negros a deixarem esse negócio vergonhoso.

Assim, a dádiva dos Europeus aos Africanos, é sem par e jamais poderá ser paga: foi a dádiva da Liberdade.


«no entanto responda-me lá, onde se deu a guerra dos cem anos? eram pretos...»

Argumento idiota. Ninguém disse que os brancos europeus não faziam guerras. O que se disse, e ninguém se atreveu a negar (era o que faltava, então é que era a imbecilidade total), é que os negros também faziam, e fazem, guerras entre si. A diferença, é que na Europa surgiu o ideal de abolição da escravatura e do respeito pela soberania dos Estados, ao passo que em África, sempre vigorou a lei do mais forte.


«sabe o que acho que isso é? inveja, inveja pelos pretos serem mais "dotados" que os branquelas.»

Olha, o anti-racista militante até já está disposto a declarar a superioridade racial dos negros... bonito... as voltas que a vida dá...
Enfim, não sei, a propósito, porque cargas de água é que os negros serão mais dotados do que os brancos.

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 12:29 AM


O com-dor não se cansa de grunhir as mesmas imbecilidades e o mais cómico é que agora resolveu armar-se em cidadão respeitador da lei, depois de ter apoiado abertamente um assassino político. Pois é, fugiu-lhe a boca para a verdade e agora está ridiculamente a ver se compõe o ramalhete, um infra-humano desses que nem dignidade tem para possuir uma coluna vertebral e levantar as imundas ventas do chiqueiro em que chafurda.

Contra todas as evidências, insiste, como autómato que o habituaram a ser, em disseminar a versão oficial do Bloco de Esterco a respeito dos «nazis». Não se atreve sequer a comentar o programa ideológico nacionalista; quanto às soluções nacionalistas para o problema da criminalidade, todo o seu esforço vai no sentido de as tentar ocultar, daí os seus guinchos constantes - chama-se a isso ruído de fundo, provocado para que a mensagem nacionalista não chegue aos ouvidos dos destinatários. Age assim quem não tem argumentos de espécie alguma, mas tão somente ódio e fanatismo de invertebrado cretino.

Já nem sabe às quantas anda, essa coisa teclante e de ódio babada, e, ainda assim, pelo que o seu palavreado em tudo se assemelha aos últimos estertores de uma galinha a quem tivessem cortado a cabeça.

Aliás, o com-dor não dá sequer sinais de algum dia ter possuído uma cabeça. Basta-lhe a cabeça dos donos, que ele serve com o som da sua fétida boca.

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 12:40 AM


Tautalos:
Percebi-te.
Mas devo-te dizer que não me agrada esse orgulho na raça para depois não ter respeito pelas outras raças que naturalmente tb terão direto ao seu orgulho.
Para mim, essa questão de orgulho branco não se põe, não vejo necessidade de tal afirmação, não me sinto oprimido, por isso não sinto a necessidade de evocar convicção e força na minha raça para conquistar algum direito que hipoteticamente não estivesse a ser respeitado.
Mas olha é a tua causa e deves ser feliz assim, mas lembra-te que há pessoas que tb encontraram a felicidade em Portugal e não vieram para cá destruir o "orgulho branco".

Publicado por João Dias em junho 22, 2005 01:41 AM


lol este gajo é demais.

os "ocidentais" sairam da merda em que se meteram,
deixe-se de romantismos.

nós ajudamos a destruir a liberdade essa é a realidade, tomaram partido do crime e não se importavam. ou vai dizer que fomos forçados a trata-los como escravos não os podiamos por a trabalhar nas americas como trabalhadores.


mas não espera aí, nós é que lhes demos a liberdade.

estou para ver como os pretos se libertavam, já sei morriam ou assinavam um baixo assinado.

que estupidez...

ps: engracei com o titulo do texto que apresentou...

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 02:42 AM


Em todo este debate há uma achega que eu gostaria de deixar:a imprensa tambem tem alguma culpa.Quando dá uma noticia sobre a pratica de um crime,refere a raça do individuo,"um cigano,um negro",mas se for branco,nao é referido.Porque?Isto é um sintoma racista.Se na nossa sociedade há gente de varias etnias,entao que se indique que o suspeito é branco,é cigano ou negro.Tem toda a logica que assim seja.Aliás,é pratica habitual na imprensa dos EUA.

Publicado por luis nasciment em junho 22, 2005 09:23 AM


Sem querer bulir com a liberdade inerente a cada individuo de expressar as suas ideias, não posso deixar de classificar as ideias aqui defendidas pelo tautalos como, no mínimo, abjectas.

Publicado por rb em junho 22, 2005 11:29 AM


João Dias, eu não disse que as outras raças não poderiam ter orgulho racial, ou disse?

Quanto ao propósito do orgulho branco, trata-se de uma questão de auto-estima. É algo de natural e que precisa de ser afirmado contra a onda de negativismo que existe relativamente à História da raça branca europeia.
Convém também lembrar que só um orgulho forte pode fazer com que o povo insista em dar continuidade à sua estirpe, ameaçada pela baixa natalidade.

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 12:09 PM


Oscar Pinto, pensa bem. Livra-te das cadeias mentais que certa propaganda te impuseram. Sim, é mesmo verdade que fomos nós, Europeus, quem trouxe, UNILATERAL E EXCLUSIVAMENTE, a abolição da escravatura. Claro que antes disso fizemos o mesmo que todos os outros povos fizeram, mas, a dada altura, fomos os únicos a acabar com a instituição esclavagista.
Isto é um facto histórico.


Naturalmente que os negros que eram escravos, não o quereriam ser... mas nunca saiu de entre eles UM PROJECTO, uma TEORIA, um IDEAL de acabar com esse estado de coisas. Grosso modo, e para permitir que se perceba melhor, pode dizer-se que os que eram escravos, preferiam que os escravos fossem outros...

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 12:15 PM


Sim, Luís Nascimento, a imprensa tem de dizer a identidade racial dos criminosos, em cada caso. Quem pretendia silenciar esse «pormenor», era uma chusma de jornalistas politicamente correctos e desonestos, que não queriam que o povo soubesse QUEM comete crimes em Portugal, talvez porque os patrões desses jornalistas queiram continuar a meter imensas catrefas de imigrantes em Portugal sem que o povo se REVOLTE...

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 12:20 PM


Quero manifestar o meu mais sincero agradecimento aos brancos por terem acabado com a escravatura, aos Americanos por terem acabado com o massacre dos índios, à igreja por ter acabado com os autos de fé, e à Francelina por ter deixado de encornar o meu primo Ildefonso.
A todos o meu obrigado.

Publicado por rb em junho 22, 2005 12:42 PM


meu caro tautalos,

primeiro, não é uma questão de negativismo historico, é a realidade. não estou a negar as coisas boas, que as fizemos felizmente. agora tu falas de "ocidentais" como se fossem todos, o que é uma mentira.

facto historico quem faz as ideias não são raças (muito menos continentes), são pessoas.

confucio já falava de direitos humanos e conceitos éticos, os "ocidentais" ainda estavam às turras.
na filosofia oriental já se pregava a não violencia e a tolerancia há imenso tempo.

a ideia de liberdade não é só ocidental e pelos vistos "inventamos" a liberdade mas pouco proveito fizemos dela. veja-se a historia da europa.


segundo, é obvio que a abolimos, os "ocidentais" tornaram a escravatura à escala industrial.

tu não percebes as coisas, pois não?

só nós é que podiamos acabar com a escravatura.

pensas que os escravos gostavam do que os "ocidentais" lhes faziam?
pensas que não houveram escravos que tentaram fugir e lutaram contra a escravatura?

faço-te a mesma pergunta, como querias que os escravos acabassem com o esclavagismo?

fizessem um baixo assinado?(era giro)

e porque não falas dos "ocidentais" que defendiam a escravatura e teimaram em preserva-la?

a maneira como tu poes as coisas é errada, fala-me de pessoas, não "brancos ocidentais".

meu amigo, ideal? o ideal europeu só agora está a ser cumprido.
falas do ideal da liberdade, no entanto esqueces-te das ideias e dos ideais retrogrados e assassinos que os "ocidentais europeus" tambem construiram.
a historia do "branco ocidental" é a das mais sangrentas.

não te enganes meu rapaz... os ideais vem de pessoas, e não é por acaso que essas pessoas fazem a diferença.
no tempo das luzes as filosofias orientais tambem tiveram peso na filosofia ocidental.

eles tinham a polvora, faziam fogo de artificio. os "ocidentais" pegaram na polvora inventaram as armas de fogo.


oscar wilde tem um texto em que fala sobre esta historia da escravidão, a unica conclusão que tira é que a virtude original de todo o homem é a rebeldia. e sendo assim só a essa virtude, existente em todos os homo sapiens sapien, é que alcançamos a liberdade e que devemos agradecer.

a liberdade nunca pode ser dada, ela já existe á nascença em todos os homens, toda a historia da humanidade até aqui foi arrancar pedaço a pedaço o pó dos dogmas e dos misticismos que nós proprios criamos.

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 01:10 PM


BNP CONTRATOU DJ NEGRO PARA FESTA DE NATAL

'BNP members who mistakenly hired a black Dj for their Christmas Party proved yesterday they're not just racist but STUPID'

'It was a bit of a cock-up... he sounded white over the phone'.

'Garner, branch organiser for Croydon, South London, admitted: "everyone was a bit alarmed when the dj turned up. A lot of people weren't happy - I wasn't, really (...). Traditionally someone stands and says what's happened in the year or in the elections. But it was a bit difficult to say we were even the BNP(..).'
mirror.co.uk, 06.12.04

(Para quem não sabe, o BNP é o partido nacionalista britânico.)

Publicado por Marta Dias em junho 22, 2005 01:49 PM


e só mais um detalhe histórico, os "brancos ocidentais" sempre foram mais "civilizados" sabes porquÊ?

não é por sermos brancos, mas porque eramos ricos e dominavamos o mundo é obvio que estivemos em vantagem em relação a todos os outros povos que não tinham instrução.

não mistifiques as coisas, reduzindo-as a raças.

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 01:49 PM


Times Online, 27 October 2004 - "Gene tests prove that we are all the same under the skin" (http://www.timesonline.co.uk/article/0,,8122-1331319,00.html)

já agora lê um estudo actualizado em relação às sub especies humanas, apresentado por uma revista de esquerda.

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 02:02 PM


resumindo e concluindo:

a historia racica da humanidade defendida por alguns é a maior barbaridade à face da terra.

a ti é que te impingiram coisas sem nexo absolutamente nenhum. defender o que defendes é desconhecer a realidade historica, suas causas e suas consequencias.

vê-se poes isto na cabeça, é impossivel um povo ter desenvolvimento cultural se está vetado à miseria, à pobreza e à ignorancia.

capiche?

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 02:26 PM


Oscar Pinto:
Cada um acredita no que quiser, e também há quem acredite no Pai Natal. O artigo da Times que referes não é um artigo científico mas sim um artigo de propaganda ideológica que apresenta argumentação ao nível da dos barnabés. Vou só dar dois exemplos:

1) O artigo diz que, através do código genético não é possível determinar a cor da pele de um indivíduo. Não é preciso ser cientista para saber que TODAS as nossas características físicas se encontram no código genético. Não apenas a cor da pele mas também o formato do nariz, a cor dos olhos, a cor do cabelo, etç. Negar qualquer relação entre o código genético e a cor da pele é passar um atestado de estupidez a quem acredita no artigo e mais ainda a quem o cita como fonte credível.

2) No artigo diz-se que, devido às semelhanças genéticas é impossível que uma "raça" tenha, por exemplo, mais propensão para o crime que outra.
Nesse caso, essas mesmas semelhanças genéticas deveriam também assegurar que uma "raça" não teria mais propensão para AVCs ou Síndromes de Morte Súbita (SMS) que outras. Isto é conhecido e sabido ser falso e portanto o artigo que tanto te agradou pode ir direitinho para o lixo, visto a experiência ser contraditoria com o que é defendido. O único mérito do artigo é mesmo agradar a alguns pseudo-intelectuais sem argumentos.


Publicado por The Studio em junho 22, 2005 05:37 PM


meu amigo,

pronto, raça existe (mea culpa), mas nada altera o que aqui se disse em relação a direitos, ou altera?

e nada disso altera a pseudo interpretação historica que aqui se fez, ou altera?

a questão do orgulho, já é mais subjectiva, se bem que isso não me signifique nada.

Publicado por oscar pinto em junho 22, 2005 05:52 PM


Ó Oscar, para quê perder tempo com estes palhaços e as suas paranóias raciais? Xutem lá esta porcaria para a merda dos fóruns nazis e seus blogues, e eles que fiquem por lá a debater com gente mais do seu nível, arre! Esta tolerância esquerdista para aturar estes mentecaptos não tem limites...

Publicado por Maedhros em junho 22, 2005 06:02 PM


Quadros pintados por chimpanzé vendidos por mais de 20.000 euros.

Uma boa novidade ,parecem existir macacos mais capazes, que certas ratazanas nazis que resolveram tentar vender ideias requentadas de mais de 100 anos aqui no BARNABE.

Sabemos ao que conduziu os conceitos de raça pura e da superioridade da raça ariana.

Mas algumas das máximas dão vontade de rir , foram os ocidentais que acabaram com a escravatura, a escravatura tão velha como a humanidade, tem sido apanágio de todas as civilizações, por razões económicas por vezes essa escravatura adquire novas formas, mas ela ainda aí está e algumas vezes bem ao lado dos nossos olhos.

MAS TEM GRAÇA OS NAZIS QUE FIZERAM ESCRAVOS DOS JUDEUS ANTES DE OS TEREM EXTERMINADO, TAL COMO OS CIGANOS E MESMO DOS COMUNISTAS, aparecem aqui a vestir a pele de cordeiro....

Nós sabemos da cartilha , Salazar tambem realizava eleições tão livres como na livre Inglaterra, só que quem votasse contra ele já sabia o resultado, tambem era contra a escravatura , só que o trabalho contratado era PURA E SIMPLESMENTE ESCRAVATURA ENCAPOTADA.

Mas deixemo-nos de sofismas No PORTUGAL onde eu quero viver não há lugar para ratazanas nazis nem aceito que livremente criminosos possam defender teorias xenofobas ou racistas.

A Constituição da Republica Portuguesa está do meu lado e se para tanto fôr necessário, a firmeza e até a força serão utilizadas, não pode haver tibiezas .

A defesa da democracia passa por combater os seus inimigos.

Quem o inimigo poupa ás mãos lhe morre.

Publicado por condor em junho 22, 2005 06:16 PM


Óscar Pinto, fizeram-te uma lavagem (poluição) mental tão intensa que agora te custa até a tirar a cabeça da areia e a abrir os olhos.

Mesmo assim, faz um esforço.


Vejamos o que dizes, ponto por ponto, com citações tuas, para ser mais fácil:

«agora tu falas de "ocidentais" como se fossem todos,«

Alto... tu é que começaste por culpar os brancos colectivamente, em termos civilizacionais. Então e agora, já não queres brincar assim?...

«confucio já falava de direitos humanos e conceitos éticos,»

Confúcio falou da escravatura? ESPERO resposta.


«os "ocidentais" ainda estavam às turras.»

Errado. A tolerância era a norma geral entre os antigos Europeus. A intolerância doutrinal, só chegou, em termos gerais, com o Cristianismo, religião alienígena, não europeia.


«a ideia de liberdade não é só ocidental e pelos vistos "inventamos" a liberdade mas pouco proveito fizemos dela»

Pelo contrário. Primeiro, porque fomos nós quem acabou com a escravatura; segundo porque fomos nós quem inventou a democracia; terceiro, porque, de acordo com Norberto Bobbio, a democracia foi a doutrina europeia que menos sucesso teve fora da Europa.

Já Aristóteles fazia notar o valor que os Ocidentais davam à Liberdade, contrastando nisso com os orientais.


«segundo, é obvio que a abolimos, os "ocidentais" tornaram a escravatura à escala industrial.»

Claro que a tornaram porque eram mais evoluídos económica e tecnologicamente. A escravatura à escala industrial difere da outra em termos técnicos, não em termos éticos. Isto é uma das coisas que os «anti-racistas» como tu não percebem.


«só nós é que podiamos acabar com a escravatura.»

Errado - todos poderiam ter acabado com a escravatura: os Árabes, os Chineses, os reinos negros em África... todos... mas, de entre todos os blocos civilizacionais, só o ocidental aboliu a escravatura.


«pensas que os escravos gostavam do que os "ocidentais" lhes faziam?»

Argumento parvo. Não percebes a diferença entre não gostar e afirmar que a escravatura, em si, não deve existir?
Os criminosos que se matam uns aos outros, não querem ser mortos, mas limpam o sebo dos mais distraídos.


«faço-te a mesma pergunta, como querias que os escravos acabassem com o esclavagismo?»

Esqueces que os negros não eram todos escravos - e que os reinos negros nada fizeram para acabar com a escravatura; e não só nada fizeram, como agora a começam a restaurar, lentamente... informa-te.


«e porque não falas dos "ocidentais" que defendiam a escravatura e teimaram em preserva-la?»

Naturalmente que os havia. Como houve em todas as raças. Mas gente a querer acabar com a escravatura, SÓ existia no Ocidente - e teve força que chegasse para se impor.
Não perceber isto é, ou preferir manter os ouvidos tapados, ou estar de má vontade.


«a maneira como tu poes as coisas é errada, fala-me de pessoas, não "brancos ocidentais".»

Falo de brancos ocidentais sim, porque todas essas «pessoas» que queriam abolir a escravatura, eram brancos ocidentais.

«meu amigo, ideal? o ideal europeu só agora está a ser cumprido.»

Em termos humanos, não há o absoluto, o total, e, por isso, todos os ideais estão, na melhor das hipóteses, em devir.


«falas do ideal da liberdade, no entanto esqueces-te das ideias e dos ideais retrogrados e assassinos que os "ocidentais europeus" tambem construiram.»

Menos do que os outros blocos civilizacionais. É isto que tu e o triste rb não percebem.

«eles tinham a polvora, faziam fogo de artificio. os "ocidentais" pegaram na polvora inventaram as armas de fogo.»

E fizeram mísseis. Armas nucleares. A distância não é pequena - porque o Ocidental é o que mais tendência tem para ir além - além das limitações.

«oscar wilde tem um texto em que fala sobre esta historia da escravidão, a unica conclusão que tira é que a virtude original de todo o homem é a rebeldia.»

Mentalidade tipicamente ocidental...

«a liberdade nunca pode ser dada, ela já existe á nascença em todos os homens,»

E foi o conhecimento disso que os Ocidentais deram ao resto do mundo. Tu estás de tal modo tapado pela propaganda esquerdóide - igualitária - que nem percebes como a tua prosa enferma da mentalidade Walt Disney - ver nos outros sentimentos/ideias que são teus, não dos outros.

«e só mais um detalhe histórico, os "brancos ocidentais" sempre foram mais "civilizados" sabes porquÊ?
não é por sermos brancos, mas porque eramos ricos»

Ahahahahah! E porque é que éramos ricos, ó Oscar?

E os Árabes, não eram ricos? E os Chineses?...

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 08:09 PM


«'BNP members who mistakenly hired a black Dj for their Christmas Party proved yesterday they're not just racist but STUPID'»

Um erro simples, devido à distracção e à ingenuidade - e que demonstra que a integração está nalguns casos avançada, o que é mau.

Independentemente disso, confundir estupidez com distracção e ingenuidade é, já de si, uma demonstração de VERDADEIRA ESTUPIDEZ.

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 08:12 PM


O imbecil com-dor, em pânico e com os nervos em frangalhos, agora quer esconder a sua profunda tibieza - fraqueza de carácter e de intelecto - com uma «posição firme!» (ah leão!...) que mais não é do que uma demonstração de cobardia pura - o sujeito só sabe dizer que vai chamar a polícia (a Constituição) e mai' nada...

Como a estupidez não paga imposto, o meliante ainda se põe a evocar o passado, como se uma ideologia tivesse de ser condenada por aquilo que em seu nome se fez... bem, nesse caso, onde é que já estava o Comunismo, a mais sanguinária das doutrinas do século XX... que ele, o imbecil com-dor, tão fanática e criminosamente defende.

E ainda quer esse sub-humano ser levado a sério?

Mas quem será que o convenceu de que ele é uma pessoa??...

Publicado por Tautalos em junho 22, 2005 08:17 PM


No blogue do deficiente mental está este interessante texto, sobre os skinheads, PNR, F.N., armas, crimes, agressões, etc... Espanta-me que a criatura não esteja presa neste momento, e que o Governo Civil lhe tenha permitido reunir a "família" numa "manif". Que acontecimento grotesco... Escreve:

"Conseguem engolir este sapo?
Conseguem?

Ao longo destes ultimos 4/5 anos, principalmente e apartir do ano de 2000, um grupo de nacionalistas, apelidados de "bandidos", "radicais", "extremistas", "desuniadores", tomou à força as rédeas do movimento skinhead em Portugal, e porquê à força? Porque os "passivos", "cobardes" e "traidores" que comandavam esse movimento não se queriam afastar para dar lugar aos activistas, aos novos soldados políticos que se queriam impor aos soldados de rua.
Essa luta foi ganha em menos de um ano, as pessoas que lideravam o movimento nacionalista passaram a dedicar-se a 100% à famila, sendo que antes somente se dedicavam a 99%(coitados), porque o outro 1% era para se envolverem no movimento, e apartir desse momento o movimento skinhead revoluciona-se.

Aqueles que toda a vida ouviam as musicas de bandas white power, ou liam livros revolucionários, e vinham para as reunioes nacionalistas dizer que "lá fora é que é",tiveram então a sua grande oportunidade de passarem das ideias aos actos, e transporem para o dia a dia o que ouviam ou liam em casa.

A violência:
As acções de violência contra os nossos inimigos nas ruas intensificaram-se drásticamente, pela primeira vez começam a surgir pelo pais grupos mais ou menos organizados para atacar inimigos, casas de antifas, e os seus albergues etc.
Chegam às mãos dos skinheads pela primeira vez contactos, e portas abertas no sub mundo da "noite" que lhes dão acesso a armas até então nunca dispostas nas mãos dos nacionalistas.Passa-se do rearmamento moral para o fisico.
Os ataques de todas as formas e feitios levam os nossos inimigos quer internos quer externos ao desespero, começam as queixas a cair no Ministério Publico, prova máxima que já não sabiam como lidar com esta ameaça.
Sobre tudo o que se fez no campo da acção directa, infelizmente não o posso revelar, mas os nossos inimigos sabem-no bem.

O movimento musical:
Este é um movimento que existe, e que é benefico desde que não existam pessoas que se sirvam da musica para fazerem dinheiro para proveito próprio, em vez de o entregarem ao movimento, ou pessoas que em vez da musica lhes servir para inspirar, lhes sirva para amolecer.
O movimento musical e tudo o que lhe está subjacente, as bandas, os concertos, as editoras, são algo de extrema importância para influenciar os nossos jovens, uma musica por vezes quando nos toca no coração ou na alma fica no nosso subconsciente uma vida, o nosso inimigo enche e lobotomiza os jovens com MTV, Rap, Hip Hop e afins, nós temos que ter uma alternativa.
Esse grupo mencionado anteriormente fez uma banda(a unica assumidamente nacionalista em Portugal), realizou 3 concertos(com bandas internacionais), participou em dezenas de outros alem-fronteiras, está a produzir um cd, participou em 3 colectaneas, e fundou uma editora musical.
Estamos a ser acusados de crimes contra a humanidade por organizar um concerto em 2004 e mesmo assim decidiu-se organizar um em 2005, noutros tempos os organizadores tremiam sob as ameaças judiciais e já se tinham dedicado á pesca, tudo mudou..somos revolucionários e estamos dispostos a abdicar da nossa liberdade fisica mas não abdicamos da liberdade ideologica!

Politica:
Na politica, o campo que os nossos inimigos internos, apregoavam que nada faziamos, porque o nosso grupo só se dedicava a concertos, almoços de convivio e bater nas pessoas, no fundo eramos os "gansters", neste campo tiveram que engolir o maior sapo de todos.
Fundamos uma organização politica que em 8 meses conseguiu fazer mais pelo nacionalismo que qualquer outro movimento até então.
Internamente fomos responsaveis pelo afastamento de um politico que todos diziam ser o maior cancro de um partido nacionalista, tumor este que outros falavam em afastar mas ninguem e repito Ninguem o consegiu fazer.
Tivemos uma exposição mediatica inédita.
Fizemos segurança a um candidato politico nacionalista que ia falar em directo num local e que a direção do partido temia represálias.
Fizemos uma propaganda nacional nas ruas com faixas em viadutos, autocolantes, distribuição de panfletos, a maior deslocação em campanha eleitoral, como mais ninguem conseguiu fazer, e poucos conseguiram igualar(resalva a um nucleo no Porto).
Estivemos presentes nas comemorações oficiais do 1dezembro, e pegámos nas nossas faixas desfilando na rua e ensaiando o que viria a ser as futuras marchas.
Organizámos a Manif-Marcha contra a entrada da Turquia na Europa, foi a primeira vez que se fez algo do genero em Portugal, até então o movimento nacionalista tinha um receio de sair à rua que mais pareciam activistas do parque eduardo sétimo.
Sucedeu-se a ida a Coruche, provando que estamos onde os politicos deviam estar, ou seja ao lado das pessoas, pela primeira vez os nacionalistas e skinheads, são noticia em jornais e tvs, por estarem a apoiar a população e não pelos piores motivos, ganha-se aqui muitos pontos nas comunidades locais, enquanto tudo isto se passava os nossos politicos sempre criticos em relação a este grupo que pertenco, ou mantinham atraves dos seus blogs de internet ou outros o maior silêncio.
E em 18Junho, realizámos o ponto de viragem do nacionalismo em Portugal, 1000 pessoas ouviram a nossa chamada e participaram na maior concentração, manifestação nacionalista desde pelo menos os ultimos 30 anos! De facto memorável, os tais que lhes custa engolir este sapo, cobardes como sempre, esperaram até à ultima hora para tomarem a decisão de estarem presentes ou não.
No fundo não queriam estar a participar em algo que não fosse organizado por eles, não queriam estar a ser mais um numa multidão e dar mais força aos "bandidos,radicais,extremistas" mas com a campanha jornalistica a intensificar-se, e todo este mediatismo, eles não pudiam deixar de estar presentes, para mais tarde tambem eles tirarem e colherem os meritos da organização.
É triste que eu tenha que referir as coisas negativas, numa semana em que todos só vêm coisas boas, mas eu não esqueço, nem tao-pouco costumo ser comido por otário, nas mãos de oportunistas tipo abutres que por não terem coragem para caçar, esperam que alguem mate por eles para depois colherem os restos.
Todos os presentes na manif estão de parabéns, mesmo aqueles que ainda são muitos que abandonaram o movimento nacionalista pelas mais diversas razões, pode ser que agora esta marcha lhes tenha feito acordar do sono profundo onde têm estado nos ultimos anos.
Não existem desculpas para pessoas que foram activas no movimento nacionalista não o voltarem a ser porque, o movimento está saudavel e respira saude, O partido politico vai ser renovado literalmente, o movimento skinhead já o foi, e estão reunidas as condições para essas pessoas voltarem a colaborar com o nacionalismo em Portugal, senão o fizerem estejam descansados que o grupo do costume não vai ceder perante nada, e poderão sempre se sentir realizados em ir ás nossas manifs, concertos, ou votar de 4 em 4 anos em vez de serem parte activa em algo..É uma questão de feitio..

A internet:
Mais uma vez o sucesso, a realização de um forum que em menos de ano e meio conta com 4 mil pessoas registadas, e milhares de artigos escritos.Entre blogs e outros sites, tambem aqui o nosso grupo está de parabêns.

Os skinheads:
Ao longo do tempo sempre ouvi dizer que os skinheads eram prejudiciais a isto e aquilo dentro do movimento nacionalista, pois uma coisa nunca mais se vão poder esquecer, aconteca o que acontecer no futuro, foram os skinheads que fizeram com que os nacionalistas pudessem andar em manifs sem temer antifas e gangs de negros, pelo temor que estes têm ao grupo, foram os skinheads que organizaram as manifs, foram os skinheads que correram com cancros e tumores no partido nacionalista, foram os skinheads que revolucionaram o movimento na internet, que deram a cara nos tribunais por organizarem concertos, que deram a cara nas tvs e jornais nas manifs etc etc..ou seja,-skins- nunca deixem que estes comedores de sapos, vos apontem seja o que for porque nós estivemos lá na linha da frente em tudo, enquanto esses pseudo intelectuais se mantiveram a discutir o sexo dos anjos em tertulias nas caves, escondidos do mundo.
Sabemos trabalhar lado a lado com todos,exemplo disso é o nosso grupo de que fazem parte não-skins com imenso valor, infelizmente os preconceitos vêm sempre do outro lado e contra nós.
GLÓRIA AOS SKINHEADS E AOS NAZIS!

Esta é a minha pequena homenagem a todos os que não capitularam, e que contra tudo e contra todos souberam dizer sempre-Seguimos vivos!!!

PS:quando digo o nosso grupo, este é um conceito alargado de grupos mais pequenos, e outros maiores com organicas diferentes mas em que as pessoas todas trabalham em conjunto. "

Publicado por Teresa P. em junho 22, 2005 09:43 PM


Só há uma coisa que eu não percebo: como é que gente inteligente e decente cai na armadilha e dá importância e estes GRUNHOS e GROTESCOS skins?

Sinceramente não percebo!

Publicado por Fernando Isidoro em junho 22, 2005 10:01 PM


Daniel:

o blogue a que me refiro é: http://homemlobo.blogspot.com

Publicado por lucrecia em junho 23, 2005 02:36 AM


Tautalos,

Não está em sua casa. Não chame imbecil às pessoas.

Já agora, o Barnabé não tolera a publicação no seu espaço de posições racstas ou insultuosas para qualquer etnia. É a nossa fronteira e esta regra já aqui foi várias vezes explicitada. A opinião de cada um é livre, mas este espaço é nosso e nós somos igualmente livres de decidir quem entra em nossa casa. A regra é simples e clara. Agradeço que a cumpra. Obrigado.

Publicado por danieloliveira em junho 23, 2005 02:05 PM


Daniel Oliveira,

Este é um local aberto ao público e eu respondo aos insultos de quem me insulta.

Além do mais, não publiquei aqui qualquer afirmação racista ou insultuosa para qualquer etnia ou para qualquer raça.

Publicado por Tautalos em junho 23, 2005 02:19 PM


caro tautalus,

eu não comecei a culpar os brancos todos, vê-se compreendes. eu sou branco e europeu e não tenho nada a ver com o que os meus antepassados fizeram, nem os ideais que construiram, tanto os bons como os maus.

tu fizeste uma generalização, eu apenas disse que os ideais não tem nada a ver com o facto de sermos brancos europeus, está percebido?

claro que é verdade que houveram brancos europeus que lutaram pelo fim da escravatura,e com as lutas sociais decorrentes, nomeadamente contra o absolutismo, essas ideias foram vingando, felizmente.

foram brancos europeus que construiram o ideal de liberdade tal como o conhecemos hoje.

no entanto os outros povos não estão em divida para com os brancos ocidentais, estão sim em divida com o ideologos que a construiram.

hitler não o construiu, tu não o construiste, o meu vizinho não construiu esse ideal, foi um processo continuo e a nossa historia ajudou para a formação desse ideal, nós lutamos para que esse ideal se mantenha. e não estamos a fazer nenhum favor a ninguem, estamos a ser coerentes e livres de misticismos e dogmas.

se seguirmos esse teu raciocinio, se eles estão em divida com os brancos ocidentais pelo ideal de liberdade, então nós estamos em divida para com eles por causa ideais que tambem construimos e que foram criminosos.


a nossa historia favoreceu o aparecimento desse ideal, pois, e se fores olhar para tras na historia da humanidade, os grandes avanços culturais estão intrinsecamente ligados com o poder economico e com grandes imperios.

e não estejas a comparar o imperio europeu com os demais.

todos os grandes imperios tinham uma classe intelectual e até uma ou varias capitais intelectuais.

basta ver os antigos imperios, egipcio, sumerio, grego, romano, babilonico, muçulmano, e o europeu não é excepção.

desde tempos remotos que os povos se influenciam mutuamente, graças aos imperios que os união.

o fenomeno de explosão social na europa contra o absolutismo e o aparecimento dos ideais liberais, etc.

os iluministas tinham grande respeito pela filosofia oriental e tambem foram influenciados, houve uma grande importação que conhecimento oriental para o ocidente.

o que eu estou a dizer é que quanto maior é o poderio economico e territorial de um povo, maior é o avanço cultural desse povo, vê-se na arte, na ciencia e na filosofia.
a cultura classica é exemplo disso.

e volto a repetir, eu não culpo uma pessoa por ser branca e europeia de ser culpada de tudo, eles eram eles, nós somos nós.
somos completamente diferentes, por isso os tempos mudam, com avanços e alguns recuos.

assim como, não glorifico todos os europeus brancos pelas ideias e ideais construidos por alguns e que felizmente vingaram, simplesmente pelo facto de serem brancos europeus.

acho que com o culminar do ideal de liberdade já tenhamos chegado a essa conclusão.

não quis ofender ninguem, nem menosprezar os ocidentais.

Publicado por oscar pinto em junho 23, 2005 03:07 PM


Não me incomoda absolutamente nada que esta gentalha da extrema-direita apareça. Gosto deles bem identificados (responde agora o gajo do nick esquisito – para os saneares, não é?) e a expressarem-se livremente, coisa que seria impossível caso aquilo que defendessem fosse uma realidade. Digo mesmo mais: gosto muito de os ler, de os tentar entender, de perceber como o esquema funciona. Quanto mais se mostrarem, melhor. Já publiquei, inclusivamente, um post no Blog dos “simpatizantes do PNR no distrito de Coimbra”, para dar os parabéns pela eloquência do líder da Frente Nacional que, de facto, conseguiu clarificar – tentando encobrir – tudo aquilo que o seu movimento defende. Mais ainda me agrada o facto de, no meio deles, haver uns quantos que conseguem controlar os ímpetos originados pela defesa da causa, e que escrevem uns textos engraçados que me fazem rir bastante. Principalmente sobre o holocausto e sobre “o tio Adolf ”.
Li estes comentários de uma ponta à outra e, honestamente, a única conclusão a que consegui chegar foi esta: a sua manifestação não foi de modo algum um triunfo. Ou melhor, até foi – os merdia e os blogs deram-lhes o merdiatismo que tanto queriam – este foi o grande móbil da manifestação, não a estupidificante ideia de que iam salvar Portugal, ou que sequer faziam algum esforço nesse sentido. Serviu única e exclusivamente para tentarem negar a sua insignificância, objectivo que, a meu ver, foi concretizado – isto, claro, graças às provocações que sabiam que iriam dar que falar.
Por outro lado, aquilo que me descansou mais foi isto: Os nacionalistas estão em grave crise; passaram anos a tentarem demarcar-se dos skins - como não conseguiram, tentaram fundir-se: o resultado não poderia ser pior: um discurso minimamente coerente e até ética e moralmente aceitável ilustrado por cartazes que destilam ódio, incoerência, racismo, xenofobia…

Publicado por antónio pedro em junho 23, 2005 03:43 PM


Há coisas comoventes. O Daniel Oliveira NÃO TOLERA a expressão a quem tem opiniões racistas. É bonito, sobretudo quando vem de alguém que diz defender a tolerância. Quem não tolera, é obviamente INTOLERANTE, e nesta categoria incluem-se os skins, mas também o Daniel. Este é o mesmo Daniel, cujo conceito de democracia e tolerância é gozado por essa blogosfera (ex: no anjos e demónios ou no insurgente). Quanto ao Racismo, convém não esquecer que os partidários do Daniel são os mesmos que defenderam a limpeza étnica no Zimbabué e que têm sempre dois pesos e duas medidas para avaliar as situações consoante a etnia dos envolvidos. Já ouvi inúmeras vezes os seus amigos bloquistas insultar Portugal e os Portugueses. Racismo? A diferença entre os barnabés e os skins é mesmo a hipocrisia. Ambos são racistas, mas alguns são hipócritas ao ponto de não o reconhecer.

Publicado por The Studio em junho 23, 2005 05:25 PM


Passando por cima das tentativas do António Pedro para inventar umas tretas que lhe permitam racionalizar e relativizar o cagaço que ele e os seus donos sentem, chamo-te novamente a atenção, Óscar, para o facto de que todos os indivíduos de que falas, os que aboliram a escravatura, eram todos ocidentais, nascidos e educados na cultura dos Ocidentais. Todos.

Não se trata de ver qual das civilizações é superior. O que é preciso perceber é que os povos são mais diferentes entre si do que possas pensar e que julgar os outros pelas nossas boas intenções, pode ser pelo menos perigoso. Aquilo que para ti parece uma superioridade e uma conquista civilizacional, para eles é coisa de somenos importância.

Entendes? Não falo de superioridade, mas sim de diferença abissal e, consequentemente, de incompatibilidade fundamental.

Publicado por Tautalos em junho 23, 2005 05:40 PM


Quanto à ilegalidade deste PNR, o Ricardo Alves escreveu há uns anos um interessante relatório, disponível no site do SOS Racismo, que deixo aqui de seguida (aparentemente, as coisas apenas mudaram para pior, dada a nossa complacência). Quanto ao grupo da besta assassina, só estes comentários têm material suficiente para os colocar no seu devido lugar - a cadeia ou o manicómio. Os gorilas e seus amestradores que fiquem bem cientes disso.

"Extrema direita partidária

O ano de 2002 ficou marcado pela participação -inédita durante a vigência do regime democrático- de um partido fascista nas eleições legislativas. Em Novembro de 1999, um grupo de cerca de trinta membros da Aliança Nacional (associação de extrema direita criada em 1995 e que congregava velhos salazaristas e jovens oriundos do MAN[1]) conquistara o PRD, pagando as dívidas deste partido e elegendo uma nova direcção constituída exclusivamente por «nacionalistas». Este grupo contornava assim a exigência legal de 5000 assinaturas para a criação de um novo partido político (ao tentá-lo, não conseguira recolher nem sequer metade das assinaturas necessárias). Após a alteração do nome e do símbolo partidário, o PNR (Partido Nacional Renovador) concorreu pela primeira vez nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001, embora somente nos municípios de Lisboa e de Mafra. Nas legislativas de 17 de Março de 2002 –uns meros três meses depois– o PNR conseguiu concorrer com 140 candidatos em 8 círculos eleitorais (Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Castelo Branco, Évora, Europa e Resto do Mundo), tendo obtido 3962 votos (0.07% dos votos a nível nacional, e entre 0.09% e 0.22% nos círculos em que concorreu), e vangloriou-se no seu sítio na «internet» de que, se as eleições tivessem ocorrido apenas uma semana mais tarde, teria concorrido num maior número de círculos eleitorais. Este partido poderá estar assim a concretizar o seu objectivo de se expandir agregando os vários grupúsculos e elementos dispersos da extrema direita.

Ideologicamente, o PNR radicalizou-se, na medida em que o seu primeiro líder (Cruz Rodrigues, que fizera parte da ala direita do Estado Novo) abandonou a liderança em 2002 -cedendo o lugar a dirigentes mais jovens (o actual presidente é Paulo Rodrigues, e o secretário-geral João Franco). A ruptura suave com o salazarismo e a assunção da inspiração da Frente Nacional de Le Pen foi clara numa entrevista[2] do dirigente José Pinto Coelho onde -embora afirmando que “se vivesse nos anos 50 seria adepto incondicional do Estado Novo”- se ressalvou que (hoje) “não somos salazaristas”. Os dirigentes do PNR situam o partido na “direita nacionalista” e adoptaram o lema “os portugueses primeiro”. Os temas recorrentes da propaganda do PNR são o “combate à imigração”, a defesa da “segurança dos portugueses” e da “identidade nacional”, e a rejeição da União Europeia e da mundialização. Em cumprimento das leis eleitorais portuguesas, o PNR teve direito –em igualdade com os outros partidos– aos tempos de antena emitidos na televisão e na rádio, no que constituiu a face mais visível da sua propaganda, que de outro modo consistiria apenas em cartazes, pichagens de paredes e autocolantes. Nos seus tempos de emissão, foram constantes as referências às “ameaças de bandos étnicos de delinquentes que pretendem pôr em causa a nossa identidade e autoridade e o direito que temos de sermos senhores do nosso território”; a passagem de imagens de negros sempre que se abordavam temas como a “insegurança crónica das cidades” ou “o desemprego, o tráfico de droga e a criminalidade”; o ataque à “classe política [que] só se preocupa com os direitos das minorias, dos imigrantes, mas ninguém se preocupa com os portugueses”; os depoimentos de pessoas que afirmavam “não ter votado desde o 25 de Abril”, e a escolha de monumentos do Estado Novo como cenários; em alguns tempos de emissão radiofónicos, o PNR chegou a defender a organização de “milícias populares”. O PNR goza de alguma simpatia em certos jornais de extrema direita como «O Diabo» e, particularmente, «O Jornal d´O Dia» -que reproduz frequentemente os seus comunicados. O crescimento eleitoral do PNR pode ter sido dificultado pelo acentuar do tom anti-imigração e securitário das declarações de Paulo Portas, líder do CDS/PP e actual ministro do governo de coligação PSD/CDS.

Actos de violência ligados à extrema direita

Acompanhando o desenrolar da campanha para as eleições legislativas, notou-se um recrudescimento de actos de violência perpetrados por «skinheads». Assim, a 5 de Janeiro um grupo de «skins» envolveu-se numa cena de pancadaria no bar «Saloio» (Avenida 24 de Julho, Lisboa)[3]; a 19 de Janeiro, sete ou oito «skins» oriundos do Bairro 2 de Maio (Ajuda) provocaram uma autêntica batalha campal na discoteca «Jamaica» (Cais do Sodré, Lisboa) causando três feridos[4]; a 2 de Fevereiro, dois ucranianos e um estónio, todos sem-abrigo, foram agredidos com tacos de beisebol –em pleno dia– junto de uma superfície comercial de Xabregas (Lisboa), por quatro homens que se puseram em fuga antes da chegada da polícia[5]; a 16 de Fevereiro, um grupo de dez «skins» provocou e agrediu várias pessoas no Bairro Alto (Lisboa)[6]; a 18 de Fevereiro, agrediram novamente frequentadores do bar «Jamaica», tendo na mesma noite sido registada uma agressão no bar «Gringo´s» (Avenida 24 de Julho, Lisboa)6; a 23 de Fevereiro, na Portela (Lisboa), vários jovens foram agredidos por «skins» dos Olivais e da Portela6; a 9 de Março, dois candidatos do Bloco de Esquerda à Assembleia da República foram agredidos –sendo um deles esfaqueado– por oito «skins» quando colavam cartazes na Calçada da Tapada (Alcântara, Lisboa)[7].

Sítios na «internet» e grupos musicais

Existem na «internet» vários sítios de grupos neonazis e de extrema direita, sendo os mais notórios o do açoriano Movimento Nacional Socialista Atlântico[8] (que contém um enorme número de artigos e promete para breve uma revista, “Alerta!”), a Ordem Lusa[9], a Frente Nacional Portuguesa[10] (que distribui em Portugal o fanzine neonazi “Final Conflict” e promete tornar-se em breve uma associação), a Juventude Nacional Socialista (PTNS)[11], o Lususnatura[12] (onde se encontra um manual sobre como lidar com a polícia em caso de detenção), o Tempo Nacional[13] (“por um nacionalismo europeísta”) e Margem Sul 88[14] (que reproduz panfletos distribuídos na margem sul do Tejo). A Ordem Lusa (um movimento que se reclama da “cultura skinhead”) organizou no dia 13 de Março um concerto comemorativo do seu 3º aniversário em que participaram duas bandas musicais portuguesas -Endovélico (a que pertencem dois elementos activos da Ordem Lusa) e Lusitanoi- e outras estrangeiras, e onde se parecem ter registado confrontos com elementos da Irmandade Ariana[15]. Nas suas canções e nas entrevistas disponíveis em sítios neonazis na «internet», estas bandas musicais (assim como os Combate, os Guarda de Ferro e os SHS) acusam o 25 de Abril de ter sido uma “traição” e apelam abertamente à violência contra os imigrantes, as minorias étnicas, e os homossexuais. O Presidente do PNR (Paulo Rodrigues) “identifica-se claramente” com as letras dos Lusitanoi, especificamente “quando falam da hipocrisia do sistema e da defesa dos valores tradicionais de Portugal”, e não nega que existam «skinheads» no PNR15. No dia 10 de Junho (“dia da raça” durante o salazarismo e dia em que teve lugar um jogo de futebol Portugal-Polónia) a imprensa[16] e a televisão -na sequência de uma denúncia do SOS Racismo- noticiaram que nos sítios da Juventude Nacional Socialista e da Ordem Lusa tinha sido divulgado um comunicado convocando “uma grande concentração Skinhead e dos verdadeiros nacionalistas […] em local como de costume a anunciar em círculos restritos” e apelando a “uma marcha por alguns locais que outrora foram nossos mas que ultimamente mais parecem o centro de capitais asiáticas ou africanas”. A concentração não se concretizou. Alguma comunicação social conferiu também grande destaque[17] a um sítio internet chamado Nzingalis[18], onde se defende a criação de um “Estado negro” na Grande Lisboa. Apesar de se tratar de uma provocação óbvia da extrema direita, a imprensa sensacionalista aceitou acriticamente a genuidade da informação. O sítio “imigport” -que se encontra sob investigação da Polícia Judiciária e que se concentra especificamente na imigração, de um ponto de vista abertamente racista- divulgou em 2002 um comunicado troçando da Alta Autoridade para a Comunicação Social[19].

Finalmente, a 29/12/2002 foi publicado no jornal «Público» um anúncio apelando à formação de um “Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Portugueses”. A iniciativa partiu de António de Paiva, um médico reformado de Tomar que parece ter dissidido do PNR, e que não escondeu à imprensa a sua admiração pelas figuras e pelos regimes de Oliveira de Salazar e Adolf Hitler.

Ricardo Alves

Janeiro de 2003

[1] Formado em 1985, o MAN (Movimento de Acção Nacional) foi o principal movimento de extrema direita no final da década de 80 e início da década de 90. Em 1993, na sequência de vários atentados e assassinatos cometidos por «skinheads» ligados ao MAN, o Tribunal Constitucional julgou os seus líderes, não tendo ordenado a dissolução da organização porque esta extinguira-se por decisão própria.

[2] «24 Horas», 14/5/02.

[3] «Público», 7/1/02.

[4] «24 Horas», 20/1/02.

[5] «Público», 4/2/02.

[6] Informações recolhidas pelo SOS Racismo.

[7] «24 Horas», 11/3/02.

[8] www.mnsa-portugal.com

[9] www.libreopinion.com/members/ordemlusa/

[10] www.geocities.com/fnp_xxi/

[11] www.libreopinion.com/ptns/

[12] members.odinsrage.com/lususnatura/

[13] www.libreopinion.com/members/temponacional/

[14] www.libreopinion.com/members/ms88/

[15] «Jornal de Notícias», 12/5/02.

[16] «A Capital», 10/6/02.

[17] Por exemplo, «O Crime», 3/1/02.

[18] Actualmente indisponível na «internet».

[19] www.libreopinion.com/members/imigport/"

Publicado por Luis em junho 23, 2005 06:59 PM


eu sei, não foi isso que escrevi?

e a explicação é obvia.

sei muito bem que há diferenças, as historias as conquistas e fenomenos sociais dos povos foram diferentes, isso é obvio.

estou a ver que isto então foi um mal entendido. ainda bem.

mas continuo a discordar contigo que os outros devem alguma coisa aos brancos europeus, como já expliquei.

Publicado por oscar pinto em junho 23, 2005 07:08 PM


Os senhores são uma boa piada...

Ao menos isso...

http://oacidental.blogspot.com/2005/06/o-orgulho-de-ser-plido-de-esprito.html

Publicado por antónio pedro em junho 23, 2005 09:39 PM


Também já lá está, no blogue acidentado, a devida resposta.

De resto, a escumalha «antifa» está cada vez mais irritada pelo facto de o PNR ter conseguido furar o bloqueio imposto pelos donos da esquerda e, à irritação, soma crescentes doses de cagaço... porque sabem que Portugal tem tantas condições como a França para vir a ter um Le Pen que deite abaixo um queridinho da esquerda numa primeira volta de eleições presidenciais, como aconteceu com Lionel Jospin.

Solução: habituem-se. Porque, como bem dizia o imperecível bardo Rodrigo Emílio,

Àqueles que não gostam
De nos ver de braço ao alto
Temos só de lhes dizer
Que vão ter de viver
Em eterno SOBRESSALTO.

Bom proveito.

Publicado por Tautalos em junho 23, 2005 10:37 PM


O gorila assassino que convocou a “manif” escreve o seguinte no seu blogue (http://homemlobo.blogspot.com):

“A violência: As acções de violência contra os nossos inimigos nas ruas intensificaram-se drásticamente, pela primeira vez começam a surgir pelo pais grupos mais ou menos organizados para atacar inimigos, casas de antifas, e os seus albergues etc.
Chegam às mãos dos skinheads pela primeira vez contactos, e portas abertas no sub mundo da "noite" que lhes dão acesso a armas até então nunca dispostas nas mãos dos nacionalistas.Passa-se do rearmamento moral para o fisico.
Os ataques de todas as formas e feitios levam os nossos inimigos quer internos quer externos ao desespero, começam as queixas a cair no Ministério Publico, prova máxima que já não sabiam como lidar com esta ameaça.
Sobre tudo o que se fez no campo da acção directa, infelizmente não o posso revelar, mas os nossos inimigos sabem-no bem.”

Podemos imaginar que acções violentas foram essas, e a criatura deixa-nos pistas para compreender a sua psique nos textos que vai escrevendo por aí, e dos quais até faz imenso alarde. Nos cometários ao texto do Rui Tavares mais abaixo, pode-se ler uma dessas preciosidades:

“Cheguei à conclusão de sempre, sou perfeitamento normal, apenas direciono a minha raiva nas pessoas fisicamente, enquanto outros a descarregam verbalmente ou a assimilam,respirando fundo, ou pior ainda, tornam-se indiferentes a tudo á sua volta, transformando assim os seus corações em blocos de gelo, insensiveis a emoções.
Talvez venha dai o facto de eu ter um grande coração, o nunca o ter constrangido ao que "se pode fazer" ao invés do que o que "eu quero fazer! (...)Adoro a confrontação fisica, agarrar na escumalha e dar lhes pontapés na cabeça, socos, sentir a adrenalina a disparar, a emoção ao fugir á policia. Um dos anos mais felizes que tive foi o ano que esfaquei 11 pessoas, record absoluto, o sentir da faca a entrar, o inimigo a desfalecer, o seu olhar de panico, tudo isto em conjunto dá-me vida, recarrega-me as baterias.
Adoro bater nas pessoas!”

Tanto o “Expresso” como a “Visão” e o “Tal & Qual” já noticiaram sobre estes calhordas há uns meses, citando fontes da Polícia que identificavam as criaturas e a sua “FN” como uma espécie de “braço armado” do PNR. A intimidade demonstrada pelos cabecilhas deste partido com o gorila e seus comparsas pode ser vista neste blogue, http://penaeespada.blogspot.com/. Ali, o gorila e um tal de Duarte Branquinho (auxiliado pelos skinheads nas suas acções de campanha pelo PNR) trocam mensagens extremamente cândidas a propósito da “manif”.

O gorila revela-nos outros picantes pormenores deste “freak show”: “Internamente fomos responsaveis pelo afastamento de um politico que todos diziam ser o maior cancro de um partido nacionalista, tumor este que outros falavam em afastar mas ninguem e repito Ninguem o consegiu fazer.”

Estou em crer que se trata de António Cruz Rodrigues, um salazarista ex-líder do PNR, que muito nos conta sobre isso no seu blogue, Aliança Nacional, http://nacionalismo-de-futuro.blogspot.com/. Aparentemente, os “skinheads” (pelo que berram por aí) quase o correrram do PNR e da sua sede à paulada, ou fazendo ameaças de todo o tipo (inclusive recorrendo ao porte ilegal de armas). Seria interessante saber a verdade disto. Portanto, estas brincadeiras com armas, homicídios, agressões e tudo o mais já vêm de longe...

Publicado por Pedro Jorge em junho 24, 2005 01:30 AM


Corrijo:

A piada do século...


Publicado por antónio pedro em junho 24, 2005 04:05 AM


Sim,Tautalos,em nome da inteligencia de quem lê as noticias,deve-se dizer que o individuo que cometeu o crime é de "raça branca",nao apenas se é negro ou cigano.Period!!

Publicado por luis nasciment em junho 24, 2005 11:15 AM


Haja santa paciência! Mas será possível que esses biltres fascistas e racistas não se enxerguem.
Qualquer pessoa que discrimine alguém com base na sua etnia tem problemas na cabeça, ou então é muito tacanha!

Até pode ser verdade que a maior parte dos assaltos se devam a indivíduos negros, o que prova que, apesar da lei consagrar os mesmos direitos a todo e qualquer cidadão português, os negros continuam a ser discriminados e a viver em condições precárias. Aliás, qualquer estudo sobre a qualidade de vida dos portugueses confirma que a qualidade do indivíduo de etnia negra média é muito inferior à do indíviduo branco médio.

Ora, qualquer pessoa de bom senso relaciona os assaltos com as más condições de vida criadas pela dinâmica da sociedade consumista em que vivemos - e não com a cor de pele!

Não obstante, continuamos a ver esporadicamente estes desfiles de meia dúzia de nazis e velhinhos senis a barafustar pelo "orgulho branco". O que não deixa de ser curioso porque se há alguém que é discriminado nas sociedades ocidentais são os brancos. Nós somos uns coitadinhos à mercê de políticos negros, banqueiros negros, juízes negros, gestores negros, directores negros e grandes accionistas negros.

Levante a mão aquele que já tenha sido despedido por negro!

Levante a mão aquele que ganhe menos do que um negro com o mesmo emprego!

O que seria de nós sem as iniciativas da Frente Nacional e do partido dos fascistas cujo nome não me recordo...

E enquanto nos preocupamos com meia dúzia de assaltos mal organizados realizados por pessoas que vivem pessimamente, esquecemo-nos dos ordenados absurdos de que os gerentes e directores de empresas públicas como a CGD usufruem e dos sacos azuis dos diregentes políticos.

Bem, já estou como o Ricardo Araújo Pereira. Tenho orgulho no meu país por saber que 9 999 800 pessoas não aderiram à manifestação desses facínoras!

P.S. Recomendo a leitura da crónica do Ricardo Araújo Pereira na Visão desta semana, especialmente aos palhaços que participaram na "manif".

Publicado por André Militão em junho 24, 2005 07:15 PM


O André Militão repete acefalamente a mesma cassete nojenta que já foi aqui mais que batida e enterrada. Como consequência, só diz imbecilidades.

Não sabe o que quer dizer discriminar; se fosse a um dicionário, descobria que «discriminar» é tão somente ser capaz de ver as diferenças. Um ser humano que não discrimine, é mentalmente incapaz; e um sujeito que trate toda a gente por igual, sem olhar a laços de raça, etnia, nação e família, é uma criatura desprovido de dignidade, porque lhe falta a devida lealdade aos seus, inerente a qualquer ser normal e sadio.

Admite que a maior parte dos assaltos são cometidos por negros (também era melhor que tivesse o ridículo descaramento de o negar), mas, como não tem coragem nem honestidade, põe-se a culpar a própria sociedade europeia, a pobreza, a miséria, a falta de integração, etc.. Ora bem: gente pobre, sempre houve, na Europa, e não andavam em gangues a agredir gratuitamente as pessoas, a insultar, a roubar, a matar e a violar. Ainda hoje, há carradas, várias carradas, diversas, de portugueses pobres, muito pobres, e, curiosamente, não se vêem gangues de brancos em lado nenhum a fazer arrastões e a aterrorizar bairros... porque será?
Os imigrantes de leste têm sofrido também bastante, tendo havido entre eles quem morreu de fome (sim, em Portugal), mas, mesmo assim, não há gangues de leste-europeus a aterrorizar bairros e a bater nas pessoas, a insultá-las, etc..

Há negros a morrer de fome em Portugal? Não.
E, já agora, uma coisa na qual tenho reparado - há negros sem-abrigo? Um ou outro... porque a ESMAGADORA maioria dos sem-abrigo em Lisboa, são de raça branca: uns, são portugueses, outros, são de leste.
Porque será?

A escumalha politicamente correcta não quer que o povo pense nisto porque recusa, por (de)formação ideológica, que se discrimine as pessoas devido à sua raça. E, por isso, repetem estupidamente que «a cor de pele não tem nada a ver com o crime».

Mas tem. E tem MUITO.

Tem MUITO pelo seguinte:
- porque o jovem negro tem as costas quentes, devido à cultura ideológica dominante nos meios de comunicação sUcial, ele sabe que se lhe batem ou não lhe fazem a vontade, basta-lhe gritar «É racismo!!!» e toda a gente, com medo de ser considerada blasfema pela Nova Inquisição Anti-Racista, recua e dá-lhe tudo o que o pretinho quiser...;
- porque o jovem negro tem as costas quentes com os seus cento e cinquenta e nove irmãos e os seus mil setecentos e quarenta e quatro primos, que, se for preciso, unem-se todos para dar porrada no «branco racista» que ouse resistir a qualquer ataque ou insulto;
- porque o jovem negro é receptáculo natural da subcultura racista afro-americana, veiculada pelo abjecto rap, que não raras vezes incita à violência contra o branco, como «revolta» pela escravatura e essa imunda treta toda - por conseguinte, quanto maior for a população negra num dado país, maior é a percentagem da massa populacional susceptível de aderir a esse ideal de vingança cobarde e foleira;
- porque o jovem negro, em Portugal, é herdeiro do ressentimento do colonialismo de há trinta anos que os seus pais trouxeram para solo português, e uma prova gritante da existência desse ressentimento, foi a vergonhosa manifestação de ódio aos Portugueses do qual certa ralé angolana foi intérprete, nas ruas de Alvalade, logo a seguir a um jogo amigável entre Portugal e Angola (a violência começou no relvado...). E, ali, não eram só os «jovens» das gangues a causar distúrbios... eram negros maduros, vestidos normalmente, daqueles que, no seu dia-a-dia, «têm o seu trabalho honesto e não faz mal a ninguém». Está bem abelha. É assim mesmo. Continuem que vão bem.

O Militante da Parvoíce reconhece que a culpa é da «dinâmica da sociedade consumista»... coitadinhos dos jovens negros, querem telemóveis, ténis caríssimos e outras merdas de status e vai daí roubam para os poderem adquirir... não, não roubam para comer... roubam para ostentar...
Note-se que os jovens brancos não têm todos um par de ténis de trinta contos. A maior parte dos pais portugueses, não lhes podem comprar isso.

Ah, mas o pretinho tem de possuir isso, seja de que maneira for, senão «é racismo!!!» («Abre-te Sésamo!» já não se usa).


O Militante da Imbecilidade diz também que «andamos a ver esporadicamente uma manifestação de meia dúzia de nazis»... bem, uma meia dúzia multiplicada por dez ou por vinte...
e, diz ele, «por velhinhos senis», ahahahah, o Militão já aprendeu, hein?... Agora, já não diz que são só os skinheads... agora, não podendo ocultar que o POVO, o homem comum, o português sem filiação partidária nem militância ideológica, sente simpatia pelos «nazis», agora limita-se a insultar toda uma classe de cidadãos... «velhinhos senis», diz ele... o que virá a seguir?

Donas de casa analfabetas?
Desempregados rancorosos e burros?
Polícias brutais e racistas?
Lojistas avarentos que têm a ousadia de se revoltarem com os assaltos de que são vítimas?
Banhistas cheios de manias que pensavam poder ter um belo dia de descanso na praia?
Utentes fascistas dos transportes públicos que não aguentam mais a opressão quotidiana de que são vítimas por parte dos «jovens» negros?
Jovens brancos fúteis que queriam poder divertir-se na noite lisboeta sem serem constantemente provocados e insultados por grupos de negros, e verem as suas namoradas a serem insultadas, e verem os pobres jovens negros a passarem-lhes à frente nas bichas para os táxis ou para comprar pão com chouriço e caldo verde na Merendeira?

É pá, deixem-se de etapas!, agarrem mas é no Povo Português em bloco e substituam-no por toda a merda que a escumalha como vocês quiser meter em Portugal e acabou. Poupa-se tempo.


E depois, cai sempre bem, o esquerdista típico arma-se em corajoso justiceiro e denuncia, assaz heróicamente, os criminosos de colarinho branco, esses sim!, esses é que são poderosos e nos fazem muito mal, esses é que devemos enfrentar de peito aberto!
Claro que isto é uma cobardia abjecta disfarçada de assomo de coragem - e quanto mais disfarçada mais nojo mete. Efectivamente, não são os criminosos de colarinho branco que mais prejudicam a vida, o bem-estar, a liberdade e a dignidade dos Portugueses - são, isso sim, as gangues de criminosos negros.

E, acima de tudo, a escumalha de brancos traidores e apátridas que metem toneladas de africanos em Portugal.


Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 01:29 AM


Oiça, meu "amigo", você é parvo!

Primeiro, a sua ideia de discriminar está absolutamente correcta. Era precisamente disso que eu estava a falar, portanto, você é que me interpretou mal. Discriminar é tão somente não tratar toda a gente por igual , isto é, não conferir os mesmos direitos e deveres, tendo por base etnia, família, raça (?!), nação, etc.

A nossa opinião diverge apenas na sanidade mental das pessoas que discriminam. Eu e as outras pessoas minimamente racionais, acham-no absurdo. Monstros nazis como você, acham-no essencial.

Segundo, qualquer pessoa com um mínimo de visão e espírito crítico entende que o meio, isto é, a condição social influencia fortemente o comportamento humano. Logo, uma pessoa que viva num meio pobre e conctacte com assaltos, drogas, armas, etc.; tem grandes probabilidades de vir também a tornar-se um assaltante ou um toxicodependente. Lamento desapontá-lo, mas também há brancos toxicodependentes, também há gangs só de brancos (skinheads) e o mais normal é haver gangs mistos, ou seja, com indivíduos brancos e negros.

Aliás, embora lhe custe a entender, os brancos também cometam assaltos e homicídios. Mas são menos, pensa você. E pensa bem, mas é claro que se for à Cova da Moura ou à Damaia, há-de reparar que a maioria dos indíviduos são negros.

Terceiro, "Ora bem: gente pobre, sempre houve, na Europa, e não andavam em gangues a agredir gratuitamente as pessoas, a insultar, a roubar, a matar e a violar".

Isto revela ignorância e estupidez! Ora então, você acha que antigamente não havia assaltos, nem homicídios, nem violações? Está bem abelha, são tudo invenções do século XX, está visto...

Mais ainda, gostava de saber em que é que se baseia para dizer que não há ganguess de brancos nem de emigrantes do leste, passe a redundância. Em que estudo mirabolante é que leu que só os negros podiam formar gangues? Quer dizer, é a chamada segregação dos gangues, não?

Quarto, você gosta muito de exagerar... quantas vezes já foi assaltado - ou violado - por um negro? E quantas vezes já foi morto?

Quinto, essa do não há negros a morrer de fome, nem há negros sem-abrigo é tão parva que nem dá para comentar. Diga-me lá que provas sustentam essa afrimação. Era o que mais faltava, existirem mais negros a morrerem de fome do que brancos, num país que é de longe maioritariamente constituído por brancos.

Contudo, vou explicar-lhe por que motivo tem visto tantos sem-abrigos oriundos do leste da Europa. Como sabe, só recentemente é que eles têm emigrado para Portugal e, como é natural, é lhes difícil arranjar um emprego com condições de trabalho minimamente decentes. Assim, são explorados pelos patrões, recebem ordenados miseráveis e são marginalizados pela sociedade. Portanto, inicialmente, é natural que a maioria se veja a pedir nas ruas e mesmo a roubar. Aliás, se esta situação se prolongar por mais algum tempo, não duvide de que se começarão a formar gangues de emigrantes de leste, se é que não os há já.

A título de curiosidade, como é que distingue os sem-abrigo portugueses dos oriundos do leste, será pelo tamanho do nariz e das orelhas...

Sexto, a cor de pele não tem rigorosamente nada a ver com a criminalidade e não há ninguém que possa sustentar esta afirmaçõ com base científica, uma vez que a cor de pele é simplesmente determinada pela produção maior ou menor de uma proteína - a melanina. Pelo menos, não tem nada a ver directamente. Claro que, sendo discriminados e vivendo em condições precárias, é natural que os indivíduos de uma determinada etnia, cometam mais crimes.

A seguir, vem um chorrilho de disparates racionalmente insustentáveis. Ora então os negros têm as costas quentes. Claro, por isso é que costumamos ver carradas e carradas de políticos negros. Ou mesmo polícias negros a agredir jovens brancos. E também grandes empresários negros, esses sim têm as costas quentes. O que você diz é prepóstero, os negros é que são os verdadeiros discriminados - não são os únicos, é claro -, eles é que vivem em bairros de lata, eles é que ganham menos do que os brancos por fazerem o mesmo trabalho. E isto é comprovado pelo número ridiculamente pequeno de negros que exercem cargos importantes na sociedade, ou dispõem de alguma influência.

Diz você:
"O Militante da Parvoíce reconhece que a culpa é da «dinâmica da sociedade consumista»... coitadinhos dos jovens negros, querem telemóveis, ténis caríssimos e outras merdas de status e vai daí roubam para os poderem adquirir... não, não roubam para comer... roubam para ostentar..."

Isto é precisamente o que a dinâmica da sociedade de consumo gera. Não acredito que mesmo você ponha em causa que os negros ganham muitíssimo menos do que os brancos em Portugal. Assim, ao ver os brancos com telemóveis caríssimos, roupas de marca, porches, mercedes, etc., os negros que vivem, sobretudo em bairros de lata e, muitas vezes, também passam fome, querem à força possuir esses telemóveis e esses ténis. É a única forma que encontram de se sentirem superiores ou iguais aos brancos.

Mas por curiosidade, suponho então, que não tem problemas com os negros do Brasil que, esses sim, já roubam para não morrerem à fome.

Por último, não espero que um acéfalo como você consiga entender as ramificações sociais que o desvio e a apropriação de fundos ilícitos por parte de muitos dos governantes e grandes corporações possam ter. Afinal de contas, você até devia gostar do Salazar... Mas garanto-lhe uma coisa, se o IVA está a 21%, se existem não sei quantos milhares de pessoas a passar fome, se existe meio milão de desempregados, a culpa não é, com certeza, dos negros ou dos gangs

P.S. Não se atreva a chamar-me traidor seu nazi asqueroso. Seu merdas que nem assina com o próprio nome! Provavelmente gostavas que o Salazar e os teus amigos PIDES - se é que não foste um - ainda estivessem no poder.

Publicado por André Militão em junho 25, 2005 04:10 PM


O Militão, em cima de ser parvo, faz-se.

Primeiro, interpreta mal o que eu digo sobre a sua má interpretação... como é realmente estúpido, não percebeu que eu estava precisamente a dizer que estávamos MESMO a falar da mesmíssima coisa, só que, enquanto degenerados e intrissecamente degradados como o Militão acham isso mau, as pessoas decentes e com coluna vertical apoiam por completo a discriminação.

Segundo, já foi mais que esmigalhado esse argumento das condições sócio-económicas. Já foi dito e repetido que brancos pobres, há muitos. E, não obstante, não há praticamente gangues de brancos a agredir pessoas gratuitamente, ao contrário do que a gentalha infra-humana como você quer fazer crer. Também ao contrário do que você diz, o problema das gangues não reside na toxicodependência - os pretos assaltantes, podem traficar drogas, mas não as tomam.
E tal é o seu imbecil desespero, que, na falta total de argumentos, tenta comparar skinheads com negros criminosos. É um «relativismo» moral próprio da escumalha nojenta da sua laia, que pretende fazer esquecer que os skinheads, ao contrário dos negros, não andam a bater em pessoas inocentes, não assaltam nem roubam, nem matam quem resiste a assaltos nem violam.

Terceiro, a sua indigência mental vai ao ponto de comparar o que acontece hoje com o que sucedia há trinta anos. Estupidamente, acha que um homicídio localizado, avulso, que uma violação das que antes se faziam, e fazem, é equivalente à actividade criminosa das gangues, que fazem tudo isso em grupo, em massa. É diferente, não só em número, mas também em poder e em significado: ao contrário do que ocorria antes, esses crimes têm agora um sentido de domínio territorial - a ralé criminosa que a escumalha como você traz para Portugal, pretende submeter bairros em que a polícia nem sequer entre.

Quarto, qualquer pessoa com os olhos abertos que não seja um carneiro acéfalo como você, vê o que se passa nas ruas e reconhece QUEM compõe as gangues que atormentam o dia a dia dos Portugueses. «Curiosamente», as zonas onde há MUITO mais criminalidade, são zonas de negros, ou de ciganos; e cinquenta e sete por cento (57%) dos presos das cadeias portuguesas, são de raça negra, isto num país onde os negros estão longe (espero eu) de chegar sequer a trinta por cento da população.

Quantas vezes fui assaltado? Uma. E você, já foi assaltado por brancos? E violado? E morto? Morto, foi concerteza, mas só cerebralmente.
E, além de ter sido assaltado, observei e tomei conhecimento de inúmeras outras situações de comportamento abjecto de negros para com brancos, sobretudo na noite lisboeta. Sim, trata-se das vergonhas que a merda como você quer esconder.

Quinto, mostre-me um único caso de negros a morrer de fome, ou de negros sem abrigo em Portugal. Mostre. Não seja palhaço, não se ponha a dizer que é preciso «estudos que provem», porque, nessa altura, você não tem estudo nenhum de coisa alguma, só repete a cassete que lhe meteram dentro do miolo.

Sexto, você é tão rematadamente atrasado mental, que se põe com explicações óbvias sobre o porquê de haver imigrantes de leste sem abrigo, pensando com isso conseguir fugir ao assunto: é que os imigrantes negros estariam precisamente na mesma situação, E, NO ENTANTO, não há sem abrigo negros. Percebe, Militão Parvalhão, atrofiado dos cornos?

E, continuando a pensar que consegue desviar a conversa, ainda pergunta, «a título de curiosidade», como é que se distingue um sem-abrigo de leste dum sem-abrigo português. Pois bem, é que eu sei reconhecer, pela pronúncia, quem é português e quem não é. Você provavelmente, não consegue, porque os seus donos lhe proibiram fazer, sequer nessa «cabeça», qualquer espécie de discriminação.
Voltando ao assunto do qual você quer ridiculamente fugir: eu nunca ouvi um sem-abrigo com pronúncia africana.

Sétimo, a cor da pele tem tudo a ver com a criminalidade, não pela cor em si, mas pela carga histórica, cultural e social a ela associada. Já expliquei isto em quatro pontos, e, para isso, você não diz nada com jeito - fundamentalmente, diz que não porque os seus donos dizem que não, pronto.

Porque pura e simplesmente não faz ideia de como é que há-de negar a verdade.

E, já que fala nisso, aos quatro pontos anteriores, acrescento este (as chamadas cinco chagas): é que os negros vindos de África, trazem naturalmente a violência das suas sociedades para Portugal. O mesmo se aplica aos negros e mulatos vindos das favelas brasucas.

O argumento de não haver políticos negros, é arenga por demais cretina. Os políticos do sistema, beneficiam os negros, em todos os aspectos, sobretudo em termos sociais e culturais, dado que a Nova Inquisição Anti-racista foi instituída precisamente pelos tutores desses mesmos políticos.
Quanto aos polícias, são mais vítimas do que qualquer outra coisa. São agredidos por negros, insultados, e, quando os prendem, vêem-nos sair em liberdade.

Quanto ao que você repete incessantemente sobre os salários e os bairros, de nada vale, dado que o problema em questão é a pobreza, e, em termos de pobreza, há muitos brancos nessas situações, desde há muito, inclusivamente em bairros da lata.


"O Militante da Parvoíce reconhece que a culpa é da «dinâmica da sociedade consumista»... coitadinhos dos jovens negros, querem telemóveis, ténis caríssimos e outras merdas de status e vai daí roubam para os poderem adquirir... não, não roubam para comer... roubam para ostentar..."

«Isto é precisamente o que a dinâmica da sociedade de consumo gera.»

Como seria de esperar, você repete a mesma cassete - mesmo depois de eu fazer notar o PORMENOR de que não há gangues de brancos a cometer crimes para comprar ténis de trinta contos. Nunca houve. Se alguns não conseguem acompanhar com sucesso a sociedade de consumo, isso diz respeito a eles, e assumir a responsabilidade disso previne o crime. Claro que a escumalha como você não quer admitir que os pobres jovens criminosos e assassinos devam ser responsabilizados por roubar a inocentes, pobres, para comprar ténis de marca.


«Assim, ao ver os brancos com telemóveis caríssimos,»

TODOS os brancos andam com telemóveis caríssimos, ó seu atrasado mental?


«Mas por curiosidade, suponho então, que não tem problemas com os negros do Brasil que, esses sim, já roubam para não morrerem à fome.»

Também não há casos de pobres negros brasucas a morrer de fome em Portugal... nem sem abrigo.


«Por último, não espero que um acéfalo como você consiga entender as ramificações sociais que o desvio e a apropriação de fundos ilícitos por parte de muitos dos governantes e grandes corporações possam ter. Afinal de contas, você até devia gostar do Salazar...»

Por acaso, o Salazar não andava a roubar e morreu pobre. São os políticos da SUA laia esquerdista que roubam à fartazana.
Quanto às «ramificações sociais», não seja palerma. As ramificações sociais da violência quotidiana e da intimidação constante nas ruas, é incomparavelmente pior do que qualquer roubalheira em grande banco, que nem sequer prejudica directamente ninguém, nem deixa ninguém a morrer à fome, nem mata ninguém.

Quanto a traidor, é verdade que você é mesmo traidor, seu pedaço de esterco abjecto, seu merda, seu vendido, você nem humano é. Você é a concretização da abjecção máxima - o traidor que se volta contra quem quer defender o próprio povo.

Quanto a nomes, deixe estar que André Militão é uma grande coisa em termos de dar-se a conhecer, André Militão, só há um no planeta inteiro, é o Parvalhão e mais nenhum.

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 08:28 PM

Para comentar no Barnabé, registe-se aqui acima no sistema typekey. O registo é rápido, simples, confidencial e permite comentar, com o seu nome ou um pseudónimo à escolha, nos milhares de blogues que usam o mesmo sistema.
O Barnabé não é responsável pelas opiniões emitidas nestes comentários.