[Publicidade da responsabilidade e de apoio à weblog.com.pt. Mais informações aqui.]

Ultimamente o Barnabé não me tem sabido tão bem


Atão e porquê? Acho que merecemos uma satisfação! :)

Publicado por Pedro Jorge em junho 24, 2005 06:26 PM


Uma imagem vale por mil palavras

Publicado por danieloliveira em junho 24, 2005 06:37 PM


Daniel e quem é a mosquinha....morta

Publicado por condor em junho 24, 2005 07:43 PM


Pois se até aqui no Barnabé há postas a criticar a greve dos professores, não há do homem andar com azia... qualquer dia ainda aparece alguém a defender, sei lá, a privatização da CGD e aí a tijelinha será pequena demais para as moscas.
Não há direito. Um blogue tão previsível que querem transformar num espaço plural.

Publicado por NG em junho 24, 2005 09:31 PM


Essa mosquinha morta não é a Ana Drago?

Publicado por vermeer em junho 24, 2005 10:43 PM


Acho que a estou a ouvir dizer qualquer coisa: "o arrastão foi uma farsa, aqueles jovens estavam a fugir de uma carga policial...glub... glub..."

Publicado por vermeer em junho 24, 2005 10:54 PM


Acho que a estou a ouvir dizer qualquer coisa: "o arrastão foi uma farsa, aqueles jovens estavam a fugir de uma carga policial...glub... glub..."

Publicado por vermeer em junho 24, 2005 10:55 PM


Pois eu acho que é sempre saudavel algo novo no tempero. Acrescenta diversidade, pois se este for sempre igual enjoa.

Publicado por Luís Aguilar em junho 25, 2005 12:00 AM


Pelo o aspecto é mais o Nuno Melo

Publicado por condor em junho 25, 2005 12:05 AM


Faz como eu que só leio os antigos, sei lá eu dos outros e quem escreve o quê

Publicado por Real em junho 25, 2005 12:32 AM


Faz como eu que só leio os antigos, sei lá eu dos outros e quem escreve o quê

Publicado por Real em junho 25, 2005 12:32 AM


Por "antigos", refere-se a Marx, Lenine e Trotski, ou está mesmo a falar do Francisco Louçã?

Publicado por vermeer em junho 25, 2005 12:35 AM


Porque será que em vez de usar o nome de um grande pintor da Holanda ,não utiliza sei lá o Medina está mais dentro do seu universo.

Publicado por condor em junho 25, 2005 12:43 AM


Condor, assistir à sua humilhação pública é quase tão embaraçoso como ver um comunista a defender o modelo social europeu. Desista, meu amigo. Você não tem espírito para a réplica, nem talento para a escrita. É preciso mais que um pequeno cérebro e meia dúzia de leituras do Le Monde Diplomatique para fazer um interlocutor interessante. É por causa de pessoas como você que os pequenos partidos continuam a ser pequenos.

Publicado por vermeer em junho 25, 2005 12:59 AM


A mim também não... e algo me diz que este post posta o fim de uma época, ou pelo menos de um blog marcante na esquerda portuguesa.
Outros virão, mas o impacto que a "dream team" teve no nosso lado canhoto nunca mais será o mesmo.

P.S. (salvo seja) eu sei que é um bocado tonto, mas estou com vontade de dizer "A LUTA CONTINUA"

Publicado por AA em junho 25, 2005 03:45 AM


Agora para o tolinho do pintor holandês:
1 - como não conhece a Ana Drago presumo que não saiba se ela é uma mosca morta, viva, ou sequer insecto.
2- a Deputada Nacional Ana Drago foi eleita por via do voto de 103.971 eleitores do distrito de Lisboa. E o pintor - what do you represent?
3 - A Deputada Nacional Ana Drago leu transcrições de um relatório da PSP na Assembleia da República, referindo que a maioria dos negros que foram fotografados a correr na praia de Carcavelos no dia 10 de Junho estavam a fugir de uma carga policial. Presumo que a PSP também deverá estar dominada por uma cambada de extremistas de esquerda. É natural, faz tudo parte de uma conspiração internacional para terminar a nossa integridade lusitana
4 - caro Vermeer, vá dar banho ao cão! (ou pintá-lo)

Publicado por AA em junho 25, 2005 04:03 AM


O pseudo-pintor faz lembrar a história do sapo que queria ser elefante, inchou tanto que rebentou.

Homem volte lá para a Moderna onde deve ter tirado um curso manhoso em vinte lições.

Já agora não sou leitor do MD, gosto mais da Marianne e do Libération

Publicado por condor em junho 25, 2005 04:58 AM


Ó vermeer, tens uma lata do caraças! Deves pensar que és o Churchill, não?
Pois olha, talento e espírito não tens de certeza e cérebro, quer-me parecer que também não.

Publicado por André Militão em junho 25, 2005 05:19 AM


à imagem do bloco, da irreverência para um populismo politicamente correcto intragável. entre clichés, demagogia, tiradas previsiveis, o sócrates tem feito o resto. a drago é o espelho da actual nação de esquerda. estertores... vá lá que ainda criticaram a greve dos professores. mesmo quando o bloco nomeia o governo o inimigo publico nº. 1 desses privilegiados intocáveis, a função "pública"...

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 08:32 AM


Olha, lambuza-te bem nesse doce de tomate, vais ver como a azia te passa.
E passa uma colherada a uma ave de rapina que por aqui voa, pode ser que assim arribe.

Publicado por zedopipo em junho 25, 2005 08:44 AM


Ai, esta gente tem tanto ódio dentro de si. Faz-me lembrar a direita religiosa do partido republicano - sempre com a bíblia debaixo do braço e um fósforo pronto a incendiar os pecadores. Porque não fazem terapia da raiva? Assim, em vez de bloquearem a Europa podiam fazer as pazes com os papás.

Publicado por vermeer em junho 25, 2005 10:53 AM


Ultimamente o Barnabé tem andado conspurcado de mensagens racistas de muito baixo nivel que em nada contribuem para uma discussao seria sobre o problema da insegurança/criminalidade/discriminaçao racial/intolerancia.Leiam o artigo do Daniel Oliveira hoje no Expresso sobre o pseudo "arrastao",que é uma boa sintese sobre o que REALMENTE se passou,com base em provas policiais e outras.o problema é que na altura na praia de Carcavelos estavam varias centenas de pessoas de raça negra,que rapidamente foram confundidas com alguns meliantes que efectivemnte provocaram o caos naquela tarde.Isto nao invalida que o Estado nao exerça a sua autoridade,mas daí a falar em "gang" vai uma grande distancia.Alias,os jornalistas e os comentadores nao sabem do que estao a falar:gang é uma orgnizaçao que pressupoe uma hirarquia,uma obediencia a um ou mais chefes.E geralmente os gangs sao estruturas armadas e com algum poder economico para levar a cabo as suas operaçoes.Santa ignorancia!

Publicado por luis nasciment em junho 25, 2005 11:39 AM


DEPOIS DA DRAGO mais um com alucinações. ainda vamos ler que a pólícia e banhistas brancos assaltaram gangs de pretos em carcavelos. e não me venham dizer que eu sou racista ou xenófobo. vocês é que votam com a merda do le pen. vocês estão mesmo em crise...

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 12:07 PM


«A Deputada Nacional Ana Drago leu transcrições de um relatório da PSP na Assembleia da República, referindo que a maioria dos negros que foram fotografados a correr na praia de Carcavelos no dia 10 de Junho estavam a fugir de uma carga policial.»

E porque seria que estavam a fugir à polícia? Talvez porque tivessem medo que a polícia os assaltasse?

Ah não eram quinhentos? Eram só cinquenta? Oh, assim estamos mais descansados... se eram só cinquenta, os outros quatrocentos e cinquenta não tiveram nada a ver com isso e só fugiram por solidariedade para com os seus irmãos africanos...

Curioso é que nessas fotos não se vêm brancos a fugir... os brancos estavam todos deitados na areia... mas os negros «inocentes», vá-se lá saber porquê, deram todos de frosques...

Tenham mas é vergonha nessa cara (pura retórica, é o mesmo que dizer a um elefante para fazer um ninho numa árvore).

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 12:43 PM


Já agora, gostava de ver uma transcrição COMPLETA do relatório da polícia.

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 12:45 PM


Realmente o Barnabé não anda aquilo que era! Antigamente havia comentários construtivos agora é só meninos a insultarem-se uns aos outros, com comentários racistas e insultuosos, a discutirem as opções politicas como se fossem umas varinas sem respeito nem argumentos de qualidade! é que criticar uma pessoa por ela ser de esquerda ou de direita com base em insultos pessoais e de baixo nivel não foi aquilo que este blog nos habituou!Nestes casos um bocadinho de censura por parte daqueles que gerem o blog não ficava nada mal! Ñ admira que os bloggers já ñ tenham vontade de escrever!
Enfim.....melhores dias virão!

Publicado por vanessasfc em junho 25, 2005 12:57 PM


vANESSA. concordo. isto com censura, vai. de preferência só com comentários de esquerda iluminada. é uma chatice haver aqui ou em qualquer lado gajos de direita. pior: racistas, nazis, fascistas, eu sei lá. não é de esquerda é facho. ri-se da Drago? é nazi. viu pretos a roubarem em carcavelos? é racista. já agora, conheces a canção dos "humanos"?...faltava o insulto. pachorra...

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 01:12 PM


Juro que nao percebo...sempre pensei que o drama do arrastao fosse a falta de capacidade da policia para prevenir/remediar o incidente e apurar os culpados...mas nao! Afinal tudo se resume a uma mais que justa revolta dos negros explorados contra os capitalistas brancos que se divertem na praia com os lucros da exploracao... estou a ver que para o BE deve ser um orgulho ser roubado.

Publicado por FV em junho 25, 2005 01:16 PM


Caro Pinto Ribeiro,
A minha critica ñ é ao facto de haverem comentários de direita ou de esquerda, racistas ou não!Todos tem o direito á opnião, o problema é a forma como o debate é feito, porque insultos e ofensas pessoais não são formas correctas de argumentar! Só mostram falta de inteligência, de qualidade e de respeito pelas outras pessoas.

Publicado por vanessasfc em junho 25, 2005 02:28 PM


Tautalos, não são africanos. São portugueses. Por fim, depois de todos os seus comentários neo-nazis com poemas à saudação fascista e tudo, agradeço que saia da nossa casa imediatamente e que vá escrever para os blogues dos seus amigos psicopatas. Debater e discutir com gente da sua laia é já uma cedência. Obrigado e adeus.

Publicado por danieloliveira em junho 25, 2005 02:51 PM


mas os burros tbém têm direito a participar. pelo menos eu. quero zurrar à vontade. no meio de tanto esquerdalho não dá para mais. que se vai responder ou dizer a propósito da imbecilidade da Drago?... mas percebo-te.

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 02:57 PM


E acho que é por esta falta de nivel e qualidade nos comentários que o Daniel Oliveira se queixa, é que se formos a ver os comentários dos ultimos dias é só insultos que nada trazem de novo ao debate politico, parece que estão em guerra a ver quem é que baixa mais o nivel da conversa! vieram uns quantos meninos para este blog para ofederem-se mutuamente e só estão a dar cabo de um Blog, cujo objectivo era divulgar opniões bem fundamentadas de comentadores, uns mais à esquerda outros à direita com um toque humoristico, e que está é a transformar-se num circo! Sim, porque nos blogs de direita que eu costumo ler ñ encontro este baixo nivel, nem me parece que as pessoas séria de direita optam pela via do insulto para divulgar as suas opniões! Vamos mas é ter juizo, se não gostam do blog nem das opniões e ñ conseguem respeitá-las vão mas é comentar para blogs que façam mais o vosso estilo! Eu sou de esquerda e gosto de ler e respeito as opniões,desde que bem argumentadas, da direita! Argumentar com recurso ao insulto e a linguagem vernácula é que não me parece correcto! Tenho dito!

Publicado por vanessasfc em junho 25, 2005 03:03 PM


Pois é, o Bruno escreveu aqui umas quantas verdades que desagradaram a uma certa esquerda que se julga particularmente bem pensante e a coisa descambou. O comissário Daniel saiu a terreno, mas debalde. Entretanto o André deixou de enviar Cartas de Inglaterra e o Rui também deve ter mergulhado de novo no seu coma pré-doutoral, FCT oblige!
O resultado está à vista: nem réstea de ideia interessante, só insultos.
Faz lembrar os comentários do Expresso online.
À esquerda, como à direita, há neste país uma enorme dificuldade em aceitar a quebra de unicidade de opiniões. Deviam aprender com uma frase que qualquer inglês responde nestas ocasiões: "We agree to desagree".

Publicado por Lisbondude em junho 25, 2005 03:28 PM


TU és é patética! que pretenciosismo, que pedantice bacôca! eu até ía dar-te razão Vanessa só que essa pose de bem pensante tira um fulano do sério. enquanto isto for a resposta que vocês têm, não dá. e lá fugiste para a intolerância. ninguem tem que se ir embora. há que fazer um bom blog, quem o faz. se for capaz. não parece o caso. e debater tranquilamente. agora: o que é que queres que eu diga da Drago? aquilo não tem assunto. é de uma estupidez total. e acredites ou não, NÃO ESTOU A INSULTAR. ESTOU A CONSTATAR. daquelas nem o Santana.

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 03:40 PM


eu próprio já deixei de vir ao Barnabé diariamente. e não é pelos comentários...isto enredou-se e extremou-se com a treta de carcavelos e a entrada de muita gente nova. mas a culpa foi de quem deu o mote e, deliberadamente, resolveu insultar a inteligência de um país e dar cobertura a quem dela precisava. escrevi-o aqui. mas isto está a começar. a esquerda ainda há-de trazer a extrema direita populista e xenófoba para o parlamento. mas é disso que vocês gostam. inventam bandeiras para justificar a vossa existência e a vossa gritaria. sem isso nada mais vos resta.

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 03:47 PM


Discussão política? A única coisa que se discute é se houve ou não arrastão. Claro que para a Ana Drago a palavra unânime das testemunhas e dos meios de comunicação não conta nada. A única coisa que conta é a palavra da polícia, que nem lá estava quando os incidentes começaram e, quando chegaram os primeiros 12 polícias apenas viram uma parte do areal, quando os incidentes ocorreram numa extensa área. Os meliantes, de regresso, a casa ainda assaltaram tudo por onde passaram. Além disso eles próprio reconhecem a existência do arrastão. De qualquer forma, discutir isto não faz sentido. É uma questão de fé, cada um acredita no que quiser. O BE se quiser acreditar que a única coisa que se passou foi uma carga indiscriminada da polícia sobre jovens inocentes, está no seu direito.
Quanto ao Daniel, dediquei um texto com uma errata a um texto seu. Chama-se: Comunismo, o grnade motor do desenvolvimento no sec XX.

http://politicaxix.blogs.sapo.pt/

Publicado por The Studio em junho 25, 2005 03:48 PM


adorei o "tenho dito"...

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 03:48 PM


tentando sintetisar. vocês já fizeram pensar e rir. agora dão vontade de chorar.

Publicado por pinto ribeiro em junho 25, 2005 03:57 PM



Pinto Ribeiro,
Mas quem é que falou na Drago?? Eu estava a falar é de quem em vez de repeitarem-se as pessoas recorre-se aos insultos e não é esse o espirito dos Blogs. E porque raio estás tu a chamar-me nomes? Eu por acaso insultei-te, ou é assim que defendes a tua opnião!? E quem é o "voçês"? Nem sabes qual é a minha opnião e já estás a catalogar-me!
Eu não vim aqui discutir a politica do Bloco de Esquerda ou os comentários da Drago mas a baixeza de nivel de alguns comentários e que ñ era costume neste Blog. Não podemos dar a nossa opnião sem ofender os outros?
Quero lá saber se és de direita ou de esquerda, cada um pensa o que quiser! E só quem ñ sabe argumentar a sua posição de maneira coerente é que recorre a insultos.Olha que tenho bons amigos de direita e conseguimos discutir as nossas ideias, sem insultos nem agressões e no final do dia aprende-se alguma coisa em vez de andar td á chapada! Porque existe aquilo a que se chama respeito mutuo, e é isso que tem faltado nos comentários neste blog!
Não há paciência!

Publicado por vanessasfc em junho 25, 2005 04:13 PM


"Quanto ao Daniel, dediquei um texto com uma errata a um texto seu. Chama-se: Comunismo, o grnade motor do desenvolvimento no sec XX."

Como já referi, uma das principais razões porque estas criaturinhas aqui aparecem é para publicitar os seus blogues - a necessidade que têm de dar a conhecer as suas mentes retorcidas é, também, parte da patologia, assim como o louco que grita por ajuda. Presumo que a sensação de o fazer no blogue mais lido em Portugal seja perfeitamente orgásmica. Como este não é um lugar de pornografia, e para que o ar se torne mais respirável, seria melhor começar a xutar algum deste lixo para fora daqui.

Publicado por Maedhros em junho 25, 2005 04:50 PM


Maedhros:
Porque é que me chamou criaturinha, pode saber-se?? Dar a conhecer mentes retorcidas?? Tudo o que digo nesse texto são FACTOS HISTÓRICOS, não são opiniões. Se fossem opiniões, folgo em saber que quem tem opiniões distintas das suas é de imediato chamado de criaturinha. É o espírito de tolência que alguns tanto apregoam, só é pena que que mais apregoa a tolerência sejam precisamente os mais intolerantes.Advoga que se deve "xutar" lixo daqui para fora. É aquilo a que os democratas chamam "pluralidade de opiniões" e "combate à censura". O maedhros nem sequer se apercebe que aquilo que critica nos outros é o que mais se destaca em si. E se defacto for para "xutar" lixo e pessoas mal educadas podemos começar logo por si.
Quanto ao meu blog:

http://politicaxix.blogs.sapo.pt/

só lê quem quer. Se só quer ler opiniões favoráveis ao comunismo deixo-lhe dois bons links:

http://www.bloco.org
http://www.pcp.pt

Estes sim, o senhor vai gostar.

Publicado por The Studio em junho 25, 2005 05:37 PM



Só mais uma coisa: Diz o senhor que este é o blog mais visto da blogosfera. Pois bem, o Big Brother é o programa mais visto da TV, o que prova que as massas têm aversão a espaços de cultura de dei ideias.

http://politicaxix.blogs.sapo.pt/

Publicado por The Studio em junho 25, 2005 06:36 PM


Não, Daniel Oliveira, não são portugueses. São africanos. Não é a tropa da sua laia que tem o direito de determinar quem é ou não é português, só porque vos apetece ter uma mixórdia enlameada no lugar da Pátria.

A vossa atitude é absolutamente abjecta - primeiro, insistem em dar nacionalidade portuguesa a tudo o que nasce em território nacional, depois, quando a asneira está feita e alguém se lembra de dizer que os criminosos em questão são alienígenas, a sua laia aparece logo aos gritos: «Não, são portugueses (porque a gente já tratou de lhes dar a nacionalidade) e agora vocês não podem fazer nada!!»

Mete nojo. Mas nojo a sério.

Mas não há mal que sempre dure.

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 07:03 PM


e um branco nascido em africa o que é?

Publicado por agitador em junho 25, 2005 07:11 PM


Daniel,

Todos sabemos os perigos dos extremismos. Tenho estado perto de um grupo de jovens "indignados" com a segurança e com os assaltos e que, rapidamente e através das claques (sempre elas), se aproximaram dos skinheads. Tenho ouvido, com espanto, o que por lá se conversa sobre a mentira do holocausto, sobre a necessidade da disciplina, da defesa da Pátria branca, etc. Para mim, é bem mais complicado do que uma mosca na sopa.

Mas o perigo deste extremismo é fechar-nos os olhos à insegurança e ao incrível aumento da pequena criminalidade perpetrada em grande maioria (em Lisboa) por pessoas de raça negra. O perigo é não fazermos perguntas sobre o que está realmente a acontecer. Não me interessa que sejam portugueses, ou filhos de cabo-verdeanos em Portugal, ou Africanos. Não me interessa. Interessa-me que estão cá, que são muitos, que vivem em bairros sem condições, que deixam a escola cedo, que se dedicam ao pequeno crime. Juntam-se em grupos de amigos (chame-lhe o que quiser) e, como não têm nada para fazer durante os dias, vão para o "centro" ganhar o que não têm possibilidade de comprar. E a coisa multiplica-se, porque estes jovens são o exemplo que as crianças querem seguir (em todos estes bairros há nomes que têm a força dos antigos herois). Trabalhei de forma directa e indirecta nos bairros do fim-do-mundo, Musgueira, Alto do Lumiar, Monte da Caparica (Bairro do pica-pau) e Cova da Moura. Em todos esta história se repete. Em todos eles, estes "jovens" usam ténis de marca, telemoveis de ultima geração e são eles que levam o dinheiro para a comida em casa.

No outro dia, por acaso, alguns miudos que conheço estavam na praia de Carcavelos. Foram-se embora quando perceberam que estavam a chagar "muitos grupos" de jovens africanos. Um dessses miudos (que por acaso ajudou em explicações nalguns destes bairros) nem precisou de ficar para saber o que ia acontecer.

Resumir esta verdadeira urgência social a um problema de racismo é de uma enorme inocência (ou cegueira). O seu problema (muita da esquerda que tenho lido) é estar no extremo exactamente oposto. Agarra-se à sua ideia e não reconhece o perigo do que defende.

Ou nos preocupamos com o que se passa nestes bairros (com as crianças e jovens que lá crescem) ou vai piorar, cada vez mais. Em vez de fazer da sua bandeira a nacionalidade destas pessoas, faça a do regulamento, a da dignidade com que vivem e da sua educação.

Esperemos que, antes que os skinheads apareçam como os "salvadores dos desprotegidos" (como ia acontecendo em Coruche), o estado abra os olhos para o que está a nascer.

Publicado por Vasco Melo em junho 25, 2005 08:02 PM


Daniel,

Todos sabemos os perigos dos extremismos. Tenho estado perto de um grupo de jovens "indignados" com a segurança e com os assaltos e que, rapidamente e através das claques (sempre elas), se aproximaram dos skinheads. Tenho ouvido, com espanto, o que por lá se conversa sobre a mentira do holocausto, sobre a necessidade da disciplina, da defesa da Pátria branca, etc. Para mim, é bem mais complicado do que uma mosca na sopa.

Mas o perigo deste extremismo é fechar-nos os olhos à insegurança e ao incrível aumento da pequena criminalidade perpetrada em grande maioria (em Lisboa) por pessoas de raça negra. O perigo é não fazermos perguntas sobre o que está realmente a acontecer. Não me interessa que sejam portugueses, ou filhos de cabo-verdeanos em Portugal, ou Africanos. Não me interessa. Interessa-me que estão cá, que são muitos, que vivem em bairros sem condições, que deixam a escola cedo, que se dedicam ao pequeno crime. Juntam-se em grupos de amigos (chame-lhe o que quiser) e, como não têm nada para fazer durante os dias, vão para o "centro" ganhar o que não têm possibilidade de comprar. E a coisa multiplica-se, porque estes jovens são o exemplo que as crianças querem seguir (em todos estes bairros há nomes que têm a força dos antigos herois). Trabalhei de forma directa e indirecta nos bairros do fim-do-mundo, Musgueira, Alto do Lumiar, Monte da Caparica (Bairro do pica-pau) e Cova da Moura. Em todos esta história se repete. Em todos eles, estes "jovens" usam ténis de marca, telemoveis de ultima geração e são eles que levam o dinheiro para a comida em casa.

No outro dia, por acaso, alguns miudos que conheço estavam na praia de Carcavelos. Foram-se embora quando perceberam que estavam a chagar "muitos grupos" de jovens africanos. Um dessses miudos (que por acaso ajudou em explicações nalguns destes bairros) nem precisou de ficar para saber o que ia acontecer.

Resumir esta verdadeira urgência social a um problema de racismo é de uma enorme inocência (ou cegueira). O seu problema (muita da esquerda que tenho lido) é estar no extremo exactamente oposto. Agarra-se à sua ideia e não reconhece o perigo do que defende.

Ou nos preocupamos com o que se passa nestes bairros (com as crianças e jovens que lá crescem) ou vai piorar, cada vez mais. Em vez de fazer da sua bandeira a nacionalidade destas pessoas, faça a do regulamento, a da dignidade com que vivem e da sua educação.

Esperemos que, antes que os skinheads apareçam como os "salvadores dos desprotegidos" (como ia acontecendo em Coruche), o estado abra os olhos para o que está a nascer.

Publicado por Vasco Melo em junho 25, 2005 08:02 PM


Um branco nascido em África é um branco - um europeu, se a sua ascendência for europeia (isto é, se não for árabe ou judeu).

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 08:45 PM


Daniel, conheci e entrei na Bologosfera, pelo Barnabé. Começou um encanto que com dias melhores e outros piores ainsa se não desvaneceu.
Digo, no entanto, com mágoa, que quase não sou capaz de vir mais ao Barnabé.
Por muitos posts, mas sobretudo pela "qualidade" dos comentadores que por aqui entraram e aqui decidiram acampar.
Não sei qual é a solução, Daniel, mas creio que tu e as pessoas que nos habituaram a vir ao Barnabé, para encontrar um certo ar puro...deviam começar a pensar em arranjar maneira de lidarem com o ar poluído, que vos invadiu a casa.

Publicado por isabel sousa em junho 25, 2005 08:49 PM


O Tautaulos está farto de levar...Tau-tau!

Publicado por luis nasciment em junho 25, 2005 08:58 PM


Tautalos,eu sou branco e africano.Sou afro-luso-moçambicano,de "cor" branca.PERCEBE ISTO DE UMA VEZ POR TODAS OU TENHO QUE LHE MANDAR O DESENHO!?Leia se puder uma entrevista da Teresa Heinz Kerry-que nao é nenhuma esquerdista-,onde ela deixou os jornalistas americanos de cara-a-banda ao dizer: i´m an afro-american-portuguese woman...Eh!Eh!Eh

Publicado por luis nasciment em junho 25, 2005 09:03 PM


E o Luís Nasciment, chama-se nasciment porque é mal nascido...

Meta na cabeça o seguinte: NÃO HÁ BRANCOS AFRICANOS. Não há. Um cão nascido numa cavalariça, não é um cavalo, nem sequer uma mula... é um canídeo.

Como em Portugal não havia, no tempo do Estado Novo, uma educação decente em termos de valores, e, sobretudo nos anos sessenta, fazia-se a nociva propaganda do «Portugal do Minho até Timor», há muitos portugueses que têm essa mentalidade desprovida de verdadeira consciência étnica, assente apenas e exclusivamente no sangue, e NUNCA no solo.

Publicado por Tautalos em junho 25, 2005 09:12 PM


agora já são especies diferentes... como isto vai.

Publicado por agitador em junho 25, 2005 11:17 PM


Vejo que o Tautalus é um apoiante de Robert Mugabe e do PAC sul-africano (que quer expulsar os brancos)

Publicado por Miguel Madeira em junho 25, 2005 11:41 PM


Fodam-ce. METAM O VOSSO PAÌs NO Cú´.Amem.

Publicado por abego em junho 26, 2005 12:22 AM


Essa MERDA NÃO É MOSCA. É CACA DE MOSCA.

Publicado por abego em junho 26, 2005 12:41 AM


Árabe é uma etnia, judeu é uma religião não fazer confusões.

Pero da Covilhã, Afonso de Paiva, Pedro Nunes, Garcia de Orta, portugueses que professavam a religião judaica.

Publicado por condor em junho 26, 2005 01:54 AM


Judeu é uma religião, sim... mas tem também algo de étnico. Um filho de mulher judia, é automaticamente judeu; há uma língua hebraica, que é a do Judaísmo e do povo Judaico; há tradições judaicas, que são as de todo um povo.

Aliás, já li testemunhos de judeus a afirmar-se que ser judeu não é só ser de uma religião... e que até se pode ser judeu sem se ser religioso.

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 03:28 AM


Robert Mugabe é um assassino (nunca criticado nem pelo B.E. nem pelo SOSRacistA, por acaso...).

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 03:30 AM


Na sequência da penúltima mensagem, afirmo que quem é judeu não é português. É da nação judaica, que tem hoje a sorte de possuir um Estado só para si própria, o Estado de Israel.

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 03:31 AM


"Robert Mugabe é um assassino".E já agora o Tautalos nao fala porquê de outros monstros sanguinarios apoiados/tlerados pelo Ocidente:Suartho,Pinochet,Mobutu,Idi Amin Dada(sim o ditador canibal),Bokassa,Videla,Alfredo Stroessner,Pol Pot,o inefável Saddam,Fulgencio Baptista,e noutra escumalha latino-americana que tm as maos cheias de sangue.A lista levava-nos longe.E fique a saber que os ditadores africanos sempre foram apoiados tanto pelo antigo bloco comunista como pelo ocidente.

Publicado por luis nasciment em junho 26, 2005 11:13 AM


O Barnabé está com um problema de crescimento.
É só isso.
E quanto à suposta "não-portugalidade" de pretos, monhés e amarelos, eu afirmo:
Portugueses não são só os que nascem no rectângulo e pérolas atlânticas. São os pretos, monhés e amarelos que nascem onde quer que seja e partilham connosco a cultura, a língua e a História de Portugal.
São aqueles ainda hoje estão por todo o mundo assinalando os locais por onde os melhores de nós passaram há 500 anos.
O problema é que "nós", os portugueses do rectângulo, somos os descendentes dos que ficaram em casa, e "eles" têm no sangue a aventura, o sonho e a força dos portugueses de quinhentos.

Publicado por Nuno SS em junho 26, 2005 03:09 PM


Não há nenhuma lingua judaica, o dialecto falado pelas pessoas de religião judaica da Polónia nada tem como o dialecto falado pelos judeus da Peninsula Iberica , e eram isso mesmo dialectos, fruto muitas vezes de viverem em guetos ou comunidades mais fechadas, tal como sucede hoje com os mormons dos Estados Unidos que tambem não são nenhum povo.

Normas religiosas existem em todas as religiões se fosse-mos a ver as normas que a Igteja Católica defende para todos os católicos....

Se uma mãe de religião judia entende que o seu filho tem de ter forçosamente a religião judia isso é meramente uma questão de crença.

Mas esta conversa é ridicula só faltou, ou talvez não, dizer que todos os judeus têm o nariz grande, pois pois na arte Namban do Japão todos os marinheiros portugueses são representados por grandes pencas.....a volta que o mundo dá.

Mas o mais ridiculo desta gente é que se esquecem que somos a maior mistura de etnias de toda a Europa Celtas, Fenicios, Gregos, Cartagineses, Alanos, Vandalos , Suevos, Visigodos, Arabes , Berberes, Africanos, do Benin,Guiné, Costa do Marfim , Nigéria, Zaire, de Angola (ai as lindas morenas), Indianos do sub continente, e agora, Ucranianos Moldavos, Bulgaros, Paquistaneses, Brasileiros ( ai as lindas mulatas).

Tudo se vai misturando, e é nesta salganhada de povos que vamos século após século construindo a nossa identidsde, bem diferente dos restantes povos da Europa, não querer entender isto é RECUSAR SER PORTUGUÊS.

Publicado por condor em junho 26, 2005 04:42 PM


«E já agora o Tautalos nao fala porquê de outros monstros sanguinarios apoiados/tlerados pelo Ocidente»

Não pelo Ocidente dos nacionalistas...
E à sua negra lista, acrescento um do qual o Luís Nasciment se esqueceu: Fidel Castro.

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 05:09 PM


Portugueses não são só os que nascem no rectângulo e nas pérolas atlânticas.

Aliás, nem é assim que se define quem é ou não é português. Se fosse assim, então os negros nascidos em Portugal, eram portugueses...

Na verdade, só é português quem for filho de Portugueses, tenha nascido no Seixal ou em Tóquio.

É o sangue que confere a nacionalidade, não é o solo, nem tampouco a «cultura». Sujeito X, filho de ingleses, pode gostar muito dos Chineses, pode até aprender a falar Mandarim, mas nunca será chinês.


«O problema é que "nós", os portugueses do rectângulo, somos os descendentes dos que ficaram em casa, e "eles" têm no sangue a aventura, o sonho e a força dos portugueses de quinhentos.»

Só que o seu sangue dominante, tem coisas com as quais nada temos a ver.

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 05:20 PM


Há uma língua falada pelos Judeus, a sua língua nacional, que é o Hebraico. É a língua do Estado de Israel e é a língua da religião propriamente dita, dos nomes das coisas e dos textos de normas e da sua História.


Não há nenhuma lingua judaica, o dialecto falado pelas pessoas de religião judaica da Polónia nada tem como o dialecto falado pelos judeus da Peninsula Iberica , e eram isso mesmo dialectos, fruto muitas vezes de viverem em guetos ou comunidades mais fechadas, tal como sucede hoje com os mormons dos Estados Unidos que tambem não são nenhum povo.

«Normas religiosas existem em todas as religiões se fosse-mos a ver as normas que a Igteja Católica defende para todos os católicos....»

Nada tem a ver com o assunto. E nem sequer há uma nação católica, como há uma nação judia. O Jeová do Judaísmo, é um Deus nacional; o do Cristianismo, é universal.

Quanto à religião do filho de mãe judaica (não disse filho da mãe, atenção a isso...), não é uma questão pura e simples de «crença». É de HERANÇA.


Não é verdade que todos os Judeus tenham nariz grande. Nem é verdade que o nariz grande seja exclusivo dos Judeus. Na verdade, o nariz proeminente é uma característica que diferencia a raça branca relativamente à negra e à amarela (daí a representação dos Portugueses na arte nambam incluir um nariz grande)
O que parece ser verdade, é que o nariz dos Judeus, sendo grande, é, sobretudo, em formato de número seis quando é visto de lado, ou seja, curvo na extremidade.

Quanto à alegada misturada que está no sangue português, ridícula, e desonesta, é a manipulação que os anti-racistas querem fazer dos factos históricos, como se todos os povos do passado tivessem igual peso na definição da Portugalidade:
- dos Romanos (arianos), por exemplo, herdou-se a língua, ao passo que dos Fenícios(semitas), pouco ou nada ficou;
- dos Cartagineses (Fenícios localizados no norte de África), também nada ficou;
- dos Celtas (arianos), ficaram, muito provavelmente, celebrações, lendas, sangue e nomes de terras;
- dos Alanos (iranianos, isto é, arianos), pouco ou nada ficou;
- dos Vândalos (germânicos, isto é, arianos), idem (o nome da Andaluzia);
- dos Suevos (germânicos, isto é, arianos), ficou algum sangue e um património histórico, talvez um prenúncio da fundação de Portugal;
- dos Visigodos (germânicos, arianos), ficou algum sangue e um património histórico, já que a Reconquista se iniciou, em grande parte, com descendentes seus;
- dos Árabes (semitas), apenas algum vocabulário e poucos vestígios genéticos;
- dos Berberes (camito-hamitas), poucos vestígios genéticos;
- dos Africanos, pouco ou nada.
Dos outros, nem falo, porque a parvoíce de os incluir entre os antepassados dos Portugueses é evidente.

Assim, Portugal é essencialmente branco ariano, ou então nem sequer existe. Quem quer outra coisa, que EMIGRE.

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 05:46 PM


Sobre a questão da ascendência judaica:

«Neto de uma judia de origem marroquina, Jorge Sampaio é, para todos os efeitos, e perante a Halakhah (a Lei Judaica), um judeu, ainda que não se reconheça como tal.»

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 05:55 PM


Fonte:

http://ruadajudiaria.com/index.php?s=Sampaio

Publicado por Tautalos em junho 26, 2005 06:04 PM


Sabes qual é o teu problema "Tautalos"?
No fundo é pensar que toda a gente aqui te acha intragável e eu achar que és um génio. Com a tua ironia e inteligência consegues meter este pessoal todo de cara à banda. És de um rasgo sério de lucidez genética. Um iluminado. Fazes parte de um povo que foi responsável pela "miscigenação" de grande parte da humanidade. Fecundámos negras (pretas, para não te ofender), asiáticas, ameríndias... Enchemos meio mundo de "sangue" "português", e a possibilidade de haver sangue luso em quaisquer pais desde as Antilhas até ao Alasca é enorme. Por isso não te preocupes com essa questão do sangue porque isso é uma batalha já ganha por nós.

//Na verdade, só é português quem for filho de Portugueses, tenha nascido no Seixal ou em Tóquio. sic//

Então o mundo já é nosso, e tu andas a dizer que o pessoal por ter uma estética visual mais parda, com bilhete de identidade nacional não é português. Qual quê rapaz! Meio mundo já tem consanguinidade portuguesa. Grandes figuras internacionais em diversas áreas de influência têm sangue português. Isto já é tudo nosso. Então para quê correr com quem quer que seja daqui? Não sei se sabes, mas de certo que deves estar a par, a soma das áreas de construção dos PDM´s dos concelhos em Portugal, totalizando dá um impressionante número: dará para albergar num espaço de cerca de 15 a 20 anos, 40 milhões de habitantes. Neste momento em Portugal há cerca de 500 mil casas em situação de ocupação zero e delas 100 mil são novinhas a estrear.
Podemos ir buscar todos os emigrantes lusos, que andam a defraudar o nosso sistema de segurança social, porque não contribuem para cá, e trazê-los de volta. São cerca de 4 milhões e com luso-descendentes já estamos perto de quase 9 milhões de consanguíneos nossos. Expulsamos os cerca de 600 mil emigrantes e duplicamos a população e riqueza nacional. Ou melhor: triplicamos ou quadruplicamos pois todos eles ganham ordenados que por vezes rodam o quíntuplo para as mesmas funções em outros países.
Passaríamos a ter mais peso a nível europeu, mais votos no parlamento, renegociando o Tratado de Nice...Etc, etc, etc.

É tão bom viver algures na iluminativa de um ser superior e no fundo reparar que a linha que nos separa da pura patologia social é tão, mas tão fina...

Publicado por Zandoris em junho 26, 2005 07:19 PM


Será possivel alguem desconhecer o país em que vive....

Toda a população do sul de Portugal tem caracteristicas semelhantes ás populações berberes do norte de Africa.

Para a maioria dos Europeus os portugueses são escurinhos e têm bigode comparados com os suecos são já meio-africanos.

Mas o que brada aos seus na sua santa ignorancia é dizer que os Arabes não deixaram marcas, negar o evidente só pode ser prova de má fé, a medicina, as lendas, as mil e uma noites, a agricultura,a nora, a poesia, a filosofia traduzida do grego por grandes nomes da cultura islãmica, a comida, os nomes todos os começados por AL que inundam o nosso vocabulário.

Já quanto aos judeus aí a coisa ainda se complica mais, todos os nomes de arvores, frutos, cidades vilas, animais podem indicar que um avoengo professou a religião judaica, exemplo

Oliveira, Pereira, Castanheiro, Paiva, Portugal, Lisboa, Silva, Rato, etc.

Quanto á falácia de só serem portugueses os descentes de portugueses,na realidade, se eliminar-mos aqueles que tenham avoengos, de religião judaica, aqueles descentes de tribos não arianas, aqueles que se misturaram com povos de todo o mundo durante a gesta dos descobrimentos, o que sobra.....

Como dizia o poeta sou português aqui , e para mim são portugueses todos aqueles que aqui nasceram , e contribuindo com o seu trabalho e o seu amor a esta terra, fazem de Portugal aquele país que não renega os seus cidadãos pela cor da sua pele ou pelas suas práticas religiosas.

Negar isto e tentar vender teorias de superioridade rácica, conduz como todos sabemos á Alemanha de Hitler e a todos os seus crimes.



Publicado por condor em junho 26, 2005 09:20 PM


Condor, vai inventar para outro lado. O que dizes é simplesmente MENTIRA, e nem me alongo mais sobre o assunto. Como é possível discutir com alguém que inventa factos?
A verdade (isto sim dados científicos) é que apenas a população do Alentejo e Algarve possui características genéticas associadas aos berberes do norte de áfrica e mesmo assim em percentagens muito baixas. O resto foste tu que inventaste.

Publicado por The Studio em junho 27, 2005 01:42 AM


O Zandoris (que pelo nome e pelo estilo revelador que asume, quer certamente aproximar-se do falecido Zandinga), diz umas coisas acertadas sobre a possibilidade de substituir em Portugal os imigrantes africanos pelos emigrantes portugueses; mas, como Roma e Pavia não se fizeram num dia, e como a sua inteligência é, como ele bem reconhece, menos afortunada, ainda tem na cabeça aquelas historietas da misturada racial, propaganda construída com cuspe para, primeiro «legitimar» o Império Português e, agora, para obrigar «moralmente» os Portugueses a abrir os braços e as pernas a toda a maralha que a escumalha esquerdista e capitalista queira meter em Portugal, uns por causa da sua fanática causa «humanitária» anti-fronteiras, outros porque querem trabalhadores baratinhos e pouco exigentes.

O Zandingris falha ainda noutro pormenor:
«É tão bom viver algures na iluminativa de um ser superior e no fundo reparar que a linha que nos separa da pura patologia social é tão, mas tão fina...»

Pois o que caracteriza a escumalha esquerdista «anti-racista», não é a proximidade da pura patologia social... é, isso, sim, a plena presença, de corpo inteiro, num chiqueiro de imundícies várias, com a cabeça bem enterrada na lama, que é para os seus olhinhos, nariz e ouvidos ficarem bem cheinhos da substância cuja cor os seus donos querem impor a toda a humanidade, por meio da mistura racial, para, supostamente, «acabar com os ódios rácicos».

Publicado por Tautalos em junho 27, 2005 01:58 AM


bem... que teoria da conspiração.

Publicado por agitador em junho 27, 2005 02:07 AM


Sobre a verborreia do com-dor, já o The-Studio disse o essencial. O rapina-de-aviário com as asas cortadas, não diz nada de jeito, inventa aldrabices e repete vulgaridades, já bastante postas em causa...

Mas o que é que a poesia grega traduzida pelos Árabes tem a ver com Portugal? E as mil-e-uma-noites? E a ciência «dos Árabes», não era na verdade feita pelos povos dominados pelos Árabes, sobretudo Persas e Hindus?
E o nome Álvaro, por exemplo, também é árabe? Ou é germânico? E Alves?...
Aliás: há algum nome próprio português de origem árabe?... Coisa estranha, parece que não...
Não é no mínimo curioso que um povo que esteve cá tanto tempo (quinhentos anos), e que, segundo os anti-racistas, se «misturou imeeeeeensssoo!!» com os Hispano-Romanos... não tenha nem sequer deixado um nome próprio?...

Nem sequer tocou na estrutura da língua... deixaram palavras, mas palavras avulso, referentes, na sua maioria, a técnicas... de resto... eles nunca estiveram no norte de Itália, e, no entanto, um português normal pode entender quase tudo o que diz um italiano do norte se este falar devagar... curioso, não é?

Quanto aos apelidos judaicos, parece que o com-dor está a querer insinuar que D. Nuno Álvares Pereira era judeu... mais!, ele era meio árabe meio judeu, porque Álvares, já se sabe!, começa por AL!!!!!!

Sobre o direito de sangue, o com-dor crê ter arranjado um bom confusionismo com a referência aos ancestrais longínquos... não entende que, independentemente de uma mistura ou outra, o povo português é de origem essencialmente ariana pelo que qualquer português (isto é, qualquer branco filho de pais portugueses) é automaticamente parte de Portugal, mesmo que algum tetaravô seu o não fosse...

Publicado por Tautalos em junho 27, 2005 02:08 AM


The studio eu não invento, mas diz-me já ouviste falar em Mouros forros, sabes a origem dos saloios e das hortas na varzea de Loures e em toda a zona que vai de Sintra a Mafra.

Sabes a origem do nome de Mouraria bairro tipico de Lisboa.

Já para não falar de Vilar de Mouros lá
bem no norte de Portugal.

Sabes quem foi Anibal Barca grande General cartaginez que viveu boa parte da sua vida na Ibéria e foi daqui que ele levou a maioria das suas tropas para atacar Roma.

A Iberia aliada de Cartago foi uma realidade e muitos indicios estão aí para quem os quiser ver.

Sobre os marranos , portugueses de religião judaica, muito haveria para dizer mas basta lembrar as alheiras.

Não existiu uma lingua hebraica até 1950, ela foi criada pelo governo de Israel depois da independência,e tem como base um dialecto falado sobretudo na Europa de Leste, por exemplo na Peninsula Iberica o dialecto era o ladino.

Sobre Nuno Alvares Pereira e o inicio da casa de Bragança, como não dou lições a BURROS, leiam a história de Portugal e saibam as raizes judaicas perfeitamente confirmadas, é que os reis e a gente importante deste país nunca se preocupou com purezas da raça, como os atrazados mentais que poluem este blogue.

Publicado por condor em junho 27, 2005 05:57 PM


O com-dor não acerta uma.

Sobre a origem dos saloios e da varzea e dos nomes, não apresenta nada de jeito que não tenha já sido negado pela ciência. O sangue mouro é em Portugal escasso. E um nome dado a uma população pelos invasores não faz dessa população uma parte dos invasores - ou seja, «saloio» é palavra árabe, mas os saloios não são todos árabes, nem metade, nem um terço. O sangue europeu predomina em todas as áreas de Portugal, de norte a sul, passando por Lisboa.


Quanto a Aníbal Barca, o semita norte-africano, quer fazer dele um quase-lusitano, quando a Ibéria, caso o com-dor não saiba (e não sabe mesmo, porque, com as asas cortadas, nunca voa, nem tampouco sai do galinheiro) é muito grande... e os Iberos propriamente ditos, os do mediterrâneo espanhol, pouco tinham a ver com os povos do Ocidente hispânico, todos eles de raiz indo-europeia.
Aníbal usou soldados da Ibéria sim (mas não eram a maioria do seu exército, como queria o com-dor) - do mesmo modo que também usou gauleses aos molhos. Normalmente, os Gauleses e os Celtiberos estavam juntos, na mesma frente de batalha, e aguentavam o primeiro embate dos Romanos; e, então, os cavaleiros númidas ao serviço de Cartago tentavam rodear as tropas do Lácio.

Ou seja, Gauleses e os Celtiberos seriam provavelmente muito aparentados entre si, em compleição física e estilo de combate...


«A Iberia aliada de Cartago foi uma realidade e muitos indicios estão aí para quem os quiser ver.»

Treta. Uma parte da Ibéria, aliou-se a Cartago; a outra parte, opôs-se-lhe. Houve escaramuças entre Celtiberos e Cartagineses.
E, de Cartago, pouco ou nada ficou - nem muitas palavras, nem nenhuma consciência, nem muito sangue (a não ser aquele que a terra bebeu).


«Sobre os marranos , portugueses de religião judaica, muito haveria para dizer mas basta lembrar as alheiras.»

Bem lembrado. As alheiras eram precisamente um símbolo da NÃO integração autêntica dos Judeus na sociedade portuguesa.

Quanto ao Hebraico, é uma língua semita parente do Fenício na qual foi escrita a Bíblia judaica, uns séculos antes de 1950...

O com-dor, na melhor das hipóteses, confunde estruturação e normalização com origem da língua.


A respeito de Nuno Álvares Pereira, a estupidez circense do com-dor alcançou um novo patamar. Nem os seus donos mais ousados se atreviam a dizer que o Condestável era judeu, e que «a pureza de sangue não interessava nada», quando só no tempo do Marquês do Pombal é que foram abolidas as leis de sangue para aceder a cargos importantes.

Ora, se era assim na administração pública, o que não seria no seio da nobreza.
O termo «português de lei» (português sem vestígio de sangue mouro, judaico ou negro) é por completo desconhecido ao imbecil chapado com-dores.

Publicado por Tautalos em junho 28, 2005 03:01 AM


Barnabitas, como cidadã portuguesa, venho manifestar o meu voto de desagrado por permitirem que comentários como os acima estejam alojados num espaço público. Expressões perigosas e maníacas como as destas pessoas deviam estar confinadas a conversas psiquiátricas, abrangidas pelo sigilo profissional. Como leitora do vosso blog, e leitora de jornais, espectadora da informação em geral, entendo que a liberdade de expressão tem alguns limites, e que neste caso termina justamente no momento em que a expressão se torna sinal de doença mental. Infelizmente para os próprios, a falta de auto-reconhecimento do mal-estar mental atrasa qualquer eventual processo de cura, e portanto, parece-me pouco saudável e até mesmo absurdo, argumentar com estas pessoas segundo as suas próprias lógicas esquizoides. Se não apagam os comentários, por favor não lhes ampliem o delírio.

Publicado por Ana Lemos em junho 28, 2005 09:56 AM


Estou preocupado. Com um pai, "Pereira", descendente de cristãos-novos (judeus)do centro do país e uma mãe "Santiago" de com ancestrais galegos, poderei ser considerado português? passarei eu num teste de pureza da raça?

Há aqui tipos que confundem a história da humanidade com a criação de cães de raça e que desperdiçam o seu tempo e, tragicamente, o Tempo dos outros, com a (sua) grande questão: "se a humanidade tivesse de facto surgido algures em África, Hitler não teria de ser preto?"


Publicado por CausasPerdidas em junho 28, 2005 12:56 PM


Tautalos,antes de responder,ao menos leia bem o que se escreve:eu disse ditadores sanguinários.Que eu saiba/que se saiba,o Fidel nao está na categoria;nao há provas nem relatos de execucaçoes em massa em Cuba.Indique algum relatorio,algum documento,ou relato na imprensa,que prove o contrario.Tambem neste caso temos que ser rigorosos e nao afirmar que Salazar era um monstro sanguinários...apesar de tudo...Agora,nao há ditaduras boas nem ditaduras más,e o Fidel é um ditador,de que os cubanos se hão-de ver livres,QUANDO ELES ENTENDEREM QUE CHEGOU A HORA,e nao quando os EUA quiserem,para transformarem aquela ilha outra vez num bordel comandado por um fantoche,uma marioneta coomo era o Fulgencio.

Publicado por luis nasciment em junho 28, 2005 09:22 PM


Acho importante discutir a questão da descida de nível nos comentários, até por se tratar dum problema que pode atingir qualquer blogue que, louvavelmente (tal como o Barnabé), permita comentários livres.

Em relação a insultos e asneiredo, a solução parece-me teoricamente simples, embora compreenda bem a dificuldade de a pôr em prática (pelo trabalho e gasto de tempo que representaria): a cloaca deveria ser simplesmente removida, e o comentador com desarranjo intestinal impedido de afixar mais comentários na discussão em causa. Talvez um sistema que permitisse a outros comentadores denunciar escrita insultuosa pudesse poupar os autores do blogue a uma vigilância constante mas, mesmo assim, parece-me um problema difícil de evitar.

Em relação a comentários cujo conteúdo se opõe ao espírito ou orientação do blogue, a questão é bem mais complicada. Até compreendo o exaspero de Daniel Oliveira quando responde ao Tautalos, "Debater e discutir com gente da sua laia é já uma cedência", ou a Ana Lemos quando diz, "parece-me pouco saudável e até mesmo absurdo argumentar com estas pessoas segundo as suas próprias lógicas esquizóides. Se não apagam os comentários, por favor não lhes ampliem o delírio." Porém, pergunto-me se esta abordagem será a mais construtiva, ou mesmo se não será contra-producente.

Nesta mesma página e noutra anterior (dedicada ao post "Piadas racistas") acho louvável o esforço e a perseverança de alguns comentadores (dos quais destacaria o Agitador) em contra-argumentar a lógica nacionalista e com "consciência racial" do Tautalos. Esse parece-me ser o caminho mais difícil, o que exige mais esforço e paciência, mas também o melhor. Se alguém utiliza um espaço para divulgar ideias contrárias ao espírito desse espaço, a reacção desejável é contra-argumentação inteligente, até que se esgote a discussão.

É que, naturalmente, os assuntos não começam nem acabam aqui. O Barnabé é um blogue de grande projecção e as muitas pessoas que lêem, por exemplo, as páginas de comentários que referi têm uma oportunidade valiosa. Encontram uma exposição (assustadoramente) clara de como se estruturam as ideias dos nacionalistas -- entremeada com contra-argumentação válida. Saem melhor preparadas (com as suas próprias ideias melhor estruturadas) para debater estes assuntos noutros espaços e noutras situações. Melhor preparadas para darem o seu pequeno contributo para que não chegemos a ter em Portugal algo da dimensão duma Front National. Sem dúvida, estas páginas de comentários não são bonitas (mesmo ignorando os insultos) mas, graças aos comentadores que têm ripostado, acabam por prestar um serviço público.

Publicado por Mí­ope em junho 28, 2005 10:44 PM


«Que eu saiba/que se saiba,o Fidel nao está na categoria;nao há provas nem relatos de execucaçoes em massa em Cuba.»

Quando é mais que sabido que Fidel executa opositores ao regime, não creio que seja sequer preciso qualquer referência a execuções em massa.

Publicado por Tautalos em junho 29, 2005 11:40 AM


Quanto aos outros, às suas cobardias ideológicas (aquela de «discutir consigo é já uma cedência», tão típica de quem quer dar por adquirido que só a sua verdade é válida e nem se discute, numa atitude rigorosamente totalitária... depois, ainda gritam pela democracia...), aos seus desejos de restaurar os gulags (os tais hospitais psiquiátricos para dissidentes, cujos organizadores diriam, dos opositores ao regime: «entendo que a liberdade de expressão tem alguns limites, e que neste caso termina justamente no momento em que a expressão se torna sinal de doença mental.», competindo assim, em cobardia ideológica, com Daniel Oliveira) - quando fizerem com sucesso o que o Míope queria que estivessem a fazer (contra-argumentação bem sucedida), nessa altura digam qualquer coisinha... (claro que aquela imbecilidade em insistir que «Pereira» é judeu (e D. Nuno Álvares Pereira também, ah pois...), não conta...).

Publicado por Tautalos em junho 29, 2005 11:47 AM


É impressionante como uma pessoa quer fazer todo um sistema social e de direitos humanos baseado meramente em caracteristicas fisicas, porque um dia acordou viu que era branco e que haviam outras pessoas com caractetristicas diferentes da dele. e maravilhou-se com a sua brancura.

como se isso o fizesse mais enriquecedor do que outra pessoa com outras caracteristicas diferentes, e decidiu fazer disso o centro da sua vida.

por isso pegou nas diferenças e nas semelhanças de aparencia entre as pessoas e transforma-las em algo de maior do que simples caracteristicas fisicas, como se as pessoas se unissem ou tivessem de unir pelas caracteristicas fisicas. (como alcateias ou tribos)
e depois sente que tem de defender as suas caracteristicas e as dos outros, "porque é branco e o pai era branco" que raio de justificação.
ou porque faz parte da identidade dele, que eu saiba ele é branco e só tem filhos com uma pessoa de caracteristicas diferentes, em principio, quando se gosta, ninguem o obriga a procriar.
mas parece que há uma conspiração global (estilo ZORG nos EUA) para transformar toda a gente em igual, como se a maioria das pessoas se importasse com o facto de terem uma aparencia diferente ou igual, isso é indiferente.

a mim pouca diferença me faz se eu fosse preto, branco, mestiço, amarelo ou às pintinhas, não é isso que aumenta o meu valor, autoestima ou me torna pior ou melhor do que qualquer pessoa que já tenha alguma vez existido, mas pelos vistos a simples aparencia fisica tem um valor sentimental e quase espiritual elevado.

faz-me lembrar aquelas pessoas que se vestem de igual quando estão na adolescencia, para fazer parte do grupo, e depois gozam quando aparece uma pessoa com roupa diferente.

Publicado por agitador em junho 29, 2005 12:37 PM


É triste o modo como alguns distorcem a realidade em nome de uma sensaboria mutiladora da diversidade humana, criada por uma mentalidade de pária, absolutamente apátrida.
Como consequência, tal distorção da realidade assume por vezes contornos de franca imbecilidade, por simplificação grosseira - é disso exemplo a confusão entre simples «características físicas» e o significado das diferenças raciais.

O discurso de tal gente, aplicar-se-ia se alguém quisesse unir num mesmo Estado todos os vesgos ou todos os indivíduos com um sinal na bochecha direita. As raças, no entanto, são mais do que simples diferenças físicas: são grupos de pessoas que têm em comum um determinado conjunto de diferenças físicas PORQUE são da mesma raiz, isto é, constituem uma família maior.

PORQUE a Identidade humana (não a Personalidade) é determinada, à partida, pelo nascimento; PORQUE a Identidade dos Povos (dos Europeus, pelo menos) é definida pelos elementos da sua raiz, e um dos elementos cruciais na definição de todas as identidades europeias, é a pertença à raça branca. PORQUE se um desses povos deixa de ser de raça branca, pura e simplesmente DEIXA DE SER. PORQUE deixa de existir para dar lugar a outra coisa.

E é este PORQUE que os universalistas imperialistas querem fazer desaparecer, porque, para eles, não deve haver diferenças entre as pessoas, não deve haver fronteiras, não deve haver grupos diferenciados. Todos eles querem construir um mundo sem barreiras, e trabalham para isso, e depois, quando se lhes diz isso na cara, eles sorriem que nem patetas alegres e dizem que «é uma teoria da conspiração».

São de tal modo fanáticos, que acham mesmo, genuinamente, que a sua doutrina universalista é «a única possível, nem é doutrina, é ser bem formado e culto». Mas, ao contrário do que pensam, é uma doutrina como outra qualquer. E, se parece a única admissível, é porque os seus promotores conseguiram, ao longo das décadas, adquirir o controle dos principais meios de comunicação social e das universidades. E o jovenzinho por eles educado, claro que acha mesmo que o bom pensamento só pode ser como os seus tutores disseram. Trata-se uma lavagem (leia-se «poluição») cerebral tão completa e «pacífica», que os seus produtos nem sequer se apercebem disso.

Não sabem, a maioria deles, que desde há milénios que existem duas maneiras de conceber o mundo: uma, o universalismo imperialista; outra, o nacionalismo. E, os que sabem disto, limitam-se a considerar o nacionalismo como «ultrapassado», só porque nasceu antes do universalismo.

Ora, e porque é que nasceu antes do universalismo?

Pura e simplesmente porque é o mais natural. Assenta na mais legítima e sagrada tendência do ser humano: a lealdade aos seus. O traidor é, de todas as formas de vida, a mais nojenta. E aquele que olha para o seu próprio povo e dele se destaca, faz lembrar aquelas experiências post-mortem em que as pessoas descrevem o que sentiram ao verem o seu próprio corpo a partir de cima... estão mortos. Isso recorda também uma seita religiosa americana cujos sectários se castraram todos e não se importavam nada com isso, até estavam muito felizes.
Pois o ideal universalista imperial é isso mesmo: a livre e alegre auto-mutilação, destruição da identidade, e tentativa de ir destruir a identidade dos outros, caminhando com dedos peganhentos, pingando de lama (lama, na melhor das hipóteses...), para levar a castanhice universal a todos, num espírito de paz e amor, quer esses outros queiram, quer não... e, se não querem, então são primitivos, loucos, arrogantes, talvez assassinos e genocidas... a treta do costume.

O universalismo anti-racista pode pois ser definido como uma etno-eutanásia - o alegre suicídio étnico, por todos consentido...


Que queiram abandonar a sua identidade, é lá com eles. Mas porque cargas de água é que têm de impingir aos outros o seu gosto pela lama?
Porque é que não respeitam o direito de quem só quer viver num país branco, aquele que lhe foi legado pelo sangue e pelos ancestrais?

Porque é que têm de insistir em obrigar os outros a abandonar o que lhes pertence?


E admiram-se ainda que haja jovens que criam grupos de modas - não entendem que isso é uma reacção natural de quem anda sufocado num mundo forçadamente uniformizado.

Publicado por Tautalos em junho 29, 2005 07:44 PM


donald trump
donald trump university
the apprentice
donald trump real estate

Publicado por Donald Trump em julho 20, 2005 01:25 AM

Para comentar no Barnabé, registe-se aqui acima no sistema typekey. O registo é rápido, simples, confidencial e permite comentar, com o seu nome ou um pseudónimo à escolha, nos milhares de blogues que usam o mesmo sistema.
O Barnabé não é responsável pelas opiniões emitidas nestes comentários.