[Publicidade da responsabilidade e de apoio à weblog.com.pt. Mais informações aqui.]

Nem um tostão para esse peditório


Completamente de acordo, sobretudo com as 3 primeiras frases. Não sei de quem será a responsabilidade desta história. Se o PVG escreveu um mail e o Ivan o publicou, possivelmente quem tornou pública a opinião do PVG foi o Ivan e daí a sua "defesa" do texto. Que é muito infeliz, desculpem lá, mas não há volta a dar-lhe! É um texto MUITO INFELIZ fosse o sobre quem fosse. E, no meu modo de ver quanto mais fala mais se enterra! ... se mudássemos de assunto?

Publicado por L.G em março 29, 2004 08:04 AM


Sugiro que Ivan e Varela Gomes se juntem ao Partido Labreguista (esquerda nazi-sionista e colaboracionista) que Zé Labrego está a tentar formar...

Publicado por euroliberal em março 29, 2004 09:14 AM


Calma Daniel, olha que o Cunhal foi mais tolerante com a Zita Seabra

Publicado por Real em março 29, 2004 09:41 AM


Um cabrão (PVG) ssharonesco que fala em "cabrãozada palestiniana" (sic) do que é que está a precisar nos cornos ? Não há por aí ninguém que lhe amarrote os colarinhos ?

Publicado por euroliberal em março 29, 2004 12:40 PM


O Daniel é mesmo pacifista? Ora uma destas! Ou é só uma coisa que diz para espantar os burgueses? A mim, espanta. Acho que se chegasse aqui e dissesse, “eu sou velocipedista”, não ficaria mais espantado. Ou “eu sou o Tintim” ou “eu sou o bispo de Beja”. Acho que o último pacifista convincente foi o Bertrand Russel, e mesmo esse já era considerado um bocado maluco. E se o Daniel um dia se passar dos carretos e der uma marretada a alguém? Pode acontecer, não é? O Daniel diz que é pacifista, o outro diz que o Daniel é parvo, o Daniel diz tu tem cuidadinho se não levas no focinho, a coisa descamba e o Daniel deixa de ser subversivo para subverter o nariz do outro. Para pegar no exemplo terrível do Ivan (boa, esta), imaginemos que a conversa se dava com o Hitler. Como era? Eu nem quero imaginar a cena! Bom, lá querer, até queria...

Publicado por antonio em março 29, 2004 12:56 PM


Pois bem, agora estou na minha hora de almoço mas nem vou comer antes de alinhar aqui umas dúvidas, senão fico a matutar e ainda como o guardanapo. Diz o Daniel que “A satisfação pessoal, tem-se pessoalmente; quando é pública passa a ser política; quando é publicada passa a ser activa”. Ora, eu queria um esclarecimento. Quanto à satisfação pessoal ter-se pessoalmente, entendo. É o mais velho entendimento do mundo. Agora a coisa de a satisfação passar a ser política quando é pública, já fia mais fino... então, um gajo está com os seus pensamentos, tipo: “eu queria ir ao focinho a este gajo”. É uma satisfação que se mantém ao nível do pessoalmente, se bem entendo o Daniel. Dirige-se então à pessoa e diz “olha, eu vou-te ao focinho”. Como há pelo menos um interlocutor é uma satisfação pública, e tanto mais pública é quanto mais mirones estiverem a assistir. Se, por outro lado, escrever num papel “eu gostava de te ir ao focinho” a satisfação passa a ser activa e tanto mais activa é quanto mais exemplares do manifesto se distribuírem pelo público. Certo? E quando, finalmente, se vai ao focinho? É uma satisfação hiper-activa, ou passa-se para outra dimensão da satisfação? Eu peço desculpa pela linguagem bélica, que eu até estava para dar o exemplo do “olhe, eu queria um gelado de limão”, mas achei que assim era mais claro.

Publicado por antonio em março 29, 2004 01:36 PM


antónio, quando se vai ao focinho a alguém, já nem é de satisfação que estamos a falar.
Quanto ao pacifismo, o pacifismo não é um estado de alma. O pacifismo, pelo menos para mim, é acreditar que a guerra e a violência são males absolutos. Há guerras inevitáveis, mas não deixam de ser um mal por isso. Acredito que os meios transportam os fins. A guerra e a violência só pode conduzir à injustiça. Nada disto impede que haja guerras impossíveis de não travar. Um pacifista não tem de ser um mártir. Basta que seja, por princípio, contra a violência. Princípios invioláveis, é coisa impossível de cumprir. Mas significa que nunca me satisfaço com um assassinato.

Publicado por Daniel Oliveira em março 29, 2004 02:41 PM


Tudo bem, Daniel. Eu também sou pacifista, se ser pacifista é não gostar de guerras e violência. E apesar disso, sinto, também, que há "guerras impossíveis de não travar", o que é uma forma mais limpa (pacifista?) de dizer que há guerras necessárias, o que deixaria em posição um pouco incómoda a teoria de que tais práticas seriam males absolutos. A guerra do Iraque, por exemplo, não me parecia ser necessária, assim como não me parece ter sido necessário o assassinato do xeque Yassin. Assente isto, parece-me, então, que, segundo a sua acepção, o contrário de ser pacifista é ser psicopata ou irresponsável. Então, gostaria de pensar que também sou pacifista, sim senhor.

Publicado por antonio em março 29, 2004 03:15 PM


Por que será que este rol de comentários, e outros que aqui ocorrem, me fazem lembrar o recreio de uma escola de rapazes?

Publicado por freelanceira em março 29, 2004 03:17 PM


A ver se entendi bem. Eu sou contra o aborto. Acho-o um mal absoluto e, embora pense que, por vezes, são inevitáveis, não deixam de ser um mal por isso e que só conduzem a maiores injustiças. Também nunca me satisfaço com o assassinato de um nascituro.

Serei então um bom candidato a pacifista?

Publicado por Águalusa em março 29, 2004 05:37 PM


Pela comparação, é um bom candidato à liderança do CDS/PP. Mas eles é que sabem.

Publicado por Daniel Oliveira em março 29, 2004 07:42 PM


Obrigado. É bom saber que tanto um alegado candidato a presidente do CDS/PP como um incorrigível pacifista acreditam em valores absolutos, superiores e anteriores à lei: o principio da não agressão. O Daniel acha que o primado da não agressão é um valor supremo, absoluto. Eu também. Apenas aplico-o a qualquer ser humano. Você, apenas a alguns: os mais crescidinhos.

Publicado por Águalusa em março 29, 2004 08:19 PM


Não, aplico-os aos seres humanos, não a todas as manifestações de vida humana. Mas confesso que já discuti isso vezes demais.

Publicado por Daniel Oliveira em março 29, 2004 08:50 PM


Nunca serão as suficientes.

Publicado por Águalusa em março 29, 2004 08:59 PM


Água do Luso, leva os teus males absolutos para outro lado, de preferência, onde não xateiem ninguém!
Ninguém aqui se importa muito com a tua moral suprema, quase divina (a não ser os outros gajos do CDS), que te permite julgar os actos das outras pessoas de acordo com ela, sem necessidade de uma qualquer moral social!

Publicado por _achtung_ em março 30, 2004 02:46 AM

Para comentar no Barnabé, registe-se aqui acima no sistema typekey. O registo é rápido, simples, confidencial e permite comentar, com o seu nome ou um pseudónimo à escolha, nos milhares de blogues que usam o mesmo sistema.
O Barnabé não é responsável pelas opiniões emitidas nestes comentários.