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E uma conferência sobre a Islamofobia?


Bombardear,Fallujah e a Palestina também são actos de anti-semitismo!!!

Publicado por ezer em abril 29, 2004 01:41 PM


se os pró-sharonistas aplicassem a si próprios os estreitos critérios que usam para detectar o "anti-semitismo" dos outros talvez se pudessem discutir seriamente estas coisas.

Publicado por tchernignobyl em abril 29, 2004 03:37 PM


Este comentário é muita areia para a minha camioneta.
Quem entregou aos judeus, em 1947, como retribuição do que passaram durante a 2ª guerra mundial, o território(?) que hoje ocupam ?. Os ingleses. Quem tem alimentado (politicamente) os judeus nestes 57 anos ? Os americanos. Os europeus eram, historicamente,séculos, anti-semitas.
Não me alongando muito, em 1973 (Marcelo Caetano), na primeira grande crise do petróleo, andávamos nós nas bichas para a gasolina, horas e horas perdidas e, os espanhóis, ainda no tempo de Franco, tinham o petróleo que necessitavam Óbviamente não apoiavam os judeus. Nós eramos meias-tintas. O costume. E isto é muito fácil. É uma questão de opção. E é uma opção histórica.

Publicado por josé antónio fonseca em abril 29, 2004 03:57 PM


Será que também temos que nos preocupar com a cristianofobia crescente em alguns sectores do islão? Ou só interessa o que se passa na Europa e EUA? Os casos do Sudão, Molucas e Tailândia por ex., são muito sérios. Aqueles cristãoss, animistas e budistas que estão a ser massacrados também têm o direito de ser lembrados. O mal não está só aqui. Temos que pensar de forma global, não é só apontar os erros que mais convenham ao nosso discurso. Abraço

Publicado por Francisco Curate em abril 29, 2004 04:27 PM


Tás-te a passar, ó Francisco!?!

Obviamente que não! Vá, toca a estudar melhor a cartilha:

A culpa é sempre do "europeu branco em relação aos seus vizinhos muçulmanos". Percebes?

Politicamente correcto, pá! A culpa é tua, não venhas cá com histórias dos cristãos, dos budistas, ou outros quaisqueres, que a culpa é sempre tua.

E mai nada.

Ingénuo

Publicado por Ingénuo em abril 29, 2004 05:14 PM


Francisco Curate, não se trata de "apontar os erros que mais convenham ao nosso discurso", trata-se de apontar os erros que estamos em condições de, nós, corrigirmos. Esses é que é importante apontarmos. Não os erros que não são nossos e que não podemos corrigir. Esses interessa pouco apontar.

Publicado por Luís Lavoura em abril 29, 2004 05:57 PM


Luis: concordo quando diz existem erros que NÓs podemos corrigir e que obviamente devem ser assinalados. Não concordo quando afirma que pouco interessa apontar os erros dos outros. Desse modo não estamos a contribuir para que outras pessoas possam usufruir de direitos fundamentais, como o direito à diferença. Tal é o caso dos cristãos e animistas no Sudão. Acha que só por ser em África e por não serem os americanos a matá-los que eu não devo apontar o dedo aos atrasados que os chacinam? Abraço

Publicado por Francisco Curate em abril 29, 2004 06:46 PM


Exactasmentes Luis!

Os erros, a existirem, 'tão todos no nosso lado. E usando uma velha alegoria cristã, tão cara à esquerda caviar, só os resolveremos se continuadamente "dermos a outra face"...

Percebes Francisco?

É mais ou menos assim: uma bomba explode num comboio suburbano de Madrid, matando 190 inocentes. O problema desta bomba, está todo em nós, percebes? O facto de a tua mulher poder andar na rua, de cara destapada e semi-nua, o facto de qualquer pessoa poder assumir livremente a sua sexualidade, de tu puderes apanhar uma valente piela e comer um valente courato, no fundo, no fundo, a tua liberdade e direito pessoal de bem fazeres o que te apetecer desde que não colidas com a liberdade e os direitos dos outros, tudo isso, percebes, é culpa tua!!

E cada vez que houver um atentado na Europa, Asia, ou qql outra parte do mundo,tens que apontar o dedo só a ti, porque "Esses é que é importante apontarmos. Não os erros que não são nossos e que não podemos corrigir". Nós podemos levar com os erros deles. Mas eles com os nossos (a chamada Liberdade, Democracia e Direitos Humanos) não, percebes?

Aliás, até compreendo bem o Luis Lavoura. Ele, heroicamente tal como um tipo chamado Chamberlain que tudo fez para evitar a 2ªguerra mundial (inclusive aceitando a anexação da Checoslováquia por aquele tipo simpático, sabes, o Adolfo), acha que nós é que temos que continuar a abdicar e a cruzar os braços. Porque os erros, a existirem, estão tooooooodos no nosso lado. Olá, se estão!

Ingénuo

...antes ingénuo do que parvo...

Publicado por Ingénuo em abril 29, 2004 06:48 PM


ahahaha esta de dar a outra face foi boa malha!
bela sopa de letras que fez o ingénuo.

Publicado por tchernignobyl em abril 29, 2004 07:05 PM


Ora,ora...Este senhor leu o Edward Said com 20 anos de atraso.

Ponto 1- A tese do Said está longe de ser minimamente aceitável.

2-É o próprio Said que cai em contradição insanável quando disserta sobre o fundamentalismo islâmico.

3-Se há uma tendência nazi no mundo islâmico, como há, ela não tem defesa possível, senão ao lado de famosos bandidos da galeria de horrores da humanidade: o Tamerlão (claro que não sabe quem é), o Estaline, o Hitler, o Pol Pot, etc.

4-Quanto ao Huntington, o "articulista" é de uma ignorância bem rasteira.

5-E finalmente, se o diro Pedro Oliveira tivesse neurónios para ler e interpretar o que lê, eu sugeria-lhe que lesse o Naipaul(esse mesmo, em quem o Said tanto bate).

6-O Said que eu muito admiro, há muitos anos, mas com quem não estou minimamente de acordo, fala muito positivamente, por exemplo, do Sr. Samir Amin, um dos teóricos coveiros do Terceiro Mundo.

7-o Sr. Pedro Oliveira tem de ir estudar. Ele e os outros petulantes opinion makers deste rectângulo à beira mar plantado.

Publicado por filipe pereira em abril 29, 2004 07:22 PM


" a mais espectacular manifestação anti-semita dos últimos tempos" o filme do Mel Gibson?? Isto só no Barnabé...
A Alemanha tem de facto um tão grande sentimento de culpa, é bom que se diga que não há liberdade na Alemanha, todos os dias centenas de nacionalistas são presos um pouco por toda a Alemanha pelo simples facto de serem nacionalistas, isto cheira-me a democracia com cheiro a Pita Shoarma.
Aquilo que você chama de islamofobia chamo eu de despertar dos povos europeus, mas o inimigo não está em Bagdade ou Fallujah ESTÁ ENTRE NÓS, ameaça-nos com " guerras do ventre" e até já admitem que daqui a 50 anos terão uma República Islâmica com capital em Paris, se se quer combater o Islão e seus cães terroristas a solução não é ir atacar o inimigo nas suas terras, é em primeiro lugar expulsá-lo da nossa casa.

Publicado por Rui Pereira em abril 29, 2004 08:31 PM


O anti-semitismo europeu não se resume aos tempos de Hitler ou Pétain. Nem sequer aos tempos de Mussolini e Estaline. Os europeus, até ao fim da segunda guerra mundial, foram estruturalmente anti-semitas (será que deixaram de o ser?). É discutível que a Paixão Segundo Jesus Cristo seja anti-semita. É sobretudo gratuito afirmá-lo num post que pretende criticar a utilização, também ela gratuita, que tem sido dada ao conceito nas últimas décadas. A Paixão também tem facturado muito na Europa. E só não factura mais por causa da irreligiosidade dos europeus. Não se pode avaliar o anti-semitismo apenas de uma forma contabilista. Por exemplo, embora possa existir mais anti-semitismo nos EUA, não significa que seja pior. Seria interessante e importante analisar a "qualidade" dos anti-semitismos. Há islamofobia na Europa? Há! É um fenómeno novo? Em parte, sim! É uma resposta à fobia islâmica em relação à Europa e aos EUA? Parece que sim. O que é o fundamentalismo islâmico? Não apenas, mas também, uma fobia, resultante de uma visão canhestra daquilo que é, ou será, o Ocidente. Depois de cada atentado terrorista, os europeus não brancos, nomeadamente os oriundos de África, do Extremo Oriente ou até de países islâmicos não desconfiam dos muçulmanos? É uma doença que só ataca os “brancos” europeus? Por exemplo, os turcos, os argelinos, os egípcios, os iraquianos, os afegãos, os palestinos, os sírios, os indonésios, etc., que têm uma leitura moderada do Islão e uma perspectiva secular do exercício do poder político, não desconfiam dos muçulmanos radicais, integristas, fundamentalistas? Desconfiança é aqui sinónimo de xenofobia? É verdade que existem intelectuais ocidentais, alguns profundos conhecedores do Islão, como é o caso de Bernard Lewis (Huntington não é orientalista nem aqui, nem nos EUA, nem na China) que têm desenvolvido teorias explicativas discutíveis sobre esse mesmo Islão. Mas são legítimas, são sérias, são importantes. Não serão as mais correctas (?) e, sobretudo, não serão politicamente correctas para aqueles que, como eu, acreditam que o Islão pode mudar, melhorando, sem que perca a sua identidade civilizacional. Mas seria uma desgraça que todas as explicações sólidas sobre a história, a sociedade e a civilização islâmica tivessem que implícita e explicitamente recusar uma visão crítica do Islão (nomeadamente a la Bernard Lewis). Era, em boa medida, o mesmo que desejarmos que os intelectuais ocidentais (ou não), por forma a não acicatarem sentimentos e análises mais ou menos odiosas sobre a Europa ou os EUA, tivessem que ter cuidado, pelo menos, com as conclusões que avançam e as acusações que lançam quando falam do Ocidente. Teríamos todos que ter um pensamento formatado de acordo com politicamente correcto. Depois, é preciso dizer, recordar, que a forma como muitos muçulmanos se comportam por esse mundo deu um contributo decisivo para que homens como Bernard Lewis ou Huntington fossem recuperados para os media ou para as estantes das livrarias. Mas ainda curioso é ver como o Pedro Oliveira já acha que os muçulmanos são gente aceitável, e que ao contrário daquilo que é o pensamento corrente em muitos sectores, da esquerda à direita, pode ser democratizados, com a sua religiosidade fervorosa e tudo. É isso, precisamente, que os ocidentais que conhecem a vulgata de Bernard Lewis não pensam, mas deviam pensar. Que o Islão pode mudar para melhor, o que não significa que vá mudar, e muito menos para melhor. Finalmente, aquela que é a visão estereotipada do Ocidente em relação ao Islão, e há quem o garanta, é mesmo assim muito mais justa e sofisticada do que aquela que os Outros, na generalidade, possuem do ocidente. Não há apenas "orientalismo". Também há "ocidentalismo". E quanto mais o conheço mais me convenço que não faz qualquer sentido continuar a andar com "fardo" do colonialismo/orientalismo às costas. Para esse peditório já dei, já demos todos!

Publicado por Fernando Martins em abril 29, 2004 11:19 PM


A Paixão de Cristo só preconceituosamente se pode considerar anti-semita. Assim ficamos a saber que Pedro Oliveira é muito susceptivel a determinado tipo de publicidade.

Claro que existem mais actos de anti-semitismo nos EUA do que em toda a Europa. Os USA são de dimensão identica e têm muitos mais judeus. Se, por hipotese, alguem em Lisboa ou no Porto tivesse vontade de agredir um judeu teria de procurar bastante até encontrar um. Eu não conheço nenhum.

Ainda sobre o anti-semitismo acrescento que a esquerda o promove bastante pois a OLP lava mais branco para essa mesma esquerda.

Sim, existe uma crescente islamofobia que só não é maior porque os ocidentais ainda não conhecem bem o islão. Duvido que algum dia atinja os niveis do odio ao ocidente que grassa em muito paises islamicos mas pode acontecer.

É um problema essa islamofobia? É. Como combate-la? Só alterando os comportamentos que a originam.

Isso implica tentar ocidentalizar os muçulmanos europeus? Tentar adoça-los? O desenvolvimento e a justiça economica nos paises do islão ajudarão?

Publicado por anacleto em abril 30, 2004 12:28 AM


Antes a Islamofobia que a vossa Islamomania

Publicado por Reaça em abril 30, 2004 01:19 AM


Não existe nenhuma islamomania.
O que existe é a associação Islão -> anti-israel -> Israel apoiado pelos USA -> USA -> direita.

Daí a esquerda ter uma inconsciente simpatia pelo islão.

A ironia de tudo isto é que israel é um dos paises com maior indice de ateus, os barnabés serem ateus e o islão conviver com dificuldade com um estado laico.

Publicado por anacleto em abril 30, 2004 02:16 AM



O Islão não convive com laicos, nem com ateus... Aliás, este é o pior crime. Negar a própria existência de Allah ou Deus, é meio-caminho andado para a bela da "fatwa".

Publicado por Ingénuo em abril 30, 2004 09:38 AM


Antisemitismo, como sinónimo de anti-sionismo ? Aí temos um flagrante roubo semântico (95% dos semitas são árabes...) para mascarar um manifesto roubo de terras (a Palestina)...

E, depois, é racista singularizar um único povo ou religião (o judaísmo), quando se fala por exemplo em "Conferência contra o racismo e anti-semitismo". Os israelitas não são povos como os outros, todos igualmente suaceptíveis de ser vítimas de racismo ? Ou acreditamos a tese racista do sionismo e judaísmo, de que os judeus são "um povo eleito", o único que recebe territórios (com autorização implícita de limpeza étnica dos "gentios") por outorga divina ? Não será isso racismo ?

Publicado por euroliberal em abril 30, 2004 09:58 AM


Sobre os direitos imemoriais dos palestinianos à Palestina

Esquecem os ssharonescos que as palavras têm vários níveis de interpretação, sobretudo quando falamos de períodos de 4000 anos de história. Quando falo de palestinianos neste contexto refiro-me aos habitantes (ao seu núcleo duro) de um território conhecido (entre outros nomes) por Palestina, e que coincide grosso modo com a Palestina do mandato britânico.

O que eu disse e redigo, é que esse núcleo populacional é essencialmente o MESMO desde há 4.000 anos. Se se fizesse um estudo genético dos palestinianos de hoje e dos de há 3000 e 2000 anos na Palestina, isso seria ainda mais facilmente comprovado. Logo, os palestinianos são etnica e geneticamente os descendentes directos dos antigos habitantes da Palestina, onde sempre viveram SEM INTERRUPÇÃO AO LONGO DE 4 MILÉNIOS !

Objectam os ssharonescos: não pode ser, porque os palestinianos hoje são árabes e estes só apareceram há 1400 anos na Palestina. Pois, os grunhos confundem religião com etnia e desconhecem o fenómeno da aculturação.

Os palestinianos do tempo de Cristo não tinham cultura árabe nem falavam árabe. Falavam sobretudo aramaico, a língua mais divulgada em todo o Médio Oriente (até à Mesopotâmia) e tinham uma cultura semita-helenística. Religiosamente eram judeus. Até ao final do sec. I, com o "cisma" cristão triunfante, O MESMO POVO palestiniano cristianizou-se (tal como todo o Médio Oriente e Norte de Africa, de onde resultam as inúmeras igrejas cristãs subsistentes: maronitas, coptas, siríacos, caldeus, nestorianos, arménios, et.). Não sairam os judeus (que não são povo, mas uma religião) e entraram os cristãos. Não, o mesmo povo abandonou maioritariamente o judaísmo e converteu-se ao cristianismo.

Os que se mantiveram judeus emigraram na sua maioria após a destruição do Templo por Tito em 70DC para a bacia do Mediterrâneo e sobretudo para Espanha (Sefarad), onde deram origem a uma próspera comunidade. Apenas os descendentes desses judeus (sefarditas) têm origem semita e palestiniana !

Oa askenazhins (a maioria dos israelitas de hoje) têm origem no Império Kahzar (do Cáucaso, sec. VII a X), que se convertera ao judaísmo no séc. VII. Com as invasões mongóis, foram empurrados, com outros povos, para a Europa de leste e central (Rússia. Lituânia, Polonia, etc.) e falam yiidish (mistura de alemão, com línguas eslavas) e não ladino ou judeo-espanhol, como os sefarades. Os antepassados dos askenazhins não são pois semitas nem tem origem, mesmo longínqua, na Palestina !!! O mesmo se pode dizer de outras comunidades judaicas como os negros falachas da Etiópia ou os indianos Ben ami da costa indiana (de Bombaim a Cochim).

Logo, não há nem nunca houve uma etnia judaica, mas apenas uma comunidade religiosa judaica. Tal como não há, em sentido étnico, um povo cristão, há povos cristãos, a Cristandade. Nem povo muçulmano, mas Umma, a comunidade dos crentes.
Muitos israelitas têm como língua materna o russo, o alemão, o francês, o aimara, etc. Em Israel há um 1,5 milhão de russófonos com dezenas de jornais nessa língua. Os judeus louros e altos russos nada têm etnicamente a ver com os pequenos e tisnados sefarades e menos ainda a ver com os negros falachas. Só a religião os une.

Com a islamização do séc. VII de todo o Médio Oriente (e mais: do Turquestão chinês ao al-Andalus), passou-se o mesmo que com a cristianização: da Arábia (Meca e Medina) não vieram árabes colonizar meio mundo. Veio a religião ! Os palestinianos, como povo, continuaram a ser os mesmo (sem prejuízo das pequenas mestiçagens, que todos os povos admitem), mas agora são muçulmanos maioritariamente (uma minoria mantém a religião cristã, e por isso temos hoje muitos palestinianos cristãos em Belém, Galileia, etc). Com a religião, veio uma cultura, um direito, uma língua, árabe. E aí dá-se uma arabização da sociedade. Uma aculturação. Tal como tinha acontecido com a cultura grega e romana (helenização e romanização). Logo, hoje os palestinianos são árabes e falam árabe porque foram (além de islamizados) arabizados, o que não impede que continuem a ser essencialmente (do ponto de vista etnico e genetico) o mesmo povo !

Os ssharonecos pensam que quando num território a religião ou cultura dominante muda isso implica necessariamente a saída/expulsão de todo um povo e a sua substituição por outro ! São tolos !

Quer dizer, a cidade de Roma devia ter milhões de habitantes para colonizar o tal vasto império (deserto de habitantes) de Inglaterra ao mar Negro e ao Egipto ! Esses povos foram romanizados, não expulsos. Adoptaram a religião, o direito e a língua latina ! O mesmo aconteceu na Palestina !

Por isso, querer expulsar os palestinianos da terra em que vivem desde tempos imemoriais por já não terem a mesma religião de há 2.000 anos, em favor de uma minoria que ainda tem a religião maioritaria desse tempo, é uma aberração moral, histórica e política !

Publicado por euroliberal em abril 30, 2004 10:03 AM


Filipe Pereira:
É pá, agora é que V. me apanhou... Realmente, eu confesso: sou um ignorante desavergonhado que se faz passar por historiador, quando, na verdade, a minha biblioteca se resume aos três primeiros fascículos da História Universal da Alfa. Quanto é que V. cobra à hora por explicações
de história?

Publicado por Pedro Oliveira em abril 30, 2004 02:14 PM


muito vom e interessante

Publicado por Luiza em maio 26, 2004 11:43 PM

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