Luís Delgado na estrada de Damasco
excelente imagem! excelente relação!Part do pricípio que o cavalo é apenas o nosso Povo
Publicado por zed em fevereiro 23, 2005 01:44 AM
Não oiço rádio pelo que não me senti indignado por ouvir o Sr. Luís Delgado dizer que Durão Barroso governou mal.
Indignação, entenda-se, não derivada de nenhuma comparação com afirmações anteriores do mesmo Sr. Luís Delgado. Tal é irrelevante demais para causar indignações. Indignação sim porque dizer que Durão Barroso governou mal é um elogio rasgado à governação de Durão Barroso. Pedro Santana Lopes governou mal, esse sim, mesmo muito mal. Mas Durão Barroso fez pior. Trocou a responsabilidade e a honra de ser o chefe do governo de Portugal por uma oportunidade de carreira pessoalmente mais apetecível. E isso é inqualificável.
Portugal continua ser um país de injustiça. Com efeito, Santana e Portas terão sido devidamente castigados pelo voto popular, mas o autor de um dos gestos públicos mais desprezíveis que alguma vez vi serem cometidos neste país, trocou de nome para José e vive hoje em gravata vistosa à conta da leitaria de Bruxelas.
Só espero que se um dia esse senhor Barroso voltar a este país exibindo a conformidade do seu currículo às altas exigências da Presidência da República, o povo a que pertenço lhe volte a mesma consideração que dele recebeu quando se pirou lampeiro para as Europas fora.
Publicado por Gato em fevereiro 23, 2005 01:57 AM
há realmente qualquer coisa profundamente errada neste país de luís delgados...
Publicado por pinto ribeiro em fevereiro 23, 2005 08:15 AM
E se não houver cavalos que se ponha uma bomba na estrada do Líbano...para Damasco.
Publicado por Ana-cleto em fevereiro 23, 2005 09:00 AM
O que ele não faz para defender o Santana...
Publicado por Pedro Sá em fevereiro 23, 2005 09:08 AM
A destacar ainda, na mesma intervenção televisiva, o hilariante momento em que Delgado afirma:
"Eu agora tenho que despir a minha pele de comentador e falar como amigo de Santana Lopes!"
Juro que não notei qualquer distinção face aos discursos normalmente proferidos enquanto comentador...
Publicado por JTF em fevereiro 23, 2005 09:53 AM
Última hora:
Luis Delgado garante que Marques Mendes será o próximo presidente do PSD pois tem a garantia de medir mais que 1.8 m.
Publicado por Albarto João em fevereiro 23, 2005 10:38 AM
o sr. Luis «a retoma está aí» Delgado é um case study do comentarismo português. Na própria noite das eleições na Antena Um, ainda mesmo antes de se saber os resultados, começou a abandonar o barco: «não se pode mentir aos portugueses, prometer baixa de impostos e por fim aumentá-los».
A vida está difícil...
Publicado por António em fevereiro 23, 2005 10:39 AM
se governou mal, como conseguiu andar a apoiá-lo 3 anos e tal sem nunca o ter avisado?
Publicado por Aguia em fevereiro 23, 2005 11:09 AM
Brilhante!
Publicado por Marujo em fevereiro 23, 2005 11:11 AM
Não era nada que não se esperasse. Os últimos comentários dele no DN e no Diário Digital deixavam antever tal situação:
Leia-se:
http://dn.sapo.pt/2005/02/22/opiniao/como_e_como_seria.html
«Por muito que Santana e Portas tentassem inverter o descontentamento, ele era incomensurável, indesmentível e irreversível(...)Santana e Portas ainda tiveram a ingenuidade e a convicção de que poderiam inverter o ciclo»
Publicado por O Acordeonista em fevereiro 23, 2005 11:22 AM
Este homem é um vómito. Ainda o hei-de ver/ler a dar hossanas à maioria. O terreno para ele está escorregadio.
Publicado por jose antónio em fevereiro 23, 2005 11:38 AM
HAHAHA
Hoje, só esse me faria rir.
Publicado por Olho de Mocho em fevereiro 23, 2005 12:29 PM
Claro que há Pinto Ribeiro, chama-se espertice saloia e, penso eu, é um dos principais problemas de Portugal.
Publicado por nelson em fevereiro 23, 2005 12:33 PM
É este o mesmo Luís Delgado que nos asseverava à pouco tempo que a governação de Durão Barroso era a única possível e por sinal muito boa?
O comissário político Luís Delgado é o principal responsável pela derrota do PSD. Nunca a direita esteve tão mal representada.
Eu, que me identifico com a ideologia de direita sinto-me frustado com os seus putativos comentadores.
Tenho para mim que tudo isto não é fruto do acaso. Ricardo Costa, um homem de esquerda, para nos garantir a pluralidade de opiniões oferece-nos sempre um “comentador” de direita e um comentador de esquerda lado a lado. Só que para a esquerda escolheu um verdadeiro comentador; para a direita ,quanto pior melhor.
Não é só a direita que precisa de ser repensada.
Antes de mais, tem que se começar pela SIC noticias.
Publicado por JValves em fevereiro 23, 2005 01:15 PM
LOL. Expresso da meia noite e comentadores de esquerda. LOL. Eu vou morrer de tanto rir. O Luís Delgado é responsável pela derrota da direita. LOL.
Publicado por João Dias em fevereiro 23, 2005 01:45 PM
Lealdade canina meus amigos, lealdade canina.
Publicado por aZElha em fevereiro 23, 2005 01:50 PM
Fico contente em perceber que ris com facilidade.
Ontem o Luizinho Delgado era um parvalhão.
Hoje, já o aproveitas para o citar.
Este é o mundo dos medíocres, que aproveitam as asneiras dos outros para pensarem que têm razão e que são uns grandes comentadores.
Publicado por maneldomoinho em fevereiro 23, 2005 02:06 PM
Porque é que ninguem se preocupa em saber quem é realmente Luis Delgado , quais os interesses que se acoitam neste individuo, e onde foi ele arranjar dinheiro para se propor á compra da Lusomundo.
Luis Delgado não é ingenuo, homem de mão dos Americanos ou será melhor dizer da CIA. apoiante do PSD e homem chave deste partido para controlar a informação espero que se houver coragem, o que duvido, o governo do P.S. nos diga claramente quem são os INTERESSES que Luis Delgado serve.
Publicado por a.pacheco em fevereiro 23, 2005 02:21 PM
Pode ser um vira -casacas mas numa coisa tem razao o Durao governou mal
Publicado por FALAMFALAMFALAM em fevereiro 23, 2005 03:00 PM
este sr delgado é calaramente um caso de ininputabilidade politica mesmo pessoal
Publicado por a bustorff em fevereiro 23, 2005 05:22 PM
O Barroso não governou mal. Faltaram-lhe apenas as necessárias condições hidromorfológicas e geológicas.
Publicado por N. Thomaz em fevereiro 23, 2005 06:55 PM
Acho que se esta a dar demasiada importancia ao Sr. Delgado. Claro que nos entra em casa mas só o ouve quem quer, por sinal lia as crónicas dele no D.N. depois de tanto ódio escrito e tanta verborreia, desisti de o ler e de o ver. Espero que o Sr. agora se retire um bocadinho e tenha a boa estrela de deixar de ser um comentarista de carreira.
Publicado por LEONOR BESUGO em fevereiro 23, 2005 06:55 PM
o Luís Delgado é tão palerma, que dói.
Publicado por João em fevereiro 23, 2005 07:21 PM
foi por causa dos comentários dele e do António Ribeiro Ferreira que eu deixei de ler e de comprar o Diário de Notícias. Até metiam nojo...
Publicado por palmisco em fevereiro 23, 2005 07:28 PM
Delgado está a definhar, cada vez mais Delgado coitadinho.
Como é possivel ser tão visivelmente mediocre.
Publicado por António Ferreira em fevereiro 23, 2005 11:31 PM
versão soft
de escrever sobre o que foi escrito
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ponto prévio
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Se já é difícil colocar as palavras para expressar as ideias certas sobre aspectos da política, dos políticos e politólogos, mantendo no centro exacto o fiel da caneta e sem pender para qualquer dos lados, credos ou simpatias, mais penoso pode ser desmontar uma ideia expressa e estruturada sobre o que foi uma irrealidade incongruente, tentando justificar ou (desculpar ?) o que foi mal executado, pior um pouco, se essa expressão parte de quem ocupa um lugar cimeiro no panorama da imprensa e que parece saber de todos os temas falando do alto do espaço reservado e provávelmente usando utensílios de visão que me são desconhecidos e que alteram de todo o horizonte, será como no deserto ?
Uma opinião vale o que mostra ou demonstra, até pode valer nada, mas tem o direito de existir e de ser errada, por isso e por vezes é preferível colocar a equação antes de apresentar o corolário todo enfeitado e elegante mas difícil ou impossível de entender, quantas vezes depois de falarmos depressa demais verificamos que teria sido melhor reflectir um pouco porque erramos e nessa altura tinhamos as palas nos olhos para não ser possível olhar em todas as direcções, colocamos os óculos errados sem haver percepção de que apenas estamos a ver parte da cena, falo no plural porque sei que já aconteceu a outras pessoas além de mim ...
Para um enigma ser resolvido, muitas vezes há que pensar do fim para o início ...
Em seguida, sobre o assunto e sobre o que li, as palavras vão aparecer sem retoques e salamaleques com a única preocupação de falar de uma coisa de cada vez e evitar a confusão, não me levem a mal pelas analogias, talvez seja um dos defeitos naturais da minhaa escrita, que não consigo evitar por vezes, fazem parte do contexto e poderão ser uma forma de ironia pintada de sarcasmo com mais ou menos humor mas longe de pretender a ofensa crua e sem humanismo, é bom dar enfase à palavra e por esse motivo se usam sinónimos repetidos da mesma, ser discreto e elegante em nada prejudica a imagem, é o caminho mais simples para se dar a perceber a ideia e evitar interpretações desagradáveis, discussões demoradas e sem proveito, ao contrário a agressividade e groceria levam ao caos e à desordem, à discussão inútil e vazia em que a conclusão final é quase nada, esse não é nem nunca será um estilo a seguir, gosto de coisas claras e de claramente falar sobre elas, deste modo passemos à acção criando entrelinhas entre os parágrafos, aí vai !
ponto 1
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Pode ser um texto emocional, raro no meu estilo, mas quero, publicamente, que não existam dúvidas sou amigo de Pedro Santana Lopes, e serei sempre, em qualquer circunstância da sua vida pessoal, política ou profissional.
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Quando existe estilo na escrita a emoção fica na posição exacta onde pertence, nessa forma pessoal e inconfundível de expressão, uma coisa é ficar emocionado ou em qualquer outro estado de espírito pelos acontecimentos e situações daí resultantes, outra coisa diferente é colocar as palavras de modo a criar emotividade em outros, neste caso, nos leitores e outra ainda é extravazar a emoção sentida directamente no papel e deixar-se cegar pelas lágrimas incontidas, aí é preferível que o líquido das mesmas estrague a escrita porque nada de bom ficará para passar ao leitor, basta de depressão !
Quem precisa de saber, ou tem interesse em ouvir, que agora públicamente o sr. Lopes precisa de mais declarações de amizade pessoal ?
Se já existiam antes e não eram públicas qual a diferença de o serem agora ?
Só se ainda não existia na agenda de endereços dele alguem que continue a apoiar tudo o que foi feito, tudo o que foi mal feito, o que poderia ter sido de outro modo e as asneiras que ficaram por fazer, apoio em toda a linha, comovente, quase emocionante, até o céu hoje chora e parece já haver marcada uma chuva de sétimo dia, e mais outra do mês e ainda a anual ... mas essa chuva será de glória porque é necessária aos campos e que seja tão suficiente que possa limpar a maioria do produto acastanhado que já saía das sarjetas !
A propósito de água, o parágrafo seguinte nada tem a ver com o assunto em epígrafe, em comum só existe a água.
Coincidência extraordinária ? Li há pouco uma notícia que dava conta de aviões da FA a borrifar um produto mágico sobre zonas onde é necessário que chova com urgência, e há mais, numa escola do 1º ciclo as sebentas e lápis foram substituídas por computadores portáteis ligados à net por banda larga e ainda em rede intranet, não estarão a brincar com o pessoal ? Os dois carnavais deste ano já passaram e não é o 1º de abril, o melhor é desconfiar de tudo, já tudo parece fazer parte da teoria da conspiração ou estarei a ficar com as tais visões esquisitas que permitem ver mais do que é visível ? Choque Tecnológico pode ser um sem número de coisas, assuntos, tratamentos e sei lá o que mais, mas assim tão rápido ? O que está a acontecer aqui ? Ainda estamos em Portugal ou passou alguma onda transparente que alterou o movimento dos acontecimentos e quebrou a inércia do passo para a frente, passo para trás ? Um outro ponto fora do comum, vim de uma reunião no centro de emprego, em todas as anteriores a conversa era igual e o resultado nulo, hoje parece ter surgido uma carteira nova de oferta de empregos, houve citação das profissões disponíveis incluindo um engenheiro que a técnica do discurso não tinha a certeza se era 'civil ou militar', brinco eu com as palavras, mas o certo é que a atitude era outra, ouve explicação detalhada de como devia ser feito para preencher as ofertas existentes, eu estava lá e estou a relatar o que se passou, não pude resistir a perguntar se toda aquela quantidade de oferta de empregos fazia parte de uns 150 mil que tinha ouvido falar, pois bem o ambiente estava desanuviado e mais alegre, alguém estava a precisar de uma onda de ar fresco e já agora um pouco de chuva, fim de parágrafo – sem aguadas!
continua ponto 1
Não há estilo, não há coerência, não há visão, há um espaço para preencher de palavras, um espaço adquirido com a força do poder, um desfilar de frases ocas e opiniões desconcertantes que ao lado de bom jornalismo, talvez do melhor que aqui existe, destoa e fica mal, não bate certo e tudo isto me parece muito estranho.
ponto 2
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Ele, como não podia deixar de ser, vai abandonar a liderança do PSD, e fá-lo no momento certo, com a cabeça fria, e após a necessária reflexão pessoal, única, e em isolamento absoluto.
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É claro que vai, se tentasse não ir, como tentou e afirmou, seria obrigado a ir um pouco depois, para evitar situações ainda piores, ainda que depois do tempo ideal (não no momento certo) e, mais importante ainda, com uns minutos de 'isolamento absoluto', teria sido possível 'reflectir' com os neurónios à temperatura que mais lhe agradasse, que o maior erro foi ter começado a querer caminhar sobre águas turvas ainda que calmas, sem prever que não teria a força para domar as tempestades e ondas que imaginou apenas virtuais !
ponto 3
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Pedro, digam o que disserem dele, e dos quatro meses que governou Portugal, fez o melhor que sabia e podia, e ao fazê-lo sabia que corria o enorme risco, quase impossível de ultrapassar, como se viu, de inverter uma situação de profundo desgaste e desilusão do eleitorado, com o PSD e PP, pelos anos de governação anteriores.
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O que é interessante não é o que dizem dele e os quatro meses são um assunto diferente, muitos ou mesmo a maioria dos votos são distribuidos pela côr da gravata, pelo fato, pelos óculos novos, pela maneira de mudar de posição na cadeira, etc., isto pelo prisma da sedução, a imagem é primordial e mais importante que tudo, logo a seguir em importância vem a habilidade de dizer e transmitir o que os ouvintes querem e gostam de ouvir, não dizer aquilo que se sabe mas sim o que as pessoas ficam babadas de ouvir, isso resulta quando bem executado. Sobre os quatro meses que não deviam ter existido, se o que foi feito foi tudo e o melhor que sabia a classificação é quase inquantificável se não considerarmos as décimas, quando existem grandes riscos e não se deve ultrapassar devemos espererar calmamente até à altura própria, inverter a direcção ainda por cima com o veículo degradado pode não ajudar, desatar a culpar a estrada, os transuentes e tudo quanto estiver à volta não adianta nem resolve coisa alguma, para evitar o desastre total o melhor será encostar à berma e chamar o pronto-socorro, mas o azar é quase sempre há fatalidades, alguém tem que ficar 'acidentado' e há uns que possuem o perfil adequado de vítimas talvez por acreditarem demasiado no destino ou irem demais à missa, cada um vai onde quer, onde pode ou onde o deixam ir, a democracia, como tudo, é boa e é má, quanto aos deuses houve quem dizesse que muito havia pedido, estou em crer que a alguns apenas lhes restava a esperança de um milagre, mesmo assim as coisas correram muito mal, existem muitos pecados a espiar e todos sabem quão grande é Ele !
ponto 4
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Eu sei que ele ponderou seriamente não aceitar a substituição sem eleições, mas isso impedia a ida de Durão Barroso para Bruxelas.
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Aceitar a substituição? Eleições?
Se era solução única, se foi a melhor solução na altura e se o resultado foi o que se viu, ponto final, nada mais há a falar sobre esse tema. O final da história era muito previsível e a caminhada para o abismo parece ter sido encarada passo a passo, com plena consciência, apenas esperando desesperadamente que a caminhada chegasse ao fim, dos suicidas não reza a política e as desculpas apenas usadas quando não houve capacidade de executar de modo a que as mesmas fossem desnecessárias, talvez pensando antes de dizer e dizendo antes de fazer, concretizar com certeza !
ponto 5
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Sei que por uma ou duas vezes percebeu que o esforço era inglório, e que queria pedir ao PR que convocasse eleições, e isso só enobreceu o seu carácter, capacidade de avaliação correcta da situação política, e um grande espírito de sacrifício.
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Se assim foi não o mostrou, deu a entender e muito menos disse, se assim o reconheceu foi tarde demais, essa avaliação tinha de ter sido feita antes e não depois, a capacidade de avaliação da situação política não é correcta quando vem depois de ter passado o prazo para o fazer, nessa altura já toda a gente estava consciente que alguma coisa tinha que ser feita, e que pena não encontrar uma forma mais digna para 'enobrecer o carácter' e mostrar o 'espírito de sacrifício', e lá voltamos às coisas que acho muito estranhas, voltando ao ponto de partida, nunca precisarei de lamentar seja o que for que não tiver iniciado, se começar tenho o dever e responsabilidade de terminar, se acabar mal serei responsável não apenas pelo que fiz de mal mas também por emendar, remediar ou repor a situação.
Se houvesse responsabilização a sério, se o que é dito em promessa fosse para cumprir, logo seria um sem parar de 'eu não disse isso', 'disse aquilo' e em pouco tempo o desemprego ia subir substancialmente ou as prisões a abarrotar, porque os políticos não suportariam ter de passar à prática toda a teoria das alturas carnavalescas em que as promessas já são encaradas como pura ficção e são julgados como os bonecos que os representam, se estão mais bonitos uns que outros é o que interessa para chegar lá, no votante de comícios e festas o importante é o factor de parecer o mais simpático e agradável, não é colocada em causa a capacidade que possa ter para desempenhar o que lhe é realmente pedido.
Um dia se lembrarão que as pessoas menos informadas ou com menos nível de conhecimentos acabam por se aperceber que conduzir o governo de um país não é aparecer em permanência nas TV's, há alguma coisa para fazer para além de esgotar os tempos de aparição pública e os utilizar e aproveitar para falar mal de todos os outros intervenientes, utilizando todos os conjuntos de palavras já mais que repetidos para dizer nada, para dizer que foi feita coisa alguma por culpa da teoria da conspiração e das forças do bloqueio!
ponto 6
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Pedro Santana Lopes, como PM, fez o seu melhor, e como qualquer outro PM, em apenas quatro meses, também cometeu erros, lapsos ou atrapalhações.
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O que ficou feito? Muito pouco ou quase nada, a inércia foi o factor chave, qualquer tentativa de arranque logo a carruagem ia abaixo e voltava ao ponto de partida se não acabasse no fundo de um qualquer precipício donde jamais seria possível recuperá-la !
Pois, isso sim, erros, lapsos, lamentações e outras coisas mais que é bom abster de dizer agora, preze-se ao menos o valor moral de quem está deposto, é esse pequeno pormenor que aprecio às vezes nas pessoas e sei que se for decidamente estimulado pode desencadear quase milagres ainda que sejam daqueles de trazer por casa mas que todos gostamos, qualquer pessoa tem o seu valor, pouco ou muito, baixo ou alto mas tem e o importante é aplicar esse valor no objecto alvo ideal para potenciar todo esse poder de forma natural e é ver a árvore a crescer, colocas a planta em terreno inadequado e não há adubo ou água nem simbiose mágica que lhe valha, o melhor tinha sido não ter embirrado em plantar essa árvore naquele sítio, agora o remédio será acarinhá-la um pouco e colocar a mesma de preferência em estufa, vamos desejar que recupere bem e que regresse porque ninguém pense que alguma vez se verá livre dele enquanto cá andar, há outros piores, muito piores, grandes e velhos pallhações que já se babam pelos cantos da boca, que sobreviveram a uma série de avc's e ainda cá estão só para chatear !
ponto 7
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E sei, finalmente, que teve o que não merecia, por parte do PR, e de uma série de figuras do PSD.
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Pois, por vezes também fazemos por merecer aquilo não desejamos, são os lapsos, são os erros a as atrapalhações que podem gerar essas situações, e, já agora, porque carga de água é que um qualquer presidente de uma qualquer republica ou 'reprivada' há-de ter o poder de em primeiro lugar oferecer o benefício da dúvida, indo contra tudo e contra todos, mesmo aqueles que poderiam considerar do mesmo lado (a coragem revela-se, não se demonstra), fazendo inimizades e ganhando ódios, e mostrar o caminho que havia a seguir, durante o período de adaptação, ou aprendizagem digamos, foi o que se sabe e mais o que ficou por saber, quando a ruptura foi atingida, ou mesmo antes dela quando as clivagens interiores começaram a sobresaír e o controlo dos media falhou redondamente (como tudo o resto), aí não havia outra solução senão a que se verificou, tinha chegado a hora de procurar endireitar o barco de novo porque para além do mau estado do mesmo as tempestadas e ondas onde navegava ameaçavam o naufrágio, felizmente caravela ainda balança e por bem que o salvamento dos anteriores timoneiros decorreu sem acidentes de maior, temos a lamentável sina de apenas valorizarmos o que temos de bom depois de o perdermos ou o deixarmos ir entre os dedos, o sr. Lopes ainda encontrará o sítio certo para estar e é bom que mantenha o espírito que o tem acompanhado, ele pode ser e é bom em muitas outras coisas, o que se segue pode ser qualquer uma surpresa e desejo que tenha as maiores felicidades nessa nova (ou usada) função, que a saúde se mantenha em ordem, mas não queira mais ser aquilo para que não foi talhado, entre numa melhor, sei que tem muito quem lhe dê conselhos, mas não resisto a um pequenino – faça aquilo de que realmente goste, acabe com os sacrifícios que apenas o prejudicam, descanse a mente e o corpo, essa coisa do astral positivo e vida alegre há-de resultar, mande às urtigas quem o continua a chatear e por fim recordo um princípio que eu tenho há já algum tempo e que ajuda sempre, 'nunca faças seja o que for que seja passível de desejares não ter feito e se cometeres esse erro uma vez lembra-te para que não o voltes a repetir' !
ponto 8
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Ele, como ninguém, sabia isso tudo, e para tudo estava preparado.
Pedro tem 47 anos, e uma vida à frente, e na política, naturalmente. Ele não "morreu" politicamente, por muito que alguns o tenham desejado, mas assumiu a responsabilidade de uma maioria que estava ferida de morte, pela condução política e falta de transparência com o eleitorado, a partir de 2002.
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Sabia tudo e estava preparado. Não bate certo à primeira vista, quem entra na toca do urso sabendo que ele está lá pronto para almoçar ?
À segunda vista de olhos pode parecer que, acreditando nas duas premissas – e posso acreditar ou imaginar que acredito, avançou como 'queimado', queimado aqui significa o equivalente a mártir para os árabes, homem-bomba ou kamikaze, só que aqui felizmente as pessoas podem continuar vivas !
À terceira vista não sei bem o que vejo, estou a ver turvo, parece uma sobreposição, uma miragem no deserto, será que está chovendo ali adiante ? Não agora é neve e estou a ouvir a balada, batem leve, levemente, como quem chama por mim. Será chuva? Será gente? Gente não é, certamente e a chuva não bate assim, quase igual mas diferente e a parte mais interessante, e decisora ao fim e ao cabo, teve muito, mesmo muito, a ver com as indecisões, a falta de segurança no sentido de estar (não digo de estado), na tremideira de não encontrar a desculpa certa para cada bombardeamento de questões importantes ou não, e essa mistura de ambas as coisas acabou por estabelecer situações muito ambíguas, exponenciou a sensação de ausência de soluções e respostas, qualquer coisa dita para servir de desculpa se transformava em mais outra polémica, pareceu penoso a certa altura o arrastar lento para o final. Paz à alma do governo que acabou, forças e apoio para espicaçar e não deixar adormecer o que se segue, as pessoas que sabem dizer as coisas nunca esquecem esse dom, por vezes as circunstâncias são tão envolventes e a descida de paraquedas provoca daqueles almareios que fazem divagar e flutuar no irreal até voltar a colocar os pés em terra e a cabeça no sítio do costume, a idade não está em causa, se a saúde ajudar até estar vivo o animal político diz, grita e gesticula enquanto puder, voltar como novo mas para dizer o necessário e importante na altura certa, poetas-políticos é o que há mais e quantos menos melhor, ganha a poesia e a política não perde coisa alguma, com vigor para dissecar os erros dos que agora lhe ocuparam a posição, essa é uma missão nobre se bem desempenhada, talvez outro sacrifício mas com a consulação de ser bem menor que o anterior, uma pequena penitência penso eu tendo em vista o futuro e a ascensão, sim porque sei a inevitabilidade dessa ideia embora esteja em banho maria !
Pois bem o melhor é deixar estar, a partir de determinada altura, conforme os acidentes ou percalços da vida, verificamos que começamos de quando em vez a gostar de pratos frios e mais tarde a aprender a comer quentinho nas alturas devidas e guardar os pratos frios para ocasiões devidamente adequadas, nem que os pratos fossem feitos de palavras cheias de fel mas verdadeiras, mas essas haviam de ser ditas nem que para além das ondas e tempestadas houvesse raios, coriscos e chuva de pedras, há coisas que devem ser ditas e é melhor dize-las que esconde-las por vezes, quando as pessoas se zagam e não conseguem estar de acordo separam-se e não é necessário publicarem todo o rol de desavenças que existem, mas o melhor ainda é haver entendimento e ser possível produzir em conjunto, quem ainda não aprendeu que as divergências cegas e absurdas apenas escavam mais o fosso que já existe por pequeno que seja ?
Sim, já se fala mais de ciclos, existe maior conhecimento dos diversos ciclos que existem, a parte ascendente é mais saborosa e divertida a outra, a descendente, é mais terrível, por vezes mais lenta, ao invés das leis da física e quando os ciclos são rápidos há quem diga que podem matar !
ponto 9
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Santana limitou-se a apanhar os "cacos", e tentar virar, sem nunca esperar que lhe cortassem as pernas.
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Na altura em que se fez nomear ou em que decidiu tornar-se nomeado, já havia 'cacos' ? Talvez não esteja a entender bem, pensei que os 'cacos' tivessem começado a aparecer exactamente a partir desse período de introdução à aprendizagem de PM.
De qualquer dos modos existe contradição com o ponto anterior - não sabia tudo e não estava preparado, porque se estivesse os 'cacos' não seriam sequer visíveis e quem está, ou pensa estar, seguro de que está a seguir o caminho certo não se esquece de garantir todos os apoios e concordância, em especial de 'inimigos' internos de estimação, não corre o risco de ter surpresas porque todas devem ser previstas !
ponto 10
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Agora sai. E sai de cabeça erguida, dignamente, e com a certeza de que qualquer outro PM, nas mesmas circunstâncias, teria sido derrotado de uma forma mais trágica.
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Sai ? De sair ? A lingua portuguesa, mesmo escrita, tem particularidades peculiares e aí nada como 'clarear' os significados reais, vamos lá: se estiver numa sala e resolver sair, eu saio, se me mandarem, ordenarem, ou o que seja, ir para a rua se calhar é melhor sair antes que chamem a autoridade, o facto de eu sair é compulsivo – fui 'posto a mexer' !!! Sei que é mais meigo dizer assim, mais agradável de ouvir e ler, de certo modo talvez adequado a uma míssiva pessoal, estava a esquecer o próprio título da 'escritura' !
Quanto à cabeça, será que analizei mal ? Não foi cronometrado e não tem assim tanta importância o tempo em que a cabeça está erguida, mas na altura da saída a cabeça esteve muito mais a querer esconder-se entre os ombros, de tal modo que há aí até um 'cartoon' bem conhecido a propósito do tema. Com dignidade certamente mas essa da certeza de que outro qualquer PM teria tido uma 'derrocada total' mais trágica não o ajuda em coisa alguma, estou farto de saber, ler, ouvir, que quando algo corre mal a primeira reacção é conseguir uma desculpa e executar uma pequena manobra de distracção assinalando que há sempre uns milhares que fariam pior, mas não é fazer ainda pior que está em causa e é importante, o que se pede e se deseja é que seja feito melhor, muito melhor do que por norma tem sido feito.
Nem todas as tragédias são assim tão naturais como possam parecer, por vezes são provocadas.
ponto 11
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O PSD não esquece nem atraiçoa.
Eu sei que Pedro Santana Lopes regressará, quando o tempo disser.
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O que o não está a ser esquecido é a procura do novo 'mártir', sim porque antes do que vai ser o próximo elemento mais ganhador e pronto a fazer frente à maioria ainda vai haver no mínimo uns dois 'queimados' !
A traição e o esquecimento são como o ódio e o desprezo, estão aí por todos os lados. Até uma pedra nos pode traír, ou outro objecto qualquer, é só andar na rua de cabeça erguida ! Em certos sítios então é melhor ir de cabeça baixa porque nos arriscamos a escorregar em qualquer objecto estranho não identificado.
Continuam a existir conjuntos de palavras que acho muito estranhos e embirro em não os entender ou deixo uma dúvida aberta para outro significado não inteligível talvez por falta de dedução lógica da minha parte.
O regresso. Pois já falei disso acima, do regresso.
Quando o tempo o disser ? Ou quando as circunstâncias forem muito favoráveis, depois de muito exaustivamente estudadas, com todos as condições e todos os pontos e vírgulas no sítio correcto ?
Talvez sim, talvez não !
ponto final
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O que é estranho não é a amizade pessoal, essa já era conhecida, a amizade política, por demais citada ou a amizade profissional, os negócios ou seja o que for com 'aquele que quis ser mais do que era possível ao mesmo tempo, o palhaço rico, o mau actor, o malabarista, o ilusionista, o domador de feras, etc., mas sim a defesa assumida como que garantindo o apoio de retaguarda, para prosseguir a analogia do circo, faltava o palhaço pobre, que não é, enterrando-se no lodo da pântano do circo carnavalesco de onde ainda não conseguiram sair !
Há aqueles que mesmo tardiamente reconhecem os erros, os identificam e pretendem resolver, há outros que não possuem essa capacidade, ficaram no nível inferior e não encontram a saída, quais baratas tontas que já só gaguejam ppp, ppp, ppp, e daí não passam.
Há textos que não deveriam ser publicados, já não se diz escritos, porque acabam por deitar a baixo a ideia de que estamos perante um expositor de ideias sincero e imparcial, com visão analítica das situações sem se deixar arrastar pelo óbvio e vulgar, pelas tendenciosas e falsas premissas de sorrisos hipócritas que dizem e jogam com a mentira conscientes do seu peso manipulativo mas pensando sempre mais no valor correspondente em votos.
Tem que haver perdedores sempre, há aqueles que nasceram para o serem, nunca perdem a esperança de um dia, nem que seja por pouco tempo, alcançar o direito ao maior número de câmaras em cima e a todos os privilégios e outros inerentes do alvo a atingir, qualquer um serve e todos são aproveitados para tentar mas o resultado é um rasto de nada feito ou concretizado, nunca há obra acabada, há-de sempre faltar alguma coisa para terminar e o pior para os amigos, esses sim que andam de pá e vassoura, é que em vez de parar de partir loiça enquanto há poucos cacos, resolvem quase destruir o resto da prateleira.
A que tristes figuras e figurinos nos habituaram esta classe de actores, o teatro devia ser só no teatro mas a política está cada vez mais teatral, trasvestida de ilusão e irreal, aldrabona e mentirosa, alguns desses actores contribuíram para isso, uns menos do que outros
Isso de ressuscitar, ainda não está provado de todo que seja possível, falando no ambito da política, aí sim tudo é possível, desde que não esteja realmente morto está pronto para o poder, ainda que meio embalsamado, o mágico artista que perdeu a cartola nem sequer pensou que era ainda cedo demais para testar o pouco apoio que lhe restava do interior com vista à próxima etapa ou alvo, e a decisão foi a candidatura ao próximo desaire político e não consegue vislumbrar sequer que será mais uma derrota, e é isto que acho muito estranho, a procura de ocupar o lugar perdedor da causa perdida, qual a razão pela qual uma pessoa está tão privada de lucidez que fica crédulo que pode passar o nevoeiro sem saber onde coloca os pés e chegar triunfante à margem do sonho onde está o trono rodeado de anjos, anjas e cupidos ? Sebastiões ? Só se forem virtuais !
Dizer agora que tinha sido melhor assim ou assado, não adianta, não resolve, apenas revela a falta de atenção (autismo?) para quem antes dos desastres acontecerem apontou o caminho mais razoável, aí perdeu a razoabilidade, ganhou a cegueira pela posição e pelo poder, a obsessão por todo o envolvente dos cargos em questão ofuscou a última réstia de lucidez e numa altura de decisão apenas contou a componente sim senhor primeiro ministro, o resto, o que houver para fazer fica para depois, primeiro a conquista (mesmo que por sucessão dúbia), depois a festa e a comemoração, quando os problemas a resolver surgem, aparecem também os primeiros cacos e a partir daí é a partir e a limpar sem parar até que pouco fica inteiro, é do partido, é para partir, partido, partir, aí está o resultado, uma porção doida de cacos !
É altura de pensar em coisas inteiras, com todo o conteúdo em harmonia, de fazer com que os escolhidos, os capazes e os especiais se entendem e partilhem o mesmo objectivo.
É tempo de estabelecer esse objectivo, de projectar o futuro, de empregar os esforços comuns em melhorar drásticamente o que está mal, de oferecer um pouco de cada um, uma palavra, um gesto, um carinho, um sorriso e logo recebemos uma compensação, de dar e receber, para a paz total, para a paz de espírito, para a tranquilidade de consciências, é tempo de utopia.
Mas um olhar por os jornais diz que estou no mundo dos sonhos, pois sim é verdade, utopia é sonhar com a realidade que desejamos, poderá ser uma virtualidade, mas sonhar é possível e verificar a incapacidade para os humanos se entenderem por via da teimosia, cegueira e autismo, a raça humana está doente, muito doente e caminha para o caos e confusão finais, fim.
Publicado por alvaro palma em fevereiro 24, 2005 12:22 PM
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