Duplamente vítimas
Nem mais. E porque não começar com o pequeno gesto de aderir ao Cartão Solidário, por uma quantia módica anual e com direito a descontos em lojas (com uma percentagem dessa quantia para as associações em causa). Ver em: www.solidario.com.pt
Publicado por Anita em fevereiro 24, 2005 02:12 PM
confesso que não percebi: defendes ou criticas o limite máximo de 25 anos que a lei portuguesa põe. pessoalmente sou contra, mas este cúmulo jurídico é considerado uma conquista da esquerda...
Publicado por cparis em fevereiro 24, 2005 03:18 PM
Aliás é interessante que a nossa lei tem imensas garantias para os arguidos (e bem...), mas as medidas para protecção das vítimas são muito díficeis de aplicar, ou levam tanto tempo em casos manifestamente urgentes que na práctica é como se não existissem. Atente-se por exemplo no caso da violência doméstica o tempo que leva a afastar o agressor das vítimas, e a falta de estruturas de apoio que estas têm.
Publicado por João Gundersen em fevereiro 24, 2005 03:23 PM
Mas o fantasmagórico disto tudo na APAV, associação que muito prezo, é que o seu Vice-Presidente é o actual Director-Geral dos Serviços Prisionais, nomeado por Celeste Cardona...
Investiguem...
Infelizmente em Portugal não há uma verdadeira lei das imcompatibilidades.
Percebem?
Publicado por Loui em fevereiro 24, 2005 07:09 PM
A APAV é um projecto pessoal do actual Director-Geral dos Serviços Prisionais e, secundariamente, serve para apoiar vítimas de crime.
À partida serve para branquear a imagem do dito.
Publicado por Robes em fevereiro 24, 2005 07:40 PM
Se a APAV e o um projecto tao pessoal do Director Geral dos Servicos Prisionais, porque e que esta em dificuldades?
Acho que as pessoas deviam ser mais cuidadosas com os cargos que acumulam, mas nao penso que o interesse pelas vitimas iniba alguem de ocupar um cargo daquele genero (eventualmente deixando a APAV). Acho tambem que todos deviamos ter mais cuidado com as teorias da conspiracao.
Sobre a acumulacao de penas... isso seria outra conversa, ainda que eventualmente necessaria. Sobretudo sou contra as limitacoes quase automaticas e muito substanciais no cumprimento efectivo das penas relativas as crimes violentos.
Publicado por bruno cardoso reis em fevereiro 24, 2005 09:39 PM
Está em dificuldades porque estamos numa lógica neoliberal em que tudo deve ser entregue à sociedade civil, "demintindo-se" o Estado de determinadas funções essenciais.
Topas?
O homem joga em dois tabuleiros...
Topas?
Publicado por Robes em fevereiro 25, 2005 12:26 AM
Será que sou só eu que noto a coincidência entre a mudança de governo e o rol de queixas dos lobbies do costume?
Parece que sim... Continuem, continuem. Alguém há-de pagar...
Publicado por Pedro Oliveira em fevereiro 25, 2005 06:07 PM
Desculpem lá, mas este post é um bocado para o parvo e a atirar para a demagogia e o reaccionarismo. Coisa frequente nos post do sr. Bruno Reis, diga-se de passagem...
Publicado por André Militão em fevereiro 27, 2005 12:45 PM
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