Sociologia de telecomando
E depois os jovens é que veem televisão a mais...
É como nos Estados Unidos, os miúdos vão para a escola matar os colegas porque jogam jogos de vídeo violentos (que obviamente não existem na Europa...que ideia).
Por esta lógica de sobreposição da realidade televisiva à realidade do dia a dia, eu posso afirmar que não percebo como é que a população do "primeiro mundo" está a ficar obesa, é que o que eu vejo nas séries televisivas são pessoas lindas e elegantes.
Publicado por João Dias em março 31, 2005 02:25 AM
Como se pode pedir aos putos que saibam distinguir entre os jogos de consola e a vida real,se a maria Filomena mónica faz comparações entre a realidade portuguesa e a ficção britânica.Ah , pois é, é nova e não pensa, ou será velha e pensa de mais?
Publicado por JamesBrown em março 31, 2005 02:28 AM
estou sem palavras...
e eu a pensar que o meu sobrinho via TV a mais...
Publicado por oscar pinto em março 31, 2005 03:30 AM
A ficção anglo-saxónica é *a* realidade, e quem disser o contrário é um reles anti-americanista primário ou mesmo secundário.
Publicado por Ricardo Alves em março 31, 2005 09:23 AM
Repararam que o importante da série são a actriz e a argumentista, transportando isso para a realidade portuguesa tivéssemos nós uma argumentista (ministra da justiça) e actrizes (inspectoras da judiciária) e tudo funcionaria muito melhor. Os homens está visto são bons para beberem cerveja, comerem tremoços e darem pancada nas suspeitas. Volta Celeste Cardona, está perdoada.
Publicado por afonso salgueiro em março 31, 2005 09:36 AM
Este post mostra apenas uma parte da realidade.
Depois entra na parte infeliz das comparações entre nações para demonstrar o indemonstrável.
Eles os civilizados, nós os cafajestes.
Com franqueza. Tanta ligeireza. Dá para desconfiar.
Será, isso, apenas para denegrir a nossa polícia?
Como é que se acredita na afirmação de uma criminosa e se desclassifica uma entidade prestigiada como a PJ?
Isto não é inocente.
Publicado por fazdeconta em março 31, 2005 10:22 AM
Ontem era o pato donald que batia na GNR.
Hoje é o Tavares dos Pobres que bate na Polícia Judiciária.
Esperemos pelo amanhã para vermos qual o jornaleiro de serviço que vai bater na.... Logo se verá em que polícia.
Estes maBEcos escolheram a outra raia da justiça, nada a fazer, estão com os marginais da nossa sociedade.
Eles próprios fazem parte do grupo
Publicado por Ana Catarina em março 31, 2005 10:32 AM
O que a historiadora discorre ao longo da sua coluna não é invalidado pela comparação da realidade portuguesa com a ficção inglesa, mas fica a desnecessária mancha descredibilizadora. De acordo com a ficção portuguesa mais actual os casos policiais seriam resolvidos se as esquadras tivessem um inspector chamado Max!
A colunista têm o mérito de mostrar o nível de desespero e desorganização a que chegam alguns responsáveis pela investigação criminal em Portugal (ou será demérito da PJ?).
Felizmente não é sempre assim.
Publicado por ZoomBang em março 31, 2005 12:16 PM
pior seria a nossa (actual) ficçao ganhar
a realidade anglo-saxonica !
Mas que elucubraçoes da treta...!!!
Publicado por Fernandes em março 31, 2005 01:30 PM
Alguem leu ou ouviu algum especialista em medicina legal, comentar as justificações da policia?
Se sim, elucidem-me
Publicado por rb em março 31, 2005 02:26 PM
Ana Catarina apoio o Bloco e não sou marginal ao contrário de muito boa gente de DIREITA.
O Barnabé é um blogue não é o porta-voz do Bloco.
Ou será que o Abrupto do Pacheco Pereira é o porta-voz do PSD ou o Acidental é o porta-voz do P.P.
Publicado por a.pacheco em março 31, 2005 03:26 PM
Sou um marginal...confesso.
Mãos ao ar, isto é um assalto.
lololololol
Certas afirmações só podem ser encaradas com um sorriso. :)
Publicado por João Dias em março 31, 2005 06:38 PM
O que Mónica queria enfatizar, e tem razão nisso, é q em Portugal o sistema se baseia muito na confissão, enquanto nos países que citou se faz mais recurso à prova.
Publicado por raiva em abril 1, 2005 12:12 AM
Sim, e tem toda a razão, mas o exemplo é que foi infeliz.
Publicado por João Dias em abril 1, 2005 07:40 PM
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